quinta-feira, fevereiro 28, 2013

Quanto custa um filho!


Acabei de falar de filhos e como se criam eles no Brasil. Custa caro, envolve amor, dedicação, esforço e dinheiro. Mas, tem gente que acha que não é preciso nada disso e que o Bolsa Família resolve. Tem filho que o Estado paga. Já ouvi isso de muita gente da classe D. Aliás, odeio esta divisão de classes. Divido por nível cultural. E não duvidem: há desdentados mentais ricos e gente culta pobre... Mas estamos no limiar do caos no Brasil. Matéria da Folha de São Paulo. Clique AQUI para ver mais dados e a tabela acima maior.

Nos primeiros 23 anos anos de vida de um filho, os pais brasileiros chegam a gastar até R$ 2.086.602 para custear despesas como educação, lazer, saúde e vestuário. Somente a fatia relacionada aos estudos em todo esse período de crescimento representa 34% desse total, o equivalente a R$ 703.644, segundo pesquisa feita pelo Invent (Instituto Nacional de Vendas e Trade Marketing). A pesquisa faz cálculos para quatro classes sociais: A (renda maior que R$ 25 mil por mês), B (de R$ 6.000 a R$ 25 mil), C (de R$ 2.000 a R$ 5.999) e D (menos de R$ 2.000) --veja a tabela abaixo. Os dados apontam que os gastos crescem com a idade. Até os quatro anos, por exemplo, o custo/ano vão até R$ 63 mil --dos 20 aos 23 anos chega a R$ 122 mil.

Para o presidente do Invent e responsável pela pesquisa, Adriano Maluf Amui, vale mais a pena usar da melhor maneira possível o que se tem no bolso e construir uma família organizadamente do que viver de altos e baixos financeiramente. "Planejar não significa adotar uma postura radical e inflexível, como muitos pensam. Um exemplo simples de planejamento é: se você investir R$ 100 por mês desde o nascimento do seu filho em um investimento que renda 10% ao ano, aos 18 anos terá poupança de R$ 57.670", afirma.

Lazer custa R$ 421.000,00 para classe A

Os gastos com o lazer dos filhos (como cinema, clubes, festas de aniversário e viagens) podem chegar a R$ 421 mil em 23 anos, segundo a pesquisa. Esse valor é para a classe A. As classes B e C gastariam bem menos com lazer (R$ 94,8 mil e R$ 38,8 mil, respectivamente), de acordo com a pesquisa. A classe D reservaria valor mínimo para o lazer dos filhos: R$ 4.800 durante os 23 anos.

Do berço

Quando o assunto é a chegada de um bebê na família, o que os pais costumam elencar primeiro são itens como berço, trocador, carrinho, mamadeira e enxoval. Mas gastos com parto, babá, pediatra, vacinas e até o aumento nas contas da casa devem entrar nessa lista. Os gastos da família durante a gestação sobem de 20% a 30%, em média, segundo o educador financeiro Reinaldo Domingos. E só aumentam durante os anos seguintes ao nascimento. Para evitar problemas no orçamento, nove meses não bastam. Consultores sugerem se planejar com cerca de dois anos de antecedência e colocar tudo no papel para fugir do endividamento. Para essa fase, o educador financeiro Mauro Calil recomenda: separe o que é desejo do que é necessidade, fuja das grifes e peça fraldas no chá de bebê. O planejador Marcos Silvestre acrescenta: pesquise preços em diferentes áreas da cidade e monte uma planilha para, só depois, comprar. Além disso, é preciso contar com os gastos do acompanhamento médico e com as despesas do parto, que chega a custar cerca de R$ 15 mil, segundo Calil.

Sérgio

Faroeste Caboclo


Pode isso? Garoto de 11 anos sai com menina de 13, namorada de um criminoso de 17 e o final da história é crônica policial. E nós e nossos entes queridos estamos expostos a este tipo de gente. Mundo cão é pouco! Vai mudar? só com muita educação e tempo... Com estes políticos que não querem que o povo tenha isso, nunca mudará! Matéria G1:

A Polícia do Distrito Federal investiga uma agressão contra um menino de 11 anos que foi amarrado, espacando e incendiado na Estrutural,  região do Distrito Federal, no último dia 26. Quatro adolescentes – dois meninos e duas meninas com idades entre 13 e 17 anos – são apontados pela Polícia Militar como autores da violência. Segundo a PM, o crime teve motivação passional – a vítima tinha um relacionamento com a ex-namorada de um dos agressores. O garoto foi levado para o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) com traumatismo craniano e queimaduras em 60% do corpo. A Secretaria de Saúde disse que a família não autorizou a divulgação do estado de saúde dele. Segundo a polícia, depois que os demais adolescentes atearam fogo ao corpo do menino, ele conseguiu se soltar e procurou ajuda em um posto policial. "Ele chegou aqui [no posto da PM] aos gritos, pedindo socorro. Ele chegou com um grande corte na cabeça, provavelmente de uma paulada que tenha recebido e com o corpo parcialmente queimado. Ainda tinha fumaça saindo de algumas partes da roupa e do corpo dele", disse o coronel da Polícia Militar Antônio Carlos. De acordo com o relato do menino, a própria namorada, de 13 anos, está envolvida no crime. Ela é ex-namorada de um jovem de 17 anos, que seria o principal responsável pela agressão e tinha saído de uma unidade de internação de jovens infratores há duas semanas. Todos já foram identificados, dois foram ouvidos pela Polícia Civil e dois não foram localizados.

Amizades

A bisavó do menino, Marta do Carmo Silva, contou que o garoto estava na casa dela, antes de sair com uma amiga e ser agredido. A senhora diz que no dia 26, ele chegou do lixão, onde atuava como catador, às 18h, tomou um banho, assistiu a programas de TV e jantou. Às 20h, saiu com a jovem, que aparentava ter, segundo a bisavó da vítima, 17 ou 18 anos. "Quando ele estava saindo, falei para ele ter cuidado com as amizades, cuidado para aquilo ali não ser laço. Ele respondeu: 'Que nada, vó, cala a boca.'" A irmã do jovem, que é criada pela bisavó tem 15 anos e também alertou o irmão. "Ela [irmã] disse quando ele já estava na rua: 'Cuidado para isso não ser uma panelinha para você'", fala dona Marta. A vítima da agressão se mudou para Estrutural em outubro do ano passado, com três irmãos, a mãe e o padastro. Antes, a família vivia em Águas Lindas de Goiás. A bisavó diz que o menino não estava estudando e tinha se envolvido com amizades ruins. A atividade no lixão também não era aprovada pela bisavó. "Um dia, conversamos e disse para ele que não achava ruim que ele tivesse amigos, desde que fosse gente boa. Perguntei se ele não queria estudar e mudar de vida, que o lixão era muito ruim. Eles respondeu que não." A Estrutural, local onde ocorreu o crime, é uma das regiões mais carentes e violentas do Distrito Federal e surgiu de uma invasão de terras.

Outros casos

No Distrito Federal, pelo menos outros dois casos de pessoas incediadas tiveram repercussão nos últimos anos. Em 1997, cinco jovens de classe média queimaram o índio Galdino de Jesus enquanto ele dormia em um ponto de ônibus, no centro de Brasília. Um dos rapazes era adolescente e cumpriu medida socioeducativa. Os outros quatro foram presos e condenados. Nesta semana, cinco homens estão sedo julgados por atearem fogo a dois moradores de rua em Santa Maria, região a 26 quilômetros de Brasília. O crime ocorreu em 25 de fevereiro de 2012. Uma das vítimas morreu e a outra teve 20% do corpo queimados.

Sérgio

Que meigo...


Não haveria guerras se mais homens fossem homossexuais, diz Morrissey. Cantor falou à revista 'Rookie' que 'homens amam matar outros homens'. 'Guerra é aspecto mais negativo da heterossexualidade', afirmou. Se depender de mim... War! Matéria G1:

O músico Morrissey afirmou, em entrevista ao site da revista "Rookie" nesta terça-feira (26), que as guerras do mundo poderiam ser evitadas se mais homens fossem homossexuais. Na conversa, o ex-vocalista do Smiths opinou que "homens heterossexuais amam matar outros homens" e que tudo não passa de um hobbie para heterossexuais. "Guerra é o aspecto mais negativo da heterossexualidade masculina. Se mais homens fossem homossexuais não haveria guerras, porque homens homossexuais nunca matariam outros homens, enquanto homens heterossexuais amam matar outros homens. Eles ganham até medalhas por isso. Mulheres não vão para a guerra para matar outras mulheres. Guerras e exércitos e armas nucleares são essencialmente hobbies de heterossexuais", falou o vocalista britânico. Morrissey cancelou sua participação no programa de TV norte-americano "Jimmy Kimmel Live", onde faria uma aparição nesta terça, segundo o site da CNN. O agente do músico divulgou um comunicado em que diz que Morrissey desistiu após saber que um dos convidados do mesmo dia era o elenco do programa "Duck dynasty", um reality show de uma família que fez uma fortuna somente criando produtos para caçadores de patos.

Há uma semana, o cantor britânico pediu para que só fossem vendidas comidas vegetarianas no  Staples Center, famoso ginásio de Los Angeles, para sua apresentação do dia 1º de março, segundo informações do site Pitchfork. Parte do dinheiro arrecado com os ingressos será doado ao Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais). Entre os restaurantes fechados no ginásio no dia do evento estão os da cadeia de fast-food McDonald's. Morrissey cancelou, recentemente, uma série de shows que faria nos Estados Unidos por conta de uma úlcera hemorrágica. Ele já havia cancelado, no fim de 2012, uma longa turnê que faria pelo país porque sua mãe estava doente na ocasião. "Years of refusal", lançado em fevereiro de 2009, é o nono e mais recente trabalho solo do vocalista britânico de 53 anos.

Sérgio

quarta-feira, fevereiro 27, 2013

Que tal ser assim?


Para pensar na cama... Os dez mandamentos de Nuno Cobra, preparador físico de Ayrton Senna:

1) Durma pelo menos oito horas e tente acordar sem despertador. Ele é uma agressão ao organismo.

2) Alimente-se em pequenas quantidades a cada três horas.

3) Cheire a comida, pegue as folhas com as mãos e mastigue o mais devagar possível.

4) Exerça alguma atividade física pelo menos três vezes por semana. Uma hora de caminhada pode ser praticada por qualquer pessoa, em qualquer lugar, e é suficiente para obter os benefícios do esporte.

5) Evite ficar nervoso. Em situações de stress, experimente bocejar e espreguiçar.

6) Dedique pelo menos 15 minutos do dia à meditação. Escolha um local silencioso, sente-se numa posição confortável e esqueça da vida.

7) Tome ao menos dois banhos frios por dia. Esse hábito é energizante.

8) Nenhum tratamento irá funcionar se você não abandonar seus vícios, a começar pelo cigarro.

9) Quando fizer exercícios físicos, concentre-se apenas neles. Não leia enquanto pedalar, nem ouça música quando correr.

10) Preste atenção ao fluxo de ar que entra e sai de seu pulmão e procure respirar mais profundamente.

Finalmente, elogie os outros com mais frequência. Isso funciona como um ímã e faz com que todos queiram estar ao seu lado.

Sérgio

Mensagem verdadeira


Essa é uma camiseta que eu queria ter e usar muuuuitas vezes, rsrsrs E você?

Sérgio

Segurança na Internet


Mantenha-se seguro na Internet. Muito interessante esta matéria do UOL:

O uso da internet exige cuidados. O mau uso da rede pode causar apenas uma pequena dor de cabeça (como receber toneladas de e-mails de spam) ou arruinar, literalmente, a vida de uma pessoa (caso das mancadas em redes sociais). Para ajudar o internauta "sem noção", o UOL Tecnologia elencou os principais "pecados" de quem vacila com a segurança no mundo virtual.

Deixar a conta de e-mail e de redes sociais logadas no computador

Prato cheio para a zoeira entre amigos, a mania de não efetuar logoff em redes sociais pode comprometer (ao menos temporariamente) seu perfil no Facebook, por exemplo. Vez ou outra é possível verificar mensagens bem estranhas na página de pessoas de quem não esperaria essas postagens. O mais comum é que os amigos postem algo referente à orientação sexual da pessoa ou compartilhem fotos indecentes. Com e-mail, a situação pode ser mais séria, pois é comum que haja informações importantes nas caixas de mensagens. Já imaginou alguém encaminhando para todas as pessoas da sua lista um cupom de desconto para motel? Ou mesmo alguma revelação bombástica (falsa) só para "brincar" com o colega?

Esquecer senhas

Se antes da popularização da internet o número de senhas era condicionado apenas à quantidade de cartões de banco, agora o usuário da rede tem de fazer malabarismo para lembrar-se da combinação de letras e números. Colocar só a data do aniversário não é recomendável, pois vai ser a primeira tentativa de descoberta de alguém mal-intencionado. A senha tem de ser complexa, porém fácil de lembrar. Neste link você encontra dicas que podem ajudar a criar senhas fortes e recordá-las.

Cadastrar e-mail em tudo quanto é canto

O internauta deve tomar cuidado com os cadastros que faz (tanto na internet como em cadastros físicos). Quanto maior o número de mensagens de promoção alguém recebe, outros e-mails (de pessoas) importantes podem passar despercebidos.  Além da alta quantidade de mensagens, há ainda o risco de receber e-mails com conteúdo malicioso. Uma dica útil para quem gosta de receber e-mails de promoção é ter uma conta apenas para este fim, enquanto usa outra para assuntos pessoais e importantes (como envio de currículos, comprovantes de pagamento, etc).

Deixar a rede Wi-Fi aberta

O advento de dispositivos portáteis (smartphones, tablets e notebooks) fez com que muita gente comprasse um roteador para compartilhar internet banda larga. Mas por falta de informação (ou simplesmente preguiça), várias pessoas não colocam uma senha para dar acesso à rede. Ao estabelecer uma combinação de letras e números nesses aparelhos, geralmente, o usuário também ativa algum tipo de criptografia, o que impede (ou dificulta) cibercriminosos de monitorarem o que está sendo visto pelos computadores daquela rede. Neste link há mais dicas de segurança para blindar uma rede sem fio.

Clicar loucamente em tudo que aparecer

Apesar de parecer genérico, o pecado em questão tem relação com o comportamento do usuário na rede. Uma das práticas comuns de infecção de vírus é por meio links de spam maliciosos ou anexos em e-mails enviados. O clique não acontece à toa, pois o cibercriminoso aguça a curiosidade do internauta com algum assunto supostamente bombástico ("veja fotos de fulana nua" ou "caiu na net o barraco de casal famoso"). Nunca é demais recomendar que, em e-mails, deve-se apenas abrir mensagens de pessoas confiáveis e tomar cuidado com mensagens de instituições financeiras (raramente, os bancos enviam e-mails para os clientes, a não ser que a pessoa solicite).

Não pensar antes de postar em redes sociais

Postar em redes sociais sem antes considerar as consequências é um erro comum. As pessoas acabam esquecendo que esse tipo de serviço é público e o conteúdo postado lá pode chatear alguém próximo ou provocar uma demissão (ou pior: influenciar uma não contratação). Caso o usuário queira muito compartilhar determinados conteúdos com amigos, é possível no Facebook criar grupos fechados. Entre amigos, pelo menos, as chances são menores de que ocorra algo de errado.

Não atualizar software

A tarefa de atualizar os programas do computador pode ser chata, mas trata-se de um mal necessário.  No início do ano, por exemplo, havia uma falha no plugin do java (linguagem usada em quase toda a internet) que permitia a instalação de vírus apenas ao entrar numa página. Alguns dias depois, a companhia responsável apresentou uma atualização de software que resolvia o o problema -- as empresas fazem sua parte, você também deve fazer a sua. 

Sérgio

Psycosandra


Realmente, não temos mais limites... Artista cria maquiagem fantástica ao transformar boca em olho. Sandra Holmbom é especializada em criar ilusões de ótica. Pintura teve direito até a cílios postiços nos lábios. Bizarro para dizer o mínimo! Quem se arrisca? Seria para "comer com os olhos"? Veio do G1:

A maquiadora sueca Sandra Holmbom, conhecida também como “psycosandra”, é especializada em trabalhos que envolvem ilusões de ótica, e apresentou recentemente uma maquiagem que lembra um olho, só que feita na boca de uma modelo. Além da pintura que retrata a íris, Sandra também colocou cílios nos lábios da modelo, para aumentar ainda mais o nível de detalhes.

Sérgio


SMS do Detran


SMS do Detran avisa data de renovação da carteira de motorista. Quanta tecnologia, hein? Me senti no primeiro mundo... Como diria o Borat, "nnnnnnnnnnnnot"! Clique AQUI para acessar o serviço. Veio do G1:

O Detran (Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo) vai mandar com antecedência, via torpedo de celular (SMS), a data de vencimento da renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O motorista que quiser receber as mensagens deve se cadastrar no site do Detran. Um formulário deverá ser preenchido com o número de celular do motorista que deve clicar na opção "autorizo receber mensagens SMS". Para quem já é cadastrado no portal, basta informar o número do celular e autorizar o recebimento de mensagens de texto.

Sérgio

Padre criminoso


Depois a Igreja Católica se pergunta a razão de perder "fiéis"... Sensacionalismo à parte (veio do Jornal Extra), o caso é sério. Óbvio que da narrativa se verifica que há algo errado no que a garota conta, mas isso não muda a história de que ele começou o abuso quando ela tinha 13 anos e, parece, abusou da irmã dela que tinha 7 anos. Ainda que ache que tem muita menina de 13 anos que sabe bem o que faz hoje em dia e cai na vida bem cedo, um pastor, um padre, não tem este direito. Na foto acima o "padre" com a menina que ele abusava em seu batismo. O abuso começou logo depois. Nem me venham dizer que é doente. É sem vergonha! Lamentável...

Foram seis anos de uma relação de abusos que a jovem, hoje com 19 anos, quer esquecer. Com o padre Emilson Soares Corrêa, indiciado por estupro de vulnerável, a vítima resolveu falar sobre seu drama que começou aos 13 anos. - Eu sentia nojo. Ele nunca deveria ter feito isso comigo. O pior é que ele mantinha relações sexuais comigo e depois celebrava missa, dava hóstia na boca dos outros - conta a jovem. As relações começaram quando Emilson era pároco da igreja Nossa Senhora do Rosário e São Benedito, no Cubango, em Niterói. Depois, quando ela se mudou para a casa da mãe, em São Gonçalo, o padre também foi transferido para uma paróquia próxima, a Nossa Senhora do Amparo, no bairro Antonina. Era na casa paroquial das duas igrejas que o padre abusava dela, sua afilhada de batismo. Para convencê-la a ficar com ele, o padre oferecia presentes: - Logo depois do meu batizado, quando eu tinha 13 anos, ele começou os abusos. Passava a mão no meu corpo, me oferecia vários presentes, tomávamos banhos juntos... O ato sexual começou quando eu tinha uns 15,16 anos. Ele dizia que ia me dar uma moto, depois um carro, arrumou a minha casa...

Emilson Soares Corrêa foi indiciado pelo estupro da irmã da jovem que decidiu desabafar. A menina, hoje com 10 anos, foi abusada quando tinha 7 anos. O EXTRA teve acesso a um vídeo, feito pela vítima mais velha, que mostra Emilson fazendo sexo com uma adolescente em plena casa paroquial. Segundo a vítima, que armou a situação para denunciar o padre, a garota teria 15 anos. A denúncia foi levada à delegacia pelo pai das meninas. Segundo ele, foi sua ex-mulher que flagrou a filha mais velha discutindo com o padre. Na ocasião, ela revelou à mãe que se relacionava sexualmente com o padrinho. - Quando soube que minha filha mais velha estava sendo abusada, perguntei à mais nova se havia ocorrido algo com ela. Ela disse que durante um passeio a um sítio, quando tinha sete anos, o padre tocou em sua partes íntimas - contou ele.

Sacerdote é suspenso pela Arquidiocese

Diante da denúncia, a Arquidiocese de Niterói informa que decidiu pela "suspensão temporária do sacerdote". Atualmente, o padre não é responsável por nenhuma paróquia. O órgão também alegou, em nota, que a acusação está sendo investigada e que "o próprio sacerdote levou a denúncia ao conhecimento do Ministério Público, para que apure a veracidade ou não da mesma". A delegada Marta Dominguez disse que só aguarda um depoimento do pai das vítimas para encerrar o inquérito. O padre foi procurado em quatro números de telefone - inclusive aqueles citados em seu depoimento - mas não foi encontrado.

Sérgio

terça-feira, fevereiro 26, 2013

IBDI processa Apple


Apple é processada por prática comercial abusiva pelo IBDI (Instituto Brasileiro de Política e Direito da Informática ). Hoje eu falei mais cedo da obsolescência programada... Essa é uma tática comercial usada por quase todas as empresas, em diversos ramos. Todavia, mesmo assim, não acredito que seja motivo para processo. Se o produto anterior tivesse perda de funcionalidade ou fosse um produto com alto valor de revenda (como um carro), até concordaria, mas não na área de tecnologia. Também comentei hoje que tenho iPad da geração 1 e ele continua a ser útil e utilizado. Então, vale muito mais o que o usuário pensa do que o que a empresa lança. Eu pulei do iPad geração 2 para o da 4 e não comprei o 3 e nem compraria, pois não valia a pena em relação ao 2. Quem tem problema é o consumidor que quer ter todos os lançamentos e sempre a última versão... Esse perde dinheiro. Enfim... Mais uma do TechTudo:

A Apple ganhou um motivo para ter dor de cabeça, graças a denúncia de um órgão brasileiro. A companhia da maçã responde a uma ação na Justiça movida pelo Instituto Brasileiro de Política e Direito da Informática (IBDI), que acusa a empresa norte-americana de abuso na prática comercial com o lançamento do iPad 4 no Brasil. Segundo o Instituto, trata-se de uma prática de obsolescência programada pela companhia, já que o iPad 4 não apresenta evolução efetiva quando comparado a versão anterior. Na prática, a acusação se resume ao fato de que o iPad 3 já poderia ter chegado aos consumidores com as novas características presentes na última geração - processador, conector e câmera mais avançados -, já que a versão "turbinada" foi lançada poucos meses depois pelo mesmo preço.

O IBDI também questiona a retirada do iPad 3 da linha de produção sem a comunicação adequada ao mercado brasileiro. Para o advogado da Instituição, Sergio Palomares, “o consumidor achava que estava comprando um equipamento de ponta, sem saber que já era uma versão obsoleta”. Encaminhada à 12ª Vara Cível do Distrito Federal no dia 6 de fevereiro, a ação também evidencia o pequeno espaço de tempo entre a chegada dos aparelhos, uma vez que ele quebra o paradigma de lançamentos anuais da empresa, como ocorreu com as outras gerações do tablet. O iPad 4 chegou em dezembro de 2012, apenas sete meses depois do lançamento anterior no Brasil. Se perder, a Apple poderá ser obrigada a indenizar todos os consumidores que compraram a terceira geração do iPad. Na opinião do Instituto, a Justiça deverá condenar a empresa a pagar multa de 30% do valor médio (cerca de R$ 600) de cada unidade vendida no país, além de substituir por modelos mais recentes todos os iPads 3 comprados por brasileiros. A Apple ainda não respondeu publicamente as acusações.

Sérgio

Vem aí o iPad 5


É um atrás do outro... Acho que um por ano até vai, mais que isso não vejo necessidade. Ainda tenho um iPad da geração 1 que uso para funções específicas, além do meu iPad 4, do dia-a-dia. Em muitos quesitos, acho o 1 melhor. Primeiro, ele não esquenta como o 4, que é até desconfortável pelo calor. Segundo, a bateria do 1 dá um show! Matéria TechTudo:

O iPad 5, novo tablet da Apple, será anunciado no mês de junho com um novo design, parecido com o do iPad mini, de acordo com fontes da cadeia de fornecimento de peças para dispositivos móveis. A aparência diferente do aparelho foi revelada por Steve W, da empresa MiniSuit, que desenvolve capas para gadgets e já está preparando uma exclusiva para o iPad 5. As fontes revelaram à MiniSuit que o novo tablet será mais fino e mais leve do que seu antecessor, o iPad 4, e terá um design bem semelhante ao do iPad mini. Além disso, o aparelho contará com a mesma tela de 9,7 polegadas presente nas versões anteriores, provavelmente com a tecnologia Retina. A Apple não faz uma alteração significativa na série iPad desde abril de 2012, quando lançou o Novo iPad. O 4, lançado apenas 7 meses depois, nada mais é que uma versão atualizada do Novo (também chamado de iPad 3), mas com um hardware um pouco melhor. A grande novidade da companhia no segmento foi a chegada do iPad mini, na segunda metade do ano passado, já que ele traz uma aparência modificada e um display de 8 polegadas. A velocidade com que lança novos modelos de tablets com poucas atualizações, aliás, vem trazendo alguns problemas para a Apple. Na época do lançamento do iPad 4, muitos usuários reclamaram do fato do aparelho chegar pouco depois do 3, com poucas diferenças. Mais recentemente, um órgão brasileiro processou a companhia por prática de obsolescência programada com seus tablets.

Sérgio

Surface Pro Fail!


E por falar em Microsoft... Ela ganhou um título inédito! Só não dá para comemorar! Surface Pro é o aparelho mais dificil de consertar da história, diz site americano. Como hoje é dia de tecnologia, veio do  TechTudo:

O Surface Pro ganhou um título que não deve trazer muito orgulho à Microsoft: o tablet foi considerado um dos gadgets com menor índice de reparação da história, de acordo com o site iFixit. De acordo com a avaliação da página, o aparelho não oferece muitas possibilidades de consertos em casos de quebras e, passada a garantia, o usuário que tiver problemas terá de comprar um novo. O iFixit equiparou o Surface Pro com os MacBooks com tela Retina, também campeões no quesito. De acordo com o site, operações simples como trocar algum dos fans, substituir o SSD do Surface Pro ou mesmo tentar abri-lo para uma limpeza são tarefas que beiram o impossível e requerem muito talento do usuário. Para abrir o Surface Pro, é preciso remover a tela. Para isso, a cola precisa ser amolecida com considerável exposição ao calor. Depois de solta, muita "sensibilidade" e "gentileza" são necessárias para retirar o display sem danificá-lo. 

Após isto, o usuário aventureiro precisará batalhar ainda contra 90 parafusos de diversos tamanhos para desmontar o tablet. Para montá-lo novamente, é preciso por tudo no lugar, usando mais calor. Se o usuário quiser ignorar os avisos que recomendam a não remoção da bateria, terá de aquecê-la para amolecer outra grande quantidade de cola. Calor e baterias não são uma receita muito segura, o que parece condenar os consumidores que se queixam da duração da bateria no Surface Pro às eventuais soluções que a Microsoft puder desenvolver em nível de software. O site iFixit é especializado em desmontar, montar e desenvolver tutoriais para que os mais corajosos promovam reparos em seus gadgets sem precisar recorrer a profissionais. Sempre que algum produto novo é lançado, o pessoal do site o desmonta e dá a ele um índice de reparação: quanto maior o índice, mais peças poderão ser trocadas. O aparelho da Microsoft, porém, conseguiu apenas 1 em 10 pontos possíveis na avaliação da página. 

Sérgio

Mais já???


Microsoft deve testar o Windows Blue nos próximos meses. Hoje em dia a obsolescência programada é uma realidade... Outra do TechTudo

O sucessor do Windows 8 deve ser testado nos próximos meses pela Microsoft. É o que diz o site Win8China.com, que divulga rumores e notícias sobre os programas da empresa de Steve Ballmer. A página informou que o Windows Blue (nome que pode ser provisório) deve começar a ser feito em 7 de junho de 2013, com lançamento previsto para agosto. O Windows 8 começou a ser feito só em agosto de 2012, para ser lançado no dia 26 de outubro do mesmo ano. Pelas datas dos rumores, parece que a Microsoft quer acelerar os testes e a fabricação do Windows Blue. O motivo da demora estaria na necessidade de desenvolver um sistema operacional que funcione tanto em tablets quanto nos PCs, o que demanda trabalho extra dos desenvolvedores. Não se sabe ainda se a Microsoft vai lançar prévias do Blue para programadores ou consumidores antes do lançamento oficial. Espera-se que o Windows Blue tenha versões novas do Internet Explorer, Mail, Calendar e o buscador Bing. Boatos também apontam que a empresa vai preparar atualizações de driver para melhorar a performance da bateria dos aparelhos com o novo SO. Os aplicativos da Windows Store, nesse novo sistema, poderão funcionar em diferentes configurações de tela para se adaptar aos diversos tablets do mercado. A página americana Cnet afirmou ainda que Windows Phone, Outlook.com e SkyDrive sofrerão atualizações relevantes com a novidade. Há rumores de que a edição mobile do sistema operacional, o Windows Blue Phone, possa sair na virada de 2013 para 2014.

Sérgio

Não curtiu!


Polícia informa morte de filho à mãe pelo Facebook. Muito estranho, não? Veio do TechTudo:

Autoridades do Condado de Clayton, na Geórgia, nos Estados Unidos, entraram em contato com a americana Anna Lamb-Creasey pelo Facebook para dizer que o filho dela estava morto. Ela não soube da existência da mensagem por um mês, uma vez que o recado estava na pasta oculta ”Outros” da rede social. A mãe de Rickie somente teve acesso a mensagem da polícia quando acessou a pasta, na qual ficam armazenados os recados de pessoas que não estão na lista de contatos. A mensagem pedia que ela entrasse em contato com a polícia imediatamente, pois se tratava de um assunto importante. Ao fazer a ligação, ela descobriu que Rickie havia falecido após ser atropelado por um carro no dia 24 de janeiro. Anna ficou furiosa com o fato das autoridades não conseguirem encontrá-la para dizer pessoalmente que seu filho havia morrido. “Eles me disseram que eles fizeram o melhor que puderam. Mas eu não tenho certeza sobre isso. Eles podem achar um criminoso, mas eles não podem me encontrar? Eles poderiam ter feito melhor”, disse Anna ao site Atlanta’s News. Antes de ler a mensagem, Anna Lamb-Creasey já havia ligado para as delegacias e hospitais locais. Sem resposta, a mulher deixou um recado no mural do filho. "Rickie, onde você está? Te amo, mãe", escreveu. A polícia afirmou que antes de mandar uma mensagem para a mãe e irmã da vítima pelo Facebook, eles tentaram entrar em contato de outras formas. As autoridades usaram a conta do funcionário ”Misty Hancock”, que na foto do perfil aparece ao lado do rapper TI – cantor que já foi preso por posse ilegal de armas.

Sérgio

segunda-feira, fevereiro 25, 2013

Boeing 727 em LAX


Para dar uma viajada no tempo. O avião que eu mais gosto, o Boeing 727, em uma linda coletânea de imagens pousando e decolando, no final dos anos 80, início dos anos 90 em Los Angeles (LAX). Um dos motivos de eu gostar de avião foram as minhas muitas tardes em Congonhas nos anos 80, me apaixonando e vendo o Boeing 727, em especial os da Transbrasil.

Sérgio

É proibido fumar...


E, reparem só, o mundo mudou mesmo... Agora, mesmo na Rússia, é proibido fumar em áreas públicas. Veio do G1:

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, publicou, nesta segunda-feira (25), uma restritiva lei anti-tabaco que proíbe o fumo a partir de 1º de junho em instituições de ensino, centros de saúde, edifícios governamentais, locais de trabalho e transportes públicos. O Parlamento aprovou a lei em fevereiro, onde 441 deputados apoiaram e apenas um votou contra. A partir de junho, serão livres do cigarro escolas e universidades, instituições culturais e de juventude, parques infantis, instalações desportivas, edifícios das agências estatais de habitação e hospitais. O fumo será proibido a partir de 15 metros desses locais Já em escritórios e locais de trabalho será permitido fumar apenas em locais especialmente reservados para esse fim. Elevadores e escadas também fazem parte da restrição. Fumar em estações de transporte metropolitanos, aeroportos, trólebus, ônibus e bonde, e postos de gasolina será proibido. Entretanto, os russos poderão fumar em carros particulares.

A Rússia tem um dos maiores índices de fumantes do mundo, mais de quatro em cada 10 russos são considerados fumantes. A lei "proteger a saúde dos cidadãos do perigo do fumo passivo e as conseqüências do uso do tabaco" entrará em vigor em 1º de junho. A lei estipula que um ano mais tarde, a partir de 01 de junho de 2014, o tabaco não poderá ser consumido em restaurantes, cafés, hotéis, lojas, centros comerciais, aviões, barcos e trens e de longa distância. Além disso, as empresas de tabaco serão proibidas de patrocinar loterias e festivais, e toda a publicidade de tabaco será restrita, incluindo na internet. Segundo o projeto, um preço mínimo de varejo será definido para o pacote de cigarros. De acordo com o Ministério da Saúde da Rússia, a lei vai reduzir a porporção de russos fumantes dos 39% atuais para 25%.

Sérgio


Eca...


Turista canadense é achada morta em cisterna de hotel em Los Angeles. Corpo foi achado após hóspedes se queixarem do sabor estranho da água. É por essas e outras que não se deve beber água da torneira nunca... Veio do G1:

O corpo de uma mulher foi encontrado na terça-feira em uma cisterna de um hotel de Los Angeles (EUA) após os hóspedes do local se queixarem do sabor estranho da água da torneira. A polícia de Los Angeles investiga agora a causa da morte da turista canadense Elisa Lam, de 21 anos, cujo corpo permaneceu por mais de duas semanas na cisterna de água potável do hotel. O mistério sobre o caso aumentou na sexta-feira, quando o instituto médico legal da cidade anunciou que os resultados da autópsia são insuficientes para determinar se a mulher foi assassinada. Segundo o jornal "Los Angeles Times", os investigadores terão que esperar as conclusões das provas toxicológicas, que levarão entre seis e oito semanas, para determinar se Elisa Lam foi empurrada na caixa d'água ou se foi vítima de um acidente. A polícia local estava há duas semanas buscando sem sucesso Elisa, até que os hóspedes do hotel Cecil, onde ela estava, começaram a se queixar de um sabor estranho na água. "A água da torneira estava horrível", disse Sabina Baugh, uma turista britânica que ficou oito dias no hotel ao lado de seu marido, à emissora "CNN". "Tinha um sabor muito diferente, meio doce, asqueroso. Muito estranho. Quase não posso descrevê-lo", acrescentou. Em função das críticas, uma equipe de manutenção do edifício subiu no telhado para comprovar o estado da cisterna e encontrou o corpo de Elisa. Uma análise da água proveniente da caixa d'água determinou que o líquido não continha bactérias prejudiciais à saúde, segundo informou hoje à emissora "NBC" o diretor de saúde ambiental do condado de Los Angeles, Angelo Bellomo. "É provável que a cisterna tivesse cloro suficiente para destruir qualquer bactéria que pudesse ter estado presente", explicou Bellomo.

Sérgio

domingo, fevereiro 24, 2013

Religião e oportunismo


Assistam... O "Pastor" Silas Malafaia em De Frente com Gabi... Veja como a religião é um negócio por aqui!

Sérgio

Kraftwerk


Para quem não conhece, Kraftwerk foi (e é ainda, estão ativos), o grupo foi formado por Ralf Hütter e Florian Schneider em 1970 na cidade de Düsseldorf e liderado por ambos até a saída de Schneider, em 2008. A formação mais conhecida, duradoura e bem sucedida foi aquela que se consolidou entre 1975 e 1987 e que incluía os percussionistas Wolfgang Flür e Karl Bartos. Considerado por alguns como tão influentes quanto os Beatles por sua participação na música popular da segunda metade do século XX, as técnicas introduzidas e os equipamentos desenvolvidos pelo Kraftwerk (eles criavam os próprios instrumentos) viraram padrão na músical mundial  e o grupo é geralmente tido como precursor de toda a música moderna, incluindo a dance music. A matéria abaixo, do jornal inglês The Guardian, é uma dica do meu amigo Thomas Bielefeld!

Também penso que esta banda foi fundamental na música como um todo. Lembro de ouvir desde os anos 70 os discos deles, meu pai tem todos e agradeço a ele por me dar este "presente musical". Triste das crianças que crescem ouvindo pagode. Jamais apreciarão outra coisa. Não que não haja vida no verdadeiro samba brasileiro, este esquecido. É que pagode e sertanejo universitário, me perdoem, não tem valor artístico ou musical, a não ser como a comprovação da perda do lirismo e da musicalidade.

Back in September 1975, a band played in Britain for the very first time. On stages from Croydon to Bath, from Southport to Yeovil, they wore smart suits and ties and played peculiar instruments. There was no clamour for tickets, no feverish press. This review of a half-full show in Newcastle was par for the course: "Spineless, emotionless sound with no variety, less taste... [and] damn little attempt to pull off anything experimental, artistically satisfying or new," wrote Keith Ging in the Melody Maker. "For God's sake," he railed, "keep the robots out of music."

Here in the 21st century, Kraftwerk's forthcoming gigs at Tate Modern are the hottest tickets around. Back in December, demand for them crashed the gallery's website; angry fans who missed out stormed the venue, while thousands raged online. For eight nights in February, Ralf Hütter, Fritz Hilpert, Henning Schmitz and Falk Grieffenhagen will play each Kraftwerk album since 1974 in turn – from their fourth, Autobahn, to 2003's Tour De France Soundtracks – with 3D film versions of their iconic visuals. They will wear neoprene neon suits and stand behind expensive technology. They did the same to rapturous reception in 2012 at New York's Moma and at the Kunstammlung in their hometown, Düsseldorf, last month.

These are art-event spectaculars to which everyone wants entry because no other band since the Beatles has given so much to pop culture. Kraftwerk's beats laid the foundations for club music: for hip-hop, synth-pop, techno and house. The sounds they invented have been sampled by hundreds of artists, from Madonna to R.E.M, from Missy Elliott to Fergie. Coldplay and Jay-Z have had hits with their elegant melodies and their image has influenced David Bowie, Daft Punk and Kanye West. We also now live in the kind of world their future-obsessed lyrics predicted: we find Computer Love online, models smile from time to time and Europe Endless exists.

For hardcore followers, the fact that this band named after a power station are playing in one is also irresistible. The band that remaining founder member Hütter always called musikarbeiter – musical workers – will be creating energy themselves, in their own Turbine Hall.

Kraftwerk's story begins in 1968, in Düsseldorf, a city closer to Belgium, Holland and France than the Iron Curtain. Two young men born just after the end of the second world war meet on a music improvisation course. Ralf Hütter plays keyboards, Florian Schneider the flute; they perform their first gig at the city's Cream Cheese Club. Playing in Organisation, a progressive, free-form group, they become obsessed with synthesisers, which are newly invented. In 1970, the wealthy Schneider buys one. The same year, they see Gilbert and George in the city's Kunsthalle: two men wearing suits and ties, claiming to bring art into everyday life. The same year, Hütter and Schneider start bringing everyday life into art and form Kraftwerk.

Kraftwerk's first three albums do not feature in the Tate gigs, but they hold clues to the aesthetic roots of the band. The cover art for Kraftwerk (1970) and Kraftwerk 2 (1972) have pop art traffic cones on their sleeves, suggesting a more industrial take on Warhol's Velvet Underground banana. Tracks have mechanical titles, such as Spule 4 (Inductor 4) and Wellelange (Wavelength), and then come the songs about Germany. Some, such as Heimatklänge (The Bells of Home), are gentler, but Von Himmel Hoch (From Heaven Above) is provocative. Named after a carol by Bach, it features synthesisers replicating the sounds of warplanes and bombs. It also reveals Kraftwerk trying to make a new national music, rooted in everyday sounds, made by machines that offered a new future.

Next came Autobahn, named after another German invention. In spring 1975, a radio edit of its 22-minute title track became an international hit. Its synthesisers mimicked fast traffic and car horns; its celebration of driving clicked with western audiences. Soon after, Wolfgang Flür and Karl Bartos joined the band on electronic percussion, as did the new smart aesthetic on stage. Electronic music suddenly had its John, Paul, George and Ringo, although they looked and sounded very different to the rock bands of the time.

It's hard to appreciate how alien Kraftwerk appeared back then. The first advert for Autobahn in the black-and-white NME looks particularly shocking: a bright blue sign from the future, under a feature on country music divorcees. At the time, the song was dismissed as a gimmick by the press – but not by fans who made it a No 11 hit.

Then came the xenophobia. The war was still a recent, scorching cultural memory, so perhaps it's not a surprise that a Barry Miles live review was headlined "This is what your fathers fought to save you from". The NME reprinted a feature by US critic Lester Bangs, in which Hütter was asked if Kraftwerk was "the final solution" for music. The image with the piece was even more tasteless: a press shot superimposed on to a Nuremberg rally.

It's not that Kraftwerk didn't flirt with sinister ideas. Radio-Activity (1975) began with the sound of a geiger counter, evoking nuclear dread. But their music also played with double meanings and humour. Ohm Sweet Ohm (say it out loud) took central European pop into the realm of technology, while Radio-Activity's title track hinted at the utopian possibilities of the wireless. (It also says much that the 1991 remix of this song mentioned power stations Sellafield and Chernobyl in negative terms.) Throughout the melodies and methods, their vocal lines and lyrics, there is a touching innocence and simplicity.

Hütter often namechecked the Bauhaus movement, and liked its internationalism. The band's songs started to feature words in different languages; they got inspired by James Brown's funk, and even punk (years later, Hütter admitted that the start of 1977's Showroom Dummies – "eins-zwei-drei-vier" – came from The Ramones' "one-two-three-four"). Autobahn's chorus The ("wi'r fahr'n fahr'n fahr'n") echoed The Beach Boys' Fun, Fun, Fun. But a statement of Hütter's from 1979, pinned to a noticeboard in Chris Petit's cult film Radio On, reveals how Kraftwerk linked the past and the present. "We are the children of Fritz Lang and Werner von Braun," it began, naming the film director who fled the Nazis, and the scientist who made the V-2 bomb and the Apollo mission rocket, Saturn V. "We are the link between the 20s and 80s. All change in society passes through a sympathetic collaboration with tape recorders, synthesisers and telephones. Our reality is an electronic reality."

This forward-thinking spirit had already started to infect pop. David Bowie adored Kraftwerk, writing the track V-2 Schneider for his 1977 album Heroes (the band would namecheck him back on Trans-Europe Express). African American DJs also found an odd kinship with the Germans. Keen to find a new musical language, they were familiar with the urban sounds Kraftwerk were using; 1978's The Robots became particularly influential on the dancefloor, and in the burgeoning B-Boy and breakdancing scenes. Afrika Bambaataa fused the melody of Trans-Europe Express and the rhythm of 1981's Numbers to create Planet Rock, one of hip-hop's pioneering tracks. Trailblazing electro group Cybotron used a loop from 1977's Hall of Mirrors; its founder, Juan Atkins, would create techno, and from there came modern dance culture.

Back in Britain, New Order would sample Uranium on Blue Monday, while synth-pop inspired by albums such as 1978's The Man-Machine would set the decade's pop mood. Kraftwerk would even get a No 1 single, The Model, in February 1982, four years after its first release. It was if the world was finally catching up with them.

Ever since, using a Kraftwerk sample has been shorthand for credibility. Jay-Z's 1997 Sunshine sampled The Man-Machine, while Coldplay's Talk made a melody from Computer World into a stadium-rock riff. Music producer DJ Food, a collector of Kraftwerk cover versions, says the band's influence can be heard today among the micro-genres that have evolved from dance and R&B. "Hear dubstep producer 6Blocc's cheeky reinterpretation of Numbers/Computer World 2 disguised under the title, Digits. Or across the pond, juke and footstep producers such as Traxman have shoe-horned Kraftwerk samples into songs such as The Robot. Kraftwerk have been part of the lineage of dance culture since the late 70s – approaching it without them is impossible."

Once the world started to catch up, Kraftwerk started to slow down. They have only released four studio records since 1983: 1986's disappointing Electric Cafe, 1991 remix album The Mix, Expo 2000, a single for a German world trade fair, and 2003's Tour De France Soundtracks. The line-up has also changed radically. Flür and Bartos both left in the late 1980s, Schneider in 2009. Hütter has said little about his co-founder's departure, except that Schneider hadn't really been involved for years. The mystery continues.

What Kraftwerk are about now is the souped-up live experience. Playing in galleries, they align themselves with art over pop. Catherine Wood, curator of contemporary art and performance at Tate Modern, has had several meetings with Hütter. He approached her about his idea for the shows in 2010, through German gallery owner Monika Sprüth. Wood was then flown out to Düsseldorf, where she visited Kraftwerk's Kling Klang studios. This notoriously mysterious space, where outside contact has always been forbidden, even by telephone, was moved 10 miles outside the city four years ago. Inside, Wood found an impeccable, minimalist office and a huge studio, with four robots against a wall, lit in glowing green lights.

"I was struck by how clever Hütter was," says Wood. "He talked about the seductive nature of music and how it does something to people that art doesn't do. He also talked about how music creates gods, but art doesn't." He seemed in awe of that process, she says, but not affected by it. He then showed her some 3D films for the show, developed by Emil Schult, who has worked on their cover art since the 70s.

The odd thing, Wood continues, is that Tate Modern is not really connected to the music world. In a very practical way, Kraftwerk aren't either – they rarely do interviews, don't do TV and never hang out at parties. "But so much modern art is about the machine replacing the human," she says, such as the work of Gerhard Richter, who recently had a retrospective there. Interestingly, Richter taught in Düsseldorf in the late 60s and early 70s: one of his pupils was Emil Schult.

Hütter also took a tour of the Tate last year, Wood adds. It was a busy day and he made no effort to hide. Nobody ran to shake his hand or even noticed his presence, in huge contrast to the Turbine Hall scenes in December. It's because Kraftwerk is about much more than one man, or four men. The robots have become part of our music and we have, very happily, become part of their machine.

Sérgio

Acidente em Daytona Beach


Velocidade é um esporte violento. E basta um segundo, um erro... Traga isso para a vida real e veja que devemos nos cuidar no trânsito! O vídeo acima mostra o acidente como foi filmado pelas tv's. O de baixo mostra uma gravação da arquibancada, um ângulo diferente e... bem ao lado de quem filmava, uma pessoa atingida por um pneu de um dos carros. Chocante... Vieram do Globo Esporte. Saiba mais AQUI e AQUI.

O grave acidente na última volta da etapa de abertura da Nationwide Series - espécie de segunda divisão da Nascar - em Daytona, deixou 28 torcedores feridos, dois em estado grave, de acordo com o presidente do Autódromo Internacional, Joie Chitwood. Segundo ele, 14 foram levados para hospitais da região e outros 14 foram atendidos pela equipe médica no próprio local. Dos que foram encaminhados para hospitais, um adulto e um jovem de 14 anos são os casos mais críticos. A corrida chegava à sua última curva quando 12 carros se envolveram na confusão, que começou quando Regan Smith, que liderava, foi tocado por Brad Keselowski e perdeu o controle do carro, indo parar no muro. Tony Stewart, que vinha em terceiro, desvencilhou-se de ambos e cruzou a linha de chegada intacto. A imagem mais marcante foi a do carro de Kyle Larson, que decolou, bateu no alambrado e foi partido ao meio. A dianteira cruzou a divisória que separa a pista dos fãs e foi parar além da grade. Feridos, alguns fãs foram retirados de maca da arquibancada. Larson, um novato de apenas 20 anos, saiu ileso de um carro completamente destruído pelo violentíssimo impacto da colisão. Regan Smith, que deu início ao acidente, assumiu a responsabilidade por ter fechado Brad Keselowski, que vinha logo atrás. - Culpa minha. Eu fechei a porta e assumo a culpa. Mas quando você vê a bandeira quadriculada em Daytona, você faz tudo o que for possível para cruzar em primeiro. Hoje não deu certo. Espero que todos os fãs e pilotos envolvidos no acidente fiquem bem - analisou Smith, de 30 anos, que acabou ficando em 14º lugar. Por sua vez, Keselowski disse compreender a manobra do rival: - Regan estava numa boa condição. Ele em primeiro, eu em segundo, e estávamos disputando. Quando fiz o movimento para ultrapassá-lo, ele obviamente bloqueou, e isso é compreensível. O mais importante é que todos estejam bem agora - explicou.

Sérgio

Rio das Ostras 2


Agora que você viu o vídeo, conheça a figura principal: uma mulher de 41 anos, que é mãe de três filhos, entre eles gêmeos de nove anos que estavam com ela na praia (!) e que tem um "relacionamento sério" com um homem que não estava no local. Ela mente que não houve sexo e ele acredita... Bom, só mesmo quem não vê o vídeo para crer. E, ainda diz que pensa em "processar o YouTube". Repare, pela foto acima, que ela está "gostando" dos seus 15 minutos de fama. Neste outro LINK do Jornal Extra, se descobre que o casal sem noção (ela e um rapaz de 27 anos) se conheceram na tarde anterior em um trio elétrico e passaram a manhã de sábado bebendo no bar (como, se ela estava com os filhos de nove anos?), antes de ir para a água...

Incrível... Devia perder a guarda dos filhos. Isso ainda vai dar pano para a manga... Um dia o "maridão" vai ver o vídeo e encher ela de bolacha. Sad but true! Vejam mais no Jornal Extra:

A recepção inicial é fria. Na porta de casa, no Vale do Ipê, em Belford Roxo, Wanderlea dos Santos Silva, de 41 anos, reluta em falar sobre as cenas quentes que protagonizou no carnaval de Rio das Ostras ou do vídeo que correu a internet esta semana. Aos poucos, mais solta, ela revela: ‘Eu não transei’. Nas imagens acima, Wanderlea aproveita para se defender das críticas que vem recebendo na internet. - Estou pensando em processar o Youtube se eles não tirarem essas imagens do ar. Eu já tenho um advogado, mas também posso procurar um defensor público, não sei ainda. Essa situação toda me causou muita dor de cabeça. Olhei os comentários do vídeo e até tinha bastante gente me defendendo, mas outros falavam muita bobagem.

Mas, ela não é solteira. É isso mesmo. Wanderlea tem um companheiro, Johne Max Geraldo dos Santos, de 38 anos (ou apenas Max). Os dois se relacionam há cerca de dois meses, mas foi justamente logo após o flagrante com outro homem que o casal passou a dividir o mesmo teto, dormindo lado a lado pelas últimas duas semanas. — Eu mesma contei pra ele sobre isso tudo assim que voltei de viagem, antes de saber dessa coisa de vídeo — diz Wanderlea, que apenas ontem, em uma lan house, assistiu às cenas em questão: — Não transei com o rapaz. Acho que ele só disse na delegacia que fez para aparecer. A gente se beijou, foi bom e faria de novo, mas quem pode dizer se eu estava com o biquíni abaixado? Estão falando demais, e eu não devo nada a ninguém.

Já Max, surpreendido ao chegar do trabalho e encontrar a amada dando uma entrevista, parece realmente ter levado numa boa toda a situação. No entanto, embora não tenha hesitado em perdoar Wanderlea, o funcionário de uma transportadora preferiu não assistir ao vídeo. Afinal, o que os olhos não veem, o coração não sente (ou sente menos). — Tem que entender, né. Gosto muito dela. E se veio me contar por conta própria, não tenho por que duvidar de nada. Eu confio — assegura. Ontem, mais detalhes sobre a aventura em Rio das Ostras de Wanderlea, que é mãe de um casal de gêmeos de 9 anos, vieram à tona. Ela e o rapaz de 27 anos, auxiliar de serviços gerais na cidade do Norte Fluminense, se conheceram horas antes de entrarem juntos no mar, na sexta-feira anterior à folia. O mergulho caliente aconteceu depois de um bate-papo animado e algumas cervejas Na noite de ontem, no aconchego do lar, Wanderlea conseguiu até brincar com o apelido que ameaça vingar: "Cicarelli de Rio das Ostras". — Se fosse com o Max, eu com certeza teria chegado aos finalmente — garante. Max, sorrindo, apenas concorda com a cabeça.

Veja a entrevista com a dona de casa

O que aconteceu na praia? Não aconteceu nada demais. Não mantive relações sexuais com ninguém dentro d'água. Fui com os meus filhos para a praia. Conheci um rapaz. Tomamos cerveja em frente à praia e depois fomos para a água. Ficamos conversando e rolou um beijo. Qual o problema se eu beijar alguém? Mas não transamos. Meus filhos estavam perto de mim.

Por que, então, você foi parar na delegacia? A guarda me chamou e falou que eu tinha sido vista fazendo sexo. Falei: "Não estava fazendo isso". Chamaram uma conselheira tutelar, que ficou com os meus filhos. Fiquei quase três horas na delegacia. Pedi para fazer exame de corpo de delito para provar que não tinha transado.

Você veio para Rio das Ostras passar o carnaval? Vim na quinta-feira (um dia antes do incidente na praia), para ver a minha filha mais velha, que tem 19 anos e mora na cidade. Moro em Belford Roxo, com os gêmeos (um casal de 9 anos). Não trabalho porque o pai deles paga pensão e prefere que eu fique em casa cuidando.

Como foram os dias após o episódio? Fiquei com medo de voltar à praia e que as pessoas ficassem me olhando e apontam para mim. Me senti constrangida. Ia ficar uma semana, mas fui embora na segunda-feira. Acabou com o meu carnaval.

Você pretende tomar alguma providência? Estou pensando em processar o Youtube se eles não tirarem essas imagens do ar. Eu já tenho um advogado, mas também posso procurar um defensor público, não sei ainda. Essa situação toda me causou muita dor de cabeça. Olhei os comentários do vídeo e até tinha bastante gente me defendendo, mas outros falavam muita bobagem.

Sérgio

Rio das Ostras 1


Tinha me prometido não postar este vídeo... Mas, os desdobramentos da história me convenceram a fazê-lo. Primeiro, assistam isso (filmado no Carnaval em Rio das Ostras, litoral do Rio de Janeiro) e, depois, daqui a pouco trago o resto da história e vocês me dizem se não é muita cara de pau e falta de vergonha na cara. Típico de um povo sem educação, cultura, valores e respeito, que vive para satisfazer as necessidades básicas. Isso é Brasil!

Sérgio

PS: Tudo bem, tem sem noção e vagabundos em qualquer lugar, mas o nível aqui está de assustar...

Sem stress?


Aproveite que hoje é domingo e relaxe com esta reportagem da Época: Não estresse: você tem mais tempo do que pensa. Há mais no site da revista. Faz pensar...

Se seu dia está curto demais para tantas tarefas, há uma solução simples, embora de aplicação difícil: mude-se para Vênus. Lá, o dia dura 243 vezes a duração do dia na Terra – é o tempo que o planeta demora para dar a volta sobre seu próprio eixo. Imagine só. Daria para trabalhar, pegar um cineminha, encontrar os amigos, cuidar do cachorro, levar os filhos à escola, tirar uma soneca depois do almoço, ler um livro, assistir à sessão da tarde na TV... Deve ser por isso que nunca se viu um venusiano reclamar de estresse. Diante das 5.832 horas do dia de Vênus, é compreensível que os terráqueos se queixem tanto de seus dias de 24 horas. Segundo a escritora americana Laura Vanderkam, porém, reclamamos de barriga cheia. Seu livro 168 hours. You have more time than you think (168 horas. Você tem mais tempo do que pensa), ainda não lançado no Brasil, tornou-se best-seller defendendo duas teses incomuns em obras sobre organização do tempo. A primeira é que somos bem menos ocupados do que imaginamos. A segunda é que a melhor maneira de aproveitar bem o tempo é não se preocupar tanto assim com ele.

A doença da pressa

Nossa vida é tão corrida que livros sobre como administrar o tempo se tornaram um gênero à parte nos últimos anos (leia a lista abaixo). Em geral, eles partem de uma premissa: o dia é curto para tantas tarefas. A melhor maneira de lidar com isso, segundo eles, é preenchê-lo como os hotéis ocupam suas vagas na alta temporada. De forma rigorosa, cumprindo todas as tarefas de trabalho sem procrastinar e planejando o tempo restante para aproveitar cada segundo com a família, ou aprendendo um hobby, ou praticando esportes. O resultado desse planejamento rigoroso é, muitas vezes, mais estresse – pois mesmo as atividades prazerosas descritas acima acabam se transformando numa lista de tarefas.

Laura Vanderkam vai contra essa corrente tarefeira. Ela começa por verificar, de forma empírica, que a premissa segundo a qual temos pouco tempo não é verdadeira. Para isso, ela recorre a dois tipos de pesquisa. A primeira é feita pelo governo americano. Há 40 anos ele faz um estudo chamado Pesquisa sobre Uso do Tempo (Atus, na sigla em inglês). A outra fonte são universidades que fazem o mesmo tipo de levantamento. Em geral, os métodos são parecidos. Milhares de participantes mantêm um diário do que fazem a cada hora – como o sistema de cobrança de horas de advogados. É comum os relatórios chegarem com registros que, somados, formam um dia de 28 ou 29 horas. A conclusão é simples: achamos que gastamos mais horas do que realmente gastamos nas atividades do dia a dia.

Como tocar seu plano B sem descuidar da atividade principal

Essa conclusão é reforçada quando a cotejamos com outras estatísticas. Elas não estão disponíveis para o Brasil, mas nosso comportamento não está tão distante do americano. Nos Estados Unidos, o sono continua durando em média oito horas por noite, como há 40 anos. Mesmo mães de crianças com idade abaixo de 6 anos dormem entre 8h6min e 8h31min. O Centro de Políticas para Trabalho e Vida dos Estados Unidos diz que apenas 1% da população tem trabalhos de carga extrema – como são chamados os empregos que demandam mais de 60 horas de trabalho por semana. Em média, o americano que tem filhos, mesmo reclamando de sobrecarga, trabalha tanto quanto o personagem da série dos anos 1940 Papai sabe tudo (aquele que chegava cedo em casa, jogava o chapéu no mancebo e dizia: “Querida, cheguei!”) – entre 35 e 43 horas por semana. Dados da Universidade de Maryland, que faz o mesmo levantamento há 20 anos, mostram que aqueles que dizem trabalhar entre 60 e 69 horas por semana trabalham, na verdade, cerca de 53 horas. Quem diz ficar entre 70 e 80 horas na labuta raramente chega ao teto das 60 horas.

Dado que temos mais tempo do que pensamos, como aproveitá-lo melhor? Como fugir da armadilha da lista de tarefas que transforma os momentos de lazer em obrigação? A resposta de Laura Vanderkam está no título de seu livro: 168 horas. O número é o produto das 24 horas do dia pelos sete dias da semana. Este é seu ovo de Colombo: Laura sugere que planejemos a semana, não o dia. Em vez de uma lista rígida de afazeres cronometrados, teremos um elenco de prioridades que podem ser espalhados, maleavelmente, ao longo de sete dias. Numa lista rígida de tarefas, ficamos frustrados quando não conseguimos realizar uma. Num cronograma flexível, temos os seis dias restantes da semana para acomodar o que ainda não foi feito. Dito assim parece simples. Na prática, montar uma estratégia de bom uso do tempo exige reflexão, coragem e autoconhecimento. 

Sérgio

sábado, fevereiro 23, 2013

Friends & Windows 95


Essa eu não conhecia... Veio do Ligado em Série: em 1995 Friends já era sucesso absoluto nos EUA. A sitcom tinha apenas um ano de existência, mas foi suficiente para conquistar o mundo. Quando a empresa de Bill Gates lançou seu novo sistema operacional, o Windows 95, eles resolveram contratar dois artistas da comédia queridinha da tv americana para participar do “vídeo guia” do sistema, afinal, o Windows 95 foi a principal novidade da Microsoft na década de 1990. Jennifer Aniston e Matthew Perry aparecem no escritório de Bill Gates aprendendo as grandes inovações que chegaram com o novo sistema. Ficaram curiosos? Então assistam ao guia completo protagonizado por essa dupla divertidíssima que encontramos no YouTube.

Sérgio

Bem feito...


Jovem é punida após dizer 'adiós' para juiz em audiência nos EUA. Cena ocorreu em audiência por videoconferência em Miami. Penelope Soto teve fiança e pena aumentadas após fazer 'gracinhas'. Os jovens de hoje acham que podem tudo. Adorei... Reparem que, no começo, ela parecia até drogada, rindo e se divertindo com a situação. Quando o Juiz aumentou a fiança, ela ficou séria na hora e ainda mandou que ele...  Bem, você pode imaginar. Aí, foi condenada em 30 dias de prisão. Isso mostra que ela estava o tempo todo senhora de si, só que sem dar valor ou respeito à sua situação. O juiz foi excelente! Matéria G1:

Uma jovem de 18 anos acabou pegando 30 dias de cadeia após dizer mais do que deveria durante uma audiência por videoconferência (assista ao vídeo) em Miami, no estado da Flórida (EUA), segundo reportagem da emissora de TV "CBS". Acusada de posse de drogas, Penelope Soto chegou rindo enquanto o juiz analisava seu caso na segunda-feira. Ao ser questionada se estava sob a influência de alguma substância, ela passou a mão no cabelo várias vezes e disse que não. O juiz acabou definindo sua fiança em US$ 5 mil. Ao ser liberada, Penelope se afastou e disse "adiós" (adeus). No entanto o magistrado não gostou e a mandou voltar. Por conta da gracinha, ele aumentou o valor de sua fiança para US$ 10 mil. Em seguida, a mulher xingou o juiz enquanto se afastava, mas ele ouviu as ofensas e a mandou retornar outra vez. Dessa vez, ele a condenou a 30 dias de cadeia por desacato.

Sérgio

253km/h em um Civic


Esse cara é um criminoso em potencial. Uma (ou mais) morte causada por ele é questão de tempo. De quando, não de se... Espero mesmo que façam algo com esta criatura. Matéria G1, onde você pode ver um vídeo deste louco:

A polícia abriu um inquérito para investigar o motorista que postou um vídeo em que dirigia a mais de 250 km/h, na Rodovia do Sol, em Vila Velha, Grande Vitória. De acordo com os policiais, a legenda do vídeo afirma que o veículo chegou a atingir uma velocidade ainda maior, não mostrada por conta da programação do carro, que impede a marcação. Por causa disso, no entanto, ele pode pegar até dois anos de prisão, além da suspensão da carteira de habilitação. Pelas ruas de Vila Velha, o condutor pilotava a uma velocidade média de 180 km/h. Ao chegar à Rodovia do Sol, onde, apesar da pista dupla nos dois sentidos, a velocidade máxima permitida é de 80 km/h, o veículo atingiu os 253 km/h. "A pessoa não tem dimensão do comportamento que está tendo. Pode estar matando alguém ou, até, sendo vítima de uma situação como essa. Além disso, acaba estimulando a prática de crimes desse porte", afirmou o delegado Fabiano Contarato. Depois de identificado o motorista e aberto o inquérito de investigação, o delegado questionou a intenção do ato. De acordo com ele, o crime viola, além do aspecto político, uma questão ética da sociedade. "Isso é uma coisa lamentável de se ver. Qual o objetivo de se usar uma rede social para postar esse vídeo? Que bem está causando à sociedade? É nisso que as pessoas precisam refletir", declarou.

Sérgio

Gato sem noção!


Pensa num ser sem noção... Um gato corajoso foi flagrado "encarando" um crocodilo em um zoológico em Jaipur, na Índia. A cena foi flagrada por um visitante. O gato desafia o réptil, enquanto os visitantes "falam" com o felino, tentando fazer com que ele saia do cercado. Acho que para cada vídeo desse que eu já vi (uns três) uns mil gatos viraram tira-gosto de crocodilo!

Sérgio

sexta-feira, fevereiro 22, 2013

Primeiro as damas


Sensacional... Primeiro as damas, Gaúcho, stand up muito divertido!

Sérgio

iWatch


Atenção concorrentes da Apple: hora de correr atrás para copiar o novo lançamento da empesa, rsrsrs Matéria G1:

A Apple fez um pedido de patente nos Estados Unidos de um dispositivo portátil com tela sensível ao toque flexível que pode ser usado no pulso. Conforme o site “AppleInsider”, a patente registrada pela Apple em agosto de 2011 no escritório de marcas e patentes dos Estados Unidos, que só foi publicada nesta quinta-feira (21), descreve o aparelho como um dispositivo portátil que pode ser usado no pulso do usuário ou em outras partes do corpo. Sites internacionais começaram a noticiar no início de fevereiro que a Apple estaria planejando lançar o chamado iWatch, um relógio inteligente e com acesso à internet. De acordo com o “AppleInsider”, o relógio poderia se conectar a outros dispositivos móveis, como smartphones, por meio de redes Bluetooth ou Wi-Fi, para mostrar informações relevantes em tempo real em uma tela flexível que pode ser completamente envolvida em torno do pulso do usuário. Em vez de uma fivela tradicional, o dispositivo, que se molda no pulso do usuário, teria uma espécie de fecho magnético. Com a tela sensível ao toque, o usuário poderia ajustar a ordem de uma playlist de músicas ou conferir a lista de ligações recentes. "Uma resposta a uma mensagem de texto pode ser enviada por meio de uma configuração específica de um tipo de teclado projetado na interface da tela flexível”, diz o registro. Conforme uma reportagem recente da agência “Bloomberg”, a Apple contratou uma equipe de 100 pessoas para trabalhar no dispositivo. Segundo outros sites internacionais, o relógio teria um visor de vidro flexível e se comunicaria com o smartphone para exibir e-mail, mensagens instantâneas e outros dados.

Sérgio

Senha no celular


Está em inglês, mas sugiro atenção para quem consegue ler (se não conseguir, use o Google Translator):. A matéria fala que, no Canadá, a Suprema Corte aceitou como legal que a Polícia é autorizada a fazer buscas em telefones que não tenham proteção de senha. Vem do Ars Technica:

A provincial appeals court in Canada has ruled that police can search the mobile phone of an arrested person only if there is no password on that phone. With a digital locking mechanism, however, officers must get a warrant. “In this case, it is significant that the cell phone was apparently not password protected or otherwise ‘locked’ to users other than the appellant when it was seized,” the Court of Appeal for Ontario, wrote in its unanimous decision. “Furthermore, the police had a reasonable belief that it would contain relevant evidence.”

The case revolves around a woman operating a jewelry stall on July 26, 2009 at a flea market in Toronto’s Downsview neighborhood. Toward the end of the day, as she was packing up, Araksi Nar was held at gunpoint by two men and was ordered to open her car. The men took an estimated CAD$10,000 ($9,800) to CAD$40,000 ($39,200) worth of jewelry. A Toronto police officer, based on eyewitness accounts and information that Nar filed with the authorities, drove to a nearby apartment building where he thought one of the suspects might live. More officers later arrived for backup.

Kevin Fearon and Junior Chapman were quickly identified and arrested on the charge of robbery with a firearm. They were also advised of their rights to counsel. (Later, at the station, Fearon confessed to the robbery, although he claimed that the firearm used was fake.)

Saving a text message

At the time of arrest, Fearon was given a pat-down search, which yielded, according to the court: “the discovery of the cell phone containing the photographs of a gun and cash as well as an incriminating text message: "We did it were the jewlery at nigga burrrrrrrrr." Sgt. Steve Hicks accessed the photographs and the text messages. The appeals courts decision continues:

When Sergeant Hicks returned to the police station, he gave the phone to another officer who attempted to determine whether the incriminating text message had been sent to anyone. The officer determined that the message was a draft and therefore had not yet been sent to anyone. He hit the “save” button in order not to lose the text message. After about two minutes, the phone was returned to Sergeant Hicks who was told to look through it for recent calls or contacts. In the course of the night and next morning, as the investigation progressed, officers made additional checks of the phone. At trial, however, the only data from the phone relied upon by the Crown were the photos and the text message.

The police officers involved in the examination of the contents of the cell phone believed that they were entitled to proceed without obtaining a search warrant. Detective Nicol, in particular, testified that all inspections of the cell phone were done at his direction or with his approval. From his experience, cell phones found in circumstances such as the appellant’s contain text messages sent between co-accused that will assist police in recovering stolen property and apprehending suspects. His evidence at trial underscored the importance of acting quickly following the robbery.

Many months later, one of the police officers involved in the investigation believed that there was a court case that held a search warrant was required to download the contents of a cell phone. He therefore applied for a warrant. He included in the information to obtain the warrant the fact that the cell phone had been previously examined. The search warrant was issued and the phone was re-examined and the photos and text message entered into evidence. Counsel for the appellant at trial did not challenge the issuance of the search warrant.

However, Fearon’s counsel did argue that the Toronto Police “exceeded their power when they retrieved the photographs and the text message from the cell phone. This argument was premised on the theory that the expectation of privacy in the contents of a cell phone is so high that a warrant is required before the contents are examined.”

That argument was rejected and the trial judge found that the officers were acting in good faith.

Use a password

In the United States, there is no national standard concerning how much protection a mobile phone password gives someone after they’ve been arrested. This Toronto case seems most similar to a 2011 decision from the California Supreme Court, which ruled that police do have the right for warrantless search of a phone during an arrest. In short, password-protect your phone and know your rights. The Electronic Frontier Foundation puts it this way: After a person has been arrested, the police generally may search the items on her person and in her pockets, as well as anything within her immediate control. This means that the police can physically take your cell phone and anything else in your pockets. Some courts go one step further and allow the police to search the contents of your cell phone, like text messages, call logs, emails, and other data stored on your phone, without a warrant. Other courts disagree, and require the police to seek a warrant. It depends on the circumstances and where you live.

Sérgio