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quinta-feira, agosto 11, 2016

Dia do Advogado


O 11 de Agosto não é um dia qualquer. Esta não é uma profissão qualquer. Requer homens e mulheres especiais. Sim, há os que não honram nossa sagrada missão, mas são a minoria, como em todas as profissões. Me orgulho de ser Advogado. Aliás, me reconhecer Advogado, porquê quem é, nasce. A faculdade apenas o forma nas leis de onde vive e atuará. Mas, ser Advogado é uma vocação!

O verdadeiro Advogado media direitos. Não os cria ou suprime. Enxerga os dois lados da história e constrói pontes.

Simples assim.

Agradeço aos meus pais, que não estão aqui, pelo incentivo ao reconhecerem esta vocação e por me propiciar este caminho, de tantas alegrias, apesar das dificuldades. 

Feliz Dia do Advogado aos maravilhosos amigos e colegas com os quais trabalhei nestes 17 anos de profissão. Especial agradecimento as maravilhosas Advogadas que, junto comigo, fizeram a Qi Consulting um dos melhores escritórios de Advocacia Empresarial do Vale do Paraíba, enquanto existiu. Hoje esta não é minha atividade principal, mas o fato de SER Advogado (na verdadeira expressão da palavra) me ajuda todo dia nas negociações pelo Mundo.

Agradeço também por fazer parte da gloriosa OAB São Paulo, a qual já servi como Conselheiro em Comissões e sei da luta por uma classe melhor representada e respeitada por todas as instituições.

A todos, parabéns e obrigado!

Sérgio

sábado, julho 02, 2016

Robôs Advogados?


Colegas, será que chegamos ao fim da linha? 'Robô advogado' já venceu 160.000 apelações contra multas de trânsito. Veio do Olhar Digital:

Um chatblot criado por um estudante de 19 anos já conseguiu vencer 160 mil contestações relacionadas a multas de trânsito em Londres e Nova York dentro do período de 21 meses. É o DoNotPay, que ganhou o apelido de “primeiro robô advogado do mundo” por auxiliar motoristas que se sentem injustiçados por levar multas de estacionamento proibido. Desde seu lançamento, o sistema já analisou 250 mil casos, tendo obtido uma taxa de sucesso de 64%.

Joshua Browder, o estudante responsável pelo DoNotPay, teve a ideia por ter levado 30 multas do tipo nos arredores de Londres quando tinha 18 anos. Como o processo de contestação é burocrático e consiste basicamente em preencher formulários, o uso da inteligência artificial cai perfeitamente, porque tudo o que o robô precisa fazer é perguntar coisas como se havia sinais claros de estacionamento e depois guiar o reclamante pelo sistema oficial.

De acordo com o VentureBeat, Browder pensa em expandir o DoNotPay para Seatle e já começou a desenvolver sistemas semelhantes para ajudar pacientes com HIV a entender seus direitos e para auxiliar passageiros cujos voos atrasaram mais de quatro horas a pedir compensações. Em outra frente, ele trabalha em um bot que ajuda refugiados a pedir asilo. “Eu acho que existe uma mina de outro de oportunidades, porque tantos serviços e informações poderiam ser automatizados usando IA e bots são perfeitos para isso. E é desapontador neste momento que eles têm sido usados principalmente para transações comerciais e para pedir flores e pizzas”, diz ele.

Sérgio

domingo, abril 28, 2013

Engraxate & Advogado


Jovem se forma em direito e continua sendo engraxate, em Goiás. Boa sorte ao amigo... Origem humilde não é desculpa, como ele mostra. Parabéns! Veio do G1:

Com o dinheiro que ganhou limpando sapatos de profissionais como juízes, desembargadores e advogados, o engraxate Joaquim Pereira, de 24 anos, acaba de se formar em direito em uma instituição particular de Goiânia. Mesmo com o diploma em mãos, ele não abandonou o ofício que aprendeu quando era criança e que lhe rende cerca de R$ 2 mil por mês. Agora, o objetivo é se preparar para passar no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e, depois, continuar estudando para ser promotor de Justiça. “Não quero ser qualquer profissional”, ressalta. Até lá, o jovem comunicativo e bem-humorado continuará cativando seus clientes como engraxate nas ruas do centro da capital. Sem deixar a vaidade de lado, já que uma das suas peculiaridades é trabalhar sempre bem vestido, com calça, camisa e sapatos impecáveis. Ao deixar a cidade de Monte de Alegre de Goiás, na região nordeste do estado, em 2006, o jovem não se imaginava formado. Joaquim lembra que quando saiu da sua cidade natal para morar na capital tinha a esperança de que logo seria contratado em uma empresa e se tornaria um profissional de destaque. Mas viu que não era bem assim. Ele demorou três meses para conseguir emprego em uma fábrica de enxovais. Quando recebeu o primeiro salário mínimo, concluiu que não era o suficiente para se manter em Goiânia. Na época, ele morava com o irmão.  “Vim pra trabalhar. Depois, vi que precisava estudar para crescer, para ter um emprego melhor”, conta.

Entre as coisas que tinha trazido do interior estava a caixa de engraxate, pois sabia que talvez precisasse usá-la. Em Monte Alegre de Goiás, ele apreendeu a profissão observando. Aos 11 anos começou a limpar sapatos quando queria comprar uma roupa ou um tênis. Apesar de trabalhar esporadicamente, ganhou experiência. Devido à insatisfação com o emprego, ele decidiu, em um sábado, ir para as ruas de Goiânia e ver como se sairia de engraxate. “Ganhei R$ 20 e atendi umas dez pessoas. Mesmo não sendo muito, fiz as contas e vi que podia render”, afirma. Segundo ele, na segunda-feira, três meses após ser admitido na fábrica, pediu demissão. “Indagaram porque eu retrairia tanto. Pensaram que eu estava revoltado”, lembra.  O jovem comenta ainda que não foi uma decisão fácil, pois teve medo de ser rejeitado. “Tive medo da reação dos meus amigos e dos colegas”, diz. No primeiro semestre que trabalhou como engraxate, Joaquim terminou o ensino médio em uma escola pública de Goiânia e começou um curso de webdesigner, mas não gostou. Enquanto isso, a profissão de engraxate deslanchava.

Samba da vitória

As pessoas para quem engraxou sem cobrar nada nas primeiras vezes se tornaram seus clientes. A simpatia e a abordagem especial atraíram muitos outros e fez com que ele ficasse conhecido nos locais onde trabalha como na Praça Cívica, onde está o Centro Administrativo do Governo de Goiás. O “samba da vitória”, som que ele faz com um pano ao polir os sapatos, virou sua marca registrada (veja vídeo ao lado). Joaquim conquistou uma clientela fixa. De R$ 20 por dia, ele passou a faturar até R$ 100. Depois de um ano limpando sapatos, Joaquim decidiu que entraria para uma faculdade de direito. “Vendo o dia a dia dos advogados e conversando com eles, concluí que queria ser um deles”, afirma. A decisão de ingressar em uma universidade foi criticada por muitos conhecidos. ”Falavam que eu não daria conta de terminar, que era muito difícil e caro”, conta. No entanto, ele persistiu com o sonho de se formar, passou no vestibular e começou, em 2008, o curso de direito em uma instituição de ensino particular. “Se a gente quiser ter sucesso na vida, tem que se submeter ao risco”, ressalta.

Sérgio

quinta-feira, novembro 29, 2012

Eleições OAB Brasil


Hoje é dia de eleição na OAB. Meu apoio vai para meus amigos Marcos da Costa em São Paulo e Jose Antonio Carvalho Chicarino em Taubaté. Boa sorte para os dois, vitória certa e muito trabalho pela frente! Contem comigo!

Sérgio

terça-feira, novembro 06, 2012

Demérito para a classe!


Vejam que absurdo... Alberto Zacharias Toron, cadidato a Presidente da OAB/SP consegue produzir provas contra ele mesmo (embora a Constituição Federal garanta a ele o direito de não fazê-lo). Em uma palestra realizada nesta semana, ele simplesmente debochou e denegriu os Advogados e Advogadas inscritos no Convênio de Assistência Judiciária. A colocação dele neste caso é uma vergonha!

Sérgio