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sábado, setembro 24, 2016

Voo 1907 - 10 Anos


Hoje é um dia triste. fazem 10 anos de uma das maiores tragédias do Brasil. Há dez anos, quando um novíssimo jato executivo Legacy decolou de sua fábrica no interior de SP e horas depois se chocou no céu da Amazônia com um Boeing 737-800 da Gol, a segurança do sistema aéreo brasileiro foi colocada imediatamente em dúvida, além de ter deixado 154 mortos. Logo após a tragédia, soube-se que os radares não eram capazes de cobrir todo o território nacional e que os rádios não alcançavam os pilotos em determinadas áreas do país, naqueles vácuos chamados de "buracos negros" da aviação... Foram várias as razões da tragédia e algumas delas estão presentes ainda em nosso espaço aéreo. Saibam mais no especial da Folha de São Paulo.

Sérgio

quarta-feira, abril 27, 2016

Boeing 777 Infographic


Hoje é dia de voar o Boeing 777-300 da Emirates para o Brasil. Meu avião predileto: confortável, seguro e muito bonito. Um clássico de Seattle. Boeing rules! Veja mais no Aviation Gossip.

Sérgio

domingo, fevereiro 28, 2016

Boeing 727-200 CGH-GRU


Esse vídeo veio do Blog do MST, falando de um voo único na história operacional do Boeing 727-200 no Brasil no Aeroporto de Congonhas. A nota triste é que o co-piloto que aparece no vídeo é o meu amigo Fábio Laranjeira, falecido em Janeiro de 2006.

A história é a seguinte: em janeiro de 2008 a Varig Log fez um vôo de translado do Boeing 727-200(F) PP-VQU entre os aeroportos de Guarulhos e Congonhas. Onde está o "detalhe a mais" dessa história? Congonhas é um aeroporto urbano, onde há muito não se operam jatos com índices de ruído tão elevados quanto os produzidos pelos raivosos motores JT8D do Boeing 727 e desta forma o pouso do avião em CGH tornou-se, porque não, um "evento". O vídeo de hoje é cortesia de nosso grande amigo e colaborador Fábio Laranjeira, na época primeiro oficial do 727. À sua esquerda, no comando deste vôo histórico estava o comandante Sidney, a quem dedicamos esta postagem.

Sérgio

domingo, junho 14, 2015

Boeing 787 Dreamliner


Vejam que lindo e quão potente é o Boeing 787 Dreamliner. Hoje em dia, meu avião predileto. Decolagem espetacular, treino para a apresentação em Le Bourget 2015.

Sérgio

domingo, junho 07, 2015

Boeing 777-200LR | Qatar Airways | A7-BBD


Essa é a segunda foto do SR Flight Log: Boeing 777-2DZ (LR) da Qatar Airways no qual voei entre Guarulhos e Doha em 12.2014, no QR772. A aeronave é o A7-BBD (serial 36016 - line # 831), que fez seu primeiro voo em 09.2009. É impulsionado por dois motores GE GE90-110B1 e tem capacidade para 259 pessoas em duas classes: 42 na executiva (C) e 217 na econômica (Y). 

A Qatar Airways possui 9 destas aeronaves para voos mais longos, em especial América Latina e também usa o 777-300, que é maior, do qual tem 28 unidades. Aliás, a frota da empresa, de 140 aeronaves, é a única do mundo no momento a ter os 3 aviões mais novos e cobiçados da atualidade: os Airbus A380 e o novíssimo A350, além do Boeing Dreamliner.

A Qatar Airways opera no também novo e belo Hamad International Airport em Doha, inaugurado em 27.05.2014. A empresa tem um serviço muito bom em todas as classes e é uma das poucas consideradas 5 estrelas pela Skytrax, a única do Oriente Médio nesta lista (para tristeza da Emirates). Foto de Pascal Maillot.

Sérgio

sábado, abril 18, 2015

R2-D2 Dreamliner


Well, ele já era bonito nas fotos... Agora vejam o vídeo do Boeing 787-9 Dreamliner da All Nippon Airways (ANA) com a pintura do R2-D2 da Saga Star Wars!

Sérgio

sábado, julho 05, 2014

Olha só isso...


Olha o prejuízo da Boeing... Aconteceu em Montana, na tarde de quinta-feira. Ao menos três fuselagens de Boeing 737-800 (iguais aos da Gol) foram perdidas. Mais dados abaixo do FlightClub. Veja AQUI um vídeo da KPAX, emissora de TV de Montana.

A train derailment near Superior, Montana sent two brand new Boeing 737 fuselages tumbling into the Clark Fork River on Thursday. The planes were on their way from Spirit Aerosystems in Wichita, Kansas to final assembly at Boeing in Renton, Washington. Montana Rail Link spokeswoman Lynda Frost said the accident occurred at about 4:00PM Thursday. "Those cars contained aircraft components, denatured alcohol and soybeans, most of which were the aircraft components. The crews have worked through the night, and it looks like that main line will be closed until tomorrow evening."

Frost said three of the cars containing aircraft components slid down a steep embankment and ended up in the Clark Fork River. "Three of those loaded cars did end up in the river, and we're working hard to get those back up on the bank. The three cars containing denatured alcohol did not rupture, and as of this morning had already been offloaded to other cars. The shipment of aircraft parts originated in Kansas City and was headed for Renton, Washington."

There has been no word on the cause of the accident, or which airline these were destined for, but it's likely these planes are damaged beyond repair. I'll update this if or when more information is released.

UPDATE: The train was carrying SIX 737s, and it appears at least three of them came off the tracks. In a statement, Boeing said, "We have been informed that a BNSF train carrying six 737 fuselages and assemblies for the 777 and 747 derailed near Rivulet, Montana. We have deployed experts to the scene to begin a thorough assessment of the situation."

Sérgio

sexta-feira, junho 06, 2014

Pouso em Hong Kong


Na semana passada fiz este pouso do vídeo. Vejam que legal a aproximação e o pouso em Hong Kong. Neste vídeo, visto de um Boeing 777-300ER da Emirates.

Sérgio

quinta-feira, junho 05, 2014

Boeing 707


Vejam que lindo... Vídeo promocional do Boeing 707 em 1959! Nesse fim de semana, trarei vários destes vídeos, espero que gostem.

Sérgio

domingo, abril 13, 2014

R.I.P. FAB 2401


Muito triste ver essa foto... Esse era um Boeing 707-345C, que terminou sua carreira na Força Aérea Brasileira (FAB) como um KC-137 de código FAB 2401. Tinha número de série 19840, voou muitos anos pela Varig onde foi o PP-VJY (saiba mais abaixo) e foi utilizado pela Presidência da República entre 1986 e 2005, sendo adaptado em uma configuração VIP. Outras três aeronaves do mesmo tipo também foram adquiridas da VARIG: PP-VJX modelo 345C (FAB 2402), o PP-VJH modelo 320C (FAB 2403) e PP-VLK modelo 324C (FAB 2404).

Construído em 1968, a aeronave pertenceu inicialmente à Seabord World. Oito anos depois foi adquirido pela Varig, recebendo a matrícula PP-VJY. Em sua adaptação como avião presidencial, contou com 90 assentos, metade da capacidade original e uma suíte presidencial. Merecia melhor destino do que ser destruído assim, alguns dias atrás no Rio de Janeiro!

Sérgio

terça-feira, março 11, 2014

Ainda o MH370


Excelente artigo sobre o caso do MH370 da Malaysia Airlines. Uma coisa é certa: o sistema de radar deles é complicado, hein? Agora dizem que o avião foi para outro lado e em altitude menor. Qual a razão de não terem procurado lá primeiro? Tem mais coisa nesta história. Enfim, boa leitura e minhas preçes para os ocupantes do MH370! O texto veio do AskPilot.com:

Unless there’s some startling revelation in the coming days, there will be no fast or easy answers about the fate of Malaysia Airlines flight MH370. It could be weeks or even months before we have a solid idea of what happened. Meanwhile, about the worst thing we can do, tempting as might be, is to begin tossing out conjecture and hunches. Almost always in such cases, the earliest theories turn out to be at best incomplete; at worst totally wrong. Seeing how little is known at the moment, any speculation is really just an open guess.

All we know for sure is that a plane went down with no warning or communication from the crew. That the crash did not happen during takeoff or landing — the phases of flight when most accident occur — somewhat limits the possibilities, but numerous possibilities remain. The culprit could be anything from sabotage to an inflight fire to a catastrophic structural failure of some kind — or, as is so common in airline catastrophes, some combination or compounding of human error and/or mechanical malfunction.

Let me briefly hit some of the points I’ve been seeing and hearing in the media…

1. Lack of a mayday call: No matter an aircraft’s location, the crew is always in contact with both air traffic control and company ground staff. When flying in remote locations, however, this is often a more involved process than simply picking up a microphone and talking. Exactly how it’s done depends on which equipment the plane is fitted with, and which ATC facility you’re working with. Flying over open ocean, relaying even a simple message can be a multi-step process transmitted through FMS datalink or over high frequency radio. In an emergency, communicating with the ground is secondary to dealing with the problems at hand. As the old adage goes: you aviate, navigate, and communicate — in that order. And so, the fact that no messages or distress signals were sent by the crew is not especially surprising or an indicator of anything specific.

2. The stolen passports: Reportedly, two of flight 370′s passengers were traveling on stolen passports. This has raised eyebrows and incited speculation about a bombing, a possible hijacking attempt or other sabotage. Is this something worth looking at? Absolutely. But so is everything else, from the weather to the cargo manifest to the aircraft’s maintenance history. For what it’s worth, I suspect there are thousands of people jetting around the world on forged or stolen documents, for a variety of shady reasons, but that doesn’t make them terrorist bombers.

3. Pilot experience: A factor? Maybe, but probably not. The captain of the ill-fated flight had logged close to 20,000 flight hours, a substantial total by any standard. The first officer (copilot), on the other hand, had fewer than three thousand hours to his name. Pilots in North America — those like me, at any rate, who come up through the civilian ranks — generally accrue several thousand hours before landing a job with a major airline. We slog our way through the industry in a step-by-step process, building experience along the way. Thus it would be unheard of to find a Boeing 777 copilot with such a small number of hours. In other areas of the world, the process is often different. Pilots are frequently selected through so-called ab-initio programs, hand-picked by carriers at a young age and trained from the start to fly jetliners. We can debate the perils of this method, but I tend to doubt it’s anything more than a side note to the disaster. Plus, flight hours in and of themselves aren’t necessarily a good measure of a pilot’s skills or performance under pressure. And any pilot, regardless of his or her logbook totals, and regardless of the airline, needs to meet some pretty rigorous training standards before being signed off to fly a 777.

4. The Boeing 777: I see no reason for the news media to keep reminding us about last summer’s Asiana accident in San Francisco, which also involved a 777. That both crashes involved the same aircraft model means little or nothing.

5. Air France redux? : Similarly, there are no good reasons yet to be drawing parallels between the Malaysia crash and that of Air France flight 447 five years ago. Although both crashes involved airplanes going down in mid-flight over the ocean, that’s hardly a meaningful coincidence when you consider the many possible causes. And rare as airline catastrophes are, I’m sorry to say that the annals of civil aviation contain many mishaps that are similar in general profile, but vastly different in the details. And once in a while, those details remain forever unknown. We will probably learn the full and sad story of Malaysia flight 370, but the possibility exists that we won’t. Much of what happened to Air France 447 still remains shrouded in mystery. Or consider the crash of a South African Airways 747 into the Indian Ocean back in 1987. Investigators believe that a cargo fire was responsible, but officially the disaster remains unsolved, the wreckage having fallen into thousands of feet of water, the bulk it never recovered.

No matter who or what is to blame, we shouldn’t let this latest tragedy overshadow the fact that air travel remains remarkably safe. Worldwide, the trend over the past several years has been one of steady improvement, to the point where last year was the safest in the entire history of commercial aviation. A certain number of accidents, however — and however unfortunate — will always be inevitable. Hopefully that number continues to diminish.

Malaysia Airlines was formed in the early 1970s after its predecessor, Malaysia-Singapore Airlines (MSA), split to become Singapore Airlines and Malaysia Airlines. Both carriers are renowned for their outstanding passenger service, and both have excellent safety records. Cabin crews of both airlines wear the iconic, floral pattern “Sarong Kabaya” batik — a adaptation of the traditional Malay kebaya blouse.

Malaysia Airlines’ logo, carried on its tails from the beginning, is an indigenous kite known as the Wau. True story: In 1993 I was in the city of Kota Bahru, a conservative Islamic town in northern Malaysia close to the Thai border, when we saw a group of little kids flying Wau kites. At the time I didn’t realize where the airline’s logo had come from, but I recognized the pattern immediately. It was one of those airline/culture crossover moments that we aerophiles really savor.

segunda-feira, março 10, 2014

Pray for MH370


A busca continua... Nada ainda do MH370. A área do desaparecimento não é tão extensa, está cada vez mais estranha a situação do avião da Malaysia.

Uma equipe de resgate do Vietnã recuperou nesta segunda-feira (10) um objeto amarelo que flutuava no mar e determinou que ele não era parte de um bote salva-vidas, como se suspeitou anteriormente, informou a autoridade de aviação civil do país. Havia a esperança de que o objeto fizesse parte do avião da Malaysia Airlines que desapareceu há dois dias com 249 pessoas a bordo. "Foi recuperado o objeto, após aviso e pedido do centro de resgate da Malásia, 130 quilômetros a sudoeste da ilha de Tho Chu. O objeto foi identificado como uma tampa coberta de musgo de uma bobina de cabos", disse a Autoridade de Aviação Civil do Vietnã em seu site. O órgão não especificou se o objeto fazia parte do avião, mas disse que irá enviar fotografias para seu centro de comando. O Vietnã enviou dois helicópteros da ilha de Phu Quoc nesta segunda-feira para recuperar o item descoberto mais cedo por um avião de observação. Até o momento, as operações de busca, que têm a participação de Austrália, China, Estados Unidos, Filipinas, Indonésia, Malásia, Cingapura, Tailândia, Vietnã e Nova Zelândia ainda não encontraram restos do aparelho. O Boeing 777-200 decolou de Kuala Lumpur às 00h41 de sábado (hora local, 13h41 de sexta-feira no Brasil) e deveria aterrissar em Pequim seis horas mais tarde. Seu sinal no radar da Malásia foi perdido uma hora depois da decolagem. O avião transportava 239 pessoas: 227 passageiros, incluídos dois menores, e 12 tripulantes malaios.

Investigações

O governo da Malásia abriu no domingo (9) uma investigação por terrorismo pelo desaparecimento do avião, no qual dois passageiros viajavam com passaportes roubados (um italiano e outro austríaco). "Se (o desaparecimento) foi provocado por um problema mecânico ou por um erro do piloto, a responsabilidade é da Malaysia Airlines. Se foi um atentado, os controles de segurança do aeroporto de Kuala Lumpur devem ser punidos", afirma o Global Times. Para o jornal oficial China Daily, "não é possível descartar a hipótese terrorista". Ao mesmo tempo, lamentou que as autoridades malaias e internacionais não tenham informado ainda a identidade dos passageiros com passaportes falsos. Abdul Rahman confirmou que tem informações de que cinco passageiros despacharam a bagagem, mas não embarcaram na aeronave. Mas a companhia aérea informou que, quando as ausências foram registradas, as bagagens foram isoladas, de acordo com o procedimento habitual.

Sérgio

domingo, março 09, 2014

Malaysia Airlines MH370


É realmente triste. Agora o que resta é encontrar o local da queda do Boeing da Malaysia Airlines. A primeira grande tragédia com um Triple Seven tem toda cara de terrorismo. Ao que parece, o Italiano e o Austríaco listados no manifesto de voo tiveram passaportes roubados, os que se passavam por eles compraram as passagens juntos (números sequenciais nos tickets) e os verdadeiros donos das identidades dos passaportes não estavam no avião, um 777-200ER de prefixo 9M-MRO. Pelas características, terrorismo é uma das hipóteses que faz sentido: uma queda do nível 350 por questões mecânicas leva tempo, haveria contato. Um desaparecimento repentino, sem mensagens ou sinais, em geral tem como somente explicação uma falha catastrófica de estrutura (pouco provável) ou uma explosão. A exceção foi o AF447, mas os pilotos da Air France não acreditavam estar caindo. 

Enfim, que Deus conforte os passageiros, tripulantes e suas famílias!

My prayers for all on board!!!

A foto deste post é de uma outra aeronave Boeing 777-200 da empresa, que tenho na minha coleção Hangar de Plástico.

Sérgio

segunda-feira, fevereiro 03, 2014

Parabéns Seahawks!


Ah, sim. Não podia deixar de dar os parabéns ao SEAHAWKS, time de Seattle, a casa da Boeing, pela vitória no Super Bowl 48! Patrocinado pela Alaska Airlines (desde 1976), o time arrasou por 43x8 o Denver Broncos! \o/ Saibam mais AQUI.

Sérgio

domingo, fevereiro 02, 2014

Go Hawks!


Vai começar o Super Bowl 48 com o Seattle SeaHawks e o Denver Broncos! Já viu para quem eu torço, não? Se quiser acompanhar, pode ter mais informações AQUI. No Brasil, SporTV.

Sérgio


domingo, janeiro 19, 2014

Corajoso ou maluco?


Fantástico... Piloto decola 767 de pista de monomotor. Veio do blog Update or Die. 

No final do ano passado, um pouquinho antes do Natal, um Piloto da Ethiopian Airlines confundiu as instruções da torre e pousou um Boeing 767 com 200 passageiros no aeroporto errado, com uma pista de apenas 1.600 metros, indo parar na grama. ra para pousar na pista 27 do aeroporto internacional de Kilimanjaro e o piloto acabou pousando na pista 27 do pequenino aeroporto de Arusha, que fica apenas 50km distante e que opera o tráfego de pequenos aviões monomotores que funcionam como táxi-aéreos. Os passageiros, depois do susto, ficaram 3 horas e meia dentro do avião porque o único jeito de descer era com uma escada que precisou vir do aeroporto de Kilimanjaro.


A notícia coneçou a se espalhar rapidamente e, para evitar maires danos a imagem de sua marca, a Ethiopian Airlines resolveu sumir com as evidências, ou melhor, DECOLAR com A evidência. Sim! Por incrível que pareça, o piloto (macho pacas), manobrou o 767 em 180 graus na grama mesmo, puxou o freio de mão e acelerou até onde o freio aguentou, para em seguida acelerar com tudo e rezar para decolar em uma pista que tem Muito menos que o mínimo exigído para se decolar com uma aeronave desse porte. Para você ter uma ideia, a pista do Aeroporto Campo de Marte tem o mesmo comprimento, 1600 metros. O cara decolaria um Boeing 767 do Campo de Marte. Bom, a física e a matemática são relativamente confiáveis e imagino que esse piloto tenha feito seus cálculos. Mas tenho certeza que ele deve ter andado até o final da pista para dar uma espiada no terreno just in case.

Coisa de macho.

Sérgio

Boeing 777-300 de papel!



Fantástico... Tirei o chapéu... Um artista Luca Iaconi-Stewart, que mora aqui nos Estados Unidos, está construindo este Boeing 777-300 há 5 anos. Em papel! Tem 1,60m esta obra de arte! Saibam mais AQUI e vejam fotos AQUI!

Sérgio


domingo, dezembro 29, 2013