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sábado, setembro 24, 2016

Voo 1907 - 10 Anos


Hoje é um dia triste. fazem 10 anos de uma das maiores tragédias do Brasil. Há dez anos, quando um novíssimo jato executivo Legacy decolou de sua fábrica no interior de SP e horas depois se chocou no céu da Amazônia com um Boeing 737-800 da Gol, a segurança do sistema aéreo brasileiro foi colocada imediatamente em dúvida, além de ter deixado 154 mortos. Logo após a tragédia, soube-se que os radares não eram capazes de cobrir todo o território nacional e que os rádios não alcançavam os pilotos em determinadas áreas do país, naqueles vácuos chamados de "buracos negros" da aviação... Foram várias as razões da tragédia e algumas delas estão presentes ainda em nosso espaço aéreo. Saibam mais no especial da Folha de São Paulo.

Sérgio

segunda-feira, dezembro 07, 2015

Sobrou para a Airbus


Notícia estranha e preocupante... Na matéria, a frase "o computador do controle de voo falhou quatro vezes antes que a aeronave entrasse em estado de bloqueio prolongado que estava além da capacidade da tripulação para ser recuperado" me preocupa muito. Nos Boeing's que manda é o piloto. No Airbus ele é mais um passageiro. Na prática, o equipamento que limita a ação do leme (Rudder Travel Limiter - RTL) falhou três vezes por uma falha na solda dos componentes da unidade. As três primeiras falhas foram corretamente tratadas pelo computador de voo. A quarta fez com que parte do sistema (Flight Augmentation Computers CB's) entrassem em modo RESET, desligando a o Autopilot (piloto automático) e o Autothrust (aceleraor automático), sem chance para os pilotos, a mais de 30.000 pés. Um horror! Mais detalhes neste LINK. Matéria G1:

Uma falha mecânica foi a causa principal do acidente mortal do Airbus A320-200 da companhia AirAsia que caiu no dia 28 de dezembro de 2014 nas águas da ilha de Bornéu com 162 pessoas a bordo, anunciaram nesta terça-feira (1º) as autoridades da Indonésia. Os repetidos erros no computador do controle de voo do avião devido a uma rachadura na junção de uma soldadura fizeram com que o piloto perdesse o controle da aeronave, disse o Comitê Nacional de Segurança do Transporte da Indonésia em entrevista coletiva na capital Jacarta, segundo a emissora de televisão "Channel NewsAsia". O relatório final apresentado nesta terça determina que o computador do controle de voo falhou quatro vezes antes que a aeronave entrasse "em estado de bloqueio prolongado que estava além da capacidade da tripulação para ser recuperado".

De acordo com o relatório, a ação da tripulação após os erros no computador e sua tentativa de reparar o problema resultaram na impossibilidade de controle da aeronave. O voo QZ8501 da AirAsia decolou de Surabaia, na ilha de Java, na madrugada do dia 28 de dezembro de 2014 com 162 pessoas a bordo e deveria ter aterrissado em Cingapura algumas horas mais tarde. Ainda segundo os investigadores, há indícios de que um disjuntor tenha sido puxado antes de o avião cair – entretanto, não foi encontrada nenhuma prova concreta de que isso tenha ocorrido. Na aeronave viajavam três sul-coreanos, um britânico, um francês, um malaio, um cingapuriano e 155 indonésios, entre passageiros e uma tripulação de sete pessoas. O avião voava a uma altura estável e dentro dos limites de peso e equilíbrio quando o piloto, antes de perder comunicação, solicitou permissão à torre de controle para subir de 32 mil pés a 38 mil para evitar uma tempestade que tinha encontrado em seu caminho. Naquele momento, a aeronave sobrevoava o mar ao sul da ilha de Bornéu. A torre de controle concedeu a permissão, mas o avião virou para a esquerda, subiu até 37.400 pés em 30 segundos e depois desceu a 32 mil pés em outros 30 segundos, antes de começar a queda mortal em direção ao mar.

Sérgio

segunda-feira, outubro 26, 2015

Novidades sobre Lockerbie


Novidades sobre o atentado de Lockerbie, que acabou com a história da Pan Am. Veio do UOL:

O documentarista americano Ken Dornstein perdeu seu irmão David na explosão de um avião da Pan Am em 1988 enquanto sobrevoava a Escócia, que matou 270 pessoas e ficou conhecida como atentado de Lockerbie. Apenas um dos autores do ataque, o líbio Abdelbaset Al-Megrahi, foi condenado pelo crime em 2001, mas muitas perguntas sobre o incidente continuavam sem resposta. Agora, 27 anos depois, uma investigação independente de Dornstein encontrou outros dois suspeitos, que devem ser interrogados pelo FBI e pela polícia escocesa. Os dois, Mohammed Abouajela Masud e Abdullah Al-Senussi, foram citados em um documentário na televisão americana no mês passado, que se baseou na investigação de Dornstein. "Foi o acontecimento improvável da Primavera Árabe (em 2011), com a derrubada do (ex-líder líbio) Muammar Khadafi, que me deu a oportunidade. Eu liguei para algumas pessoas que conheço e tentei descobrir coisas", disse Dornstein à BBC.

'Figura misteriosa'

Com uma lista de nomes envolvidos na investigação, ele foi três vezes à Líbia em busca de informações. "Eu tinha uma lista de nomes de pessoas citadas na investigação e concluí que deveria haver três dessas pessoas vivas. Uma delas estava desaparecida e eu não tinha nenhuma informação sobre ela. Outra era Abdullah Al-Senussi, que era procurado pelos líbios. Ele acabou sendo capturado e levado de volta ao país." Dornstein afirma, no entanto, que a busca mais difícil foi por Abouajela Masud, que era considerado "uma figura misteriosa". "(Masud) Era um nome que tinha aparecido na investigação original que todos negaram que sequer existisse. Se sabia muito pouco sobre ele, mas eu acreditava que descobrir se ele existia já responderia muitas perguntas sobre o ataque, porque ele esteve próximo de Al-Megrahi em momentos-chave e dizia-se que era especialista em bombas", conta.

"Consegui comprovar que ele era uma pessoa real ao conectá-lo a outro ataque terrorista líbio realizado alguns anos antes de Lockerbie - a detonação de uma bomba em uma discoteca em Berlim. Um líbio confessou a autoria do ataque na época, mencionou o nome de Abouajela Masud e falou que ele tinha a pele escura. Isso confirmava as informações que eu tinha da investigação de Lockerbie." "Tentei encontrar essa pessoa, que ainda estava em Berlim, e criar um relacionamento com ele para ver se ele me levava a Abouajela. Após alguns anos, isso realmente aconteceu." Para Dornstein, a descoberta da identidade dos dois suspeitos contribui para aplacar algumas das principais dúvidas sobre o atentado. "Acho que agora entendo o suficiente para me sentir satisfeito", disse.

Pedido à Líbia

Um total de 270 pessoas morreram quando o voo 103 da Pan Am, que ia de Londres para Nova York, explodiu na noite de 21 de dezembro de 1988 sobre Lockerbie, no sul da Escócia, matando todos a bordo e 11 pessoas no solo. Al-Senussi, um dos suspeitos identificados recentemente, era cunhado e chefe de inteligência no regime de Khadafi. Atualmente, ele está no corredor da morte em uma cadeia líbia. Masud estaria cumprindo sentença de dez anos na Líbia por fabricar bombas. Um porta-voz do Crown Office, a Procuradoria pública escocesa, confirmou que autoridades escocesas e americanas concordaram que as leis dos dois países oferecem bases para que "tratem os dois líbios como suspeitos nas investigações atuais sobre o ataque ao voo 103 da Pan Am em Lockerbie". Em uma comunidade, o Crown Office disse que os dois países pediram o auxílio da Justiça líbia para interrogar os dois suspeitos em Trípoli. O procurador-geral da Líbia não quis falar à BBC sobre se o pedido já foi recebido e se o governo ajudaria a investigação. A Líbia vive instabilidade política desde a derrubada Khadafi, em 2011. Eleições gerais em 2014 produziram dois governos rivais - atualmente, milícias islâmicas e seculares brigam pelo controle do país.

Justiça

Abdelbaset Al-Megrahi foi chefe de segurança da companhia aérea Libyan Arab Airlines e diretor do Centro de Estudos Estratégicos em Trípoli. Em 2001, ele foi condenado à prisão perpétua pela morte das vítimas de Lockerbie, em um julgamento questionado repetidas vezes nos anos seguintes. As evidências contra Al-Megrahi chegaram ser a postas em dúvida em livros e documentários, mas nunca foram questionadas oficialmente por autoridades do judiciário, segundo o Crown Office escocês. Ele foi liberado da prisão em 2009, após ter sido diagnosticado com um câncer terminal, e faleceu em maio de 2012, em Trípoli. Entre os familiares das vítimas, os questionamentos relacionados à condenação de Megrahi contribuíram para uma sensação de impunidade e de dúvidas quanto a se a descoberta de novos suspeitos resultará em condenações. "Acho que é preciso que disponibilizem as provas do porquê estes dois são considerados suspeitos", disse à BBC Jim Swire, cuja filha morreu na explosão.

"Muitos neste país simplesmente não acreditam que Megrahi estivesse envolvido e acham que isso foi um erro da Justiça. Tentar colocar mais dois nomes em cima disso tudo é uma situação muito difícil. Isso terá que ser embasado em provas melhores do que as que foram produzidas para condenar Megrahi", afirma. Frank Duggan, presidente da associação dos parentes das vítimas do voo Pan Am 103, disse à rádio BBC Escócia que não acredita que novas condenações deverão acontecer. "Eu gostaria de pensar que sim, mas eles teriam que ser acusados pelo governo americano ou pelo governo escocês e o governo líbio teria que entregá-los - os líbios sempre disseram que não entregariam ninguém a um governo estrangeiro." "E já se passaram mais de 26 anos. É muito tempo, as pessoas estão mortas, suas histórias foram esquecidas. Eu gostaria de pensar que seria um pequeno passo para conseguir encerrar o assunto, mas não espero mais a justiça que todos queríamos."

Sérgio

quarta-feira, julho 08, 2015

Segurança em Aviação


Já ouvi muito falar disso... Estatística mostra lugar mais seguro para sentar em avião, diz a revista Time. Quem senta atrás tem maior chance de sair vivo de acidente, diz Time (clique AQUI para ler a matéria completa). Especialistas ponderam dado, mas há casos no Brasil que análise confirma. Fonte G1:

Um levantamento feito pela revista norte-americana "Time" com base nos dados da agência que regula a aviação civil nos Estados Unidos (a FAA) apontou que sentar nos assentos do meio (entre outros dois passageiros) e na parte traseira do avião aumenta as chances de sobrevivência a um desastre aéreo. Segundo especialistas ouvidos pelo G1, estatisticamente, a análise tem fundamento, e já houve acidentes no Brasil em que sobreviveram apenas pessoas sentadas nos últimos assentos. Mas, ponderam eles, isso não é uma regra e depende das causas e circunstâncias do acidente. O estudo foi feito pela revista (veja aqui) com base em dados da FAA nos últimos 35 anos em que havia sobreviventes e mortos. A reportagem encontrou 17 casos em que a marcação dos assentos dos passageiros podia ser analisada. Nestes casos, foi percebido que nos assentos na terceira parte final do avião, o índice de mortes era de 32%, comparado com o nível de 39% de mortes na parte do meio da aeronave e 38% na parte frontal. Considerando fileiras com três poltronas, o estudo apontou que as no meio das colunas (entre outros dois passageiros) e localizadas na parte traseira tinham os melhores resultados (28% de mortes). O pior resultado foi constatado em assentos no corredor e no meio da cabine (44% de índice de mortalidade). Contudo, após o acidente, há maior chance de sobreviver se você estiver perto de uma saída de emergência, conforme um estudo publicado em 2008 pela Universidade de Greenwich. 

Cautela

Especialistas em acidentes aéreos no Brasil ouvidos pelo G1 dizem que as estatísticas fazem sentido, mas que os dados devem ser observados com cautela. O ex-militar Antonio Gomes Guerra, que estuda acidentes aéreos, se lembra de dois acidentes no Brasil em que sobreviveram apenas passageiros que estavam nos bancos traseiros da aeronave. "Estatisticamente, este resultado faz sentido. A cauda do avião é a parte mais segura, pois está distante dos motores e do combustível", defende ele. Um dos casos citados por Guerra ocorreu na década de 50: um avião da TAP colidiu em Recife contra um morro. Sobreviveram apenas três pessoas que estavam nas últimas cadeiras. No outro episódio, em 1962, duas aeronaves colidiram no ar no Rio de Janeiro, próximo ao aeroporto Santos Dumont. Apenas três marinheiros dos EUA, que estavam sentados na última fileira, próximos à cauda, de um DC-6, sobreviveram, segundo Antonio Guerra. "Após a colisão dos aviões, o DC-6 da Marinha dos EUA se partiu nos pés destas pessoas. A cauda caiu como uma folha de 1.500 metros de altura e eles caíram no mar, sem nenhum arranhão", diz o especialista.

Circunstâncias do acidente

Já o coronel da reserva da FAB Luis Lupoli, que participou da investigação internacional sobre a queda de um Airbus da Air France no Oceano Atlântico em 2009, que deixou 229 mortos, pondera que o dado vale como estatística, mas que não deve ser seguido literalmente ou para deixar as pessoas preocupadas. "O fator sobrevivência depende da circunstância do acidente. Em caso de pouso forçado, quem está mais perto da saída de emergência tem mais chance, pois abre a porta e sai andando", diz aponta Lupoli. Por isso, ele diz que é importante que as pessoas prestem atenção às recomendações de emergência dadas pelos tripulantes. "Houve um caso que, no meio da fumaça, a pessoa conseguiu achar a saída de emergência porque havia contado a quantos assentos estava do local." Segundo a revista "Time, viajar de avião continua sendo muito seguro, em especial se comparado com outros meios de transporte.

Sérgio

domingo, julho 05, 2015

Um erro de matar...


Fala sério: Piloto de avião que caiu em Taiwan desligou motor acidentalmente. Comandante reduziu potência de motor que funcionava após falha em outro. 43 pessoas morreram em queda de aeronave da Transasia em fevereiro. Veio do G1:

O piloto do avião da Transasia que caiu em fevereiro em Taiwan, matando 43 pessoas, desligou acidentalmente o único motor que estava funcionando na aeronave segundos antes da queda, informou o Conselho de Segurança da Aviação de Taiwan nesta quinta-feira (2). Relatório do órgão também apontou que o capitão  Liao Jian-zong havia falhado em um treinamento em um simulador em maio de 2014, parte porque ele tinha conhecimento insuficiente sobre como lidar com um motor com problemas na decolagem. “Wow, puxei para trás o acelerador do lado errado”, é possível ouvir Liao dizer nas gravações de voz da caixa-preta do avião segundos antes da queda.

Aparentemente houve uma confusão na cabine de comando enquanto os dois capitães tentavam retomar o controle da aeronave após um dos motores parar de funcionar. Liao reduziu a potência no acelerador que estava funcionando, mas pareceu não perceber o erro até ser tarde demais. Ele tentou recuperar o motor diversas vezes antes do impacto. “Impacto, impacto, preparem-se para o impacto”, o outro piloto fala na gravação. Segundos depois o avião, que tinha 58 pessoas a bordo, caiu em Taipei. Quinze pessoas sobreviveram, mas os três pilotos e outras 40 pessoas, entre passageiros e tripulantes, morreram.

Sérgio

terça-feira, fevereiro 10, 2015

ANAC: Vergonha!


Ninguém no país possui habilitação específica para pilotar jato igual ao do Deputado Eduardo Campos. Anac diz que não consta registro de habilitação para pilotos de Cessna modelo 560 XLS+. Detalhe: há 14 voando no Brasil... Não é um absurdo? País de fachada... Matéria G1:

Nenhum piloto brasileiro possui até hoje a habilitação específica para pilotar o Cessna 560 XLS+, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Esse é o modelo do jato que caiu em Santos (SP) em agosto de 2014, matando o então candidato presidencial Eduardo Campos e outras seis pessoas. Atualmente, voam no país 14 jatos desse modelo. "No momento, não consta na Anac nenhum registro de habilitação da variante XLS+ do modelo de aeronave Cessna 560. Conforme previsto na IS 61-004, somente no momento da renovação de suas habilitações é que o piloto deverá registrar a informação sobre os treinamentos realizados por ele e que hoje já estão dispostos em sua Caderneta Individual de Voo (CIV)", informou, em nota ao G1, a Anac. Em dezembro de 2014, 160 pilotos de aviação executiva estavam habilitados a voar aeronaves da família Cessna 560 no Brasil. O major Carlos Henrique Baldin, que participa da investigação do acidente de Campos no Cenipa, nega que a falta de treinamento específico para o Cessna 560XLS+ desqualificava os pilotos de Eduardo Campos para operar o avião. “Para nós do Cenipa, o mais importante é saber se estavam em condições de treinamento e qualificação compatíveis com aquele equipamento e com as condições de meteorologia. A questão de estar habilitado, formalmente ou não, não é tão importante assim, é questão mais administrativa. Tem que perguntar à Anac [Agência Nacional de Aviação Civil] para saber, por que [a norma sobre habilitações] estava em transição. Habilitação é questão administrativa que a Anac tem que ver”, respondeu.

Sérgio

quinta-feira, janeiro 08, 2015

Segurança Aérea


Relatório traz 10 companhias aéreas mais seguras; 2014 teve 21 acidentes fatais. Critérios incluem histórico operacional das empresas e parâmetros de segurança adotados. A pesquisa é do site (australiano) Airlinesratings.com. Pessoalmente, acho que a lista puxa um pouco para a Oceania, rsrsrs 

A companhia aérea australiana Qantas foi considerada a mais segura em um ranking do site AirlineRatings.com, que avaliou 449 empresas de aviação segundo critérios de segurança. O levantamento leva em conta se a companhia aérea é certificada pelo sistema de avaliação de segurança da Associação Internacional de Transportes Aéreos, se está na lista de empresas banidas dos espaços aéreos da União Europeia e dos Estados Unidos (que vetam empresas de histórico negativo de manutenção ou de países com baixa regulação do setor), se a empresa teve algum acidente fatal nos últimos dez anos e se o seu país de origem segue parâmetros de segurança aérea, entre outros critérios. Ao lado da Qantas, que nunca registrou um acidente fatal na atual era de aviões a jato, ficaram no topo do ranking do AirlineRatings.com as empresas (em ordem alfabética) Air New Zealand, Cathay Pacific Airways, British Airways, Emirates, Etihad Airways, EVA Air, Finnair, Lufthansa e Singapore Airlines, que são originárias da Europa, Ásia, Oceania e Oriente Médio.

No total, 149 companhias aéreas avaliadas obtiveram sete estrelas, a nota máxima. Além disso, a equipe do site avalia o histórico operacional das companhias para escolher as líderes do ranking.
As empresas brasileiras Gol, TAM e Azul tiveram seis estrelas. A Avianca (que apesar de colombiana tem subsidiária no Brasil) e a Passaredo obtiveram sete estrelas. O AirlineRatings.com também identificou as que considera mais seguras no segmento de baixo custo, lista que inclui Aer Lingus, Alaska Airlines, Jetblue, Jetstar, entre outras. Em contrapartida, quase 50 companhias aéreas avaliadas tiveram três estrelas ou menos no ranking de segurança do AirlineRatings. "Cinco delas conseguiram apenas uma estrela: Agni Air, Nepal Airlines, Tara Air (as três são nepalesas), Kam Air (Afeganistão) e Scat (Cazaquistão)", diz o site.

Desastres aéreos de 2014

O AirlineRatings lembra que 2014 foi um ano de acidentes marcantes e trágicos na história da aviação civil: foram 21 deles, com 986 mortes, número superior à média dos últimos dez anos. Estão nessa lista os acidentes envolvendo os aviões da Malaysia Airlines (um deles derrubado no espaço aéreo ucraniano; o outro, desaparecido no oceano Índico) e o da AirAsia, cujas buscas ainda estão em curso. Mas, segundo o site, esses números ofuscam alguns fatos: "Claro que 21 acidentes com 986 mortes é algo triste. Mas as empresas de aviação globais transportaram um recorde de 3,3 bilhões de passageiros em 27 milhões de voos. Se voltarmos 50 anos no tempo, tivemos a assombrosa marca de 87 acidentes com 1.597 mortes, quando as empresas transportavam apenas 5% do total de passageiros atual".

Sérgio

sábado, março 15, 2014

E nada do MH370!


Só para constar: completamos uma semana do desaparecimento de um Boeing 777 com 239 pessoas e a história está cada dia mais estranha: antes era acidente, virou sequestro, virou acidente de novo, atitude deliberada (seja lá o que isso quer dizer), já disseram que o avião estava aqui, lá, mais pra lá, bem pra cá e, agora, lá longe. Ou seja: NINGUEM SABE NADA!

O que mais me incomoda é que há 239 pessoas desaparecidas que, ao que parece, podem estar sequestradas e a mídia não dá muita atenção: aqui nos Estados Unidos, com exceção dos sites de notícias, nenhuma das revistas da semana trouxe o assunto na capa (Time & Newsweek). No Brasil, a Veja também não. Nada na Inglaterra... Nem mesmo nas revistas semanais de aviação (Aviation Week & Flight International).

Será que não é importante ter esta quantidade de gente perdida por aí em algo que cada hora menos se parece com um acidente aéreo? Será que só por não ser um avião americano, inglês ou alemão, o fato é menos importante?

Sinceramente, isso me incomodou!

Que continuemos a pedir pelos ocupantes do MH370!

Sérgio

terça-feira, março 11, 2014

Ainda o MH370


Excelente artigo sobre o caso do MH370 da Malaysia Airlines. Uma coisa é certa: o sistema de radar deles é complicado, hein? Agora dizem que o avião foi para outro lado e em altitude menor. Qual a razão de não terem procurado lá primeiro? Tem mais coisa nesta história. Enfim, boa leitura e minhas preçes para os ocupantes do MH370! O texto veio do AskPilot.com:

Unless there’s some startling revelation in the coming days, there will be no fast or easy answers about the fate of Malaysia Airlines flight MH370. It could be weeks or even months before we have a solid idea of what happened. Meanwhile, about the worst thing we can do, tempting as might be, is to begin tossing out conjecture and hunches. Almost always in such cases, the earliest theories turn out to be at best incomplete; at worst totally wrong. Seeing how little is known at the moment, any speculation is really just an open guess.

All we know for sure is that a plane went down with no warning or communication from the crew. That the crash did not happen during takeoff or landing — the phases of flight when most accident occur — somewhat limits the possibilities, but numerous possibilities remain. The culprit could be anything from sabotage to an inflight fire to a catastrophic structural failure of some kind — or, as is so common in airline catastrophes, some combination or compounding of human error and/or mechanical malfunction.

Let me briefly hit some of the points I’ve been seeing and hearing in the media…

1. Lack of a mayday call: No matter an aircraft’s location, the crew is always in contact with both air traffic control and company ground staff. When flying in remote locations, however, this is often a more involved process than simply picking up a microphone and talking. Exactly how it’s done depends on which equipment the plane is fitted with, and which ATC facility you’re working with. Flying over open ocean, relaying even a simple message can be a multi-step process transmitted through FMS datalink or over high frequency radio. In an emergency, communicating with the ground is secondary to dealing with the problems at hand. As the old adage goes: you aviate, navigate, and communicate — in that order. And so, the fact that no messages or distress signals were sent by the crew is not especially surprising or an indicator of anything specific.

2. The stolen passports: Reportedly, two of flight 370′s passengers were traveling on stolen passports. This has raised eyebrows and incited speculation about a bombing, a possible hijacking attempt or other sabotage. Is this something worth looking at? Absolutely. But so is everything else, from the weather to the cargo manifest to the aircraft’s maintenance history. For what it’s worth, I suspect there are thousands of people jetting around the world on forged or stolen documents, for a variety of shady reasons, but that doesn’t make them terrorist bombers.

3. Pilot experience: A factor? Maybe, but probably not. The captain of the ill-fated flight had logged close to 20,000 flight hours, a substantial total by any standard. The first officer (copilot), on the other hand, had fewer than three thousand hours to his name. Pilots in North America — those like me, at any rate, who come up through the civilian ranks — generally accrue several thousand hours before landing a job with a major airline. We slog our way through the industry in a step-by-step process, building experience along the way. Thus it would be unheard of to find a Boeing 777 copilot with such a small number of hours. In other areas of the world, the process is often different. Pilots are frequently selected through so-called ab-initio programs, hand-picked by carriers at a young age and trained from the start to fly jetliners. We can debate the perils of this method, but I tend to doubt it’s anything more than a side note to the disaster. Plus, flight hours in and of themselves aren’t necessarily a good measure of a pilot’s skills or performance under pressure. And any pilot, regardless of his or her logbook totals, and regardless of the airline, needs to meet some pretty rigorous training standards before being signed off to fly a 777.

4. The Boeing 777: I see no reason for the news media to keep reminding us about last summer’s Asiana accident in San Francisco, which also involved a 777. That both crashes involved the same aircraft model means little or nothing.

5. Air France redux? : Similarly, there are no good reasons yet to be drawing parallels between the Malaysia crash and that of Air France flight 447 five years ago. Although both crashes involved airplanes going down in mid-flight over the ocean, that’s hardly a meaningful coincidence when you consider the many possible causes. And rare as airline catastrophes are, I’m sorry to say that the annals of civil aviation contain many mishaps that are similar in general profile, but vastly different in the details. And once in a while, those details remain forever unknown. We will probably learn the full and sad story of Malaysia flight 370, but the possibility exists that we won’t. Much of what happened to Air France 447 still remains shrouded in mystery. Or consider the crash of a South African Airways 747 into the Indian Ocean back in 1987. Investigators believe that a cargo fire was responsible, but officially the disaster remains unsolved, the wreckage having fallen into thousands of feet of water, the bulk it never recovered.

No matter who or what is to blame, we shouldn’t let this latest tragedy overshadow the fact that air travel remains remarkably safe. Worldwide, the trend over the past several years has been one of steady improvement, to the point where last year was the safest in the entire history of commercial aviation. A certain number of accidents, however — and however unfortunate — will always be inevitable. Hopefully that number continues to diminish.

Malaysia Airlines was formed in the early 1970s after its predecessor, Malaysia-Singapore Airlines (MSA), split to become Singapore Airlines and Malaysia Airlines. Both carriers are renowned for their outstanding passenger service, and both have excellent safety records. Cabin crews of both airlines wear the iconic, floral pattern “Sarong Kabaya” batik — a adaptation of the traditional Malay kebaya blouse.

Malaysia Airlines’ logo, carried on its tails from the beginning, is an indigenous kite known as the Wau. True story: In 1993 I was in the city of Kota Bahru, a conservative Islamic town in northern Malaysia close to the Thai border, when we saw a group of little kids flying Wau kites. At the time I didn’t realize where the airline’s logo had come from, but I recognized the pattern immediately. It was one of those airline/culture crossover moments that we aerophiles really savor.

segunda-feira, março 10, 2014

Pray for MH370


A busca continua... Nada ainda do MH370. A área do desaparecimento não é tão extensa, está cada vez mais estranha a situação do avião da Malaysia.

Uma equipe de resgate do Vietnã recuperou nesta segunda-feira (10) um objeto amarelo que flutuava no mar e determinou que ele não era parte de um bote salva-vidas, como se suspeitou anteriormente, informou a autoridade de aviação civil do país. Havia a esperança de que o objeto fizesse parte do avião da Malaysia Airlines que desapareceu há dois dias com 249 pessoas a bordo. "Foi recuperado o objeto, após aviso e pedido do centro de resgate da Malásia, 130 quilômetros a sudoeste da ilha de Tho Chu. O objeto foi identificado como uma tampa coberta de musgo de uma bobina de cabos", disse a Autoridade de Aviação Civil do Vietnã em seu site. O órgão não especificou se o objeto fazia parte do avião, mas disse que irá enviar fotografias para seu centro de comando. O Vietnã enviou dois helicópteros da ilha de Phu Quoc nesta segunda-feira para recuperar o item descoberto mais cedo por um avião de observação. Até o momento, as operações de busca, que têm a participação de Austrália, China, Estados Unidos, Filipinas, Indonésia, Malásia, Cingapura, Tailândia, Vietnã e Nova Zelândia ainda não encontraram restos do aparelho. O Boeing 777-200 decolou de Kuala Lumpur às 00h41 de sábado (hora local, 13h41 de sexta-feira no Brasil) e deveria aterrissar em Pequim seis horas mais tarde. Seu sinal no radar da Malásia foi perdido uma hora depois da decolagem. O avião transportava 239 pessoas: 227 passageiros, incluídos dois menores, e 12 tripulantes malaios.

Investigações

O governo da Malásia abriu no domingo (9) uma investigação por terrorismo pelo desaparecimento do avião, no qual dois passageiros viajavam com passaportes roubados (um italiano e outro austríaco). "Se (o desaparecimento) foi provocado por um problema mecânico ou por um erro do piloto, a responsabilidade é da Malaysia Airlines. Se foi um atentado, os controles de segurança do aeroporto de Kuala Lumpur devem ser punidos", afirma o Global Times. Para o jornal oficial China Daily, "não é possível descartar a hipótese terrorista". Ao mesmo tempo, lamentou que as autoridades malaias e internacionais não tenham informado ainda a identidade dos passageiros com passaportes falsos. Abdul Rahman confirmou que tem informações de que cinco passageiros despacharam a bagagem, mas não embarcaram na aeronave. Mas a companhia aérea informou que, quando as ausências foram registradas, as bagagens foram isoladas, de acordo com o procedimento habitual.

Sérgio

domingo, março 09, 2014

Malaysia Airlines MH370


É realmente triste. Agora o que resta é encontrar o local da queda do Boeing da Malaysia Airlines. A primeira grande tragédia com um Triple Seven tem toda cara de terrorismo. Ao que parece, o Italiano e o Austríaco listados no manifesto de voo tiveram passaportes roubados, os que se passavam por eles compraram as passagens juntos (números sequenciais nos tickets) e os verdadeiros donos das identidades dos passaportes não estavam no avião, um 777-200ER de prefixo 9M-MRO. Pelas características, terrorismo é uma das hipóteses que faz sentido: uma queda do nível 350 por questões mecânicas leva tempo, haveria contato. Um desaparecimento repentino, sem mensagens ou sinais, em geral tem como somente explicação uma falha catastrófica de estrutura (pouco provável) ou uma explosão. A exceção foi o AF447, mas os pilotos da Air France não acreditavam estar caindo. 

Enfim, que Deus conforte os passageiros, tripulantes e suas famílias!

My prayers for all on board!!!

A foto deste post é de uma outra aeronave Boeing 777-200 da empresa, que tenho na minha coleção Hangar de Plástico.

Sérgio

quinta-feira, janeiro 30, 2014

A vida é assim mesmo...


Essa é uma história legal que ficou triste... Veio do G1:

O jovem de 22 anos que morreu em um acidente de avião em Cachoeira do Sul, no Rio Grande do Sul, havia pedido a namorada em casamento durante um voo  na mesma aeronave e na mesma região, segundo a escola de avião em que ele trabalhava. O acidente foi nesta quarta-feira (29) e o noivado foi há pouco mais de um mês. Dois dias antes do acidente, ele postou na internet o vídeo que registrou o pedido. Arthur Demétrio era natural de Tubarão, no Sul de Santa Catarina, e trabalhava como instrutor de voo na cidade gaúcha. O avião estava sendo usado para uma aula e o aluno, Darlan Kabata dos Santos, de 31 anos, também morreu no acidente. As duas vítimas faziam o trajeto de volta de Santa Cruz do Sul a Cachoeira do Sul. As causas ainda serão investigadas pela Polícia Civil. Arthur e a namorada, Thays, que também é de Tubarão, namoravam havia três anos. O pedido de casamento foi no dia 14 de dezembro e o vídeo postado na internet por ele. Nas imagens, eles aparecem sorridentes. Durante o percurso, amigos e familiares do casal aparecem segurando duas faixas, uma delas com o nome de Thays e a outra com o pedido: 'Casa comigo?'. No avião, a jovem parece surpresa e em seguida Arthur lhe mostra as alianças. O corpo de Arthur deve chegar na madrugada desta quinta-feira (30) a Tubarão. 

Sérgio

quarta-feira, janeiro 29, 2014

Sempre tem o vídeo...


Triste vídeo... Ele mostra vum acidente ocorrido em Aspen no dia 05 de janeiro com um jato executivo CL-600 Challenger. Dos três ocupantes, um morreu e dois fcaram gravemente feridos. Saibam mais AQUI. Tem sempre uma câmera mostrando tudo hoje em dia!

Sérgio

quarta-feira, janeiro 08, 2014

Air Crash Investigation


Esse vídeo traz a história de um acidente aéreo nos anos 70, no qual um F-4 Phantom II colidiu com um Douglas DC-9 da Hughes AirWest sobre a California. Faz parte da série Mayday Desastres Aéreos do Canal Discovery.

Sérgio

segunda-feira, dezembro 23, 2013

Será verdade?


É inacreditável... Se confirmada, será a maldade do ano: piloto do E-Jet 190, prefixo C9-EMA da LAM de Moçambique, teria derrubado o avião por vontade própria. Matéria do G1:

O piloto de um avião moçambicano, acidentado na Namíbia no final de novembro, jogou o aparelho no solo "propositadamente", deixando 33 mortos - de acordo com os resultados de uma investigação preliminar divulgados neste sábado. Entre as vítimas estavam seis tripulantes e 27 passageiros, incluindo o luso-brasileiro Sérgio Miguel Pereira Soveral. As caixas-pretas do avião mostraram que o comandante Herminio dos Santos Fernandes tinha "uma intenção clara" de derrubar o avião, declarou o chefe do Instituto Moçambicano de Aviação Civil, João Abreu, em entrevista coletiva. As gravações revelam que o voo TM470 caiu quando Fernandes acionou o piloto automático do Embraer 190 e se trancou na cabine, ignorando sinais de alerta e não permitindo a entrada do copiloto. “Durante esses atos é possível ouvir alarmes de alta intensidade e constantes batidas na porta, de alguém que exige entrar na cabine”, disse Abreu durante a coletiva.

Além disso, a altitude foi alterada manualmente três vezes, de 38.000 pés para 592 pés, assim como a velocidade, também modificada pelo piloto. “O avião caiu com o piloto alerta e as razões que podem ter dado origem ao seu comportamento são desconhecidas. Naquele momento, o copiloto havia deixado a cabine e estava ausente quando tudo aconteceu”, disse o chefe do Instituto. O voo TM 470 da LAM, a companhia nacional moçambicana, decolou de Maputo, em 29 de novembro, com destino a Luanda, capital de Angola, com 27 passageiros a bordo: cinco portugueses, um luso-brasileiro, dez moçambicanos, nove angolanos, um francês e um chinês. Esse acidente é considerado o mais grave da história da Aviação Civil de Moçambique desde o do avião do presidente Samora Machel em 1986 na África do Sul, quando 34 pessoas morreram. A União Europeia (UE) proibiu voos dessa companhia em seu espaço aéreo em 2011. Santos Fernandes acumulava 9.053 horas de voo. Desse total, 1.395 foram feitas como comandante. Em abril de 2012, sua licença foi renovada, segundo a companhia moçambicana.

Sérgio

domingo, dezembro 15, 2013

Acidentes no Brasil


Falando de acidente aéreo, testemunhada por Santos Dumont, primeira tragédia da aviação comercial brasileira matou 14 pessoas e completa nesta última semana, 85 anos. País registrou 460 acidentes desde então. Um levantamento inédito realizado pelo iG com especialistas revelou que 3.527 pessoas morreram em acidentes da aviação comercial no Brasil. Desde a primeira tragédia, presenciada por Santos Dumont há exatos 85 anos, 460 desastres ceifaram vidas e criaram, no imaginário popular, uma sensação de insegurança incompatível se o dado for comparado ao número de brasileiros que perdem a vida, todos os anos, em acidentes de trânsito. Clique AQUI para ir a este especial.

Sérgio

segunda-feira, novembro 18, 2013

737-500 Tatarstan


Que coisa triste... O site russo Life News publicou nesta segunda-feira (18) um vídeo que mostra o suposto momento em que um avião de grande porte caiu, na véspera, provocando pelo menos 50 mortes na cidade de Kazan. As imagens foram feitas por uma câmera do aeroporto e também estão sendo divulgadas pela agência Ria-Novosti. De acordo com as imagens, o avião caiu de forma perpendicular ao chão quando se aproximava para pousar. O chefe regional para transporte do Comitê de Instrução, Alexandr Poltinin, disse que a investigação trabalha com duas hipóteses principais: falha de pilotagem e fatores técnicos. O aeroporto já voltou a funcionar normalmente, segundo o Ministério de Situações de Emergência da Rússia.

Sérgio


segunda-feira, julho 15, 2013

Asiana: Piada e Processo


Já tinha visto a piada. Agora soube no  Page Not Found que pode virar processo. Mega fail... 

A Asiana Airlines, empresa aérea sul-coreana, vai processar a KTVU, emissora de São Francisco (EUA), depois que ela caiu em uma pegadinha e exibiu nomes bizarros dos supostos pilotos do avião que caiu recentemente no aeroporto da cidade da Califórnia. Três pessoas morreram e mais de outras 100 ficaram feridas no acidente. De acordo com a NBC, a companhia aérea vai alegar preconceito racial contra a KTVU. Abaixo os nomes exibidos nos trocadilhos:

- Capitão "Sum Ting Wong" (referência a "Something Wrong" - (Capitão Algo Errado) 
- "Ho Lee Fuk" (jogo de palavras com o som de "Holy Fuck") 
- "Wi Tu Lo" (brincadeira com "Why Too Low" - Por Que Tão Baixo? ou "We Too Low" - Nós Muito Baixo) 
- O Bang Ding Ow seria uma onomatopeia para a queda da aeronave. 

Depois da gafe, a KTVU disse que os nomes chegaram a ser confirmados por órgão competente em Washington, e pediu desculpa pelo erro. A culpa foi atribuída pelo Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB), agência governamental americana que investiga acidentes nos meios de transporte, a um estagiário do órgão. "Em resposta a uma consulta de uma empresa de mídia, um estagiário atuou fora da sua atribuição e confirmou de forma errônea os nomes da tripulação da aeronave", escreveu o NTSB.

Sérgio

777-200 Asiana


Pessoal, triste vídeo que mostra como foi o acidente com o Boeing 777-200 da Asiana na semana passada em San Francisco. Mais do que claro o erro humano... Inacreditável!

Sérgio