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domingo, outubro 04, 2015

Hélio Bicudo


Vale a pena tirar uns minutos do seu Domingo e assistir a este vídeo do Hélio Bicudo, a entrevista que ele deu dia 28.09.2015 no Roda Viva. Para nossa tristeza, pois vivemos isso e não parece haver saída, ele descreve com detalhes a barbárie social, financeira, educacional, policial e política do nosso País. 

Sérgio

quinta-feira, janeiro 08, 2015

Produção Científica Lixo


É de deixar qualquer um envergonhado mesmo... Artigo de Rogério Cezar de Cerqueira Leite, físico e professor emérito da Unicamp e membro do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia e do Conselho Editorial da Folha de São Paulo. Atentem para a frase: "O pesquisador faz um concurso --frequentemente falsificado-- no começo de sua carreira. Torna-se vitalício. Quase sempre não precisa trabalhar para ter aumento de salário e galgar postos em sua carreira. Ora, qual seria, então, a motivação para fazer pesquisas?".

Eis o Brasil PT: uma enganação que só funciona aqui!

Dois artigos publicados recentemente pela revista britânica "Nature", especializada em ciência, deixam o Brasil e, em especial, a comunidade acadêmica brasileira, profundamente envergonhados.

A "Nature" nos acusa, em primeiro lugar, de produzir mais lixo do que conhecimento em ciência. Nas revistas mais severas quanto à qualidade de ciência, selecionadas como de excelência pelo periódico, cientistas brasileiros preenchem apenas 1% das publicações.

Quando se incluem revistas menos qualificadas, porém, ainda incluídas dentre as indexadas, o Brasil se responsabiliza por 2,5%. O que a "Nature" generosamente omite são as publicações em revistas não indexadas, que contêm número significativo de publicações brasileiras, um verdadeiro lixo acadêmico.

O segundo golpe humilhante para a ciência brasileira exposto pela revista se refere à eficiência no uso de recursos aplicados à pesquisa. Dentre 53 países analisados, o Brasil está em 50º lugar. Melhor apenas que Egito, Turquia e Malásia.

Tomemos um exemplo. O Brasil publicou 670 artigos em revistas de grande prestígio, enquanto no mesmo período o Chile publicou 717, nessas mesmas revistas. O dado profundamente inquietante é que enquanto o Brasil despendeu em ciência US$ 30 bilhões, o Chile gastou apenas US$ 2 bilhões.

Quer dizer, o Chile, que aliás não está entre os primeiros em eficiência no mundo científico, é 15 vezes mais eficiente que o Brasil. Alguma coisa está errada, profundamente errada. A academia brasileira, isto é, universidades e institutos de pesquisas produzem mais pesquisa de baixa do que de boa qualidade e as produz a custos muito elevados. Há certamente causas, talvez muitas, para essa inadequação.

A primeira decorre de um "distributivismo" demagógico. É evidente que seria desejável que novos centros de pesquisas se desenvolvessem em regiões ainda não desenvolvidas do país. Mas é um erro crasso esperar que uma atividade de pesquisas qualquer venha a desenvolver economicamente uma região sem cultura adequada para conviver com essa pesquisa.

Seria desejável que investimentos maciços fossem aplicados em pesquisas em instituições localizadas em regiões pouco desenvolvidas, mas cujo meio ambiente é capaz de absorver os benefícios dessa inserção.

O segundo mal que é causa inquestionável da diminuta e dispendiosa produção de conhecimento é o obsoleto regime de trabalho que regula a mão de obra do setor de pesquisas em universidades públicas e na maioria dos institutos.

O pesquisador faz um concurso --frequentemente falsificado-- no começo de sua carreira. Torna-se vitalício. Quase sempre não precisa trabalhar para ter aumento de salário e galgar postos em sua carreira. Ora, qual seria, então, a motivação para fazer pesquisas?

O terceiro problema é o sistema de gestão de universidades públicas e instituições de pesquisa, cuja burocracia soterra qualquer iniciativa dos poucos bem-intencionados professores e pesquisadores que ainda não esmoreceram.

Pois bem. Há uma fórmula que evita todos esses males e que já foi experimentada com sucesso em algumas das instituições científicas do Brasil: a organização social. A resistência dos medíocres e parasitas e a falta de coragem política de algumas de nossas autoridades impedem a solução desse problema.

Sérgio

domingo, outubro 19, 2014

Ignorância!


O Pão de Açucar era anunciado como "lugar de gente feliz", mas acho que é "lugar de gente ignorante", rsrsrs Essa eu mesmo tirei neste Domingo na loja central de Taubaté.

Sérgio

sábado, agosto 16, 2014

Mudanças na Língua Portuguesa?


Que tal escrever "omem" sem h? E "qeijo" sem u? Comissão técnica do Senado estuda nova reforma ortográfica na Língua Portuguesa. 

ACHO RIDÍCULO! O Português não é uma língua fácil. E fica mais difícil por mudar fequentemente. As recentes reformas foram um desastre e uma delas ainda me persegue: perder o hífen foi péssimo. Criamos palavras lindas, como "cocriação" ou "contrarrazões", olha só que legal. Agora, querem tirar o CH e instituir o X e o QU, deixando só o Q. Algo como: "eles não aprendem. Então, vamos nos render aos ignorantes?" 

Não adianta justificar dizendo que a língua é difícil, pois sempre foi e todos aprendiam. O que não dá é se render aos ignorantes. Simplificar é uma coisa. Tornar a língua ridícula é outra. E, daqui a 10 anos querer mudar de novo. Vai ser assim agora? Falta responsabilidade e compromisso, com a língua, com a cultura, com o povo. 

Sou advogado, leio desde cedo e constantemente e, ainda assim, erro o português por ser, mesmo, uma língua difícil. Mas, no geral, quem estuda acerta muito mais do que erra. O que acontece é que o povo não quer estudar hoje em dia. Mas, daí a gente simplificar a língua e se render aos ignorantes é demais, não? Não me parece ser a melhor escolha. 

Isso é lamentável! Leiam mais sobre este projeto e as justificativas de quem o defende AQUI e AQUI. 

Parece que o tempo do homem com “h” está mesmo chegando ao fim. Pelo menos é o que propõe uma comissão técnica do Senado Federal que estuda novas mudanças ortográficas na Língua Portuguesa. Além de querer eliminar a letra “h” do início de palavras, quer também um pedaço do queijo, ou melhor, sugere a eliminação da letra “u” da palavra queijo. De acordo com o secretário da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado, Julio Ricardo Linhares, o objetivo do grupo de trabalho, com professores renomados como Ernani Pimentel e Pasquale Cipro Neto, é aperfeiçoar e simplificar a língua. A ideia da comissão nasceu com as constantes discussões em audiências públicas sobre a Reforma Ortográfica de 2009, que alterou 0,5% do vocabulário brasileiro, segundo o Ministério da Educação.

Embora ainda não haja um texto pronto ou projeto de lei, com as mudanças o “ch” deixaria de existir e palavras como chá, flecha e macho, seriam escritas assim: xá, flexa e maxo. O dígrafo “qu” também desapareceria. Palavras como queijo e aquele ficariam assim: “qeijo” e “aqele”. No site www.simplificandoaortografia.com é possível ver essas e outras propostas de mudanças. A GAZETA foi às ruas com as palavras “omem”, “oje” e “qeijo” impressas, e todos os entrevistados estranharam muito. Para a florista Miriam da Penha Fantin, 46 anos, e a filha Mariana Fantin, 10 anos, a mudança não agradou. “É desnecessário mudar. A palavra ficou feia demais. Não vale a pena”, desabafou a estudante. 

OPINIÃO

Para o professor de Língua Portuguesa José Augusto de Carvalho, uma reforma ortográfica precisa levar em consideração a opinião de especialistas no assunto, como linguistas e gramáticos, e não profissionais ligados à política. “Não é porque deixamos de pronunciar a letra “h” que temos de eliminá-la. Ela faz parte da etmologia da palavra e é comum que isso ocorra em outros idiomas como no inglês. A mudança é inútil”, garante. Buscar escrever como se pronuncia é um risco, segundo o professor do ensino fundamental no Centro Educacional Praia da Costa, Rodrigo Acosta. “Chamamos isso de transcrição fonética. A pronúncia das palavras muda de um local para outro. Não podemos oficializar uma escrita sem prejudicar a comunicação. Além disso, pode prejudicar o aprendizado”, defende ele. Conforme Linhares, novo debate deve acontecer em setembro, em Brasília, para discutir as questões ortográficas. E a população poderá participar. “Não temos a pretensão de ditar regras. Vamos ouvir especialistas e a também a comunidade em audiência pública para discutir o melhor a se fazer”, conclui. 

O QUE MUDARIA

Sem “H”

Homem - Omem: Deixa-se de escrever o “h” no início das palavras porque ele não é pronunciado. Exemplos: oje, ora, istoria, etc.

”QU” SEM O “U”

Queijo - qeijo: Deixa-se de escrever o “u” porque não é pronunciado. Exemplos: qero, aqilo, leqe, etc. 

“CH” por “X”

Chá - xá: Somente a letra “x” poderia representar esse som. Exemplos: flexa, maxo, caxo, etc. 

“S” por “Z”

Exemplo - ezemplo: Somente a letra “z” seria usada para representar o som de Za, Ze, Zi, Zo, Zu. Exemplos: bluza, analizar, ezuberante, etc. 

Sem “SS”, “Ç”, “SÇ”, “XÇ” e “XC”

Amassar - amasar: Na nova proposta, os encontros consonantais acima seriam eliminados.

Sérgio

sábado, julho 26, 2014

Word Crimes


Essa vai tocar hoje no Parabólica América... O veterano Weird Al Yankovic está de volta e detona os que não sabem escrever com uma paródia hilária de Blurred Lines, confiram!

Sérgio

sexta-feira, fevereiro 28, 2014

Assaltaram a Gramática...


Nem vou falar da associação com criminosos (fato óbvio por terem uma arma automática de numeração raspada nas mãos - vejam abaixo), mas dos crimes cometidos contra nossa Língua Portuguesa. O que é isso que esse povo fala mesmo? Veio do G1:

Uma das armas que as duas jovens de Guarujá, no litoral de São Paulo, mostram em uma foto publicada nas redes sociais está com a numeração raspada. O detalhe na imagem chamou a atenção de alguns usuários do Facebook que comentaram a publicação. As duas jovens foram intimadas a prestar depoimento na Delegacia Sede de Guarujá no sábado (22), onde elas tiveram que assinar um termo circunstanciado de ocorrência, sendo liberadas em seguida. O caso ganhou muita repercussão nas redes sociais. No mesmo dia em que as jovens prestaram depoimento uma delas postou comentários no Facebook zombando da situação logo após deixar a delegacia. “Não acredito que ainda teve alguns idiotas que acharam que 'nois' ia ficar presas (sic.)”, postou a jovem na internet.

Sérgio


sábado, dezembro 07, 2013

Parabéns Peru!

 

Para quem não gosta ou não conhece, a culinária Peruana é muito boa. Em especial o Ceviche! O melhor que já comi é no Ceviche 105 de Miami. A matéria abaixo é do caderno Viagem do Estadão:

Pelo segundo ano consecutivo, o Peru abocanhou o World Travel Awards (o Oscar do turismo mundial) na categoria Melhor Destino de Gastronomia do Mundo. Os outros nominados foram Itália, França, Espanha, Tailândia, Índia, Japão, Malásia, México, Austrália, China e Estados Unidos. A premiação, que ocorre há duas décadas e reconhece os melhores nos diversos setores da indústria turística, teve lugar este ano em Doha, no Catar.  

Sérgio

sábado, março 23, 2013

Você sabe português?


A argentina sabe mais que outros 400 alunos, entre eles brasileiros e portugueses. É para chorar, não? Argentina tira nota máxima em prova de língua portuguesa aplicada por Cambridge. Matéria do jornal O Globo:

A aluna Martina Mizraje, 17 anos, argentina que estuda em São Paulo no colégio britânio St. Francis College há dois anos, recebeu o prêmio da “Cambridge International Examinations” pela nota máxima em uma prova de proficiência em língua portuguesa, nesta semana. Além de concorrer com estudantes brasileiros, Martina enfrentou outros 400 alunos de sete países como Inglaterra, Portugal e Dubai que também prestaram o exame. Estes testes de proficiência são preparados pela própria Universidade de Cambridge e permitem que alunos de nacionalidades diversas testem suas habilidades em línguas estrangeiras. Os exames Internacionais de Cambridge são aplicados em alunos, de 5 a 19 anos, de instituições que aplicam a metodologia britânica de ensino no país. Janet Morris, diretora de comunicações do programa de Cambridge, espera o teste aprimore os estudos dos alunos estrangeiros que se dedicam à língua portuguesa. — Esse é um reflexo do enorme potencial existente no Brasil, não só dos alunos como dos educadores — afirmou Morris.

Sérgio

quarta-feira, janeiro 16, 2013

Brasil de verdade...


Esse é o Brasil, aquele de verdade, do povão ignorante, longe das capitais. Sei que a gente vai rir, é engraçado. Mas, se pensarmos, é triste. Um País precisa ser homogêneo e o Brasil nunca foi. Não nos falta só dinheiro. Começa por vergonha na cara, educação (aquela moral e cívica), cultura, noção, civismo. Mas, acha mesmo que uma pessoa destas vai ter isso nesta vida? Vai dar para os filhos, que tem (ou terá) em abundância, em geral um de cada pai, o que não conhece? É um pecado que não tenha sido educada. mas isso foi lá no passado. As novas gerações podem mudar isso, mas com as escolas de hoje, a progressão continuada, os estímulos de Big Brother, cerveja, Carnaval, putaria e os bolsa isso e aquilo, teremos saída?

Sérgio

quarta-feira, setembro 19, 2012

Maior escritor brasileiro


A página do Portal IG apresenta uma enquete para saber quem os brasileiros vêem como o maior escritor brasileiro. Dê sua opinião, não deixe de participar! Clique AQUI.

Sérgio

sexta-feira, setembro 14, 2012

Brazuca...


Também não gostei nem do nome e nem da grafia não ser a da língua portuguesa... Veio da Revista Veja:

A escolha do nome da bola que a Adidas lançará para a Copa do Mundo de 2014 foi feita por votação na internet a partir de uma lista tríplice. Com 77,8% das preferências, Brazuca derrotou Bossa Nova e Carnavalesca. Como quase todos os analistas da língua que estão de plantão esta semana, lamentei a notícia (considerava Bossa Nova o menos ruim de três nomes fracos), mas por motivos diversos. Não é a grafia com z que me incomoda, mas a palavra em si. Convém explicar.

Sim, é verdade que todos os dicionários e o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp), da Academia Brasileira de Letras, registram apenas brasuca, com s. Afinal, a palavra não é derivada de Brasil, brasileiro? Eis toda a base para a argumentação dos que implicaram com a grafia. Uma argumentação que deixa de levar em conta dois fatos singelos:

1. A forma brazuca é muito mais usada na vida real. Uma pesquisa no Google traz mais de 4 milhões de páginas, contra pouco mais de um décimo disso para brasuca. Pode-se defender a tese de que a preferência popular não é suficiente para alterar a grafia de um termo do vernáculo, mas atenção: estamos falando de palavra informal, brincalhona, recente. Brazuca é uma gíria, e as gírias, como todas as criações populares, têm a mania de escolher como serão conhecidas.

2. Ainda que não fosse assim, o batismo da bola da Copa do Mundo é um ato de branding, ramo do marketing que tem regras próprias, entre elas a de privilegiar formas gráficas fortes – e nesse mundo a letra z goza de grande prestígio. Naturalmente, a correspondência com a grafia “Brazil” numa marca destinada a ter circulação internacional também deve ter sido considerada um trunfo por seus criadores.

Se não é a grafia, o que sobra para criticar em Brazuca, a bola? Sua carga cultural idiota, só isso. O fato de que, brazuca ou brasuca, a palavra é um sinônimo tolo de brasileiro. O termo nasceu em Portugal com tom depreciativo (o sufixo “uca”, o mesmo de mixuruca, deixa isso claro), numa espécie de contraponto ao nosso “portuga”. Até aí, tudo bem: a própria palavra brasileiro tinha uso pejorativo antes de ser assumida em espírito de desafio pelos nativos desta terra.

O problema é que, ao ser adotado por aqui, brazuca/brasuca virou um clichê patriótico viscoso, folclórico e carregado de autocomplacência, primo da malemolência, da ginga e da incrível musicalidade dos mulatos inzoneiros que habitam este gigante adormecido. É por isso que Brazuca é bola fora – e Brasuca não seria melhor.

Sérgio

sábado, setembro 01, 2012

Mídias sociais


Esse vídeo é para os que não acreditam nas mídias sociais...

Sérgio

Gestos arriscados...


Para quem viaja, saber os costumes do lugar para onde se vai é fundamental. A Revista Exame reuniu 5 gestos inocentes que podem soar uma grande ofensa mundo afora, como este acima, por exemplo. Cliquem AQUI para ver.

Sinal de OK: Assim que deixou o avião que o trouxe ao Brasil, nos anos 50, Richard Nixon não hesitou em fazer um ok com os dedos. Mal sabia o então presidente americano que, por aqui, o gesto não tem o mesmo apelo que evoca nos Estados Unidos. Pelo contrário: o sinal de ok para os brasileiros equivale a mostrar o dedo do meio na terra do Tio Sam (e basicamente no restante do mundo). Ou seja, um gesto pra lá de ofensivo.

Sérgio

O Brasil em Armas


Pessoal, visitem este LINK e vejam sensacional reportagem do jornal O Estado de São Paulo sobre a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial. A série de reportagens se chama O Brasil em Armas.

Sérgio

quarta-feira, agosto 22, 2012

Tatuagens


Bela exposição no Rio de Janeiro, Indicação da Olivia! bela dica, Babe. Veio do MSN Entretenimento:

O interesse do público por tatuagem e tattoo art vem crescendo na última década – e não mostra sinais de cansaço. Aqui em São Paulo, em alguns círculos sociais, é quase obrigatório ter um ou dois desenhos estampados no corpo. Mas engana-se quem pensa que haja alguma novidade nesse comportamento de marcar a pele com desenhos. Assumindo diferentes formas, as tatuagens estão presentes há milhares de anos, desde o Egito antigo, onde a prática era restrita às mulheres. Já em terras nacionais, a tribo dos tupiniquins era (e é até hoje) uma das muitas etnias conhecidas por seu colorido estilo de fazer essa arte corporal.

A nova exposição da Galeria Olido, 'Na Pele: grupos que comunicam e se identificam pela tatuagem', enfoca a história da tatuagem no mundo, com ênfase em como ela se desenvolveu no Brasil. Para explicar esse rico percurso, serão exibidos equipamentos, livros sobre o assunto, fotografias e até
um documentário. Há ainda fotos de personalidades famosas e tatuadas, ao lado de anônimos, com depoimentos em vídeo. O passeio leva às origens da arte da tatuagem no Brasil, mostrando como ela começou com o uso de máquinas elétricas. Precursor, o tatuador dinamarquês Knud Harald Lykke ‘Lucky’ Gregersen trouxe a primeira delas ao país (em exposição na Galeria Olido). Ele chegou em 1959 ao porto de Santos e lá conquistou uma fiel clientela entre os marinheiros. Artista nato, ele herdou habilidades de tatuador do pai, Jens Gregersen, que desenhou sobre a pele até de um rei dinamarquês: Frederico IX. No Brasil, Lucky tatuou o surfista carioca José Artur Machado, imortalizado na música ‘Menino do Rio’, de Caetano Veloso – ode ao garoto que ostentava um ‘dragão tatuado no braço’.

Disposta em ordem cronológica, a exposição começa com as pinturas da tribo tupiniquim, passando pelos trabalhos de Lucky, representados em fotografias – ele desenhava linhas finas, com degradê de cores. Quando chegar ao trecho dedicado aos dias atuais, não perca o documentário O Brasil Tatuado. Dirigido por Sebastião Braga, o filme contém testemunhos de renomados tatuadores brasileiros como ‘Markone’ Tattoograff (especialista também em grafite), ‘Polaco’ Elcio Sespedo (que pratica um estilo realista e tem em seu estúdio um museu de tatuagem) e Maurício Teodoro (influenciado pelos traços orientais). Uma série de debates também faz parte do evento, com nomes célebres do universo da tatuagem como Paulo Tattoo, o dono do Soul Tattoo Art & Café, na Rua Oscar Freire. Ele costuma dizer que não relaciona o ato de fazer tatuagens a uma atitude desafiadora. Não por acaso, é um dos curadores da exposição – juntamente com Ricardo Vidal.

Se você se interessar em deixar uma marca, pode treinar seus dotes artísticos em um dos manequins que estarão à disposição no local. Os melhores trabalhos serão fotografados semanalmente e exibidos na própria mostra. 

Preço: GRÁTIS
Horário de abertura Diariamente, 12h-21h30

Sérgio

domingo, maio 06, 2012

TED


Eu vejo sempre. Você conhece? Outra matéria para ler e pensar... Aproveite seu domingo, rsrsrs Veio da Revista Época:

Winston Churchill precisou de cinco minutos e 11 segundos para conclamar os ingleses a resistir ao avanço das tropas nazistas, em 10 de maio de 1940, em seu primeiro discurso como primeiro-ministro do Reino Unido – aquele em que disse as célebres palavras: “Não tenho nada a oferecer senão sangue, trabalho árduo, suor e lágrimas”. Ao assumir a Presidência dos Estados Unidos, em 1933, Franklin Delano Roosevelt encontrou seu povo deprimido por uma crise econômica. Começou o melhor governo da história daquele país num discurso de 46 segundos, com a frase: “Não há nada a temer além do próprio medo”. O líder negro Martin Luther King precisou de mais tempo, 17 minutos, para inflamar a luta mundial contra o racismo, no famoso discurso “I have a dream”, de 1963. No dia anterior, ele ainda preparava sua fala. Churchill, Roosevelt e King provaram que, com uma boa causa e as palavras certas, é possível mudar o mundo em menos de 18 minutos. É exatamente essa a proposta de um dos maiores fenômenos da comunicação contemporânea. Dezoito minutos é a duração máxima de cada apresentação do TED, um seminário nascido nos Estados Unidos, em 1984, e que, desde 2006, publica suas palestras na internet para qualquer um ver e compartilhar.

Nestes seis anos, o TED – realizado anualmente em San Francisco – e uma miríade de filhotes, entre os quais o principal é o TED Global, se transformaram em mais que um fenômeno da rede. As 1.202 palestras disponíveis no site www.ted.com contemplam histórias individuais inspiradoras de todo o mundo e ideias originais e inovadoras de estrelas do pensamento contemporâneo. Elas já foram vistas, numa conta conservadora, 700 milhões de vezes. Os vídeos estão livres para ser publicados por outros sites. “Tão animador quanto falar é aprender com as pessoas que vão lá contar suas histórias”, escreveu em seu blog Bill Gates, fundador da Microsoft, que já discursou em três edições do TED. “São pessoas incríveis que tentam resolver problemas e mudar positivamente o mundo.” Mudar o mundo é uma causa bastante popular entre empresas e pessoas bem-sucedidas. Com meses de antecedência, esgotam-se os ingressos para eventos do TED, que atraem o patrocínio de marcas como Rolex, Tiffany & Co., Gucci, Audi, Coca-Cola, Shell ou IBM.

A reportagem de capa da edição de ÉPOCA que está nas bancas conta como o empresário paquistanês Chris Anderson, homônimo do editor chefe da revista americana Wired, conseguiu fazer um evento pequeno, prestigiado, mas deficitário, transformar-se em um dos maiores casos de sucesso da comunicação mundial.

Sérgio

terça-feira, maio 01, 2012

É disso que o bicho gosta...


A Leda realmente gosta de "afogar o ganso", rsrsrs Calma, se você se chama Leda, não é nada pessoal. Leiam abaixo. E que pena, agora que ele iria se dar bem, estão querendo cortar a do cisne... Falando sério, que coisa tosca, a falta de cultura dos policiais e a hipocrisia. E isso em Londres!!! Matéria G1:

Uma obra inspirada em Leda e o Cisne, da mitologia grega, provocou polêmica na galeria Mayfair, em Londres, na Inglaterra. Policiais pediram a retirada da imagem do fotógrafo Derrick Santini, que mostra uma mulher nua em um ato sexual com um cisne, por considerá-la ofensiva, segundo reportagem do jornal "London Evening Standard". O último dia da exposição era no sábado, e a galeria iria retirar as obras de arte quando a polícia chegou. O diretor da galeria, Jag Mehta, tentou explicar o sentido da obra, em que Zeus, na forma de um cisne, seduz a jovem Leda e desse relacionamento nasce Helena de Tróia. Mas a explicação de que a imagem foi baseada em uma lenda e inspirou incontáveis ​​gerações de artistas não conseguiu convencer a polícia.

Sérgio

quarta-feira, abril 04, 2012

Napoleão Bonaparte


Ontem mencionei Napoleão Bonaparte e sua classificação de pessoas. Algumas pessoas me perguntaram mais sobre o assunto e resolvi compartilhar. Incrível como, desde que descobri isso, não apenas vi sentido na classificação dele, como passei a enxergar estas pessoas no dia-a-dia. Ah, sim: e concordo com ele.

Napoleão Bonaparte classificava seus soldados em quatro tipos de pessoas:


  • Os inteligentes com iniciativa; 
  • Os inteligentes sem iniciativa; 
  • Os ignorantes sem iniciativa; 
  • Os ignorantes com iniciativa.


- Aos inteligentes com iniciativa, Napoleão dava as funções de comandantes: generais, estrategistas, etc.


- Os inteligentes sem iniciativa, Napoleão deixava como oficiais que recebiam ordens superiores, para cumpri-las com diligência.


- Os ignorantes sem iniciativa, Napoleão colocava à frente da batalha: para serem "buchas de canhão".


- Os ignorantes com iniciativa Napoleão desprezava; não os queria em seus exércitos...


Um ignorante com iniciativa é capaz de fazer enormes besteiras e depois, dissimuladamente, tentar ocultá-las.


Um ignorante com iniciativa faz o que não deve, fala o que não pode, envolve-se com gente inadequada e depois diz que de nada sabia.


Um ignorante com iniciativa faz perder boas ideias, bons projetos, bons clientes, bons fornecedores, bons homens públicos.


Um ignorante com iniciativa produz sem qualidade, porque resolve alterar processos definidos e consagrados.


Um ignorante com iniciativa é, portanto, um grande risco para o desenvolvimento e o progresso de qualquer empresa e/ou governo.


Normalmente você é capaz de identificar os quatro tipos que estão presentes na sua vida, experimente.

Sérgio