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segunda-feira, agosto 08, 2016

Ahhhh, que preguiça 2...


Sempre tem um aparecido... Preguiça de discorrer as inúmeras razões pelas quais este Juiz está errado. Enfim, vai virar um caos de Fora Temer e Fora Dilma. E os jogos virarão um inferno. Juiz não pode legislar... O recinto não é público, é espaço privado e o evento tem dono e regras, além de uma lei própria referendada pelo STF. É um inútil! Veja mais no UOL:

O juiz federal João Augusto Carneiro Araújo concedeu nesta segunda-feira (8) liminar em que proíbe o Comitê Organizador dos Jogos do Rio-2016 de reprimir manifestações políticas pacíficas no ambiente das Olimpíadas. A decisão tem como alvos, além do comitê, o governo do estado do Rio de Janeiro e a União. A liminar determina que "os réus se abstenham de impedir a manifestação pacífica de cunho político através da exibição de cartazes, uso de camisetas e de outros meios lícitos nos locais oficiais dos Jogos Olímpicos Rio-2016".

Sérgio

domingo, agosto 07, 2016

Ahhhh, que preguiça...


Domingo é dia para relaxar, mas meu lado Advogado não me deixa compactuar com a ignorância e a má-fé das pessoas, em especial os desesperados que querem dizer que há um golpe no Brasil, manchando a imagem do País em meio a imprensa internacional e aos que vieram para as Olimpíadas Rio 2016.

Tenho visto várias pessoas dizendo que Michel Temer e/ou pessoas em seu nome (alegados "golpistas" - SIC) estariam "censurando" pessoas nas Olimpíadas simplesmente por elas estarem portando cartazes "Fora Temer".

Que absurdo, não? Esse Temer deve ser pouco republicano...

Pois, vejam só: cartazes com manifestações (políticas, à favor ou contra qualquer um) são proibidos nos estádios durante os Jogos Olímpicos pelo COI e pela Lei 13.284/2016 sancionada pela (hoje ex) Presidenta (SIC) em 10.05.2016, apenas alguns dias antes de ser defenestrada!

Petistas estão utilizando cartazes “Fora Temer” para fazer média tentar mostra ao Mundo um golpe que não existe, criando uma suposta repressão que não é do Michel Temer, mas o simples respeito à uma lei sancionada pela própria "Mulher Sapiens" (SIC).

A narrativa de “vítimas de autoritarismo” é algo nefasto e típico da mania de simular vitimismo da extrema-esquerda, sem pensar nas consequências para com pessoas de outros Países, que não sabem a lei Brasileira e desconhecem o que se passa de fato.

Se não acredita, visite o LINK do Palácio do Planalto e leia a lei, em especial nos seu artigo 28, incisos IV, V, VIII e X.

Sérgio

terça-feira, junho 21, 2016

Religião do Amor...


Não dá para aceitar: Paquistanesa grávida é degolada pela família 'em nome da honra'. Isso não é um comportamento aceitável, certo? Incrível! Veio do UOL:

Uma jovem grávida de seu segundo filho foi degolada por parentes por ter se casado sem consentimento no Paquistão, informaram as autoridades, em mais um crime cometido 'em nome da honra'. Muqaddas Bibi, de 22 anos, se casou com Taufiq Ahmed há três anos, apesar da oposição de sua família, que considera um "casamento por amor" --ao contrário de uma união combinada-- equivalente a uma desonra, informou Mohammad Arshad, da polícia de investigação. Os pais da jovem, com quem ela havia cortado relações, foram até a clínica onde ela se encontrava e a convenceram a voltar para casa, assegurando que tinham mudado de opinião. Quando a jovem chegou em casa, seus pais e seu irmão cortaram sua garganta com uma faca, matando-a na hora.

Muqaddas Bibi tinha uma filha de 10 meses de idade e estava no sétimo mês de sua segunda gravidez quando foi assassinada. Os autores do crime fugiram da localidade de Buttaranwali, a 75 km de Lahore, e se encontram desaparecidos. Centenas de mulheres são assassinadas todos os anos no Paquistão por suas famílias por 'questões de honra'. Nas últimas semanas, uma mulher queimou viva sua filha de 16 anos por que a adolescente tinha escolhido o próprio marido, e outra jovem, de 19 anos, foi torturada e queimada por um grupo de pessoas por ter se negado a casar com o filho de seu antigo chefe. Em abril, outra jovem havia sido assassinada por ter ajudado uma amiga a fugir com um homem.

Sérgio

quinta-feira, junho 16, 2016

Tomás Turbando


Sem comentários... Esse ser é uma figura arrogante e merece essa vergonha. Não vai dar as caras tão cedo, rsrsrs

Sérgio

domingo, abril 03, 2016

Sexo ao vivo e à cores!


Sem noção: Casal de SC é flagrado fazendo sexo em monte; câmera transmitiu ao vivo. Veio do G1:

Um casal de namorados foi flagrado praticando sexo no Morro do Agudo, em Tangará, no Oeste catarinense. O que eles não sabiam, segundo informaram à Polícia Militar, é que estavam o tempo todo sendo filmados por uma câmera que transmite pela internet imagens do local, bastante procurado nos fins de semana por praticantes de voo livre.  O caso ocorreu na manhã de quinta-feira (31). Segundo a Polícia Militar de Tangará, várias pessoas mandaram mensagens de texto e telefonaram para alertar os policiais de que as imagens do casal estavam sendo transmitidas ao vivo. Ao serem informados, policiais militares foram até o local, por volta das 11h30 da manhã, e flagraram um jovem de 21 anos e uma adolescente de 15 sem roupas e cobertos por um lençol. Eles foram encaminhados até a delegacia, e contaram que eram namorados há algum tempo e que não sabiam da existência da câmera no local. O Conselho Tutelar do município foi acionado, já que o caso envolveu uma menor de idade. Segundo a PM, inicialmente não foi constatado crime de estupro, já que a relação sexual foi consentida e a jovem tem mais de 14 anos. O G1 procurou o Conselho Tutelar na tarde deste sábado, mas não conseguiu contato com os telefones de plantão. A reportagem também não conseguiu contato com o clube responsável pela câmera nem com a Polícia Civil. De acordo com um praticante de voo livre que preferiu não se identificar, o casal "foi inocente". "Essa câmera é do clube de voo e já existe há muito tempo", afirmou.

Sérgio

sexta-feira, outubro 23, 2015

Como se faz isso?


Sem noção... Raio-x revela celular em intestino de detento no presídio de Alfenas, MG. Como parou lá? Fala sério! Aparelho foi encontrado depois que detector de metais acusou a presença. Jovem foi encaminhado ao hospital, onde raio-x mostrou o objeto. Veio do G1:

Um detento de 25 anos foi flagrado com um aparelho celular escondido no intestino na manhã desta segunda-feira (19) durante revista com um detector de metais no Presídio de Alfenas (MG).  De acordo com informações da Polícia Civil, o jovem foi encaminhado ao Hospital Universitário Alzira Velano, onde um exame de raio-x confirmou a existência do objeto. O jovem cumpre pena por roubo.
Segundo informações da assessoria do Hospital, o rapaz não precisou passar por cirurgia, mas tomou laxante e expeliu o aparelho. Ele permanece internado e passa bem. A diretoria do presídio não soube informar como o celular chegou até o detento. 

Sérgio

quinta-feira, outubro 22, 2015

Comunista Brasileiro... LIXO!


Fala sério... Comunista brasileiro quer "fuzilar" pessoas. Veio da VEJA:

Mauro Iasi foi candidato pelo PCB à Presidência da República em 2014. O PCB é um micropartido sem nenhuma importância, como Iasi, um Zé-Ninguém. Formado em história pela PUC-SP, com mestrado e doutorado em sociologia na USP, é professor-adjunto da Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e já presidiu a associação de professores da instituição. A Wikipedia diz que ele também é poeta. O nome do seu livro é “Meta Amor Fases”. O trocadalho já o faz merecedor de um paredão de carilhos e denuncia seu calibre intelectual. Pois não é que este senhor, num debate na UFRJ, defendeu abertamente o fuzilamento de seus adversários? E ele deixou claro: não adiantaria o sujeito ser bom. Quem não comungasse de sua cartilha, bala! O vídeo está fazendo algum barulho na Internet. 

Dada a sua idade, Iasi nunca participou de luta armada. Tem cara de que borra a cueca ao primeiro tiro. Eu tenho certeza absoluta de que nem Marx esse sujeito leu, ou sua delinquência intelectual não seria tão saliente. Querem um exemplo? Ele diz: “Enfrentaremos os conservadores radicalizando a luta de classes”. Ora, em termos marxistas, você radicaliza a luta revolucionária, não a “luta de classes”, que não é um conceito de valor instrumental, mas a denominação de uma imanência do conflito de interesses entre burguesia e proletariado. Se Iasi estivesse certo e se fosse verdade o que dizem as esquerdas, então Joaquim Levy é um aliado dos comunistas porque, segundo esses psicopatas, o ministro tira dos pobres para dar os ricos, o que, por óbvio, em termos iasianos — e asininos —, “radicaliza a luta de classes”. Mas o melhor de sua performance de coxinha vermelho borra-cueca vem quando ele prega o fuzilamento dos adversários, com boçalidade característica.

Esse bobalhão não mata ninguém, não. É só mais um burguês do capital alheio, pendurado nas tetas do Estado, que usa o serviço público para fazer proselitismo ideológico e, quiçá, ganhar dinheiro sem trabalhar, uma vez que já foi sindicalista — e ainda é, não sei. Sua única saliência é a ignorância, como evidencia a confusão que ele faz entre luta de classes e luta revolucionaria. Falando a cretinos que leram ainda menos do que ele, pode passar por sábio. Eu não me preocupo com seu discurso, já que os seguidores do homem não lotaria uma Kombi. O que me choca é outra coisa. Ele fala no auditório da UFRJ, relativamente tomado. Nota-se que um bom número de pessoas — que também se esconderiam debaixo do colchão ao primeiro tiro — o aplaude. Não, meu queridos! O risco não é a gente vir a ter luta armada no Brasil. O risco é toda aquela gente que aplaudiu sair do auditório andando de quatro e depois se acasalar atrás da primeira moita.

Sérgio

segunda-feira, outubro 19, 2015

Piranhas e Caipirinhas...


Até que foram "criativos" no :"disfarce", mas pegou mal. Porém, falou alguma mentira? As pessoas e revoltam com o executivo, com razão, mas não se importam que sejamos mesmo um País onde as piranhas, piriguetes e sirigaitas façam e aconteçam dia e noite. Com dois pesos e duas medidas fica difícil... Veio do G1:

No programa oficial do Congresso Mundial da Associação Internacional de Proteção da Propriedade Intelectual (AIPPI), o presidente do órgão, o advogado chileno Felipe Claro, cometeu uma gafe ao apresentar o Brasil como “o país das piranhas e das caipirinhas”. A informação foi divulgada pela coluna Gente Boa, de "O Globo" nesta terça-feira (13). A presidente da AIPPI Brasil, Elisabeth Kasznar Fekete explicou à coluna que tudo não passou de um mal entendido. “Foi um erro de digitação. Era para ser 'picanhas' e 'caipirinhas'. Só nos restou lamentar”, disse. A AIPPI é uma organização sediada na Suíça e tem cerca de 9.000 membros, que representam mais de 100 países. O congresso aconteceu na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.

Sérgio

quarta-feira, outubro 14, 2015

Ventobras!


#vergonhalheia! A nova empresa brasileira que a presidanta fundou na ONU! Não sabe o quê é isso? Então assista o vídeo abaixo!


Sérgio

quarta-feira, setembro 23, 2015

Selfies & Tubarões


Sabe quem mata mais por ano? As Selfies! Pois é... Nem tudo que a tecnologia trouxe é bom, rsrsrs  Tem hora e lugar para tudo. Matéria da revista Época. Veja AQUI a matéria original do site Mashable:

Já falamos deste "fenômeno" aqui no Experiências digitais: selfies podem matar. Um levantamento feito pelo site de tecnologia Mashable mostra que o número de mortes causadas por selfies em 2015 supera o de causadas por ataques de tubarões. Foram 12 acidentes fatais originados pelo ato de tirar fotos de si mesmo contra oito ataques de tubarões. O último caso aconteceu na semana passada. Um turista japonês morreu depois de despencar de uma escada enquanto tentava fazer uma selfie no Taj Mahal, na Índia. Esse tipo de acidente é o mais comum entre as mortes por selfie. Quatro dos 12 casos fatais foram de gente que caiu enquanto tentava tirar uma foto de si mesmo. Em segundo lugar, aparecem as selfies com trens em movimento... Pois é. A preocupação com o fenômeno é tamanha que o governo russo lançou em julho deste ano uma cartilha num movimento nacional para conscientizar a população sobre os perigos da selfie. Um parque nacional no estado do Colorado, nos Estados Unidos, chegou a fechar as portas porque as pessoas não conseguiam parar de tirar selfies com... ursos.

Há algo de errado na humanidade.

Sérgio

segunda-feira, julho 20, 2015

Austrália x Brasil


Dá até vergonha de ler o texto para o qual coloco um link ao fim deste post. Muita gente diz que a Austrália é o Brasil que deu certo. Fazem geralmente esta referência pelo fato da Austrália e o Brasil terem climas parecidos em algumas partes do país e muitas belezas naturais. Contudo, ao comparar os dois países sempre fica a idéia que a Austrália foi um país que deu certo e o Brasil não e esta constatação é correta, afinal, como costumam dizer os brasileiros que aqui chegam, “as coisas na Austrália funcionam”. De fato, a Austrália é conhecida mundialmente como “The Lucky Country”(O país sortudo) e todos os anos milhões de pessoas de todo mundo fazem planos para imigrar para o país e viver por lá para sempre. Mas por que a Austrália aparentemente evoluiu tanto enquanto o Brasil ficou para trás?

Well, visite este LINK e saiba as razões. E, como eu, chore, pois são TODAS verdadeiras!

Sérgio

terça-feira, junho 30, 2015

Isso é Brasil: ANCINE


É muito complicado... Mais uma vez o Governo Federal vem interferir na economia com a atuação desastrada de suas agências (des)reguladoras (SIC), em especial a famigerada ANCINE. Eles querem interferir em tudo, inclusive no seu pacote de conteúdo on demand pago, como Netflix. Veio do site Brises.org, de autoria de Pedro Borges Griese. É simplesmente uma vergonha a forma amadora e infantil como o Brasil trata nossa economia. A forma paternalista pela qual o povo é conduzido produz estas distorções que nos levam ao pior cenário possível para o estímulo a eficiência. Leiam e tirem suas conclusões: 

Se existe algo quase certo sobre o intervencionismo governamental na vida das pessoas é o fato de ser quase impossível detectar um limite para a capacidade do governo em fazê-lo. Uma das formas mais corriqueiras é a lenta e progressiva intervenção, que pode vir com o rótulo de regulação. A regulação vai adentrando as atividades humanas de forma quase imperceptível, inodora e incolor. Quando finalmente percebemos, estamos em um regime intervencionista sem nos darmos conta de como chegamos lá. O intervencionismo pode se imiscuir em quase todos os setores da economia.

Em um artigo recente, estudamos a intervenção do governo brasileiro em uma atividade corriqueira, frugal, simples e quase supérflua: o ato de frequentar cinemas. Vimos como a instituição de cotas de conteúdo nacional, bem como a limitação de títulos de filmes por sala, causaria muito mais impactos negativos do que eventuais resultados positivos. E tais impactos se refletem em todo o setor. Consequentemente, defendeu-se que a intervenção do órgão que poderíamos chamar de "responsável pelo setor" (Agência Nacional de Cinema — ANCINE) causa mais danos do que benesses.

Ocorre que, diante de alguns outros fatos não abordados no artigo anterior, mas principalmente em razão de novas notícias publicadas pelo mesmo órgão, temos de ampliar a análise.

Nesse sentido, cabe mencionar que recentemente a ANCINE publicou a sua Agenda Regulatória para 2015/2016. A Agência diagnosticou 11 coisas que ela chama de Temas Estratégicos.

Resumidamente, pode-se dizer que a publicação traz possibilidades realmente preocupantes. A maioria das propostas regulatórias não traz novidades, muitas delas são atualizações e modificações de regulamentos ou leis já existentes. O que mais se destaca, no entanto, são os temas que realmente têm potencial de trazer inovações na intervenção.

Jogos eletrônicos

Uma das novidades na agenda regulatórias é o tema "jogos eletrônicos".

Oficialmente, a ANCINE declara que deseja promover um estudo relativo à inclusão dos jogos eletrônicos — e toda a sua cadeia produtiva — no espectro da legislação do setor audiovisual. Os objetivos seriam: estimular a produção brasileira independente e a produção regional; estimular a expansão dos serviços de 'acesso condicionado' e de novos segmentos; aprimorar mecanismos de defesa e da ordem econômica.

Eis o que realmente quer a ANCINE: fazer estudos para criar cotas, benefícios e privilégios para produtoras de jogos nacionais; criar restrições de qualquer tipo ou maneira para jogos estrangeiros; interferir, sob qualquer pretexto, na escolha de jogos a serem comprados pelos consumidores; interferir na escolha dos pais, das crianças e dos adolescentes; cobrar a taxa da CONDECINE de jogos; interferir nas plataformas e na dinâmica do mercado de consoles, em especial os consoles estrangeiros (leia-se Play Station e XBOX).

Por conseguinte, aplique todo o raciocínio da criação de cotas e das reservas de mercado, e os resultados não poderão ser outros: jogos e consoles mais caros; menor valor de entretenimento; retração do setor; jogos encalhados nas prateleiras, mas financiados com dinheiro público porque são nacionais.

É possível até que alguns jogos sejam barrados ou proibidos, usando qualquer desculpa. Se você acredita que isso é um exagero, lembre-se do que ocorreu com o jogo Counter Strike.

Enfim, se algum leitor tem como entretenimento jogar videogame em qualquer plataforma que seja é melhor ficar atento.

Serviço de Acesso Condicionado — SeAC

A rigor, esse tema não é tão novo: trata-se da lei nº 12.485.  Essa lei, juntamente com a Instrução Normativa 101, faz parte do regulamento do Serviço de Acesso Condicionado — SeAc, que é mais conhecido como TV por Assinatura.  Mas, como se essa legislação não fosse ruim o bastante, a ANCINE pretende aprofundar ainda mais o tema — com a mais cândida das intenções, evidentemente.

Basicamente, o que essas normas impõem é uma cota para conteúdo nacional no serviço de TV que o consumidor assina e paga.  Esses normativos, além de imporem uma quantidade de canais de distribuição obrigatória (artigo 32 da lei), também obrigam os canais que exibem predominantemente filmes, séries, animação, documentários (chamados de canais de espaço qualificado) a dedicarem 3 horas e 30 minutos semanais de seu horário nobre à veiculação de conteúdos audiovisuais brasileiros.

Sendo que, no mínimo metade, deverá ser produzida por produtora brasileira independente. 

Traduzindo: o consumidor paga pela TV por assinatura, porém a operadora cujo serviço ele contrata é obrigada a distribuir canais escolhidos pelo governo no menu de canais contratados, fechando assim o espaço para outros canais que poderiam ser transmitidos — canais esses que, sob o julgamento de valor do mesmo consumidor, seriam mais interessantes para ele, logo com maior audiência.

Adicionalmente, naqueles canais em que realmente há maior audiência, ocorrerá que, em ao menos um dia por semana, e no horário nobre, só haverá opção de assistir a algum conteúdo nacional. O consumidor não tem a opção de não comprar canais nacionais ou conteúdos nacionais.

Parece-me que este seria um caso de vitória quase certa para os advogados que adoram litigar usando o Código de Defesa do Consumidor, em especial usando o artigo que disciplina a venda casada. Mas é mais provável que esses mesmos advogados irão dizer que a venda casada só é proibida para empresas, nunca para o governo.

O mais distorcido na imposição de toda essa regulamentação é a justificativa da ANCINE para a as cotas. Segundo a ilustre agência, o mecanismo das cotas "garante uma demanda potencial mínima que possibilita a existência da produção nacional em bases capitalistas, sem o demasiado apoio do erário público".  

Mais ainda: "as cotas permitem a convivência, nos mercados locais, entre a produção audiovisual feita nesses países e a produção internacional sempre comprada a preços muito baixos, pois seus custos de produção já foram inteiramente pagos nos mercados onde foram produzidos".

Portanto, para a ANCINE, criar reservas de mercado é "capitalismo", e o fato de o consumidor receber uma produção internacional mais barata é algo ruim.  No que mais, ainda segundo a augusta agência, a produção nacional deve ter o apoio do erário público (sic), mas não demasiadamente.

Além da justificativa anterior, a agência argumenta que "os europeus, canadenses, sul-coreanos e australianos resolveram a questão incontornável da demanda potencial para os conteúdos produzidos nesses países estabelecendo obrigações de veiculação (as cotas) para a produção doméstica." E discorre que, "na Europa, as cotas são de 50% de conteúdos europeus no espaço qualificado em todos os canais."  E complementa dizendo que, "mesmo nos Estados Unidos, há uma política de proteção e incentivo à produção independente." E finaliza dizendo que "a política de obrigação de veiculação de conteúdos nacionais não se apoia somente em questões econômicas, mas também em aspectos culturais."

Breve parêntesis: a agência nunca especifica o que seriam estes "aspectos culturais", o que abre uma ampla discricionariedade para que ela própria possa interferir e definir o que é cultura e quem a produz.

A ANCINE complementa a argumentação afirmando que "as cotas mínimas para conteúdo nacional geram diversidade nos mercados audiovisuais e são instrumentos legítimos reconhecidos pela comunidade internacional."

Ou seja, se os países do mundo inteiro criam reservas e barreiras de mercado prejudicando seus próprios cidadãos, então o Brasil deve copiá-los prejudicando os próprios brasileiros no processo. Assim é construída a negação da Teoria das Vantagens Comparativas de David Ricardo, e um dos princípios basilares para a maior prosperidade entre os povos é negado. A divisão do trabalho é afetada, seus efeitos são diluídos, e a cooperação e associação humana são prejudicadas.

Mises escreve quase todo esse argumento, de forma mais detalha, no capítulo 8 de Ação Humana. Acrescento também o capítulo 14 do livro Economia Numa única Lição e o capítulo 9 de Economia e Liberdade.

No caso de cotas de conteúdo de TV, deve-se ressaltar adicionalmente que a imposição das reservas de mercado, além de criar empecilhos para a divisão de trabalho e cooperação humana, faz com que os países prejudiquem a troca de experiências culturais entre as pessoas quando, mutuamente, criam cotas e barreiras de seus conteúdos. Isso é algo lamentável.

Vídeo por demanda

Essa é outra inovação da agência.

A ANCINE quer regular o serviço de vídeo por demanda. Segundo ela própria, a ideia seria regular a atividade por meio da revisão dos critérios para a cobrança da CONDECINE. E a diretriz desse tema estratégico é: "desenvolver e qualificar os serviços de TV por assinatura e de vídeo por demanda, oferecidos em todos os ambientes, e ampliar a participação das programadoras nacionais e do conteúdo brasileiro nesses segmentos de mercado". (Itálico meu).

Esse tema será o principal problema a ser tratado nessa rodada intervencionista. Serviços de assinatura de vídeo "on demand" têm se popularizado, especialmente na Internet.  Podemos listar uma vasta variedade de atuantes dessa modalidade de serviço, tais como: Netflix, Hulu, Popcorn Time, Google Play Movies, Now, HBO Go, Telecine Play, Crackle, NetMovie entre outros.

Tais veículos vêm crescendo consistentemente nos últimos anos. É deveras sintomático que a ANCINE coloque como diretriz seu desejo de regular tais serviços "em todos os ambientes". Ela especifica claramente que deseja elaborar estudos para rever os critérios de cobrança do CONDECINE, ou seja, cobrar a tarifa destes sites de serviços de vídeo on demand.

Deve-se aqui ressaltar que uma das modalidades dessa tarifa é a chamada "CONDECINE Título". Ela incide sobre a exploração comercial de obras audiovisuais em cada um dos segmentos de mercado (salas de exibição, vídeo doméstico, TV por assinatura, TV aberta e outros mercados). O valor da contribuição varia conforme o tipo da obra (publicitária ou não), o segmento de mercado e, no caso das obras não publicitárias, a duração (curta, média ou longa-metragem) e, ainda, a forma de organização da obra.

Nesse caso, seria uma tarifa cobrada baseando-se na quantidade de títulos disponíveis no catálogo das empresas de vídeo sob demanda. Quanto maior o catálogo, maior a tarifa. O efeito mais rápido disso para o consumidor? A assinatura do Netflix e dos sites similares deverá ficar mais cara para os brasileiros. Ou pior, haverá uma menor variedade na quantidade de títulos, conforme será descrito mais abaixo.

O raciocínio de cobrar a taxa do CONDECINE não seria uma novidade. Justamente pelo fato de que os clientes das empresas de TV por assinatura têm de pagar os impostos dos serviços e estão submetidos a cotas de conteúdo, há pressão dessas operadoras para equalizar o tratamento tributário e regulatório aos sites de video on demand.

Veja, por exemplo, o raciocínio do ex-ministro das comunicações:

Na opinião do político, estes sites devem ser taxados tal como acontece com as empresas de TV por assinatura. A ideia, na verdade, é fruto de pressão destas companhias. Elas argumentam que os seus serviços sofrem taxas de tributação e devem exibir uma quantidade mínima de conteúdo nacional, por exemplo, e que não é justo que empresas de streaming não sejam submetidas às mesmas obrigações.

Para Paulo Bernardo, a solução seria a criação de uma regulamentação específica para serviços de streaming que inclui, obviamente, alíquotas tributárias.

O mais tragicômico deste raciocínio é que, na opinião do ex-ministro, o Brasil é um "paraíso fiscal" para tais serviços e isso não deveria ocorrer. Para sermos justos, não se pode acusar a ANCINE de pensar e fazer exatamente aquilo que o governo raciocina que deve ser feito. Na dúvida, se um serviço seria ou não tributável ou regulável, há alguma dúvida quanto a qual conclusão o órgão vai chegar?

Uma possível consequência dessa regulamentação é a queda na qualidade do serviço do Netflix e seus similares. O raciocínio é o seguinte: uma das ações do Netflix e de sites concorrentes é instalar servidores em redes de telecomunicações de forma a encurtar a distância entre o usuário e o conteúdo demandado. O Netflix, por exemplo, instala mais servidores em redes no Brasil. Com a nova regulação, simplesmente o Netflix poderia não instalar servidores em locais onde a jurisdição brasileira prevalece. Porém, isso aumentaria a distância do usuário e seu conteúdo, prejudicando assim a transmissão e a qualidade dos serviços.

Como as redes de telecomunicações de empresas atuantes no Brasil sofrem uma demanda por tráfego internacional, essa pressão de demanda aumentaria, degradando mais ainda o nível de qualidade do serviço. Adicione a isso o fato de que as empresas de acesso no Brasil estão impossibilitadas de gerenciar melhor o conteúdo, em função do Marco Civil da Internet e da neutralidade de rede, e temos então um cenário de criação de incentivos perversos, os quais tenderão a aumentar a degradação dos serviços de vídeo sob demanda.

Os prestigiosos juristas e técnicos do governo brasileiro e da ANCINE poderão arquitetar uma legislação em que a tributação do serviço de vídeo sob demanda incorreria independentemente da localização das sedes das empresas, de onde se hospeda o site, ou de onde se localizam os servidores. Porém, o mercado também dispõe de criativos advogados que poderiam bolar ferramentas jurídicas para contornar essa legislação. E assim um jogo de gato e rato para tributação e regulação de bytes surgiria. O governo brasileiro buscando tributá-los e as empresas buscando se defender. De qualquer forma, eventualmente esse custo de instabilidade regulatória, jurídica e fiscal incorrerá sob o consumidor brasileiro.

Outro problema dessa regulação do serviço de vídeo por demanda é a possível imposição de cotas de conteúdo nacional nesses veículos de mídia. Não seria surpresa uma interpretação nessa vertente, já que seus principais concorrentes (as operadoras de TV por assinatura) estão sob a legislação que foi descrita acima.  

Nesse caso, além de todos os efeitos negativos da criação de cotas e barreiras de mercado, há um problema adicional bem significativo: um dos mais importantes atrativos para estes veículos de vídeos sob demanda está na oferta de uma extensa variedade de conteúdo para seus clientes.  Não à toa, estas mídias buscam obter catálogos de vídeos com muitas opções. Em princípio, adicionar vídeos de produtoras nacionais a esses catálogos poderia aumentar a variedade e a opção aos clientes, o que seria benéfico e desejado por todos. Porém, caso haja uma imposição de cota de conteúdo, corre-se o risco de não haver conteúdo nacional suficiente para preencher tal cota.  E aí começa a encrenca.

Primeiro, o site poderia ter de reduzir a quantidade de títulos de seu catálogo para se adequar à razão conteúdo nacional/conteúdo estrangeiro. Exemplo: suponha que o catálogo de um site seja 1.000 vídeos, sendo que destes 1.000 há um total de 100 vídeos nacionais. Se a cota for de 10%, então a razão conteúdo nacional/conteúdo total é atingida. Porém, se a cota for de 20%, então terá de haver uma diminuição do catálogo pela metade. Esse é um risco bem real que pode ocorrer com a assinatura de sites de vídeos sob demanda.

Mesmo que a cota seja atingida inicialmente, ainda assim haverá um segundo problema. É notório que a produção de conteúdo nacional é — e muito provavelmente sempre será — inferior em quantidade à produção de conteúdo internacional (a menos que a produção de conteúdo exclusivamente nacional seja mais da metade da produção mundial, isso sempre ocorrerá). Assim, mesmo que a cota seja atingida inicialmente, o distribuidor de vídeo sob demanda não poderá adicionar novos vídeos com a taxa de crescimento que ele gostaria, pois estaria restrito à taxa de velocidade de produção de conteúdo da produção nacional.

Não obstante, esse problema pode se agravar ainda mais. Para cumprir a razão que a cota estabelecer, o incentivo de produção de conteúdo nacional passa a ficar superdimensionado. E o efeito de se produzir conteúdo nacional com menor apelo de entretenimento, e qualidade artística questionável, aumentaria. Isso em razão do fato de tal conteúdo não estar sendo produzido de forma orientada ao público, mas sim orientada pela imposição das cotas, conforme já foi discutido no artigo anterior.

Enfim, ao impor uma possível cota de conteúdo nacional, a consequência lógica provável será o fato de mais conteúdo com valor artístico duvidoso ser ofertado forçosamente para o público.

Adicione à equação o elemento da cobrança da "CONDECINE Título", como já mencionado, e você verá que é bem possível que a empresa de vídeo sob demanda, como resposta à intervenção, atue no sentido de diminuir a variedade de títulos em seu catálogo.

Observe que nesse caso a tributação não seria em função do tráfego demandado em si, mas da quantidade de títulos ofertados. E seria lógica a conduta da empresa ao se comportar assim: primeiro para se adequar a uma possível imposição de cota de conteúdo e segundo para reduzir o fato gerador da incidência da tarifa, reduzindo a quantidade de títulos disponíveis em seu catálogo para o público nacional.

Conclusão

Como se já não bastasse sua danosa atuação no mercado cinematográfico nacional, a ANCINE pretende estender sua nefasta atuação em outras áreas do "audiovisual". As consequências podem ser elencadas desta forma: encarecimento dos jogos de videogame; deterioração de serviços de vídeo sob demanda; possível redução da variedade de conteúdo à disposição dos consumidores; encarecimento dos serviços.

Resumidamente, o consumidor será forçado a adquirir uma quantidade de conteúdo que não gostaria de ver, nem iria comprar, em condições normais de mercado.

Dado que os danos ao cinema e à TV a cabo já foram causados pela regulamentação já existente, ao menos os danos aos sites de vídeo sob demanda na Internet e nos videogames podem ser evitados. O que foi publicado pela ANCINE é apenas a sua agenda regulatória, logo tal regulação ainda está no aspecto da proposta. Se o preço da liberdade é a eterna vigilância, espero sinceramente que esse artigo sirva de alerta.

No momento, minha única sugestão para tentar impedir os efeitos ruins desta regulação é reclamar diretamente com quem diz ser o responsável pelo setor.

Sérgio

quinta-feira, junho 25, 2015

Isso é China!


A China é mesmo diferente: País vai combater shows de strippers em velórios. Veio do Globo:

O governo da China decidiu apertar o cerco a fim de impedir a realização de shows de strippers em velórios em áreas rurais do país. As apresentações de dançarinas seminuas se tornaram uma febre em funerais de regiões mais afastadas de grandes centros urbanos, que carecem de eventos culturais. O Minstério da Cultura vai aumentar a fiscalização, noticiou a agência AP. De acordo com a crença local, quanto mais pessoas vão a um velório, mais honra recebe o morto. Assim, muitos estão apelando para strippers para como grande atração aos funerais. A modalidade erótica em enterros ganhou grande atenção da imprensa internacional na semana passada, quando foi divulgado um vídeo que mostra strippers contratadas por uma viúva em Taiwan. De acordo com o governo comunista, duas apresentações "vulgares" no país despertaram a atenção: uma em Hebei, com seis dançarinas, e outra em Jiangsu, que reuniu três strippers chinesas.

Sérgio

segunda-feira, junho 22, 2015

Cada um paga o seu...


O pior é que foi verdade: lembro disso, foi nem 2008, se não me engano, em Curitiba. Dizem que o cara do Corcel saiu do carro dizendo isso!

Sérgio

domingo, junho 21, 2015

Danilo Gentili & Dilma 1


Assistam antes que proibam, já que a Censura anda rondando. Muito boa esta montagem do Danilo Gentili. Se ele já era persona non grata antes, agora está com a cabeça à prêmio! Hilário... Agora é esperar o mimimi de quem leva políticos na brincadeira e humoristas a sério!

Sérgio

sábado, junho 20, 2015

Isso é Brasil!


Não tem mais solução... Olha a última do Rio: 38 deputados do Rio de Janeiro que votaram a favor do vale-transporte para visitantes de bandidos presos. Veio da Veja:

A pedido dos leitores, consegui a lista dos 38 deputados do Rio de Janeiro que votaram a favor do vale-transporte para visitantes de bandidos presos. Não: os parentes de suas vítimas não têm direito nem mesmo a vale-transporte para visitá-las no hospital, mas a família inteira terá de pagar, junto ao resto dos cidadãos de bem, a condução dos visitantes daqueles que as roubaram, feriram, espancaram, estupraram e/ou mataram. Ainda pretendo analisar aqui o discurso picareta do deputado Marcelo Freixo durante a votação, ao anunciar o “sim” de toda a bancada do PSOL, o partido que continua fazendo jus ao seu terrorista fundador.

Por ora, destaco apenas que:

- o deputado Carlos Minc, ex-ministro do Meio Ambiente e notório propagandista da marcha da maconha e da “descriminalização” do usuário, deu a sua colaboração política para os traficantes que lucram com a sua propaganda.

- os deputados Martha Rocha e Zaqueu Teixeira, ambos não apenas delegados e ex-chefes da Polícia Civil, mas também membros da Comissão de Segurança e Assuntos de Polícia da Alerj, já podem ser transferidos para a Comissão de “Direitos Humanos”, onde poderão defender os interesses dos bandidos com maior facilidade.

Transcrevo abaixo a lista dos votantes, conforme anunciada na Assembleia Legislativa do estado, e saúdo os 3 deputados que cumpriram sua obrigação moral votando “não”.

O SR. PRESIDENTE (Wagner Montes) – Proclamo o resultado.

Votaram “sim” os Srs. Deputados:

- Ana Paula Rechuan,
– André Ceciliano,
– Bebeto,
– Benedito Alves,
– Bruno Dauaire,
– Carlos Minc,
– Daniele Guerreiro,
– Dionísio Lins,
– Dr. Julianelli,
– Dr. Sadinoel,
– Edson Albertassi,
– Eliomar Coelho,
– Enfermeira Rejane,
– Fábio Silva,
– Jânio Mendes,
– Jorge Fellipe Netto,
– Luiz Martins,
– Luiz Paulo,
– Luiz Martins,
– Marcelo Freixo,
– Marcelo Simão,
– Márcia Jeovani,
– Martha Rocha,
– Milton Rangel,
– Nelson Gonçalves,
– Paulo Ramos,
– Pedro Augusto,
– Pedro Fernandes,
– Renato Cozzolino,
– Rosenverg Reis,
– Samuel Malafaia,
– Tânia Rodrigues,
– Thiago Pampolha,
– Tia Jú,
– Tio Carlos,
– Wagner Montes,
– Wanderson Nogueira,
– Zaqueu Teixeira,
– Zidan

Votaram “não” os Senhores Deputados:

- Filipe Soares,
– Flavio Bolsonaro,
– Zito.

[Reproduzo o voto de Bolsonaro: "Sr. Presidente, os criminosos têm que pensar um pouco melhor antes de tirarem vidas, de assaltarem, de estuprarem, sequestrarem as pessoas. E, obviamente, nem sempre a ementa do Projeto diz tudo sobre o Projeto. Tenho certeza de que a população do Rio de Janeiro não quer que o dinheiro dos impostos que ela paga seja usado para pagar vale-transporte para familiares e visitantes de presos, tenho convicção de que não quer isso. Então, Sr. Presidente, o preso já custa muito caro para o cidadão. Não temos que arcar com mais essa conta. Espero que esta Casa também não tire dos seus cofres o dinheiro para pagar vale-transporte para os visitantes de presos no Rio de Janeiro. Encaminho o voto contra."]

Total de votos, 41; votos “sim”, 38; votos “não”, 3; abstenção, 0.

O Projeto está aprovado. Vai a Autógrafo.

Sérgio

segunda-feira, junho 15, 2015

Parece piada...


Parece piada: mulher foi chamada a motel do DF para reconhecer corpo de marido morto. Vítima teve ataque cardíaco em estabelecimento da Candangolândia. E tudo isso no Dia dos Namorados! Se ele não tivesse morrido, ela com certeza, matava! Veio do G1: 

Um homem de 53 anos morreu na noite desta sexta-feira (12), Dia dos Namorados, após uma parada cardiorrespiratória em um motel na Candangolândia, no Distrito Federal. Segundo a Polícia Militar, a mulher da vítima não estava com ela no momento e foi chamada em seguida para reconhecer o corpo. De acordo com a Polícia Civil, o homem começou a passar mal no quarto. Uma pessoa que estava com ele acionou a direção do estabelecimento, e o Corpo de Bombeiros foi chamado para o socorro. Os militares chegaram ao local por volta das 20h30. Eles tentaram reanimar a vítima por cerca de 40 minutos, mas não houve sucesso. O caso foi registrado como “morte natural aparente” na 11ª DP. O G1 entrou em contato com o motel, que não quis se pronunciar a respeito. Segundo testemunhas, o fato não interferiu no funcionamento do estabelecimento, que registrou grande movimento em virtude do Dia dos Namorados.

Sérgio