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terça-feira, setembro 03, 2013

Sweet Lorraine


Fred Stoubaugh, um senhor de 96 anos residente no Estado de Illinois, aqui nos Estados Unidos, ficou triste depois que sua mulher, Lorraine, 91, morreu e colocou fim a um casamento de 73 anos. Mesmo não sendo músico, Stoubaugh participou de um concurso de um pequeno estúdio, que procurava artistas locais e escreveu uma letra para homenagem à sua mulher... Comovidos, o pessoal do estúdio Green Shoes gravou a música que entrou para a lista de dez músicas mais vendidas da iTunes Store norte-americana. Ouça, assista. Mas prepare para se emocionar...

Sérgio

segunda-feira, abril 29, 2013

iTunes 10 anos!


Mudou a música... Valeu Apple!

Se a indústria da música começou a ruir em 1999 com o Napster, programa de compartilhamento de arquivos pela web, foi somente quatro anos mais tarde que encontrou um alento quando o iTunes foi lançado. O serviço de venda digital de canções da Apple completa dez anos neste domingo (28). Criou uma forma viável de conciliar a internet e o comércio de música. Depois vieram podcasts, livros, filmes, livros e aplicativos. Com isso, a Apple apresentou um modelo próprio de cobrança por conteúdo na internet. Respondendo por faturamento de US$ 4 bilhões em 2012, a internet, que antes só sangrava os bolsos da indústria, hoje é responsável por 57% da arrecadação de todas as vendas de música, segundo relatório da RIAA (associação das gravadoras). Mas a história começou modesta em 2003. Apesar de a Apple já ter acordos com gigantes como EMI, Warner, Sony e BMG, o serviço foi lançado com apenas 200 mil músicas, a US$ 0,99 cada, e só para computadores Mac. A mais ouvida na época era “Stuck in a Moment”, do U2. (Lembra? Não? Veja aqui), e o álbum mais vendido era “Sea Change”, do cantor Beck. Na semana de estreia, mais de um milhão de músicas foram vendidas. Mais robusta atualmente, a loja conta com 26 milhões de músicas, 130 vezes o catálogo inicial. Em fevereiro deste ano, o iTunes atingiu a marca de 25 bilhões de downloads. Segundo o vice-presidente da Apple para a área de software e serviços, Eddy Cue, a média é de 15 mil músicas baixadas por minutos.

Nesses dez anos, a loja se expandiu para 119 países e chegou ao Brasil em dezembro de 2011, com músicas por US$ 0,99 e álbuns por US$ 9,99. A plataforma atingiu tal importância que o catálogo digital dos Beatles foi lançado na íntegra em 2010 pela primeira vez na internet lá. Desenhado para abastecer o iPod, maior tocador de MP3 do mundo e carro-chefe da Apple em 2003, o serviço acabou o superando em importância. Enquanto o iTunes faturou US$ 4,1 bilhões no primeiro trimestre deste ano, 30% a mais sobre o período de janeiro a março de 2012, as vendas de iPods caíram 20%, para US$ 962 milhões. Apesar do pioneirismo, há a crítica de que a forma como ocorre o comércio na loja da Apple prejudica outras empresas. A companhia norte-americana enfrenta três casos de competição desleal relacionadas aos conteúdos comercializados pelo iTunes. Em processos abertos em 2005, 2006 e 2007, os reclamantes alegam que o formato de vídeos e filmes vendidos pelo serviço fazem com que a empresa exerça um monopólio, pois impedem que sejam executados em outros aparelhos além do iPod (iPhones e iPads ainda não existiam). As ações ainda correm na Justiça dos Estados Unidos.

Sérgio

sábado, abril 07, 2012

Games na iTunes Brasil


Boa notícia... Deu no G1:

A Apple começou a vender games na versão brasileira da loja iTunes Store. Embora não tenha anúncio oficial e não exista ainda uma seção de games na loja - apenas um destaque na página inicial, já é possível comprar os jogos, encontrados por meio de uma pesquisa, usando cartão de crédito brasileiro. Jogos da série "Angry Birds", "Fifa 12", "Real Racing 2" e o recente sucesso "Draw Something" estão entre os títulos disponíveis para a compra. Assim como músicas e filmes na iTunes brasileira, o preço dos jogos é em dólar. "Angry Birds Spaces", por exemplo, é vendido por US$ 1. Os games também estão disponíveis para a compra no iPhone, iPad e iPod touch. Os jogos possuem classificação indicativa de "maiores de 4 anos", que, segundo descrição da Apple, não apresentam material ofensivo, "maiores de 9 anos", "maiores de 12 anos" e "maiores de 17 anos". Os jogos enquadrados nesta última classificação podem apresnetar conteúdo ofensivo e sexual. O G1 procurou a Apple sobre o assunto, mas ainda não teve resposta.

Sérgio

sábado, dezembro 17, 2011

iTunes brasileira


Pessoal,

Que bom que chegou, não é? Aliás, para provar nossa "importância", a nossa loja chegou junto com a da Bolívia e mais 13 países da América Latina, rsrsrs Eu vou continuar na iTunes americana que é sem comparação, mas pretendo também adquirir conteúdo daqui. Só não posso é ver Roberto Carlos (e, depois, Restart, Michel Teló, Ivete Sangalo),  na tela de abertura do iTunes que me dá um desgosto...

A Apple anunciou na terça-feira (13) o lançamento da iTunes Store no Brasil. O serviço no país conta com músicas brasileiras e internacionais de gravadoras e selos independentes. A iTunes Store, que tem um catálogo de 20 milhões de músicas, chega ao Brasil com artistas locais como Ivete Sangalo e Marisa Monte, além da estreia digital do catálogo de Roberto Carlos. Com o serviço, usuários podem comprar e baixar músicas on-line. A maioria das canções custa US$ 0,99 (cerca de R$ 1,80), e a maioria dos álbuns sai por US$ 9,99 (R$ 18), conforme a Apple.

Como usar

Para acessar a loja do iTunes, é preciso baixar o aplicativo no site da Apple. O donwalod é gratuito. Após abrir o programa no computador, a iTunes Store estará logo abaixo do item “Loja”, na barra à esquerda. O usuário deve apenas clicar em cima para entrar no serviço. A última versão do iTunes para Mac e Windows inclui a iTunes Store. Para comprar músicas e filmes, é necessário ter um cartão de crédito válido, com endereço de cobrança no Brasil. O serviço é organizado pelos álbuns dos artistas. Os usuários conseguem ter uma prévia de 1 minuto e meio de todas as músicas. Algumas canções podem custar US$ 1,29, enquanto outras, como “Paradise”, do álbum Mylo Xyloto, do Coldplay, saem por US$ 0,69. Entre as promoções, há álbuns completos sendo vendidos por US$ 4,49, como “X & Y”, do Coldplay. Também é possível comprar videoclipes de músicas, como "The one that got away", da Kate Perry, que custa US$ 1,99. Outros clipes saem por US$ 1,49.

A iTunes Store no país venderá canções de gravadoras como EMI Music, Sony Music Entertainment, Universal Music Group e Warner Music. Conforme a Apple, todas as músicas vem em iTunes Plus, formato livre de DRM (gestão de direitos digitais) de alta qualidade de codificação 256 kbps AAC. A companhia diz que a qualidade de áudio é “praticamente indistinguível” em relação às gravações originais.

Filmes

Além de músicas, a iTunes Store também permite alugar e comprar mais de 1 mil filmes – alguns em alta definição (HD). Entre os longas brasileiros disponíveis está “Tropa de Elite”, que chega a custar US$ 19,99 (cerca de R$ 36) – "O Inimigo Agora é Outro". A maioria dos títulos é vendida por US$ 9,99, como “Se beber, não case”, que não tem a opção de aluguel. O filme “Senna” tem as duas alternativas – custa US$ 9,99 para comprar e US$ 3,99 (R$ 7,20) para alugar. Depois de fazer o download, o usuário tem 30 dias para assistir ao filme. Após clicar em reproduzir, são 24 horas para terminar. Alguns títulos podem custar US$ 14,99 (R$ 27), como “Planeta dos Macacos: A Origem”. Porém, o aluguel segue o padrão de US$ 3,99 – “Tropa de Elite 1” pode ser locado por US$ 2,99 (R$ 5,40). O serviço traz filmes da 20th Century Fox, Paramount Pictures, Sony Pictures Home Entertainment, Universal Pictures, The Walt Disney Studios e Warner Bros. Pictures.

Agora, os brasileiros podem comprar aplicativos para iPhone, iPad, iPod e Mac pela loja do iTunes. Na aba App Store, o usuário encontra mais de 500 mil programas. Conforme a Apple, clientes da App Store já fizeram mais de 18 bilhões de downloads no mundo. A Apple também lançou a iTunes Store nesta terça-feira (13) em mais 15 países da América Latina: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru e Venezuela.

Sérgio

domingo, dezembro 04, 2011

iTunes Brasil


Pessoal,

Vem aí a loja brasileira... Até que enfim... Matéria Revista Época:

No início de 2003, o cineasta brasileiro Leandro Caires, de 26 anos, participou de um dos momentos mais importantes da história da indústria fonográfica americana. No final do mês de abril daquele ano, Leandro, que morava com a família em Boston, nos Estados Unidos, assistiu pela TV a Steve Jobs, fundador da Apple, apresentar a loja on-line iTunes Store. Jobs, que tinha lançado dois anos antes o iPod, um aparelhinho que se tornara febre de vendas, estava empolgado. Pelo software iTunes, as pessoas teriam acesso a uma loja virtual para comprar músicas legalmente. Era só instalar o programa, navegar nos álbuns dos artistas, dar dois cliques e pronto: a música já estava em seu iPod. E o melhor: você poderia comprar músicas avulsas, por um preço acessível: em média, US$ 0,99 por faixa. O catálogo tinha pouco mais de 200 mil músicas, cerca de 1% da base atual de 20 milhões. A novidade fascinou Leandro, na época um adolescente que baixava tudo de graça na internet. Naquele momento, ele decidiu começar a pagar pelas músicas. “Era barato, seguro e com uma qualidade melhor do que você encontrava em sites de download”, diz. Leandro voltou ao Brasil em 2007. Continuou comprando as músicas americanas com sua conta criada lá. Mas não encontrava artistas brasileiros de sucesso. “As músicas nacionais, baixo na internet ou compro o CD”, afirma. Agora, oito anos depois, Leandro está diante de uma nova guinada no mercado fonográfico. Desta vez, do brasileiro.

A Apple deve abrir nos próximos dias a filial brasileira da iTunes Store. O lançamento faz parte da aproximação do país da empresa, que prepara uma linha de montagem de aparelhos em Jundiaí, no interior de São Paulo, e aprovou na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a Apple TV, aparelho que toca vídeos de várias origens. Os rumores em torno da iTunes Store cresceram três semanas atrás, quando o colunista de ÉPOCA, Bruno Astuto, revelou que a Apple estaria montando dois escritórios em São Paulo para isso. E que enviou dos EUA um executivo para negociar com as gravadoras brasileiras. Segundo executivos da indústria fonográfica, a Apple quer vender boa parte das faixas aqui a R$ 1,99. O iTunes deve vender a princípio só para quem tem cartão de crédito internacional. Redes de varejo como Fnac, Extra e FastShop estão se preparando para vender cartões nos valores de R$ 10, R$ 20 e R$ 40. Procurada por ÉPOCA, a Apple não quis comentar nenhuma informação. Para o negócio dar certo, ela precisa enfrentar a cultura predominante no Brasil, que tolera a pirataria. Bens culturais, como filmes, músicas ou videogames, facilmente copiados na forma digital, são considerados por muitos brasileiros um produto sem valor de compra e venda. O resultado é que os profissionais envolvidos na criação dessas obras, sobretudo os próprios artistas, não são remunerados por seu suor e criatividade. Será que o iTunes conseguirá inverter essa lógica: incentivar as pessoas a pagar por produtos de boa qualidade e trazer o dinheiro de volta para a música?

O primeiro obstáculo que a Apple enfrentou foram, ironicamente, as próprias gravadoras. Durante os últimos anos, elas resistiram a qualquer acordo. Alegavam que perderiam dinheiro porque as vendas digitais canibalizariam a de CDs. Diziam que o retorno da iTunes Store não compensava o negócio. E que a oferta digital legal não bastaria para conter o crescimento da pirataria. A estratégia da Apple é sempre a mesma nos 30 países onde tem loja. Ela impõe um preço ao mercado. E o mercado aceita, porque precisa. Foi o que ocorreu nos EUA, no início dos anos 2000, quando as gravadoras americanas já não tinham forças para brigar contra os sites de download ilegal, como o Naspster. A oferta da Apple era a única salvação para uma indústria que caminhava para o naufrágio.

Olhando os números do mercado nacional, dá para perceber por que as gravadoras decidiram fechar os acordos agora. Segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD), o faturamento das principais empresas caiu de R$ 1,1 bilhão em 1997 para R$ 360 milhões em 2009. A cópia ilegal de músicas na internet é apontada como a principal responsável pela queda, pois a venda de discos piratas afeta mais o mercado de DVDs. Como consequência da queda nas vendas de CDs, a ABPD diminuiu as exigências para entrega de prêmios. Para ganhar um disco de ouro, um artista precisava vender 100 mil discos. Agora, bastam 50 mil. As vendas necessárias para ganhar um disco de platina diminuíram ainda mais: de 250 mil para 100 mil. Mesmo assim, poucos artistas conseguem atingir a marca. Paulo Rosa, presidente da ABPD, diz ter esperanças de que uma loja que venda músicas em um formato fácil para o consumidor recupere o mercado. “O iTunes tem tudo para funcionar tão bem aqui quanto nos outros países e consolidar a venda de música digital”, diz.

Os detalhes da negociação entre a Apple e as gravadoras são secretos. A expressão comum entre os altos executivos da indústria da música envolvidos com a Apple é “omertà”. O termo do dialeto siciliano designa o voto de silêncio que os membros da Máfia fazem ao entrar na organização criminosa. A “omertà” das gravadoras é uma brincadeira, porque a Apple exigiu silêncio completo sobre as negociações, os acordos e os preços. “Não posso falar nada”, diz Aloysio Reis, presidente da Sony/ATV Music Publishing. “É um acordo de absoluto silêncio entre todos nós e a Apple.” Alguns executivos comentam em sigilo que a Apple está dura nas negociações de preço para download da faixa digital. “A Apple quer um valor universal que não achamos justo, porque há variações de acordo com a qualidade de produção de cada faixa”, diz um executivo. “Tentamos negociar uma gama mais flexível de preços – algo entre R$ 0,50 e R$ 2,50, mas os americanos não arredam pé.” Eles insistem em R$ 1,99. Alguns envolvidos nas negociações dizem que as gravadoras ainda não entenderam a nova tecnologia – e pensam em termos antigos. “A Apple vem com uma proposta clara”, diz outro executivo. “E as gravadoras com sede no Brasil querem elevar os preços. É a velha ganância, que enterrou nosso negócio.” 

Embora a negociação seja dura, o clima no meio musical mistura “omertà” com euforia. Intérpretes como Paula Fernandes e Belo recebem 10% sobre o faturamento das vendas de cada CD. Astros como Roberto Carlos e Marisa Monte ficam com 50%, porque bancam os custos do estúdio. Se Paula Fernandes entrar no iTunes, a gravadora ficaria com 50% a 70% do valor das vendas. Sua equipe tiraria cerca de 10% da parte da gravadora. “É uma festa para quem está por trás do trabalho de gravações”, diz o produtor Luiz Carlos Maluly, que produz os discos de Paula Fernandes para a gravadora Universal. “A loja da iTunes deverá ajudar a melhorar a situação de produtores, compositores, músicos e intérpretes.” Maluly diz que considera R$ 1,99 um preço justo. “Pode ser baixo, mas é melhor que o nada que a gente ganhava com a pirataria.”

Por isso, os artistas brasileiros se dizem esperançosos. Dezenas deles, ouvidos por ÉPOCA, confirmaram a negociação com a Apple. “Se vai dar certo ou não, eu não sei”, diz Caetano Veloso. “Mas é preciso tentar. É um caminho.” Gilberto Gil acredita que a nova geração de artistas deve estar preparada para o modelo de vendas da iTunes Store. “Não faz mais sentido lançar álbuns inteiros, como antigamente”, diz Gil. “Vale mais a pena lançar músicas e vendê-las separadamente.” Depois de 40 anos de carreira, Lô Borges se considera em transição para o formato digital. “Acho que é a evolução natural das coisas”, afirma. “Agora, meus discos feitos na década de 1980, final de 1970, vão estar disponíveis via iTunes no Brasil.” A esperança de cantoras como Gal Costa ou Paula Fernandes é que a legalização reduza o espaço para as cópias ilegais. “Pirataria é uma coisa horrorosa. Quando passo pelas ruas de Salvador e vejo o povo vendendo CDs piratas, me dá raiva”, diz Gal. “Sou sempre a favor de tudo o que é legalizado. Acredito muito na extinção da pirataria”, afirma Paula.

Nos últimos anos, houve diversas tentativas de vender música digital legalmente no Brasil. A maior parte delas não teve sucesso. Primeiro com as operadoras de celular. No início dos anos 2000, elas começaram a vender músicas usando a rede do próprio aparelho. Além da velocidade lenta, o custo por música passava dos R$ 5. As fabricantes de celulares também tentaram. A Nokia lançou celulares que baixavam música ilimitada por um ano. Depois, era só pagar uma mensalidade. Não funcionou. Alguns portais de internet brasileiros também entraram nesse mercado. Mas nenhum deles rivaliza com o iTunes. Desde 2003, o iTunes faturou cerca de US$ 16 bilhões vendendo música. Hoje, segundo estimativas, vende cerca de US$ 300 milhões por mês. Não há garantia de que a venda legal reduza a pirataria. Com a popularização da banda larga, há indícios de que a troca de arquivos, como músicas e filmes, pela internet é cada vez maior. Tanto no Brasil quanto nos outros países. Mas a oferta de música legal e acessível mostra que consumir o produto legalmente pode ser fácil e prazeroso. E, mesmo que não ocupe o lugar da pirataria, pelo menos representa uma fonte crescente de renda legítima. Grande o bastante para sustentar os artistas.

Para ajudar o mercado legal, há expectativa de que dois grandes concorrentes da Apple tragam serviços similares ao Brasil. O Google Music Beta, lançado no início do ano nos Estados Unidos, se propõe a ser o próximo passo na evolução da música digital. O serviço permite que o usuário armazene de graça todas as suas músicas e listas de reprodução em servidores remotos e acesse as canções em qualquer computador ou dispositivo com o sistema Android, do Google. A Amazon, conhecida pela venda de livros na internet, entrou na disputa pela nuvem musical em março, com o Amazon Cloud Player, semelhante ao Google Music. A chegada desses serviços e principalmente da iTunes Store anima consumidores como o publicitário Carlos Merigo, autor do blog Brainstorm#9. Ele diz que baixa em sites de download cerca de 70% das músicas que consome. E que os outros 30% prefere comprar em CDs. Merigo acredita que, com a chegada da iTunes Store, vai migrar parte de seus downloads para o serviço da Apple. “É mais pratico, rápido para baixar e barato”, afirma. “Certamente, passarei a comprar mais músicas.” É em gente como ele que apostam Caetano,Gal Costa e Paula Fernandes.

Sérgio

terça-feira, junho 07, 2011

iOS 5


Pessoal,

Vem aí o iOS 5 para iPhone's e iPad's. Mais de 250 novidades. Quer saber o que mudou??? Assista o vídeo acima e espere. Em poucos dias nas suas mãos.

Sérgio

sexta-feira, maio 27, 2011

iTunes Brasil


Pessoal,

Boa notícia:

A Apple está procurando lojas que revendem seus produtos no Brasil para tratar sobre a chegada do serviço de venda de músicas pelo iTunes ao país. Atualmente, a versão brasileira da loja digital da Apple vende apenas aplicativos para iPhone, iPad e iPod touch. Representantes da Fnac, Extra, Ponto Frio e Casas Bahia confirmaram ao G1 que foram procuradas pela Apple para discutir a venda de cartões pré-pagos nas lojas. Os cartões permitiriam que usuários brasileiros comprassem conteúdo no iTunes sem cartão de crédito. Conforme reportagem do jornal "Folha de S.Paulo", o serviço de música da Apple chegará ao Brasil em outubro por redes de revenda, que vão comercializar cartões de R$ 10, R$ 20 e R$ 40. Os preços dos arquivos seriam cobrados em reais. O G1 também procurou a Apple, que informou que a data de lançamento do iTunes no Brasil ainda não foi confirmada. A loja virtual iTunes foi lançada nos Estados Unidos em 2003 e chegou a 10 bilhões de músicas vendidas em fevereiro de 2010.

Sérgio

quinta-feira, janeiro 06, 2011

Fraude no iTunes


Pessoal,

Falando em Apple, cerca de 50 mil contas vinculadas a cartões de crédito roubados estão à venda no site Taobao, portal chinês de leilões. Cada conta está custando cerca de 1 yuan (R$0,25) e dá acesso de quase 12 horas, com compras ilimitadas, às tais contas fraudulentas. Em comunicado, o Taobao disse que o site não removerá os anúncios: "Nós tomamos todas as medidas razoáveis e necessárias para proteger os direitos dos consumidores que utilizam Taobao, de nossos vendedores e de terceiros. Até recebermos um pedido de retirada válido, não podemos agir", afirmou. De acordo com a BBC News, os dados bancários podem ter sido pegos de contas fraudadas já existentes no iTunes, ou vindos de cartões de crédito roubados. Ambas as formas são contra os termos e condições impostos pelo iTunes. A Apple não comentou oficialmente sobre o assunto, mas alertou aos usuários que deixem seus dados pessoais bem guardados. 

Sérgio

sábado, dezembro 18, 2010

Mac App Store


Pessoal,

Olha que legal... A loja virtual de aplicativos para os computadores Mac, a Mac App Store, será inaugurada no dia 6 de janeiro de 2011, de acordo com a Apple. O sistema permitirá que os donos dos aparelhos da empresa possam comprar programas e instalá-los como o fazem no iPhone e no iPad – com apenas um toque ou, no caso do Mac, com um clique. Com a loja virtual, os usuários do sistema operacional Snow Leopard já poderão adquirir os programas a partir do dia do lançamento. “A App Store mudou a forma de como compramos aplicativos para dispositivos móveis”, disse Steve Jobs, CEO da Apple em comunicado.  Esperamos alcançar o mesmo com a Mac App Store, transformando a busca por programas algo divertido e fácil”. De acordo com a empresa, a partir do dia 6 de janeiro mais de 90 países poderão acessar a loja virtual, comprando e baixando aplicativos gratuitamente em categorias como jogos, educação, culinária e viagem, por exemplo. Ao comprar o aplicativo, ele pode ser usado em qualquer computador pessoal do usuário. Ainda, atualizações baixadas automaticamente podem manter os aplicativos sempre atualizados. A Mac App Store foi anunciada em outubro, no mesmo evento que a Apple anunciou o sistema operacional Mac OS X 10.7, chamado de Lion, que chegará no final de 2011.

Sérgio

quarta-feira, novembro 24, 2010

Beatles no iTunes


Pessoal,

As músicas dos Beatles já fazem parte dos catálogos fonográficos da loja digital iTunes, da Apple. Em seu site, a Apple antecipou no dia 10 que comunicaria na terça algo "emocionante" para o iTunes. Fontes do The Wall Street Journal indicaram que, após longas negociações, executivos da Apple e representantes dos Beatles e da gravadora EMI, proprietária de muitas das músicas da banda, fecharam um acordo para distribuí-las pela primeira vez na internet. Até agora, as músicas dos Beatles não haviam entrado no comércio eletrônico. Da mesma forma, a banda não teve suas canções gravadas em CD até 1987, quando o formato de disco compacto já era mais comum na indústria fonográfica. A distribuição via iTunes pode permitir que os Beatles conquistem uma nova geração de fãs de música conhecedores de tecnologia.

Sérgio

segunda-feira, novembro 15, 2010

iTunes... O que será?


Pessoal,

Tá rolando uma countdown (contagem regressiva) no site da Apple para um novo anúncio relacionado ao iTunes. Será amanhã, 00h00 em Tokyo, 07h00 em Los Angeles, 10h00 em New York, 13h00 em São Paulo, 15h00 em Londres. Com a mensagem "Amanhã é apenas mais um dia que você nunca esquecerá", o anúncio está atualmente nas páginas da companhia nos EUA (apple.com) e Reino Unido (apple.com/uk). A última vez que algo assim aconteceu foi no ano passado, para comemorarem 1 bilhão de downloads de aplicativos para iPhone & iPad. O que será que vai rolar amanhã? Os países mencionados (EUA, Japão, Inglaterra) sugerem que o lançamento será algo relevante e de uso imediato por estes locais. A chamada também pode ser vista nos sites australiano e canadense da Apple, mas não na Alemanha, França e outros países europeus que não tenham o inglês como língua principal, provavelmente por questões de tempo para realizar as traduções. No Brasil, obviamente, nada... As apostas do que seria já existem: a compra de alguma grande empresa do ramo, como a LastFM ou Spotify, a muito aguardada chegada dos Beatles ao iTunes ou p lançamento de iTunes Stores físicas, seguindo o sucesso das Apple Store. Bom, chega... Vamos ter mesmo de esperar!!!

Sérgio

PS: o iTunes já comemorou 10 bilhões de músicas vendidas. Veja a página comemorativa AQUI.