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quarta-feira, março 16, 2016

Tango Bravo Alpha - É Hoje!


Pessoal, é hoje e eu vou. Quem gosta não pode faltar. Seis da tarde na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi de São Paulo.

Sérgio

quarta-feira, março 02, 2016

Tango Bravo Alpha


Pessoal, vem aí o lançamento de um livro muito especial, contando a história da Transbrasil, escrito pelo meu amigo Gianfranco Betting. A obra terá 288 páginas e mais de 600 de imagens, entre fotos, mapas, gráficos e ilustrações, a maioria delas inéditas. Serão mostradas todas as aeronaves operadas, em todas as suas coloridas pinturas, culminando um trabalho de décadas de arqueologia iconográfica. Uma saga de superações e desafios, agora resgatada, que não pode faltar na biblioteca de quem se interessa sobre aviação brasileira. Saibam mais AQUI. O lançamento do livro ocorre no dia 16 de março, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, em São Paulo. O preço do livro é de R$ 150,00. Estarei lá!

Sérgio

quinta-feira, abril 30, 2015

21 Gramas



Designer cria vibrador em que é possível guardar cinzas do falecido. Essa é demais: há mais o quê para inventar no mundo? Veio do G1:

Uma empresa de design criou um vibrador especial em que é possível guardar as cinzas do falecido. Além do brinquedo sexual, o produto criado pelo designer holandês Mark Sturkenboom inclui um compartimento para iPhone e um difusor de aroma. O produto recebeu o nome de "21 Gramas", já que é possível armazenar até 21 gramas de cinzas. A caixa na qual vem o vibrador é feita de madeira e polida à mão. Ela conta como uma chave banhada a ouro, que pode ainda ser usada como um colar. "21 Gramas é uma caixa de memória que permite que uma viúva resgate as memórias íntimas de um falecido querido", explicou Sturkenboom, que exibiu essa e outras criações na Semana de Design de Milão, na Itália.

Sérgio

sábado, junho 21, 2014

Congonhas Anos 80 (Parte 2)


Esse outro vídeo mostra um pequeno documentário sobre o Aeroporto de Congonhas. Adorava ficar no deck superior tomando Coca-Cola, comenda batatas fritas, com meu binóculo e um bloco, anotando os prefixos das aeronaves que via...

Sérgio

Congonhas Anos 80 (Parte 1)


Direto do Túnel do Tempo, para quem gosta de aviões, isso era o Aeroporto de Congonhas nos Anos 80... Um show. Fui muitas vezes lá quando era criança! Saudades!

Sérgio

quarta-feira, junho 18, 2014

Segunda Parte...


Vamos completar a história? Ouvi muito isso quando era criança!

Sérgio

Coleção Disquinho


Que coisa legal... Histórias da “Coleção Disquinho” estão disponíveis no Youtube.

Na década de 1960, uma série de pequenos discos de vinil coloridos embalou o sono de muitas crianças brasileiras. Conhecido como “Coleção Disquinho”, o conjunto de fábulas narradas apresentou ao público infantil obras como “A Festa no Céu”, “A Flauta Encantada”, “A Cigarra e a Formiga” e “Chapeuzinho Vermelho”. Ainda que muitos dos discos tenham sido perdidos ao longo do tempo, as novas possibilidades que a internet trouxe deram conta de resgatar parte do material lançado. Para conferir a lista completa basta clicar AQUI. 

Sérgio

sexta-feira, dezembro 06, 2013

São Paulo, Anos 60


Muito linda esta imagem... A degradação da região de Campos Elíseos e Luz, que geraria no final da década de 90 o famigerado apelido de “Cracolândia“, começou muito tempo atrás, na década de 60, com a polêmica construção da rodoviária, ou como era conhecida oficialmente, Terminal Rodoviário da Luz. Lembro desta rodoviária, estive lá com meu pai algumas vezes. Vejam mais no belíssimo site São Paulo Antiga.

Sérgio

quarta-feira, novembro 27, 2013

99FM, 1989 & 1990


Pessoal, no link acima, gravação da 99FM dos anos de 1989 e 1990 comigo, ainda como Serginho Ricardo. Para quem não sabe, fui locutor de rádio por 15 anos. Ah, tem também o Marcelo Ramiro. Hits 99, Linha Direta, muito legal... Achei que nunca mais ouviria isso! Agradecimentos à Adriana Leite Machado pelos arquivos desta época de ouro! 

Sérgio

domingo, agosto 18, 2013

Família Dinossauro 6


Well, esse é o último: episódio 5, O Dia do Uivo. Se quiser mais, procure no Youtube no canal Túnel do Tempo Kids, clicando AQUI.

Sérgio

Família Dinossauro 5


E não acabou ainda... Episódio 4, O Grande Duelo.

Sérgio

Família Dinossauro 4


Muito divertido... Esse é o episódio 3, O Dia do Arremesso.

Sérgio

Família Dinossauro 3


Mais um... Esse é o episódio 2, A Dança do Acasalamento.

Sérgio

Família Dinossauro 2


Well, hoje vamos de Família Dinossauro. Esse é o episódio 1, O Poderoso Megalossauro.

Sérgio

segunda-feira, agosto 12, 2013

Parou no tempo...


Vejam que legal... Só tenho medo que agora apareça alguém para roubar e matar este senhor. No Brasil, nunca se sabe. Matéria G1:

Em Estrela, no Vale do Taquari, a 115 km de Porto Alegre, fica uma concessionária que encerrou suas atividades há cerca de 10 anos. Aos olhos menos atentos, porém, o local parece estar em funcionamento. Pintura recente, plantas bem cuidadas, monitoramento por câmeras e quatro carros 0 km. São três Fuscas e um Santana nunca usados, raridades em meio a veículos rodados. É como se fosse uma viagem ao passado. Ao chegar perto da vitrine da Comercial Gaúcha, um detalhe chama a atenção: os carros expostos não são mais fabricados. Conhecida como "concessionária fantasma", a loja pertence a Otmar Walter Essig, 79 anos. Discreto, não gosta de aparecer nem de dar entrevistas, mas abriu as portas de seu escritório para contar a história que muitos duvidam na cidade. É lá que seu Otmar ainda cumpre expediente diário, mesmo que não venda um carro há anos. Em frente à porta da revenda, está estacionado um Santana GLS 2000, ano 1996, que é um dos veículos que ele dirige ultimamente. No escritório, dezenas de arquivos e documentos sobre peças, materiais e funcionários ainda estão alinhados em prateleiras. Uma coleção de chaveiros deixa um tom mais informal.

"Essa coleção era da Susi. Trouxe para cá para ficar mais perto de mim", conta ao G1 seu Otmar, referindo-se à mulher, que morreu há seis anos. Em uma caixa dos Correios em cima de um balcão, guarda fotos antigas da mulher e também de antigos carros da família, como o Karmann-Ghia. Religioso , montou uma pequena capela em um cantinho da sala e deixa a Bíblia sobre a mesa de trabalho, onde também descansa uma cuia de chimarrão. "Chego aqui todo dia às 6h15, 6h30, e tomo o meu chimarrão. Às vezes, alguns amigos madrugadores vêm aqui também", explica. Otmar conta que a concessionária existe desde 1969. Na época, era um dos sócios, até assumir completamente a operação em 1974. Segundo ele, era uma revenda conceituada na região. O problema começou no início dos anos 2000, quando a Volkwagen elevou a meta de vendas. Ele comercializava 25 carros por mês e teria de passar para 60, número "quase impossível", segundo ele. Foi quanto decidiu parar. Demitiu e indenizou todos os 33 funcionários e fez o desligamento com a montadora em 2004. Alguns dizem que foi no final da década de 90. O que é certo é que desde lá, nada mudou de lugar.

Orgulhoso com o que acabou se transformando em seu museu particular, Otmar mostra os carros que são de uso pessoal: um Fusca branco 86 totalmente original, uma Kombi pickup de 1994 e o esportivo SP2, ano 1975, que é o seu xodó. Os três automóveis estão em uma antiga garagem onde eram realizadas as revisões e os reparos. As ferramentas seguem organizadas na parede. A máquina do cartão-ponto parece à espera dos funcionários. Em um mezanino, é possível ver carcaças de carros antigos que, aos poucos, são consumidas pela ferrugem. A concessionária ainda preserva carros 0 km que não são mais fabricados. No salão de exposições, um Fusca azul metálico, ano 86, motor 1.6, exibe a placa “última série”. O veículo nunca deixou o local, mas segue com a pintura brilhando. O modelo, que traz novos freios a disco para  a época na dianteira e barra estabilizadora traseira redesenhada para uma melhor performance aerodinâmica, mantém o cheirinho de novo, mesmo passados 27 anos. Ao lado dele, está um Santana Quantum, ano 96, que preserva até os plásticos vindos de fábrica nos bancos e no piso.

Em uma sala fechada, longe de qualquer curioso, estão guardadas outras duas relíquias 0 km: dois fuscas cor prata, ano 96. São duas unidades da chamada “Série Ouro”, último lote de 1,5 mil veículos fabricados no Brasil. Neste modelo, a fábrica superequipou a versão, com estofamentos diferenciados, desembaçador traseiro, faróis de milha, painel com fundo branco, vidros verdes. A prova de que as raridades nunca rodaram em um asfalto é a camada grossa de poeira que esconde a maior parte dos detalhes de luxo. Para completar, o descendente de alemães ainda preserva mais de 200 mil peças, a maioria de veículos das décadas de 80 e 90. No lado de fora, o clima é mesmo de concessionária abandonada. Há o espaço onde eram realizadas as lavagens e um pátio gigante sem qualquer vestígio de sujeira onde eram feitas chapeação e pintura. O terreno possui quase 5 mil metros quadrados. Bem em frente está a oficina mecânica do Enio Schwingel, instalado no local há 23 anos. No passado, a Comercial Gaúcha era a sua principal fornecedora. Atualmente, precisa ir até outros municípios atrás de peças de reposição. O homem diz que ninguém entende por que o dono da revenda mantém há tanto tempo a rotina se a loja não funciona mais. "Chego aqui às 7h e ele sempre já está na revenda com seu chimarrãozinho. A gente se pergunta por que um homem com uma idade já avançada mantém este patrimônio. Na verdade, a gente acha que é um hobby", especula Enio. Quando questionado sobre o motivo de continuar repetindo a rotina há mais de 30 anos, Otmar Essig apenas diz que é o seu prazer, seu passatempo. "Tenho dinheiro suficiente para viver", conta. E assim, por volta das 16h, ele encerra o expediente particular e volta pra casa.

Sérgio

quarta-feira, abril 24, 2013

Comerciais do Passado 3


Bom, eu prometi três... Hora de dormir, certo? Era assim nos Anos 50 e 60 no Brasil. Clássico dos Cobertores Parahyba. Boa noite!

Sérgio

Comerciais do Passado 2



Esse é do Guaraná Antarctica, que os mais jovens não conheceram... Era outrra fórmula, bem melhor que o xarope adocicado de hoje. Enfim, este lançou a expressão "boco moco", que queria dizer bobo. Brasil, anos 60. Veja mais no Museu da Memória da Propaganda de Porto Alegre.

Sérgio

Comerciais do Passado 1


Sem passado não se tem futuro... Vamos ver uns comerciais antigos? Primeiro sobre o Fusca.

Sérgio