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quarta-feira, setembro 14, 2016

Sacanagem... Na Itália!


O mundo está mesmo estranho: Corte Suprema italiana decide que masturbação em público não é crime. Autor poderá ser preso apenas se realizar ato na presença de um menor. Homem flagrado em universidade se livrou de prisão e irá pagar multa. É, literalmente, sacanagem! Veio do G1:

A Corte Suprema da Itália decidiu que a masturbação em público não é um crime, desde que não seja realizada na presença de menores de idade. A decisão aconteceu durante a análise do caso de um homem de 69 anos, identificado apenas como PL, que recebeu uma pena de três meses de prisão e uma multa de 3.200 euros após ser flagrado se masturbando no campus da Universidade de Catania, na Sicília. Os advogados do homem apelaram à instância superior, que deu sua sentença em junho, mas apenas agora tornou a decisão pública. A justificativa é de que o ato deixou de ser considerado uma conduta criminal depois de uma mudança de lei no ano passado. Mas, caso ele seja praticado na presença de um menor, o autor poderá ser condenado a até quatro anos e meio de prisão. No caso de PL, sua sentença foi revogada, mas o caso foi devolvido à corte de Catania, que irá determinar uma multa administrativa, com valor entre 5 mil e 30 mil euros.

Sérgio

quinta-feira, junho 30, 2016

Sexo no Brasil


Veja o que pega na cabeça do povo Tupiniquim quando o assunto é sexo. Entender as diferenças é fundamental! Veio do UOL onde tem alguns exemplos. Vale a visita.

O brasileiro tem medo de falhar na hora H; a brasileira, de pegar DSTs. Mais de 40% das mulheres sentem alguma dor na hora do sexo; um terço dos homens tem dificuldades para obter uma ereção. Só 28% das pessoas usam camisinha regularmente.

Esses e outros dados foram foram traçados pela pesquisa Mosaico 2.0, que, pela segunda vez, traçou um perfil da sexualidade do brasileiro. O estudo é coordenado por Carmita Abdo, psiquiatra sexóloga da USP, e apoiada pela farmacêutica Pfizer.

Foram entrevistadas 3.000 pessoas dos 18 aos 70 anos de idade de sete regiões metropolitanas do país (São Paulo, Rio, Salvador, Porto Alegre, Belém, Belo Horizonte e Distrito Federal). A amostra é composta por 1.530 homens e 1.470 mulheres.

Em comparação à versão de 2008, Carmita destaca que subiu de 43% para 57% o número de mulheres que fazem sexo por atração, ou seja, sem envolvimento amoroso. O número masculino permanece estável na casa dos 70%. "Há uma maior consciência da distinção entre afeto e sexo por parte das mulheres".

Mesmo assim, as mulheres ainda são as mais conscientes em relação aos perigos de se adquirir uma DST. Em relação ao sexo, essa é a principal preocupação entre elas (55%); do lado masculino, o maior medo é o de não ter uma boa performance.

"A explicação para essa preocupação dos homens é a própria genitália masculina, exposta. Se não há ereção, seu desempenho fica visivelmente comprometido –é praticamente uma comprovação de sua 'incompetência'", diz Carmita.

A discrepância de preocupações entre os sexos também se dá por uma questão de excitação, explica a sexóloga Débora Pádua. "As mulheres demoram até quatro vezes mais tempo para se excitar, aí elas acabam tendo tempo para se preocupar com DSTs, por exemplo."

Outra coisa curiosa observada na pesquisa é o fato de "sono saudável" ganhar de "vida sexual satisfatória" para as mulheres. Para eles, ter bom sexo é quase tão importante quanto se alimentar.

Para Carmita, esse tipo de observação mostra que as prioridades para qualidade de vida entre os sexos "não são sobreponíveis". A explicação seria a maneira como funcionam as cabeças: a do homem pensa que, com a questão sexual resolvida, as outras são mais fáceis de lidar (seria mais fácil dormir após o orgasmo, por exemplo), explica Carmita

Para as mulheres, seria difícil enxergar o mundo dessa forma. No caso, o sexo se torna mais provável à medida que outras áreas da vida são resolvidas –o descanso é uma delas. "Se a mulher for transar, ela pensa: 'vou ter que tomar banho, me limpar...' Se o homem está estressado, ele pensa que transando vai ficar melhor e acaba até esquecendo do problema. A mulher não tem essa facilidade, ela pensa na dificuldade e não visualiza o prazer", exemplifica Débora.

DOR

Chama a atenção a porcentagem de mulheres (40,3%) que relatam ter dor durante o ato sexual. Segundo a sexóloga Lelah Monteiro, além de disfunções sexuais como o vaginismo (vagina que não dilata, sofre espasmos e impede a penetração), há desinformação. A partir do climatério, as mulheres tem um déficit natural na lubrificação vaginal, o que, além de dor no ato sexual, pode favorecer o aparecimento de infecções.

Outro fator seriam os resquícios de um moralismo excessivo. "Muitas mulheres de sucesso profissional, bem formadas, nunca se masturbaram, nunca tiveram um orgasmo e ainda têm vergonha de falar disso. Elas acabam sendo tolhidas de sua sexualidade", diz Lelah.

A dificuldade na ereção relatada por 32% dos homens poderia ser explicada tanto por doenças (como diabetes e doenças circulatórias) quanto por uma pressão social.

"Existe uma 'castração social'. Hoje parece que todos são estupradores, eles são massacrados, não podem mais se comportar como homens saudáveis. Outra coisa é que antes, bastava ter ereção. Agora, tem que ter ereção, sucesso econômico, não pode ter ejaculação precoce"¦ é difícil não perder a compostura", diz Lelah.

Para Débora, a combinação de dor com a insegurança e falta de controle masculinas é desastrosa: "A mulher sem vontade sexual não se lubrifica e tem maior risco de sentir dor. A mulher não quer ver o cara inseguro (o que piora a disfunção erétil) aí algumas acabam fingindo orgasmo só para que o parceiro tenha confiança e acabe ejaculando mais rápido."

Essa insegurança masculina também é responsável, segundo Carmita, pela ainda baixa adesão ao uso da camisinha, usada em todas as relações apenas por 28% das pessoas (36% nunca usam). Para as especialistas, além do baixo número de campanhas fora do carnaval, há pouco direcionamento –não há nenhuma com foco na terceira idade por exemplo.

Sérgio

domingo, abril 24, 2016

Colchão Anti-Traição!


Essa veio do Olhar Digital: "Colchão inteligente" promete acabar com traição entre casais... kkkkk Fala sério: se você precisar disso para não ser traído, já era. O vídeo é hilário, deve ser mentira. 

Imagine receber uma mensagem no celular afirmando que seu parceiro (a) pode estar na cama com outra pessoa naquele exato momento. É nisso que a Durmet, uma empresa espanhola, aposta ao criar o “Smarttress”, o colchão inteligente que detecta “movimentos suspeitos” e avisa o dono do produto sobre o ocorrido. A intenção da empresa é acabar com as traições entre casais. Se irá dar certo ou não, ainda é um mistério. O que se sabe é que o produto conta com diversos sensores que detectam a pressão e o tipo de movimento de quem estiver utilizando o colchão. Um aplicativo disponível para smartphone informa que o produto está sendo usado e mede o grau de intensidade e de impacto por minuto. É importante destacar que o colchão não flagra o que realmente está acontecendo em cima dele. Então, talvez não seja tão simples distinguir o ato sexual entre duas pessoas de alguém simplesmente pulando em cima da cama. Por enquanto ainda não há informações sobre preços e se o produto irá chegar ao Brasil.

Sérgio

sábado, abril 23, 2016

Intolerância Sexual


Em pleno Século XXI é inaceitável... Revoltados com pena de morte, comissários gays não querem voar para o Irã. E ainda falam que o Islã é amor. Nada contra a religião em si, mas os fundamentalistas são incentivados por alguns Estados a manter posturas medievais. Até quando? Veio do UOL:

Neste domingo (17), a companhia aérea Air France começa a operar três voos semanais entre Paris e o aeroporto que serve a cidade de Teerã, no Irã.  A rota, porém, já é objeto de polêmicas. Uma petição está exigindo que a Air France não obrigue qualquer de seus comissários de bordo homossexuais a trabalhar nos voos para o Irã, uma nação onde gays são presos e até condenados à morte.  "Não queremos ir a um país onde poderíamos ser perseguidos e condenados só por sermos quem somos", escreve o autor do documento, um comissário que se identifica como Laurent M. 

No começo de abril, um grupo de comissárias de bordo da Air France já havia pedido para não trabalhar na rota para o Irã, pois, ao sair da aeronave em território iraniano, elas seriam obrigadas a cobrir o cabelo com véu e a seguir outras imposições de vestimentas existentes no país dos aiatolás. A empresa aceitou a demanda. Em relação aos funcionários homossexuais, porém, o desfecho pode ser diferente. Em um comunicado publicado pela CNN, a Air France afirma que já voa para cerca de 20 países "que têm legislação restritiva em relação à homossexualidade", como Arábia Saudita e Egito, e que não pretende acatar a petição relacionada aos comissários gays. "Nós nunca tivemos nenhum problema nesses países", diz a companhia. "E a Air France toma todas as precauções para que seus funcionários trabalhem nas melhores condições de segurança possíveis". 

A empresa não realiza voos para o Irã desde 2008, ano em que o país dos aiatolás sofreu sanções econômicas por causa de seu programa de enriquecimento de urânio. A retomada da operação vem no embalo do acordo nuclear, firmado em 2015, que tem melhorado as relações diplomáticas do Irã com as potências ocidentais.    O UOL Viagem esteve recentemente no Irã e fez uma reportagem sobre como é viajar pelo país, onde o número de turistas estrangeiros aumentou 163% entre 2004 e 2014. Para ler o relato, clique AQUI.

Sérgio

terça-feira, abril 12, 2016

Mãe & Filho


Uma mulher inglesa que entregou o filho para adoção há 30 anos está tentando engravidar dele após o reencontrá-lo três décadas depois. Muito estranho, não? Não vou julgar, mas não consigo achar normal. Eis uma mulher auto-suficiente no amor. Veio da Marie Claire:

Um caso de incesto chocante foi revelado por um jornal britânico. Uma mulher inglesa que entregou o filho para adoção há 30 anos está tentando engravidar dele após o reencontrá-lo três décadas depois. Kim West, 51, doou Ben Ford, 32, para outra família quando ele tinha apenas uma semana de vida. Mas em 2013, o britânico, radicado nos Estados Unidos, decidiu retomar o contato com a mãe ao enviar uma carta. Os dois, então, marcaram um encontro e se apaixonaram. Segundo o jornal "New Day", o casal vive um romance que já dura dois anos e que deve durar por mais tempo, pois planejam trocar laços matrimoniais e ter filhos. A designer de interiores descobriu que sentia mais do que o desejo de reencontrar o filho quando começou a ter sonhos sensuais com ele. Após ler a respeito da chamada atração sexual genética, ela descobriu o que estava acontecendo e marcou um encontro com Ben em um hotel, onde beberam e deram o primeiro beijo. "O sexo foi incrível e impressionante", contou. Para ela, no entanto, os dois não vivem um caso de incesto. Três dias após o encontro, Ben confessou o que aconteceu para sua mulher na época, e a deixou para receber aconselhamento com outro casal que vive em situação semelhante. Kim disse ao jornal ter consciência de que as pessoas irão pensar que seu relacionamento é "nojento", mas afirmou que quando se "é atingido por um amor deste nível" não é possível recusá-lo. "É uma chance única na vida, e Ben e eu não estamos dispostos a abandoná-la".

Sérgio

sexta-feira, janeiro 15, 2016

Não é gay?


Acho que já não sou mais daqui... Há homens que transam com homens, mas não se consideram gays. Enfim, veio do UOL:

Para alguns homens, o desejo por outro homem não muda a orientação sexual. O arco-íris da sexualidade humana tem muito mais do que sete cores. Entre a heterossexualidade e a homossexualidade, existem tantas nuances quanto desejos. No meio desse caminho, estão os HSH (homens que fazem sexo com homens). São homens que gostam de transar com outros, porém não se consideram gays. "Nunca consegui me imaginar de mãos dadas ou trocando carinhos. Sexo com homem é grosseiro, por isso é só sexo", diz Antônio* (nome fictício), 40, corretor de seguros, que se identifica como hétero. Pai de um menino de cinco anos, ele já foi casado e namora apenas mulheres. "Nunca conseguiria me relacionar afetivamente com um homem, tenho 101% de certeza, curto apenas a putaria na cama", fala, negando qualquer hipótese de que poderia ser um homossexual enrustido.

A ideia de negação da verdadeira orientação sexual sempre surge quando alguém coloca em prática uma fantasia que não corresponde à sexualidade assumida. Porém, para o sociólogo Felipe Padilha, membro do grupo Quereres – Núcleo de Pesquisa em Diferenças, Gênero e Sexualidade da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), não há essa relação. "O contato erótico entre homens não leva necessariamente a uma identidade." Para Flávio* (nome fictício), 25, analista de sistemas, tanto a homossexualidade quanto a bissexualidade estão mais ligadas aos sentimentos por alguém do mesmo sexo. Por essa razão, ele se considera hétero, apesar de transar com homens desde os 15 anos. Flávio tem prazer em ser penetrado, mas, assim como Antônio, não se imagina namorando outro homem. "Meu desejo é apenas para sexo. É só tesão, talvez uma fantasia ou um prazer que a mulher não pode me dar."

Prazer escondido

Nem todos os HSH desfrutam do sexo anal. "Não gosto de ser penetrado, apesar de já ter sido, fico desconfortável, mas curto uma lambida, o que é mais fácil ter entre homens", conta Márcio* (nome fictício), 27, professor de história, que fez sexo com um amigo pela primeira vez há três anos por curiosidade. Márcio tem uma parceira sexual há quase dois anos e prefere fugir dos rótulos. "Poderia dizer que sou bissexual, mas acho tais nomenclaturas desinteressantes. Minha orientação sexual é a de permitir entrar em contato e experimentar o mundo como aventura." Muitas vezes, as relações sexuais entre os HSH são mantidas em segredo por causa do preconceito em relação a esse tipo de comportamento. "Diferentemente dos homens, que adoram quando duas mulheres ficam, muitas mulheres não ficariam com um homem que já transou com outro. Acham que o cara é gay e não serve para elas", afirma Flávio, que prefere não contar sobre esse aspecto da sua vida para as namoradas até sentir abertura para isso.

Márcio fala que já revelou para algumas parceiras que sente atração por homens e até participou de uma transa a três com uma namorada. Apesar dos preconceitos, tabus e do machismo, o professor diz acreditar que cada vez mais pessoas estão dispostas a viver os relacionamentos e a sexualidade de outras formas, além dos modelos tradicionais. "Hoje em dia é mais fácil encontrar quem lide bem com essas questões, ainda mais em grupos de poliamor." Antônio diz que, quando começou a ter experiências com outros homens, chegou a se questionar se era gay. Contudo, percebeu que seu desejo não estava relacionado à sua orientação. Hoje, ele não se preocupa tanto com julgamentos morais. "Sou muito homem no dia a dia, mas se quiser sentir outro pau serei bicha por minutos, horas e depois minha vida volta ao normal, o que importa é o meu prazer."

Sérgio

sexta-feira, maio 08, 2015

Fala Sério...


Fala sério, tem muita gente sem noção no RH de empresas por aí... Cartaz pede que ninguém faça sexo com moradores de cidade do RS. Material foi elaborado para funcionários de empresa de Santa Cruz do Sul. Secretário municipal da Saúde diz que ato é 'criminoso' e 'discriminatório'. Veio do G1:

Um cartaz de uma campanha contra a Aids teve grande repercussão em Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo, Rio Grande do Sul. Com letras garrafais em um fundo vermelho, o anúncio pede que ninguém tenha relações sexuais com outros moradores da cidade. Abaixo do pedido, um texto justifica a afirmação com dados atribuídos à Secretaria Municipal de Saúde, segundo os quais há 950 portadores do HIV no município de 118 mil habitantes, mas estima-se que o número real de casos chegue a 2,5 mil. Abaixo, há uma pequena bolsa, sugerindo que os colaboradores retirassem preservativos. O material foi elaborado pela Comissão Interna de Prevenção a Acidentes (Cipa) da indústria de derivados de borracha Mercur, e fixado em paredes da indústria no dia 1º de janeiro do ano passado, o Dia Mundial de Combate à Aids. Segundo a empresa, a campanha era direcionada apenas a funcionários, e tinha como objetivo chamar a atenção por meio da frase polêmica, sem discriminar moradores da cidade. "O que procuramos foi construir um alerta, mesmo, para a situação", disse a coordenadora de comunicação da empresa, Fabiane Lamaison.

O secretário municipal da Saúde, Henrique Hermany, no entanto, criticou duramente a iniciativa. "É um ato criminoso, discriminatório, e que a gente precisa combater. A Secretaria da Saúde trabalha na prevenção, e esses números são irreais, considerando o âmbito de Santa Cruz do Sul. São números que se referem, na verdade, à toda a região. E vamos procurar esclarecer isso à população", afirmou. A empresa reconhece que foram usados dados referentes não apenas à cidade, já que o Centro Municipal de Atendimento à Sorologia (Cemas) atende moradores de outros municípios. "Embora esses números sejam regionais, ainda assim são impactantes. A ideia é que as pessoas justamente pudessem parar para olhar e refletir. A campanha tem um cunho educacional e, se foi impactante, que bom. A intenção era essa", acrescentou. De acordo com o Cemas, atualmente a região do Vale do Rio Pardo tem 1,1 mil portadores do HIV. Todos recebem o acompanhamento do órgão santa-cruzense.

Sérgio

quinta-feira, abril 30, 2015

21 Gramas



Designer cria vibrador em que é possível guardar cinzas do falecido. Essa é demais: há mais o quê para inventar no mundo? Veio do G1:

Uma empresa de design criou um vibrador especial em que é possível guardar as cinzas do falecido. Além do brinquedo sexual, o produto criado pelo designer holandês Mark Sturkenboom inclui um compartimento para iPhone e um difusor de aroma. O produto recebeu o nome de "21 Gramas", já que é possível armazenar até 21 gramas de cinzas. A caixa na qual vem o vibrador é feita de madeira e polida à mão. Ela conta como uma chave banhada a ouro, que pode ainda ser usada como um colar. "21 Gramas é uma caixa de memória que permite que uma viúva resgate as memórias íntimas de um falecido querido", explicou Sturkenboom, que exibiu essa e outras criações na Semana de Design de Milão, na Itália.

Sérgio

quarta-feira, abril 22, 2015

Frase da Semana!


Frase da semana: Seja gay, mas não se vista como um”, disse Giorgio Armani. Óbvio que estão dizendo que ele está errado, mas adorei... É possível ser homossexual sem precisar afrontar ninguém, ou precisa? Veio da Exame:

O estilista mundialmente famoso Giorgio Armani gerou polêmica ao dizer que gays não devem se vestir como tal, em entrevista à revista “The Sunday Times”, publicada neste domingo. “Um homem homossexual é 100% homem. Ele não tem necessidade de se vestir como homossexual”, disse. Ele ainda afirmou que “um homem tem que ser um homem”, ao se referir àqueles que exibem ao extremo sua homossexualidade. Armani, no entanto, não explicou o que seria a forma ideal de se vestir, para parecer “homem”. Usuários o Twitter se incomodaram com a declaração, que serve de munição para discursos preconceituosos e homofóbicos. Um usuário afirmou, em resposta, “Giorgio Armani, sente-se e deixe as pessoas serem o que elas querem ser, sua vaca velha. ‘Um homem tem que ser um homem’. Controle-se, idiota”.

Mais críticas

A língua do estilista estava afiada também para falar de mulheres que fazem cirurgia plástica. Para ele, cirurgias com objetivo estético são uma estupidez. “Eu prefiro olhar para uma mulher natural. Uma mulher deveria ser corajosa para se tornar mais velha, não desesperada para parecer mais nova do que sua idade”, afirmou. Em nome da “naturalidade”, Armani também criticou homens com corpos muito musculosos. “Eu gosto de alguém saudável, alguém sólido, que cuida de seu corpo, mas não usa seus músculos demais”, afirmou.

Sérgio

segunda-feira, março 30, 2015

Essa eu não sabia...


Oops... Pênis grande aumenta o risco de ser traído. Será verdade? Veio do Acidez Feminina:

Chega de contar vantagem  sobre o tamanho do seu pênis, amigo. Quanto maior ele for, maior sua chance de ser traído. É o que diz um estudo feito por pesquisadores do Quênia. O que eles fizeram foi perguntar aos545 casais participantes qual era o tamanho estimado do pênis do parceiro. Aí, ao longo de seis meses, eles acompanharam a vida deles e conversaram com cada um em salas particulares, longe do parceiro. Eles queriam saber quem havia pulado a cerca – e descobrir se havia uma relação entre pênis e traições. Sim, havia. Cada polegada extra (ou 2,5 cm) de pênis aumentava em 1,5 vez o risco de ser traído. A explicação: “Mulheres associam pênis grande com dor e desconforto durante o sair, o que prejudica o prazer e a satisfação sexual”, garante o estudo.

Sérgio

domingo, fevereiro 15, 2015

50 Shades of Red


Eu achava que ía acontecer m****. Se em Londres isso acontece, imagina como será aqui. 50 tons de cinza' aumentou acidentes sexuais, dizem bombeiros de Londres. O Corpo de Bombeiros de lá lançou campanha contra uso de algemas e anéis no pênis. Oficial pede 'bom senso' aos espectadores do filme que estreou na quinta. Veio do G1:

O corpo de bombeiros de Londres está preocupado com o chamado "efeito 'Cinquenta tons de cinza'". Em texto publicado no site oficial da coporação nesta quinta-feira (12), dia da estreia do filme, há um alerta de que ele "poderia levar as pessoas a ficar presas ou enroscadas em objetos como algemas ou anéis". Isso porque a história do longa, de forte teor erótico, é protagonizada por um casal que pratica jogos com brinquedos sexuais. A produção adapta o primeiro volume da trilogia best-seller escrita por E.L. James e descrita como "pornô para mamães". "Em 2013/14, os bombeiros atenderam 472 incidentes envolvendo pessoas presas e enroscadas, muitas vezes com acessórios domésticos usados no dia a dia. Isso tem aumentando constantemente, ano após ano, desde o lançamento dos livros de 'Cinquenta tons de cinza'", diz o comunicado. O primeiro capítulo saiu em 2011.

Nos últimos três anos, o custo total das operações de salvamento teria aumentado em cerca de 400 mil libras (R$ 1,7 milhão). De abril de 2013 para cá, houve 393 incidentes, aumento que os bombeiros acreditam ter relação com sexo. Desse total, 28 envolviam pessoas presas em algemas. Além disso, 293 anéis de dedo foram removidos, incluindo sete casos em homens tinham anéis presos em seus pênis. Cada um desses acidentes teria custado aos contribuintes alegadas 295 libras (R$ 1,288 mil).

Algemas e anéis

Um gráfico informa que os incidentes envolvendo "remoção de objetos de pessoas" ou "remoção de pessoas de objetos" totalizaram cerca de 420 em 2010/2011. Em 2011/2012, saltaram para cerca de 445. No último período observado, 2013/2014, já foi ultrapassada a marca de 470 ocorrências. A nota cita ainda uma campanha iniciada pela brigada para prevenir acidentes. Chama-se "Cinquenta tons de vermelho" (no orginal: #FiftyShadesOfRed). No Twitter oficial da corporação, há uma série de alertas sobre riscos do uso de brinquedos sexuais. Ainda assim, incidentes embaraçosos continuam a acontecer. O texto descreve um caso de novembro de 2014 no qual os bombeiros tiveram de socorrer um homem que, durante três dias, ficou com dois anéis de metal presos em seu pênis.

Inicialmente, ele teria sido levado a um hospital da capital inglesa, mas, depois de os médicos concluírem que a remoção dos anéis era inviável, os bombeiros foram acionados. Para concluir o serviço, usaram um instrumento hidráulico. Um oficial do corpo de bombeiros de Londres chamado Dave Brown afirma na nota: "O efeito 'Cinquenta tons de cinza' parece ler elevado ao máximo o número de incidentes com algemas, então esperamos que os espectadores do filme usem o bom senso para evitar chegar a situações extremas".

Por fim, a brigada de Londres dá três conselhos básicos:

– O bom senso é necessário – se [algo] não parece seguro, provavelmente não é mesmo, então não faça isso!;

– Se você usar algemas, sempre mantenha as chaves acessíveis;

– Dedos e aparelhos eletrônicos não se dão bem, especialmente aqueles com lâminas.

Sérgio

sexta-feira, fevereiro 13, 2015

50 Tons de Cinza


Amigos, leiam este texto sobre o 50 tons de cinza... Sei que está em inglês, mas vale o esforço, nem que seja com o Google Translator. Glorificar abuso sexual é o cúmulo. Os atores são lindos, o cara é rico, parece charmoso. A realidade, no entanto, é muito diferente. Não consigo entender como se distorcem tanto os valores nos dias de hoje.

A Psychiatrist’s Letter to Young People about Fifty Shades of Grey
Miriam Grossman MD
11 February 2015

There’s nothing gray about Fifty Shades of Grey.

It’s all black.

Let me explain.

I help people who are broken inside. Unlike doctors who use x-rays or blood tests to determine why someone’s in pain, the wounds that interest me are hidden. I ask questions, and listen carefully to the answers. That’s how I discover why the person in front of me is “bleeding”.

Years of careful listening have taught me a lot. One thing I’ve learned is that young people are utterly confused about love – finding it and keeping it. They make poor choices, and end up in lots of pain.
I don’t want you to suffer like the people I see in my office, so I’m warning you about a new movie called Fifty Shades of Grey. Even if you don’t see the film, its toxic message is seeping into our culture, and could plant dangerous ideas in your head.

Fifty Shades of Grey is being released for Valentine’s Day, so you’ll think it’s a romance, but don’t fall for it. The movie is actually about a sick, dangerous relationship filled with physical and emotional abuse. It seems glamorous, because the actors are gorgeous, have expensive cars and planes, and Beyonce is singing. You might conclude that Christian and Ana are cool, and that their relationship is acceptable.

Don’t allow yourself to be manipulated! The people behind the movie just want your money; they have no concern whatsoever about you and your dreams.

Abuse is not glamorous or cool. It is never OK, under any circumstances.

Sérgio

sexta-feira, fevereiro 06, 2015

Proibido é mais gostoso...


Não é? Harvard proíbe sexo e namoro entre estudantes e professores. Universidade dos EUA revisou sua política sobre assédio no campus. Professores não podem ter 'relações sexuais ou românticas' com alunos. Veio do G1:

A Universidade de Harvard, um dos centros de ensino superior de maior prestígio nos Estados Unidos, proibiu que os professores mantenham "relações sexuais ou românticas" com seus alunos, após uma revisão de sua política sobre assédio. O Comitê da Faculdade de Artes e Ciências explicou que a revisão da política "determinou que a linguagem atual sobre as relações entre pessoas de status diferentes não refletia explicitamente as expectativas da faculdade sobre o que constitui uma relação apropriada". Neste contexto, declarou que a partir de agora estão proibidas as relações entre os funcionários e os estudantes de graduação e pós-graduação. Esta mudança ocorre em um momento em que as principais universidades americanas se colocam na defensiva devido a denúncias de violência sexual nos campi. Em maio de 2014, o Departamento de Educação dos Estados Unidos publicou uma lista de 55 universidades que estavam sendo examinadas pelo governo por supostamente fazer uma gestão ruim das denúncias de assédio e abuso sexual. Localizada no estado de Massachusetts, Harvard está na lista. Sua eterna rival, a Universidade de Yale, proibiu as relações entre estudantes e professores em 2010.

Sérgio

terça-feira, janeiro 13, 2015

Isso é Brasília!


Isso não é para rir, é para chorar! Olha o título: Pênis pequeno e fino: Mulher se diz mal comida. Veio do site Viver em Brasília!

Ela conta que depois da prática do sexo oral, ela quis retribuir e, ao procurar o pênis do parceiro, quase não encontrou. O pênis pequeno e fino fez com que ela não conseguisse dar continuidade à relação sexual iniciada. Decepção, frustração, a mulher não soube o que fazer. Nada a ver com impotência, ejaculação precoce, o caso era um misto de tamanho pequeno com espessura mínima, ou seja: pênis pequeno e fino! É o que nos conta Lana Medeiros, que nos procurou para narrar essa experiência péssima, ao menos para ela. Se o pênis é pequeno, problema. Mas se, além de pequeno é fino, dois problemas. A Sociedade Brasileira de Urologia indica que menos de 5% dos homens brasileiros tem pênis pequeno, o número de homens que registra essa preocupação é grande.  O pênis é considerado pequeno quando possui menos de 7cm. Pela média, o tamanho do pênis do homem brasileiro varia de 12 a 16 cm de comprimento. O parceiro da Lana não estava dentro dessa média e a história está aqui. Agradecemos a coragem da Lana, mantemos em confidência a identidade do rapaz, mas você vai vivenciar essa história dando as risadas da Lana ou se preocupando, como o rapaz.

Sérgio

quarta-feira, novembro 26, 2014

Bela Desculpa...


Fala sério... Genes influenciam propensão à infidelidade, diz estudo. Pesquisadores de universidade australiana acreditam que características genéticas deixam homens e mulheres mais propensos a pular a cerca. Vi no G1. É a desculpa que muita gente esperava!

O desejo de trair pode ser hereditário, segundo indica um estudo de pesquisadores da Universidade de Queensland, na Austrália. Os pesquisadores concluíram que variações genéticas podem fazer com que tanto homens quanto mulheres tenham maior propensão a cometer adultério. O estudo, publicado na revista científica "Evolution & Human Behaviour", analisou o comportamento de mais de 7 mil pares de gêmeos na Finlândia, com idades de 18 a 49 anos, todos em relacionamentos estáveis. Os pesquisadores compararam as diferenças de comportamento entre casais de gêmeos: os idênticos, que compartilham todos os genes, e os fraternos, que apresentam diferenças. Cerca de 10% dos homens e 6,4% das mulheres tinham pulado a cerca no ano anterior.

Os resultados sugerem que 63% do comportamento infiel nos homens e 40% nas mulheres podem ser atribuídos à herança genética. No caso das mulheres, os cientistas detectaram que variações em um gene chamado AVPRIA estava associado ao comportamento infiel. Este gene é associado à produção da arginina vasopressina, um hormônio envolvido na regulação do comportamento social e que mostrou ter influência em testes com roedores. "Nossa pesquisa mostra que a genética influencia a possibilidade de pessoas fazerem sexo com parceiros fora de seu relacionamento", explica Brendan Zietsch, coordenador do estudo.

Origens da infidelidade

A infidelidade é um assunto que provoca mistério na comunidade científica, que tradicionalmente busca explicações na biologia evolucionária. Para homens, a poligamia seria explicada pela necessidade da preservação da espécie: mais sexo resultaria em mais filhos. No caso das mulheres, porém, há divergências. Trair costuma ser visto como um tipo de "efeito colateral" provocado pelo comportamento masculino; ou então como resultado de uma ação mais instintiva: em tempos mais primitivos, ter filhos com vários parceiros reduziria a possibilidade de infanticídio. Este debate fez com que os pesquisadores de Queensland examinassem também o comportamento de gêmeos de sexo diferentes. Pelo menos na amostra estudada, eles não identificaram nenhuma correlação significativa de promiscuidade de influência social.

Sérgio

domingo, novembro 23, 2014

Foca no Pinguim!


Focas estupram pinguins e pesquisadores não sabem o motivo. Até no Mundo Animal? Veio do Yahoo: 

De acordo com estudo publicado na revista "Polar Biology" deste mês, focas estão estuprando pinguins e os cientistas não conseguiram entender o porquê. O fenômeno recente tem sido observado entre as jovens focas na ilha Marion no Atlântico Sul e o alvo são os pinguins-rei. A equipe sul-africana responsável pela pesquisa - Ryan Reisinger, William Haddah, Tristan Scott, Marthán Bester e Nico de Bruyn - documentou três incidentes de focas na ilha abusando sexualmente os pinguins. Houve outros incidentes registrados nos últimos 30 anos. - Em termos humanos, você chamaria isso de estupro - disse Reisinger ao jornal "Times Live". - Os pinguins reagem como se o predador estivesse tentando matá-los, pois eles inicialmente lutam por suas vidas, mas as focas são muito maiores e mais fortes, de modo que eles facilmente dominam os pinguins. Em uma ocasião, uma foca tentou copular com um pinguim, e, em seguida, o comeu.

Os pesquisadores não têm certeza do que está levando os animais a esse comportamento. No início, pensou-se que era parte do comportamento predatório normal das focas com relação aos pinguins. O comportamento altamente incomum pode ser aprendido, "mas não sabemos o que pode ser a recompensa por aprender esse comportamento", disse Reisinger. Outra teoria é que a concorrência pelo sexo feminino tem feito com que alguns machos mais jovens atacassem os pinguins. - É um pouco desconcertante, chocante e, estranhamente, um pouco embaraçoso ver, mas não há definitivamente nada de engraçado nisso - alertou De Bruyn.

Sérgio

segunda-feira, março 03, 2014

Menina de família, não?


Ninfomaníaca que já dormiu com 300 homens diz: “Fico louca se não tiver ao menos 5 orgasmos por dia”. Nessa Jay, de 24 anos, começou sua compulsão por sexo aos 16 e hoje flerta com as pessoas até nos supermercados, para depois levá-las para a cama. Veio da revista Glamour:

Sabe quando alguém está muito estressado e outra pessoa diz que é “falta de sexo”? Isso acontece com Nessa Jay. A inglesa de Norfolk (na Inglaterra), de 24 anos, é ninfomaníaca e já transou com 300 caras dos 16 anos até agora. Em entrevista ao jornal The Sun, ela falou sobre sua compulsão: “Eu fico com as mãos suadas, muito irritada e histérica, se não tiver ao menos cinco orgasmos por dia”. Nessa, que atualmente faz terapia para controlar a compulsão sexual, já recorreu a 2 mil brinquedos sexuais e afirma que eles a ajudam muito a se satisfazer. Mas a adrenalina lhe atrai muito mais. “Converso com os homens nos supermercados para ter certeza de que eles não são perigosos. Quando vejo que está ok, trago-os para casa e faço sexo com eles”. Nessa conta também que houve uma época em que gostava de fazer sexo a três, com homem e mulher, mas que quando está amando, é fiel. “Cheguei a ter 30 caras em um mês, porém passei também tempos apenas com um de cada vez. Sou fiel se estou envolvida, gosto de sair pra jantar e ir ao cinema”. Mas quem disse que ela curte esse rótulo de ninfomaníaca? De jeito nenhum! “Não acho que eu seja fora do comum. Posso ter um apetite sexual maior que umas pessoas, mas sou perfeitamente saudável. Isso nunca me afetou, apesar de ter afastado alguns amigos que se diziam assustados ao descobrirem que sou assim. É triste, mas fazer o quê, né?”, conclui Nessa, que se define no Twitter como “filósofa de brinquedos sexuais”.

Sérgio

domingo, novembro 17, 2013

Só descobriu agora?


Caraca... Essa é estranha: garota britânica descobre aos 17 anos que não tem vagina. Síndrome rara faz com que jovem também não tenha útero. Apesar do problema, aparência externa de seu órgão genital é normal. Mais uma do Planeta Bizzarro:

A jovem britânica Jacqui Beck ficou em choque ao descobrir, aos 17 anos de idade, que não tinha vagina. Seus médicos identificaram na adolescente uma síndrome rara chamada MRKH (sigla para Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser) depois que ela comentou, em uma consulta rotineira, que ainda não havia menstruado, de acordo com informações do jornal "Daily Mail". A condição faz com que ela não tenha útero nem vagina, apesar de ter ovários normais. A demora na identificação do problema é comum em casos como o de Jacqui, já que a aparência externa do órgão genital é completamente normal. A diferença é que, no lugar onde deveria haver a abertura vaginal, existe apenas uma pequena cavidade. Por esse motivo, as pacientes descobrem a síndrome somente quando tentam fazer sexo ou quando procuram um médico para investigarem o fato de ainda não terem menstruado.

'Como uma aberração'

Jacqui, hoje com 19 anos, conta que ela se sentiu "como uma aberração" quando recebeu o diagnóstico. "Eu nunca tinha me considerado diferente de outras mulheres e a notícia foi tão chocante que eu não podia acreditar no que estava ouvindo", diz. "Tive certeza que a médica havia cometido um erro, mas quando ela explicou que era por isso que eu não estava menstrando, tudo começou a fazer sentido", diz a jovem. Jacqui conta que a médica também explicou que ela nunca poderia ficar grávida e poderia ter de passar por uma cirurgia antes de poder fazer sexo. "Saí do consultório chorando - eu nunca saberia como seria dar à luz, estar grávida, estar menstruada. Todas as coisas que eu me imaginava fazendo de repente foram apagadas de meu futuro." Ela chegou a pensar que não era mais uma "mulher de verdade". Como ela nunca havia tentado fazer sexo, não descobriu o problema antes. Mas, se tivesse tentado, descobriria ser impossível concretizar a relação. A síndrome MRKH afeta uma  a cada 5 mil mulheres no Reino Unido.

Lado positivo

Apesar do choque, Jacqui está tentando ver sua condição de maneira positiva. Ela acredita que a síndrome pode até ajudá-la a encontrar o homem certo, já que seu futuro parceiro terá de aceitá-la como ela é, o que para ela funcionará como um "teste de caráter". Ela conta que descobriu a síndrome por acaso, quando foi a um clínico geral porque estava com dores no pescoço. Durante a consulta, mencionou que ainda não havia menstruado. Ele pediu alguns exames e encaminhou a paciente para uma ginecologista, que imediatamente identificou o problema. Hoje, Jacqui é atendida no Queen Charlotte and Chelsea Hospital, em Londres, que é especializado na condição. Lá, ela passa por um tratamento que busca extender seu canal vaginal por meio de dilatadores. caso a alternativa não funcione, ela terá de passar por uma cirurgia. A jovem, agora, quer tornar sua condição conhecida para que outras garotas que passarem pelo problema não sofram tanto quanto ela. Recentemente, publicou um texto sobre o assunto em sua conta do Facebook e conta ter recebido o apoio de amigos e conhecidos.

Sérgio

sexta-feira, agosto 02, 2013