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quinta-feira, janeiro 20, 2011

Isso é herói...

Pessoal,

Histórias da vida real comovem mesmo. Vejam esta, abaixo, ocorrida na Austrália:. É a história de O adolescente australiano Jordan Rice, de 13 anos, que sacrificou a própria vida para salvar o irmão Blake, 10, nas enchentes da semana passada, foi enterrado nesta quarta-feira (19.01.2011), na cidade de Toowoomba, no Estado de Queensland. Ele foi um herói. Aqui no Brasil se usa este termo para qualquer um. O Bial, por exemplo, chama os participantes do Big Brother de heróis todos os dias. Que banalização... Nada mais longe da realidade.

Jordan Rice, de 13 anos, sacrificou a própria vida para salvar o irmão Blake, 10, nas enchentes da semana passada, foi enterrado na cidade de Toowoomba, no Estado de Queensland. Mais de 350 pessoas compareceram ao velório de Jordan e de sua mãe, Donna, 43, que também morreu depois de ser levada pelas águas. O adolescente se tornou um herói nacional após ter insistido que o irmão caçula fosse resgatado antes dele, quando o carro da família foi cercado por uma forte enxurrada. Blake foi levado para um lugar seguro, mas não houve tempo para salvar Jordan e sua mãe. No velório, o irmão mais velho de Jordan e Blake, Chris, disse que a mãe, Donna, era sua melhor amiga e que seu irmão era agora seu herói. 'Jordan, eu sempre te azucrinava por ser tão medroso', disse Chris durante o velório.

'Você tinha pavor de água, altura e até do escuro. Como eu estava errado. Lá vai você perder sua vida enfrentando um de seus maiores medos para salvar seu irmãozinho. Você me deixa tão orgulhoso. O que você fez exigiu coração, coragem e amor. Você é o meu pequeno herói.' John Tyson, pai de Jordan e companheiro de Donna por 28 anos, descreveu a mulher como 'a mãe perfeita' e Jordan como 'carinhoso e protetor'. O enterro de Donna e Jordan Rice foi o primeiro a ser realizado desde as enchentes devastadoras da semana passada, que mataram 20 pessoas e deixaram ao menos dez desaparecidos.

A história de Jordan e Blake Rice foi relatada à mídia australiana na semana passada pelo construtor Warren McErlean, de 37 anos, que estava no centro da cidade de Toowoomba quando a água chegou subindo rápido e arrastando tudo que estava no caminho. Jordan pediu que seu irmão fosse resgatado primeiro. Ele olhou para o carro parado perto dele. Lá estavam a mãe, Donna, e os dois filhos, Jordan e Blake. A água, segundo McErlean, cobria a placa do carro. Ele pensou em ajudar os três a saírem do veículo, mas não teve tempo. Nesse momento, uma enorme parede de água, com uma correnteza muito forte, tomou conta de tudo. 'Em apenas dez segundos, a água subiu mais de 20 centímetros, encobrindo o para-brisa do carro. Peguei uma corda e amarrei num poste próximo. Com muito esforço consegui chegar até o carro e prendi a corda nele. Pedi a Jordan para se segurar em mim, mas ele disse que sabia nadar e insistiu para que o irmão Blake fosse resgatado primeiro', disse McErlean. 'Peguei Blake nos braços e o levei para um lugar seguro onde estava um bombeiro, Chris. Voltamos juntos para resgatar Jordan e a mãe. Chris segurou uma das mãos de Jordan, mas a correnteza estava muito forte e uma outra onda veio e nos atirou longe do carro.' 'Quando eu consegui me levantar olhei para Chris e vi nos seus olhos que estava tudo acabado. A corda arrebentou e o carro desapareceu no meio da correnteza levando junto Jordan e Donna', contou o construtor aos jornais locais.

Sérgio

quarta-feira, janeiro 19, 2011

Temporais em SP


Pessoal,

Cuidado... A chuva que já levou à morte de mais de 700 pessoas no Rio de Janeiro e deixa mais de 80 cidades em situação de emergência em Minas Gerais deve se deslocar para São Paulo nos próximos dias. A previsão foi divulgada, nesta quarta-feira (19.01.2011), pelo Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Cptec/Inpe). “Há uma tendência de diminuição das chuvas no Rio de Janeiro e em Minas nas próximas semanas. Isso é uma característica da atmosfera. A Zona de Convergência do Atlântico Sul, que é um canal de umidade, está se deslocando mais para o sul do Sudeste, causando chuvas em São Paulo, Paraná e Santa Catarina”, diz ao G1 o meteorologista Marcelo Barbio Rosa, do Cptec/Inpe.

Em São Paulo, as chuvas devem provocar alagamentos, mas não são esperados prejuízos como os registrados no Rio de Janeiro. “No caso da região serrana do Rio, o fator topográfico contribuiu para canalizar a chuva, que teve valores acima da média”, explica. Mesmo com a possível redução dos temporais no Rio e em Minas, esta semana ainda será de chuva nos dois estados. “Devem ocorrer pancadas de chuva moderadas, que podem ser localmente fortes. Mesmo com o enfraquecimento do canal de umidade, o aquecimento do sol ao longo do dia, em áreas em que há muitos resquícios de umidade, causa pancadas de chuva”, afirma o meteorologista José Felipe Farias, também do Cptec/Inpe. Leiam mais AQUI.

Sérgio

Temporais no Rio


Pessoal,

Incrível como o ser humano deseja sempre lucrar... Nem vou falar ainda das enchentes no Rio de Janeiro e em São Paulo. Não é preciso ser uma chuva daquelas. Hoje em dia qualquer chuva enche as ruas de cidades brasileiras. Grandes ou pequenas. Enfim, vejam abaixo o que vem ocorrendo no Rio de Janeiro, em matéria do G1 (clique AQUI para ler mais):

Os municípios da Região Serrana tentam voltar à rotina em meio a contagens de mortos, desaparecidos e desabrigados por causa da chuva. O comércio já reabriu em parte e o abastecimento de produtos se normaliza aos poucos, assim como o fornecimento de serviços públicos. Mas, no entanto, sobreviventes que perderam tudo têm dificuldade de encontrar um novo lugar para morar. O município de Teresópolis, na Região Serrana do Rio, tem, segundo o último levantamento da prefeitura, 3.679 desabrigados e 4.530 desalojados pelas chuvas. Com tantas pessoas fora de casa, a procura pelo aluguel de imóveis cresceu muito e os moradores das áreas atingidas pelo temporal relatam muita dificuldade em encontrar um novo teto. “Não conseguimos encontrar uma casinha razoável, está muito difícil e caro”, afirma a dona de casa Vanusa Lopes, de 42 anos, que procura um imóvel de aluguel para a filha de 21 anos, que perdeu a casa em que morava no bairro Santa Rita.

O corretor de imóveis Luiz Carlos Paim, de 57 anos, que trabalha em uma imobiliária no Centro do município, concorda que a oferta está muito baixa em relação à procura. “Está difícil. Nós aqui não temos quase nada”, afirmou. Em uma imobiliária vizinha, o corretor Renato Araújo, de 39 anos, disse que só há apartamentos maiores e mais caros disponíveis para aluguel, na faixa de R$ 1.000. Imóveis menores e com preço mais acessível às famílias desabrigadas estão em falta. Os moradores também reclamam da alta dos preços. A caixa Kelly Cristina Soares, de 28 anos, que perdeu a casa no temporal, diz que um apartamento que custaria R$ 200 está sendo ofertado por R$ 400. Ela está procurando uma nova residência para ela e a mãe. “A gente anda, anda, e nada. Só tem em área de risco, mas não adianta ir de um lugar de perigo para outro”, disse. A solução provisória foi abrigar 12 pessoas na casa de dois quartos da sogra de Kelly.

Sérgio

segunda-feira, novembro 15, 2010

Chuva de Granizo


Pesssoal,

Isso é que é chuva de granizo... Aliás, se me dissessem que é granito eu acreditaria, rsrsrs Imaginem só? Foi em Phoenix, Arizona. Imaginem os carros como ficaram.

Sérgio