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quinta-feira, março 03, 2016

Howard Scott Warshaw


Para terminar o dia, leiam uma entrevista muito interessante envolvendo tecnologia e sucesso profissional. Vejam como é delicado o equilíbrio entre ser bem sucedido e fracassar e como tudo pode desmoronar se você não delineia seus limites. Veio do UOL:

O jogo eletrônico inspirado no filme E.T (1982), de Steven Spielberg, é considerado o pior de todos os tempos --foi citado até como responsável pelo colapso de sua fabricante, a Atari. Howard Scott Warshaw, o talentoso programador que criou o jogo, conta como o projeto foi realizado em poucas semanas --e hoje, vivendo na Califórnia, relata suas impressões sobre o epísódio. Spielberg não ficou impressionado com o jogo. "Não daria para fazer algo mais como Pac-Man?", ele perguntou. Era julho de 1982 e a Atari, uma das empresas de tecnologia mais bem-sucedidas à época, havia acabado de pagar US$ 21 milhões pelo direitos de adaptação para videogame do novo sucesso de Spielberg: E.T, o Extraterrestre.

Howard Scott Warshaw foi o programador que recebeu a tarefa de desenvolver o jogo. "Eu fiquei atordoado", diz Warshaw. "Era Steven Spielberg, um de meus ídolos, sugerindo que eu tinha detonado o jogo. Meu impulso foi dizer: 'Bem, Steven, você não poderia ter feito algo como O Dia em que a Terra Parou [clássico de ficção científica de 1951]?" O prestígio de Warshaw na Atari era alto. Aos 24 anos, ele havia acabado de finalizar o jogo baseado no filme Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981), de Spielberg. O diretor considerava Warshaw um "gênio".

Prazo apertado

O programador relembra o dia em que recebeu a missão. "Estava no escritório e recebi um telefonema do CEO da Atari. Ele disse: 'Howard, precisamos do jogo do E.T pronto. Você pode fazer?'" "Eu disse: 'Claro que posso!'" Jogos para Atari 2600 eram distribuídos em cartuchos que levavam semanas para ficar prontos. Para E.T chegar às prateleiras no Natal, o cronograma era apertado. O CEO afirmou que o jogo precisava estar pronto em 1º de setembro. "Isso me dava cinco semanas para fazê-lo! Normalmente seriam seis a oito meses para desenvolver um jogo, não cinco semanas", afirma Warshaw. "Então ele disse: 'Pense numa ideia para o jogo e vá até o aeroporto. Haverá um jatinho te esperando para encontrar Spielberg'." "Não sei cheio de quê eu estava, mas estava transbordando", conta o programador. Warshaw pegou um jatinho para apresentar a ideia do jogo a Steven Spielberg.

Ele preparou sua ideia e viajou da sede da Atari na Califórnia até Los Angeles. Sua proposta era uma aventura em que o jogador deveria ajudar o E.T a telefonar para casa, coletando partes de um aparelho interplanetário. O jogador teria que driblar agentes do governo e cientistas para completar sua missão. "Encontrei-me com Spielberg e mostrei todo o desenho do jogo. Disse a ele: 'Acho que é muito importante realizarmos algo inovador. E.T é um filme de impacto e precisamos de um game assim'." "Eu o convenci a desistir da ideia de algo baseado em Pac-Man. Mas a chave era desenvolver um jogo que pudesse entregar em cinco semanas."

Produção 24 horas

A Atari precisava que o jogo fosse um sucesso. As vendas da companhia haviam atingido um pico de US$ 2 bilhões em 1982, mas a empresa estava perdendo mercado para computadores pessoais como o Commodore 64, que tinha mais opções além de jogos. "Foi o trabalho mais difícil da minha vida", afirma Warshaw, que foi o único programador no projeto. "Comecei trabalhando no escritório, mas depois vi que havia um problema: ainda precisava ir para casa dormir e comer de vez em quando." "Então trouxemos uma estação de trabalho para minha casa, para que eu ficasse no máximo dois minutos fora da missão, a não ser quando estivesse dirigindo." Warshaw conta que havia um gerente responsável apenas por garantir que ele estivesse se alimentando. "Quando o processo acabou, eu pensei: 'Uau, eu consegui'."

Jogo era pouco intuitivo e logo desagradou usuários. A Atari produziu uma leva inicial de 4 milhões de cartuchos, e orçou US$ 5 milhões para aquela que seria a maior campanha publicitária da indústria de games até então. "O E.T precisa de ajuda de seu amigo humano - e esse é você!", dizia a propaganda. Anúncios na TV foram veiculados por semanas. O próprio Spielberg apareceu em um vídeo promocional, enquanto Warshaw foi enviado a Londres para a estreia do jogo, e ficou sentado em frente à princesa Diana. "Os chefes acreditavam que qualquer coisa com o nome E.T venderia milhões e milhões", ele conta.

Problemas

O jogo vendeu bem no início, mas logo começaram a circular comentários sobre algo de errado no game. "Era um jogo completo, mas certamente não era perfeito", diz Warshaw. "Havia muitas chances de você acabar em uma situação estranha. Isso era difícil e muitas pessoas abandonaram o jogo." Usuários reclamaram que o personagem do E.T inexplicavelmente caia em armadilhas e ficava preso. Um garoto de dez anos resumiu a história ao jornal "The New York Times": "Não era divertido."

A Atari logo percebeu que o E.T não iria decolar. No começo de dezembro de 1982, anunciou vendas "decepcionantes" no ano, e o valor de sua empresa irmã Warner Communications desabou. Os resultados afetaram outras desenvolvedoras de videogames. "Depois do Natal começamos a receber devoluções", conta Warshaw. "O jogo vendeu quase 1,5 milhão de unidades, mas ainda é pouco quando você precisa vender 4 milhões." No segundo trimestre de 1983, a Warner anunciou perdas de US$ 310 milhões. "As coisas apenas começaram a desandar", afirma Warshaw. "É incrível ser responsabilizado por ter derrubado sozinho uma indústria bilionária, com apenas 8 kb de código. A verdade é um pouco mais complexa."

A queda

Consumidores estavam optando por computadores e o mercado estava saturado por videogames. Numa tentativa de evitar o colapso, preços - e empregos - foram cortados. Mas o esforço foi em vão: a Warner vendeu a Atari em julho de 1984, por US$ 240 milhões. "Levei tempo para me recuperar", relembra Warshaw. "Fui trabalhar como corretor de imóveis por um tempo e odiei. Cheguei a voltar para a tecnologia, como gerente e diretor em games, mas o encanto havia se perdido."

Sentindo-se frustrado criativamente, Warshaw assumiu projetos de roteiros e produção de TV. "Sabia que não tinha mais a oferecer nessa indústria, mas também não via uma alternativa. Entrei em depressão", relata. A solução do programador foi "jogar a razão para o alto", e em 2008 ele se formou como psicólogo. "Talvez uma parte de mim quisesse compensação por todo o trauma e depressão que criei com o jogo E.T", diz. "Mas na verdade era algo que sempre quis fazer."

Hoje Warshaw se apresenta como o "terapeuta do Vale do Silício" e "fluente em inglês e língua nerd". E ele trabalha sua própria história de fracasso com os clientes? "Às vezes, sim", afirma. "Mas todo terapeuta usa suas experiências com os clientes. Para mim é bem natural. Programadores e terapeutas são todos analistas de sistemas. Eu só passei para um hardware bem mais complexo."

Desenterrando o passado

Em abril de 2014, Warshaw teve a própria chance de encarar o epísódio do fiasco de E.T. Uma produtora estava fazendo um documentário sobre uma lenda que durou 30 anos - a Atari teria enterrado caminhões de cartuchos encalhados de E.T em um deserto no Novo México, nos EUA. "Achava que era algo absurdo, nunca tinha acreditado naquilo", diz Warshaw. A cidade de Alamogordo autorizou uma escavação pública em um aterro da cidade, e o programador original foi convidado a acompanhar.

Uma enorme fila de fãs se formou para ver os trabalhos. "Foi estranho estar ali e literalmente ver seu passado sendo desencavado", afirma. Após horas de trabalho, a escavação confirmou que produtos da Atari de fato haviam sido enterrados no aterro. Warshaw foi filmado no momento em que um cartucho amassado do E.T foi retirado do solo, entre outros jogos. "Fiquei muito emocionado", ele conta. "Esse joguinho que escrevi em cinco semanas há mais de 30 anos ainda estava gerando excitação. Estava muito grato."

Para ele, provavelmente o jogo não seja o pior de todos os tempos. "Mas a história da decadência da indústria do videogame precisava de um rosto, e era o E.T." "Eu até prefiro quando pessoas apontam E.T como o pior do mundo, porque eu também fiz Yars Revenge, que é frequentemente citado como um dos melhores. Então, entre os dois, tenho a maior gama de qualquer desenvolvedor na história!"

Sérgio

terça-feira, dezembro 01, 2015

Erotikaland Brasil



É a cara do Brasil: "Disney do sexo" terá roda gigante privê e trem erótico, diz empresário brasileiro. A "Erotikaland" foi idealizada por empresários e deve custar R$ 150 milhões. O parque erótico deve ser inaugurado em 2017 na região de Piracicaba (SP). Cada um tem a "Disneyland" que merece. Somos um povo focado em putaria mesmo. Veio do G1:

Roda gigante privê, trem fantasma erótico, piscinas e labirinto também com motivos sexuais. Os equipamentos são algumas das atrações que fazem parte de um projeto inusitado e ambicioso: o “Erotikaland”, um parque temático previsto para ser construído até o final de 2017 na região de Piracicaba (SP). Com orçamento de até R$ 150 milhões, a “Disney do sexo”, como definem os idealizadores, pretende ser um complexo para homens e mulheres que queiram se divertir e passar por experiências ligadas apenas ao tema. De roda gigante com cápsulas de vidro onde o casal enxerga tudo o que está em volta,  mas ninguém de fora vê com o que acontece dentro dela, até restaurantes com pratos afrodisíacos e piscinas de naturismo estáo previstos no projeto.

A “sexolândia” foi idealizada pelos empresários de São Pedro (SP) Mauro Morata e Paulo Meirelles, em parceria com Evaldo Shiroma, responsável por uma feira erótica do estado de São Paulo. De acordo com Morata, o parque será construído em uma área de 150 mil metros quadrados, que já foi adquirida. No entanto, a localização exata do terreno não foi informada com a justificativa de “não despertar curiosidade”. A ideia do projeto é receber de três a cinco mil visitantes por dia. “Estamos em processo de início da construção, só posso dizer por enquanto que será na região de Piracicaba”, disse o empresário.

O empresário afirmou que a maior parte do capital de R$ 150 milhões da construção do parque será usada para investimento em segurança e higiene. O restante será destinado à obra, implantação dos equipamentos e contratação de funcionários. A estimativa é contratar de 150 a 300 pessoas para trabalhar no local. Antes de iniciar a construção, o terreno precisou passar por todas as aprovações necessárias para um empreendimento deste porte. “Já temos tudo apalavrado com as Prefeituras e órgãos competentes, só falta oficializar. É uma área privada e não será nada ilícito, vamos precisar das aprovações normais que qualquer outro parque de diversões precisaria”, explicou Morata.

‘Preocupação com higiene’

A ideia da criação do "Erotikaland" surgiu de observar que o mundo tem uma “demanda” por um local como esse. O empreendimento será o único do ramo na área de entretenimento adulto. Segundo os empresários, a Coreia do Sul e o Japão possuem estruturas de museu e esculturas, mas o conceito de parque de diversões do sexo será implantado pela primeira vez. O projeto é “vendido” pelos empresários como um complexo leve e divertido, que terá atrações e brinquedos para todos os gostos, além de não ter nenhuma restrição de gênero. “Nossa preocupação será principalmente com a privacidade, segurança e higiene. Teremos atrações para todas as opções. Se quiser ir na roda gigante panorâmica, o material dentro dela será totalmente descartável. Se quiser ir na piscina de naturismo, onde as pessoas vão ficar nuas, só será visto quem estiver lá, porque será em uma área fechada. Nada ficará tão aparente. Alguns lugares nem celular vai poder entrar. Será para homens, mulheres, idosos, idosas, heterossexuais, homossexuais, qualquer pessoa, desde que tenha mais de 18 anos”, afirmou.

'Sexo não tem contraindicação'

A ideia de Mauro Morata de criar um empreendimento erótico não é por acaso. Ele e Paulo Meirelles são proprietários da Softlove, uma empresa de cosméticos eróticos e próteses de São Pedro (SP). Há 22 anos nesta área, o engenheiro químico de 41 anos é o criador de fórmulas e produtos relacionados à área “sexy”, como cremes que produzem sensações de temperaturas e vibradores líquidos. Questionado sobre a ambição de gastar até R$ 150 milhões em um parque do sexo em plena crise econômica, o empresário afirmou que a maior parte do capital será da própria Softlove, além de outros investidores. “O investimento é próprio, nós já temos boa parte desse dinheiro e também já temos empresas que querem investir no parque. Temos investidores da Espanha, Índia, Estados Unidos.

É um empreendimento totalmente privado”, contou. Mesmo com a ousadia do projeto, Morata afirmou que não tem medo de sofrer rejeição ou protesto de setores mais conservadores da sociedade por acreditar que o Brasil é carente de um parque com temática sexual. “Sexo não tem contraindicação e todo mundo gosta. Só vai quem quer. E eu sei que muita gente vai querer ir. O que acontece no Brasil em relação a sexo até hoje é uma hipocrisia muito grande”, relatou.

Atrações

A “Disney do Sexo” terá pelo menos 11 atrações. A roda gigante panorâmica consiste em uma experiência sexual "privê" nas alturas, em cápsulas transparentes onde ninguém esteja vendo nada do lado de fora. Além disso, o complexo terá um setor destinado aos “eroticgames”, com jogos eletrônicos relacionados ao erotismo e uma loja com produtos de sexy shops. Entre os brinquedos, está o “trem do sexo”, que terá o mesmo conceito de um “trem fantasma”, só que ao invés de um susto a cada parada, o visitante poderá conferir diversas posições sexuais. O projeto ainda prevê um museu que explica toda a trajetória do sexo e um cinema 7D, que além de transmitir vídeos eróticos vai despertar sensações como frio e calor.

Além das piscinas de nudismo e dos restaurantes com pratos afrodisíacos, as pessoas poderão ainda visitar esculturas em formatos de pessoas nuas, um bosque com labirinto para os casais ficarem até 15 minutos no local e um motel que vai funcionar dentro do complexo. “Não queremos que ninguém veja nada que não queira ver. Por isso a ideia do motel. Deu vontade, vai no motel”, disse o empresário. Morata ainda relatou que o visitante do complexo, antes de começar a usar os brinquedos, vai entrar em uma sala onde serão explicadas as regras do parque. A principal preocupação dos idealizadores é que as pessoas confundam um local para aproveitar atrações com a temática sexual com uma área onde "tudo pode acontecer". "Teremos regras, assim como em todos os lugares existem regras.

Não será proibido fazer sexo no parque, até porque seria uma contradição, mas vai existir lugares para isso. Não queremos que confunda com bagunça, será um empreendimento leve e monitorado por seguranças. Não é pra ir freiras, mas também não vai ser uma Sodoma e Gomorra", contou.

Clube

Além do capital da empresa e de investidores, a “Erotikaland” será financiada pelo próprio valor do ingresso cobrado para entrar no local, que ainda não está definido, e também por um sistema  de associados. Ou seja, o parque terá uma área vip, com chalés, área de sauna, massagens, que só poderá ser acessada se o cliente pagar uma mensalidade para os proprietários.

Sérgio

quarta-feira, novembro 05, 2014

A TAM já era...


TAM e LAN terão uma única marca. Novo nome será anunciado ainda este ano, substituindo as duas bandeiras. União das duas aéreas foi concluída em 2012, com a criação da Latam. Dou um doce para quem adivinhar qual marca vai desaparecer... Matéria G1:

A TAM e a LAN terão uma única marca, descartando, assim, a manutenção das duas bandeiras, como é atualmente. A nova marca, que pode ser tanto a junção dos nomes das empresas chilena e brasileira quanto um nome completamente diferente, deverá ser anunciada ainda este ano, de acordo com a assessoria de imprensa da TAM. A marca está sendo elaborada com a consultoria Interbrand. Após o anúncio do novo nome, a previsão é de que a integração, que inclui pintura de aeronaves, novos uniformes e unificação de sistemas de reserva, seja concluída em um ano e meio. Assim, o passageiro terá a sensação de estar viajando com a mesma companhia. A união das duas aéreas foi concluída em junho de 2012, com a criação da Latam, resultando na maior companhia aérea da América Latina.

Corte de custos

O presidente da Latam Airlines, Enrique Cueto, informou na quarta-feira (29) que haverá redução gradual de custos de 5% até 2018, da ordem de US$ 650 milhões. De acordo com a assessoria da TAM, o processo de otimização de custos será feito por meio de automação, simplificação e centralização de processos, bem como de maturação de projetos de tecnologia da informação que já estão em curso. A previsão é de que sejam investidos US$ 100 milhões em tecnologia. O corte nas despesas virá com a chegada de aviões mais eficientes, como os 27 jatos Airbus-350, até demissões na área corporativa com a informatização de processos, e também a não-reposição de saídas de funcionários da área operacional, cuja rotatividade é de 10%, de acordo com Cueto. O corte de despesas ocorre, segundo Cueto, devido aos prejuízos registrados pela companhia em decorrência do fraco cenário econômico da região em que atua e aumento da concorrência.

Sérgio

terça-feira, outubro 21, 2014

Indústria do Casamento


Outro exemplo de frivolidade e superficialidade de nosso Brasil está na Indústria do Casamento. Não são mais os noivos e a sua união que interessam. É uma loucura de tentar se diferente, de aparecer, se se mostrar, que consome tempo, paciência e muito dinheiro. No fim, fica uma sucessão de atrações nas quais o casal, as famílias e os amigos, ficam ali, posando para um filme. Sem graça, sem limites, sem pessoalidade, sem simplicidade, sem amor. Pelo menos é minha opinião!

Matéria do G1:

Alianças que chegam ao altar em um drone, bolo utilizado para projeção de fotos e uma rede social "privada" estão entre as novidades apresentadas na 80ª edição do Expo Noivas & Festas. O evento é realizado até domingo (19) no Expo Center Norte, na Zona Norte de São Paulo. Segundo a Abrafesta (Associação Brasileira de Eventos Sociais), o setor de casamentos cresceu 17% em 2013, movimentando R$ 16 billhões. A expectativa é que 2014 não registre aumento significativo, segundo o presidente da Abrafesta, Cristofer Mickenhagen. "Para este ano, a movimentação financeira deve ficar no mesmo patamar de 2013, já que foi um ano atípico por causa da Copa, e o acesso das pessoas ao crédito diminuiu."

O G1 esteve na feira para conferir as novidades. Veja abaixo:

'Drone-pajem': A empresa Foto Studio Equipe já produzia fotos e vídeos de casamentos com drones, até que uma cliente comentou que sua daminha de honra teve um problema e não poderia mais levar as alianças ao altar. O drone que tiraria fotos da festa então acumulou as duas funções na cerimônia e, desde então, o serviço de "pajem voador" passou a ser oferecido. Preço: R$ 3 mil para fotografar e levar as alianças.

Rede social "privada": O aplicativo "Le Jour" pode ser baixado desde o momento em que o casal decide trocar alianças. É criada então uma "timeline" da relação, com fotos e mensagens até o casamento. Apenas parentes e amigos convidados pelos noivos podem participar. No dia da cerimônia, as postagens aparecem em um telão. Fotos tiradas durante a festa também são exibidas. Preço: o aplicativo é gratuito, mas a exibição no telão com moderação de conteúdo custa R$ 500.

Menu dos solteiros: No início da festa, é distribuído entre os convidados um "cardápio" com a ordem da cerimônia de casamento e também a relação de convidados solteiros. A ideia é que os desacompanhados se conheçam durante a festa. A empresa é a Papel e Estilo. Preço: R$ 8,90 cada um.

"Bolo-telão": A superfíce do bolo funciona como uma espécie de "telão" em que podem ser projetados fotos e vídeos do casal, além de figuras abstratas decorativas e animações 3D. A projeção também pode ser feita no restante da mesa principal para completar a decoração, feita pela Link Pix Produções. Preço: a partir de R$ 3 mil a projeção em toda a mesa.

Bandeja flutuante: A ideia é que o garçom circule pela pista de dança durante a festa sem precisar segurar a bandeja. O utensílio tem iluminação de LED, e a cor das luzes pode ser escolhida pelos noivos. A empresa Cia do Rizzo trouxe a ideia de Las Vegas. Preço: R$ 800 por uma hora de serviço

Inspirações em George Clooney: O casamento de George Clooney com Amal Alamuddin inspirou a criação de um anel e de um vestido exibidos na feira. A MW Joias criou uma réplica do anel de noivado, feita em ouro branco e pedra sintética. Segundo a empresa, se a joia fosse feita com diamante de verdade, custaria em torno de R$ 1,5 milhão. Já o estilista Thomas Araújo criou um modelo inspirado no vestido de Amal. Preços: R$ 2,5 mil o anel e R$ 5,6 mil o vestido.

Véu de Angelina Jolie: O estilista Thomas Araújo também fez uma réplica do véu utilizado por Angelina Jolie em seu casamento com Brad Pitt. O adereço da atriz trazia reproduções de desenhos feitos pelos filhos do casal. Para os noivos brasileiros que quiserem aproveitar a ideia sem copiar os desenhos das crianças de Angelina e Brad, é possível fazer a customização com outras figuras. Preço: a partir de R$ 2,5 mil, dependendo do tamanho do véu.

Jóias da "Império": Para as noivas fãs da novela "Império", a Casa do Joalheiro produziu uma réplica do anel dado pelo personagem José Alfredo (Chay Suede) a Maria Marta (Adriana Birolli) quando a pediu em casamento. A peça é feita em ouro amarelo e diamante 2 quilates. A joia faz parte da linha "Império" da marca, com modelos inspirados nas peças da novela. Preço: R$ 88 mil.

Convites em vídeo: O convidado recebe um tablet com uma mensagem em vídeo gravada pelos noivos convidando para o casamento. O aparelho não precisa ser devolvido. A empresa, Palácio dos Convites, também tem convites que trazem como brinde um carregador portátil de celular. Preço: R$ 249 o convite em vídeo e R$ 35 o carregador (custos por unidade).

Alianças "flex": As alianças podem ser customizadas sem serem trocadas. Além do par que serve como "base", o casal pode escolher aros separados e customizar as alianças periodicamente sem precisar se desfazer das que foram trocadas no dia do casamento. A coleção se chama Ninfas Flex, do Lojão das Alianças. Preço: R$ 8 mil somente o par de alianças "base". Os aros custam a partir de R$ 1,5 mil, dependendo do modelo.

Brigadeiro no tacho: O carrinho com o tacho pode ser personalizado com fotos e mensagens dos noivos. Há colheres descartáveis para que os convidados se sirvam do doce. Preço: R$ 1 mil para 200 pessoas.

Sérgio

segunda-feira, outubro 20, 2014

Iphone de aluguel...


Espelho, espelho meu, diga se há País mais fútil que o meu? Esse é o Brasil, das aparências. Segundo ele, a maioria dos que alugam é homem... "Querem impressionar a mulherada". Meu Deus, quanta frivolidade. Essa é uma das razões pelas quais o Brasil não sai da miséria: culturalmente somos índios! Olha o espelhinho aí! Matéria G1:

O iPhone 5 pode ser alugado por R$ 120. A versão 5S sai por R$ 170. É o preço para ter o smartphone da Apple por 24 horas. Com a proposta de alugar um dos celulares mais desejados do mercado, o mineiro Marco Aurélio Costa, 28 anos, tem ganho uma média de R$ 2 mil por mês em Natal. O editor de imagens credita o sucesso do negócio ao desejo das pessoas de 'ostentar' o produto. "Como não podem comprar um iPhone, as pessoas alugam. E com as redes sociais, muita gente quer mostrar que está na vida boa. É a coisa da ostentação", diz. O negócio começou quando Marco Aurélio comprou um smartphone novo e ficou com dois iPhones em casa. "Preferi locar do que vender. Minha primeira cliente foi uma jovem de 19 anos que queria um telefone porque o namorado não tinha condição de comprar. Tirou várias fotos, gostou e espalhou para amigos", explica. Do boca a boca a frequência a locação de celulares aumentou, assim como o preço do aluguel. "Comecei cobrando R$ 80 e aumentei depois da repercussão", afirma.

Atualmente o editor de imagens possui cinco iPhones, quatro do modelo 5 e outro 5S. "O 5S é o que faço uso pessoal, mas também alugo. Neste fim de semana, por exemplo, estou usando um celular mais antigo que nem foto tira", revela Marco Aurélio, que chegou a Natal em fevereiro e está no negócio de aluguel de celulares desde maio. A renda extra Marco Aurélio usa para lazer. "Dá para garantir os fins de semana na praia", brinca. Quando anunciou o aluguel de iPhones em um grupo da Apple nas redes sociais, as pessoas acharam que Marco Aurélio estava fazendo piada. "Alugo iPhone 5S para vc curtir nas baladas. 150 reais a diária, a primeira impressão sempre será a primeira que ficará (sic)", dizia o anúncio, que foi apagado pela administração do grupo. "Mesmo assim teve gente que me ligou perguntando se era sério e consegui alugar", afirma. Mesmo com o crescimento da clientela, o editor de imagens afirma que não aluga o smartphone para qualquer um. "Não é fila de sopa. E a maioria que aluga não gosta de ser identificado. Até porque se for identificado derruba a fantasia toda", reforça. Até hoje ninguém deu calote ou roubou os smartphones. "Uma metade é paga antes da locação e a outra na devolução. Só pego o CPF. Se perder eu rastreio o celular", acrescenta. O acerto, segundo Marco Aurélio, é sempre na palavra, no entanto o mineiro já estuda fazer contratos com os clientes.

Sem revelar o nome dos clientes, Marco Aurélio conta histórias de pessoas que alugam seus Iphones. "Teve um cara que alugou para sair com uma menina. Acho que ajudou porque os dois estão juntos até hoje. Outra garota locou e na hora de baixar um aplicativo precisou usar meu nome. As pessoas pensaram que o celular era roubado", brinca. A maioria da clientela é formada por homens jovens. "Para cada mulher tem três homens alugando. Querem impressionar a mulherada", diz. O negócio tem dado tão certo que o editor de imagens até brinca sobre ampliar a variedade de produtos. "Se eu tivesse uma Lamborghini alugaria. Penso até em comprar umas cuecas da Calvin Klein para o pessoal usar e deixar mostrando", conta. O editor de imagens já recebeu proposta de um amigo para se associar ao negócio. Enquanto a parceria não é fechada, a nova meta é comprar a versão 6 do smartphone, que o mineiro pretende alugar por R$ 220. "Estou só esperando o preço baixar para comprar. Tem que aproveitar antes de aparecer concorrência alugando mais barato. Falando nisso, você tem iPhone? Se não tiver estamos aí", diz Marco Aurélio, antes de encerrar a conversa com a reportagem do G1.

Sérgio

segunda-feira, agosto 12, 2013

Parou no tempo...


Vejam que legal... Só tenho medo que agora apareça alguém para roubar e matar este senhor. No Brasil, nunca se sabe. Matéria G1:

Em Estrela, no Vale do Taquari, a 115 km de Porto Alegre, fica uma concessionária que encerrou suas atividades há cerca de 10 anos. Aos olhos menos atentos, porém, o local parece estar em funcionamento. Pintura recente, plantas bem cuidadas, monitoramento por câmeras e quatro carros 0 km. São três Fuscas e um Santana nunca usados, raridades em meio a veículos rodados. É como se fosse uma viagem ao passado. Ao chegar perto da vitrine da Comercial Gaúcha, um detalhe chama a atenção: os carros expostos não são mais fabricados. Conhecida como "concessionária fantasma", a loja pertence a Otmar Walter Essig, 79 anos. Discreto, não gosta de aparecer nem de dar entrevistas, mas abriu as portas de seu escritório para contar a história que muitos duvidam na cidade. É lá que seu Otmar ainda cumpre expediente diário, mesmo que não venda um carro há anos. Em frente à porta da revenda, está estacionado um Santana GLS 2000, ano 1996, que é um dos veículos que ele dirige ultimamente. No escritório, dezenas de arquivos e documentos sobre peças, materiais e funcionários ainda estão alinhados em prateleiras. Uma coleção de chaveiros deixa um tom mais informal.

"Essa coleção era da Susi. Trouxe para cá para ficar mais perto de mim", conta ao G1 seu Otmar, referindo-se à mulher, que morreu há seis anos. Em uma caixa dos Correios em cima de um balcão, guarda fotos antigas da mulher e também de antigos carros da família, como o Karmann-Ghia. Religioso , montou uma pequena capela em um cantinho da sala e deixa a Bíblia sobre a mesa de trabalho, onde também descansa uma cuia de chimarrão. "Chego aqui todo dia às 6h15, 6h30, e tomo o meu chimarrão. Às vezes, alguns amigos madrugadores vêm aqui também", explica. Otmar conta que a concessionária existe desde 1969. Na época, era um dos sócios, até assumir completamente a operação em 1974. Segundo ele, era uma revenda conceituada na região. O problema começou no início dos anos 2000, quando a Volkwagen elevou a meta de vendas. Ele comercializava 25 carros por mês e teria de passar para 60, número "quase impossível", segundo ele. Foi quanto decidiu parar. Demitiu e indenizou todos os 33 funcionários e fez o desligamento com a montadora em 2004. Alguns dizem que foi no final da década de 90. O que é certo é que desde lá, nada mudou de lugar.

Orgulhoso com o que acabou se transformando em seu museu particular, Otmar mostra os carros que são de uso pessoal: um Fusca branco 86 totalmente original, uma Kombi pickup de 1994 e o esportivo SP2, ano 1975, que é o seu xodó. Os três automóveis estão em uma antiga garagem onde eram realizadas as revisões e os reparos. As ferramentas seguem organizadas na parede. A máquina do cartão-ponto parece à espera dos funcionários. Em um mezanino, é possível ver carcaças de carros antigos que, aos poucos, são consumidas pela ferrugem. A concessionária ainda preserva carros 0 km que não são mais fabricados. No salão de exposições, um Fusca azul metálico, ano 86, motor 1.6, exibe a placa “última série”. O veículo nunca deixou o local, mas segue com a pintura brilhando. O modelo, que traz novos freios a disco para  a época na dianteira e barra estabilizadora traseira redesenhada para uma melhor performance aerodinâmica, mantém o cheirinho de novo, mesmo passados 27 anos. Ao lado dele, está um Santana Quantum, ano 96, que preserva até os plásticos vindos de fábrica nos bancos e no piso.

Em uma sala fechada, longe de qualquer curioso, estão guardadas outras duas relíquias 0 km: dois fuscas cor prata, ano 96. São duas unidades da chamada “Série Ouro”, último lote de 1,5 mil veículos fabricados no Brasil. Neste modelo, a fábrica superequipou a versão, com estofamentos diferenciados, desembaçador traseiro, faróis de milha, painel com fundo branco, vidros verdes. A prova de que as raridades nunca rodaram em um asfalto é a camada grossa de poeira que esconde a maior parte dos detalhes de luxo. Para completar, o descendente de alemães ainda preserva mais de 200 mil peças, a maioria de veículos das décadas de 80 e 90. No lado de fora, o clima é mesmo de concessionária abandonada. Há o espaço onde eram realizadas as lavagens e um pátio gigante sem qualquer vestígio de sujeira onde eram feitas chapeação e pintura. O terreno possui quase 5 mil metros quadrados. Bem em frente está a oficina mecânica do Enio Schwingel, instalado no local há 23 anos. No passado, a Comercial Gaúcha era a sua principal fornecedora. Atualmente, precisa ir até outros municípios atrás de peças de reposição. O homem diz que ninguém entende por que o dono da revenda mantém há tanto tempo a rotina se a loja não funciona mais. "Chego aqui às 7h e ele sempre já está na revenda com seu chimarrãozinho. A gente se pergunta por que um homem com uma idade já avançada mantém este patrimônio. Na verdade, a gente acha que é um hobby", especula Enio. Quando questionado sobre o motivo de continuar repetindo a rotina há mais de 30 anos, Otmar Essig apenas diz que é o seu prazer, seu passatempo. "Tenho dinheiro suficiente para viver", conta. E assim, por volta das 16h, ele encerra o expediente particular e volta pra casa.

Sérgio

segunda-feira, julho 15, 2013

É pirâmide?




Para quem precisa de ajuda para descobrir que está sendo enganado...

Guia prático da pirâmide financeira:

1- a conversa de quem te convida começa com uma 'oportunidade de negócio'?
2- essa tal 'oportunidade de negócio' envolve oferecê-la pra outras pessoas?
3- você vai passar mais tempo convidando pessoas do que vendendo o produto?
4- você tem que pagar pra entrar, mas não tem participação como sócio?
5- ela se apresenta como 'marketing multinível' mas você recebe mais estímulo a convidar pessoas do que informações sobre o produto ofertado?
6- a proposta de retorno é muito acima do razoável pro mercado?
7- se pagar pra entrar, você tem alguma garantia de que vai receber o dinheiro de volta caso a empresa quebre?
8- a empresa tem classificações 'diamante', 'platina', 'ouro' baseadas em volume de indicações como pelo menos um dos fatores de avaliação?
9- a pessoa que te convida apresenta a 'oportunidade de negócio' como 'se você convidar mais pessoas, vai ganhar mais com o que elas ganharem, e com quem elas convidarem', mas te 'deixa bem claro que não é pirâmide' porque a empresa 'paga impostos e tem cnpj'?
10- os 'concorrentes' dessa empresa oferecem o mesmo produto? (dica: telexfree x bbom)

Se a resposta pra pelo menos uma dessas perguntas for 'sim', é pirâmide.

Sérgio

quinta-feira, março 28, 2013

Páscoa apimentada...


Tudo que é relacionado a putaria dá certo no Brsil, impressionante... Páscoa Ovos eróticos são alternativa para presentear namorada na Páscoa. Lojas de Santos comemoram aumento de mais de 30% nas vendas. Coelhos, ovos e fantasias eróticas são destaque nas lojas especializadas. Matéria G1: 

Enquanto algumas pessoas aproveitam a Páscoa para presentear familiares e amigos com chocolates, outras usam a data para apimentar a relação. Em um sexshop de Santosx, no litoral de São Paulo, a Páscoa rendeu um aumento de 30% nas vendas. Entre os produtos mais procurados estão lingeries, coelhos e ovos com apelo sexual. As vendas na sex shop de Patricia Matos Petroli cresceram em março impulsionadas pela proximidade da data. “Nos anos anteriores as pessoas procuravam minha loja em busca de produtos relacionados à Páscoa. Eu apresentava alguns, sugeria aromas, velas, brinquedos eróticos. Tudo que tem formato de ovo sai mais nessa época. Só não tinha muitas fantasias e eu acabava indicando lojas de festas, que também vendem roupas.

Nesse ano temos bem mais produtos em estoque, porque a procura aumenta”, conta a comerciante. Segundo Patricia, as vendas no mês aumentaram cerca de 30%. Entre os produtos mais vendidos estão masturbadores camuflados de ovo de galinha, vibradores de 'coelho' e fantasias de coelho. “Os clientes geralmente compram mais de um item. A gente monta cestas com vários produtos e entregamos”, conta. Mesmo com a facilidade da entrega, Patricia explica que os clientes preferem ir até a loja para escolher os produtos. “Antes eu fazia catálogos, achando que as pessoas teriam vergonha de entrar em um sexshop, mas desde que eu abri a loja as venda aumentaram 300%. Aqui eu explico como funcionam os produtos, as pessoas sentem os aromas, descobrem como usar”, explica.

Chocolates

Daniela Cardoso faz trufas durante o ano todo, mas é na Páscoa que suas vendas aumentam com pedidos de ovos e de chocolates com formatos eróticos. “As pessoas me perguntavam se eu fazia chocolate em forma de pênis. Um dia conversando com a Patricia perguntei se interessava e ela começou a fazer os pedidos. Faz um ano que vendo esses produtos para ela. No ano passado vendi mais chocolate erótico do que ovos de páscoa”, conta. Os pedidos partem de pessoas com intenções variadas, como aqueles que só querem tirar sarro dos amigos e de pessoas que querem apimentar o relacionamento. “Alguns chocolates são recheados com licor ou com leite condensado e, conforme a pessoa morde, o líquido vai saindo”, explica Daniela.

As venda pela internet também aumentaram para Tatianna Conceição Cardoso, que vende seus produtos por meio da rede social Facebook. “No último mês as vendas aumentaram cerca de 50%. Já os produtos com sabor e aroma de chocolate tiveram aumento de 200%”, conta a vendedora. Tatianna conta que nesse período calcinhas que vão embaladas em formato de bombom, gel aromatizante e velas comestíveis são as que mais vendem. As encomendas de chocolates em formatos eróticos viram uma brincadeira à parte na data. A procura por produtos com esse tema leva grupos a se juntarem para se presentearem. Um grupo de uma empresa em Santos, por exemplo, fez uma das maiores encomendas de chocolates para Patricia, que irá entregar na primeira leva cerca de 20 chocolates em diferentes formatos.

Sérgio

quinta-feira, março 21, 2013

Grande idéia!


Sensacional idéia... Tabloide cria passeio turístico temático de fofoca por Nova York. 'The New York Post' leva turistas a locais que foram cenário de manchetes. Roteiro passa por residências de famosos e locais de casos bizarros. Matéria G1:

Nova York ganhou um novo passeio guiado que pretende ir muito além dos pontos turísticos tradicionais. O tabloide "The New York Post" decidiu transformar em tour suas conhecidas notícias sensacionalistas. Segundo o jornal, o "The Post Headlines Tour" é um passeio pelo lado mais “selvagem” da cidade. Em um ônibus de dois andares decorado com capas do jornal, os turistas recebem informações sobre os apartamentos mais caros e requintados, passam pelas casas das megacelebridades e pelos lugares onde elas foram flagradas em cenas constrangedoras, além de locais onde ocorreram histórias bizarras de anônimos que viraram manchete. O hotel onde o problemático ator Charlie Sheen teve um dos seus ataques de fúria e os segredos do teatro onde o apresentador David Letterman apresenta seu programa são alguns pontos do roteiro, que passa pelo centro da cidade e por áreas como SoHo, Greenwich Village. O tour é realizado toda quinta-feira e dura duas horas e meia. O conteúdo é atualizado toda semana com as últimas fofocas. O ingresso custa US$ 49 e está disponível no site do passeio.

Sérgio

quarta-feira, março 06, 2013

Romero Britto


Romero Britto fala sobre sua 'arte da cura' e dos 300 processos por plágio. O artista brasileiro é consagrado no mundo todo por seu estilo pop art. Especial para a Olivia Esteves! Matéria G1:

O colorido dos quadros e esculturas do artista plástico brasileiro Romero Britto é conhecido nos cinco continentes do mundo. O pernambucano, que nasceu em Recife, transformou os desafios da vida em telas com cores vibrantes e alegres, que conquistaram um espaço em mais de 100 galerias em vários países. Em entrevista ao G1, durante um fim de semana em Guarujá, no litoral de São Paulo, ele falou sobre como acredita ser o segredo do sucesso e suas consequências: mais de 300 processos por copiarem suas obras. O artista plástico brasileiro mais consagrado do mundo começou utilizando papelão e jornal para fazer suas telas, aos 8 anos de idade. Aos 14, fez sua primeira obra de arte, mas foi só na fase adulta, quando resolveu abandonar a faculdade de direito, que entendeu a real vocação. “Meu colorido começou em 1988. Eu sempre gostei de cores, mas não é o colorido que hoje em dia eu uso. Eu comecei mais com as cores primárias, depois eu acabei abusando mais das cores secundárias, os pastéis, o metálico”, conta Britto.

A inspiração foi vindo com o tempo e o aprendizado diário era visto nas obras. Ele acredita que o colorido do Nordeste e do Brasil deu o tom ao seu estilo pop arte, tomado pela mistura dos tons vibrantes e alegres. “Eu acho que todos nós temos essa possibilidade. O potencial de ser influenciado pelo seu meio ambiente e você influenciar o seu meio ambiente. Eu acho que, com certeza, o colorido do Brasil, o colorido Nordeste e, em geral o Brasil, sempre esteve presente na minha vida”, diz Britto. Mas em terras estrangeiras que o sucesso despontou. Depois de trabalhar como atendente de lojas, lanchonetes e prestar serviços em um lava rápido em Miami, ele conseguiu um espaço em uma galeria de arte na Flórida, sua porta de entrada para o mercado. Seus trabalhos começaram a ser vendidos em lojas, eventos, passaram a fazer parte de campanhas publicitárias e se alastraram pelo mundo. Além de pessoas simples, diversas personalidades como Arnold Schwarzenegger e Pelé passaram a ter coleções do artista. Britto explica que a sua arte é universal e, por isso, acredita que suas obras passaram a vender tanto em diversos pontos do mundo, onde há culturas e idiomas diferentes. “Pelo fato da minha linguagem ser uma linguagem universal, é muito mais fácil para as pessoas entenderam em qualquer lugar. Eu não estou falando só de uma história do meu vilarejo, eu quero que minha arte seja entendida por todos. Minha linguagem é direta, alegre, o que todo mundo quer. Não tem como você ver e não entender”, disse Britto.

Admiradores e fãs de Romero Britto consideram que suas obras são a ‘arte da cura’. O artista acredita que muitas vezes a arte ajuda, mas não é tudo. “Eu acho que, em geral, se você se rodeia de coisas positivas e alegres, com certeza vai elevar o seu espírito. Eu não digo necessariamente a minha arte, eu deixo as pessoas falarem”, afirma. Porém ele aconselha utilizar a pintura como uma terapia. Quando não se sente bem ele costuma fazer o que mais gosta: pintar. "É uma boa terapia. Em vez de beber e se drogar, você pinta”, brinca. O brasileiro também passou a fazer retratos de famosos. Para isso, teve que unir o estilo de pintar e criar de Romero Britto a rostos conhecidos no mundo inteiro. “Eu fiz retrato da Madonna. Eu adoro fazer retrato porque no retrato eu conto um pouco da história da pessoa e a pessoa conta um pouco da minha história”, explica o artista, que com a correria, e as encomendas a tona, por necessidade, passou até a pintar nos lugares mais inusitados, como dentro de um avião. E, para ele, nunca faltava inspiração, bastava existir um universo diferente ao seu redor.

A expansão de suas obras lhe rendeu muito reconhecimento, mas também consequências que vieram com o sucesso. Muitas pessoas começaram a copiar telas e esculturas de Romero Britto e ele passou a ter que controlar esse problema. "Tem muita gente copiando. Imagina do extremo da América do Sul a China. No ano passado a gente teve que processar mais de 300 pessoas nos Estados Unidos. Fora os Estados Unidos, mais um montão. Eu tenho que ter um advogado só para tomar conta disso porque é terrível. Eu não sou uma pessoa litigiosa, mas se uma pessoa na China registra o meu nome eu tenho que ir atrás para tirar o registro daquela pessoa”, conta ele. Brito entende que isso acontece quando se tem sucesso, mas lamenta essa forma de ‘fazer arte’. Para ele, muitas pessoas poderiam utilizar suas obras como uma fonte de inspiração e criar peças novas. “É aquela história de quem não pode fazer vai e tira do outro. Então, quem não pode construir, sonhar e criar a sua própria historia, vai lá e tira do outro”, diz.

Novos projetos

Mesmo com os plágios por todo o mundo, ele não pensa em abandonar o estilo Romero Britto de pintar e criar. Segundo o artista, sua arte tem se desenvolvido com o passar dos anos e novas experiências sempre acontecem, mas ainda não são reveladas. “Eu tenho tantas ideias. Eu já fiz tantas coisas experimentais que as pessoas não viram. Mas eu deixo mais as coisas se desenvolveram naturalmente, de forma bem orgânica, bem natural”, finaliza ele. Para este ano, o artista já está com diversas encomendas e pretende continuar distribuindo suas obras Brasil a fora. Entre os compromissos já agendados está a instalação de uma grande escultura na Escócia, em maio e, no decorrer do ano, a abertura de dois espaços em Moscou, na Rússia.

Sérgio

terça-feira, fevereiro 26, 2013

IBDI processa Apple


Apple é processada por prática comercial abusiva pelo IBDI (Instituto Brasileiro de Política e Direito da Informática ). Hoje eu falei mais cedo da obsolescência programada... Essa é uma tática comercial usada por quase todas as empresas, em diversos ramos. Todavia, mesmo assim, não acredito que seja motivo para processo. Se o produto anterior tivesse perda de funcionalidade ou fosse um produto com alto valor de revenda (como um carro), até concordaria, mas não na área de tecnologia. Também comentei hoje que tenho iPad da geração 1 e ele continua a ser útil e utilizado. Então, vale muito mais o que o usuário pensa do que o que a empresa lança. Eu pulei do iPad geração 2 para o da 4 e não comprei o 3 e nem compraria, pois não valia a pena em relação ao 2. Quem tem problema é o consumidor que quer ter todos os lançamentos e sempre a última versão... Esse perde dinheiro. Enfim... Mais uma do TechTudo:

A Apple ganhou um motivo para ter dor de cabeça, graças a denúncia de um órgão brasileiro. A companhia da maçã responde a uma ação na Justiça movida pelo Instituto Brasileiro de Política e Direito da Informática (IBDI), que acusa a empresa norte-americana de abuso na prática comercial com o lançamento do iPad 4 no Brasil. Segundo o Instituto, trata-se de uma prática de obsolescência programada pela companhia, já que o iPad 4 não apresenta evolução efetiva quando comparado a versão anterior. Na prática, a acusação se resume ao fato de que o iPad 3 já poderia ter chegado aos consumidores com as novas características presentes na última geração - processador, conector e câmera mais avançados -, já que a versão "turbinada" foi lançada poucos meses depois pelo mesmo preço.

O IBDI também questiona a retirada do iPad 3 da linha de produção sem a comunicação adequada ao mercado brasileiro. Para o advogado da Instituição, Sergio Palomares, “o consumidor achava que estava comprando um equipamento de ponta, sem saber que já era uma versão obsoleta”. Encaminhada à 12ª Vara Cível do Distrito Federal no dia 6 de fevereiro, a ação também evidencia o pequeno espaço de tempo entre a chegada dos aparelhos, uma vez que ele quebra o paradigma de lançamentos anuais da empresa, como ocorreu com as outras gerações do tablet. O iPad 4 chegou em dezembro de 2012, apenas sete meses depois do lançamento anterior no Brasil. Se perder, a Apple poderá ser obrigada a indenizar todos os consumidores que compraram a terceira geração do iPad. Na opinião do Instituto, a Justiça deverá condenar a empresa a pagar multa de 30% do valor médio (cerca de R$ 600) de cada unidade vendida no país, além de substituir por modelos mais recentes todos os iPads 3 comprados por brasileiros. A Apple ainda não respondeu publicamente as acusações.

Sérgio

Surface Pro Fail!


E por falar em Microsoft... Ela ganhou um título inédito! Só não dá para comemorar! Surface Pro é o aparelho mais dificil de consertar da história, diz site americano. Como hoje é dia de tecnologia, veio do  TechTudo:

O Surface Pro ganhou um título que não deve trazer muito orgulho à Microsoft: o tablet foi considerado um dos gadgets com menor índice de reparação da história, de acordo com o site iFixit. De acordo com a avaliação da página, o aparelho não oferece muitas possibilidades de consertos em casos de quebras e, passada a garantia, o usuário que tiver problemas terá de comprar um novo. O iFixit equiparou o Surface Pro com os MacBooks com tela Retina, também campeões no quesito. De acordo com o site, operações simples como trocar algum dos fans, substituir o SSD do Surface Pro ou mesmo tentar abri-lo para uma limpeza são tarefas que beiram o impossível e requerem muito talento do usuário. Para abrir o Surface Pro, é preciso remover a tela. Para isso, a cola precisa ser amolecida com considerável exposição ao calor. Depois de solta, muita "sensibilidade" e "gentileza" são necessárias para retirar o display sem danificá-lo. 

Após isto, o usuário aventureiro precisará batalhar ainda contra 90 parafusos de diversos tamanhos para desmontar o tablet. Para montá-lo novamente, é preciso por tudo no lugar, usando mais calor. Se o usuário quiser ignorar os avisos que recomendam a não remoção da bateria, terá de aquecê-la para amolecer outra grande quantidade de cola. Calor e baterias não são uma receita muito segura, o que parece condenar os consumidores que se queixam da duração da bateria no Surface Pro às eventuais soluções que a Microsoft puder desenvolver em nível de software. O site iFixit é especializado em desmontar, montar e desenvolver tutoriais para que os mais corajosos promovam reparos em seus gadgets sem precisar recorrer a profissionais. Sempre que algum produto novo é lançado, o pessoal do site o desmonta e dá a ele um índice de reparação: quanto maior o índice, mais peças poderão ser trocadas. O aparelho da Microsoft, porém, conseguiu apenas 1 em 10 pontos possíveis na avaliação da página. 

Sérgio

Mais já???


Microsoft deve testar o Windows Blue nos próximos meses. Hoje em dia a obsolescência programada é uma realidade... Outra do TechTudo: 

O sucessor do Windows 8 deve ser testado nos próximos meses pela Microsoft. É o que diz o site Win8China.com, que divulga rumores e notícias sobre os programas da empresa de Steve Ballmer. A página informou que o Windows Blue (nome que pode ser provisório) deve começar a ser feito em 7 de junho de 2013, com lançamento previsto para agosto. O Windows 8 começou a ser feito só em agosto de 2012, para ser lançado no dia 26 de outubro do mesmo ano. Pelas datas dos rumores, parece que a Microsoft quer acelerar os testes e a fabricação do Windows Blue. O motivo da demora estaria na necessidade de desenvolver um sistema operacional que funcione tanto em tablets quanto nos PCs, o que demanda trabalho extra dos desenvolvedores. Não se sabe ainda se a Microsoft vai lançar prévias do Blue para programadores ou consumidores antes do lançamento oficial. Espera-se que o Windows Blue tenha versões novas do Internet Explorer, Mail, Calendar e o buscador Bing. Boatos também apontam que a empresa vai preparar atualizações de driver para melhorar a performance da bateria dos aparelhos com o novo SO. Os aplicativos da Windows Store, nesse novo sistema, poderão funcionar em diferentes configurações de tela para se adaptar aos diversos tablets do mercado. A página americana Cnet afirmou ainda que Windows Phone, Outlook.com e SkyDrive sofrerão atualizações relevantes com a novidade. Há rumores de que a edição mobile do sistema operacional, o Windows Blue Phone, possa sair na virada de 2013 para 2014.

Sérgio

terça-feira, fevereiro 19, 2013

Brasil x Leis Trabalhistas


Minha opinião: O Brasil é um dos países onde as leis trabalhistas emperram investimentos e sinais de uma reforma trabalhista não existem. Ao contrário, cada dia decisões judiciais aumentam interpretações que tornam a vida das empresas mais difícil e onerosa. Veja esta matéria do G1:

A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que mulheres que engravidarem durante o aviso prévio têm direito à estabilidade até o quinto mês após o parto. A estabilidade já é um direito para gestantes em contrato regular de trabalho e, com a decisão, vale também para quem cumpre aviso prévio, ou seja, quem já foi demitido ou pediu demissão. A decisão foi tomada no último dia 6 de fevereiro, por unanimidade, e publicada na última sexta-feira (15). Ainda cabe recurso. O caso analisado foi o de uma enfermeira de São Paulo que pediu reintegração ao trabalho após rescisão durante gravidez. No caso, o tribunal não reintegrou a mulher ao trabalho, mas concedeu à gestante o direito ao pagamento dos salários e da indenização referentes ao período entre a data em que ela foi despedida e os cinco meses posteriores ao nascimento da criança. 

Pela legislação brasileira, a gravidez garante estabilidade da empregada grávida até o quinto mês após o parto. No entanto, as instâncias inferiores ao TST entenderam que aviso prévio não integra o tempo de serviço contratual. Antes de entrar com recurso do TST, a mulher tinha tido o pedido de reintegração ao trabalho e indenização negado na 38ª Vara do Trabalho de São Paulo e no Tribunal Regional do Trabalho. A decisão do TST não é nova, pois já existe orientação jurisprudencial na Corte prevendo que a data de saída a ser anotada na carteira de trabalho deve corresponder ao término do prazo do aviso prévio. Para o relator do processo na Terceira Turma, ministro Maurício Godinho Delgado, o próprio tribunal regional admitiu que a gravidez ocorreu no período de aviso prévio indenizado. "Incontroverso, portanto, que a concepção ocorreu durante o aviso-prévio indenizado, ou seja, antes da despedida, configurada está a estabilidade provisória," destacou o ministro em seu voto.

Sérgio

domingo, fevereiro 03, 2013

iPhone Gradiente


É uma prova cabal da ridícula mente do Brasileiro e suas empresas. Negociem om nome, mas não façam o povo de otário com um iPhone Gradiente. Fala sério. Além do mais, não é só a Apple que não mpode usar o termo: os anunciantes que vendem o verdadeiro iPhone não poderão anunciar. Imaginem a confusão disso: vai ter gente pagando valor de celular Apple pelo lixo da Gradiente. Espero que a Justiça resolva a questão. Ou, que a Gradiente consiga o que quer: 15 minutos de "fama" e uns dólares... Ah, não deixem de assistir acima a "brilhante" explicação da empresa. Veio do Olhar Digital:

A Apple não pode mais usar no Brasil o nome ‘iPhone’ em celulares ou em produtos de segmentos próximos à telefonia móvel, segundo informa nesta sexta-feira o jornal O Globo. Estabelecida pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual, a decisão dá vitória à Gradiente, dona do nome com exclusividade desde 2008, após processo que durou oito anos. A rejeição aos pedidos da Apple para uso da marca será publicada na próxima edição da Revista da Propriedade Industrial, do INPI, que sai no dia 5. O órgão não informa quais dos 11 pedidos pendentes serão negados, mas adianta que estão na ‘lista negra’ os que remetem a celulares. Entre as solicitações, segundo O Globo, estão o direito sobre “dispositivos eletrônicos digitais móveis”, “projetos de desenvolvimento de hardware e software”, “computador e periférico” e “Find My iPhone”, aplicativo que vem instalado no aparelho. 

Os pedidos da Apple foram feitos em 2006, 2007, 2010 e 2011. O jornal informa que há dois anos a companhia ganhou o direito de aplicar o nome em “artigos de vestuário, calçados e chapelaria” e manuais de instrução, mas o INPI ainda não havia concluído o julgamento dos pedidos que pudessem levar a categorias móveis. Apesar da decisão, a Apple ainda briga. O Instituto afirma ser provável que a empresa obtenha exclusividade em segmentos diferentes, como embalagens e serviço de varejo, mas esta decisão deverá ser publicada na edição da revista que circula em 14 de fevereiro. A polêmica entre as duas empresas teve início em dezembro com o lançamento do ‘gradiente iphone’ apenas duas semanas antes de o direito sobre o nome caducar. O telefone chegou ao mercado recentemente, ao preço de R$ 700. (Conheça o modelo clicando AQUI).

Sérgio

TelexFree na mira do MP


O TelexFree está com os dias contados. Que estiver nessa, acorde!

Sérgio

quarta-feira, janeiro 30, 2013

Legacy 650


E nem tudo é má notícia sobre o Brasil. Parabéns Embraer! Matéria Terra:

O Legacy 650 foi eleito o jato de grande porte com o melhor desempenho pela revista chinesa Hurun Report. Segundo informou a Embraer nesta terça-feira, a publicação da China – focada no segmento de luxo – também nomeou Legacy 500 como a melhor novidade em jatos executivos. A Embraer diz que seu setor de aviação executiva já recebeu desde 2007 12 prêmios relacionados a inovação e projeto. Com alcance de 3.900 milhas náuticas (7.223 km), o Legacy 650 pode voar, sem escalas, de Beijing (China) para Dubai (Emirados Árabes Unidos), de Hong Kong (China) para Adelaide (Austrália), ou de Dubai para Londres (Reino Unido). A aeronave conta com aviônicos integrados,  que reduzem a carga de trabalho dos pilotos e aumentam a segurança de vôo. O Legacy 650 oferece três ambientes de cabine, acomodando até 14 passageiros.

Sérgio

terça-feira, janeiro 22, 2013

Esquemas Ponzi


Pois é... Esse vídeo é para quem pensa em ficar rico com esquemas de "MMN" Marketing Multinivel, também conhecido como marketing de rede, é um sistema de marketing caracterizado pela formação de uma rede de contatos através da indicação de novos associados, por parte dos antigos. Gente, isso nada mais é do que uma variação da conhecida e famosa pirâmide, o Esquema Ponzi. Um Esquema Ponzi é uma sofisticada operação fraudulenta de investimento do tipo esquema em pirâmide que envolve o pagamento de rendimentos anormalmente altos ("lucros") aos investidores, às custas do dinheiro pago pelos investidores que chegarem posteriormente, em vez da receita gerada por qualquer negócio real. O nome do esquema refere-se ao criminoso financeiro italo-americano Charles Ponzi (ou Carlo Ponzi). Os Esquemas Ponzi oferecem aos investidores grandes juros num curto período, e o sistema pode funcionar apenas a curto prazo, tudo dependendo da quantidade de novos investidores que integrem o negócio. O Sistema Ponzi degenera sempre em bancarrota, já que a maioria esmagadora dos investidores perde todo o seu dinheiro. As características típicas da propaganda para recrutar novos investidores são:

  • Promessa de altos rendimentos a curto prazo.
  • Obtenção de rendimentos financeiros que não estão bem documentados.
  • Dirigido a um público não financeiramente esclarecido.
  • Um único promotor ou uma única empresa.
  • Falta de Produto à ser consumido.
  • Movimentação apenas de dinheiro.
  • Nenhum vinculo com Leis Trabalhistas e de Arrecadação de Impostos Federais.

Torna-se evidente que o risco de investimento nas operações que fazem uso desta prática é elevadíssimo. O risco é cada vez mais alto ao crescer o número de subscritores, já que cada vez se vai tornando mais difícil encontrar novos seguidores. Em muitos países, esta prática é um crime. Por isso hoje se disfarça este tipo de esquema com venda de produtos. Tomem cuidado. Não existe milagre na economia!

Sérgio

quinta-feira, janeiro 17, 2013

Namorada "falsa"


Tudo é falso neste mundo do Século XXI... Darei minha opinião como advogado: isso viola as políticas de uso do Facebook e deve ter vida curta, pois se trata de criar perfis falsos, o que é vedado pelo sistema. Como este tipo de perfil é criado em lote e por empresas, em tese, pelo IP e outras características, será fácil achar e bloquear. Coisa feia, não? Veio do G1:

O criador do site que aluga “namoradas falsas” para o Facebook conta que há uma grande demanda de clientes que usam o serviço para “causar ciúmes nas ex-namoradas”. “Já tivemos respostas em que os clientes diziam que conseguiram o que desejavam”, conta Flávio Estevam, criador do NamoroFake.com.br (acesse AQUI). Segundo ele, nenhum de seus clientes foi "descoberto" alugando uma "namorada falsa". No NamoroFake, o usuário paga para ter uma “namorada no Facebook”, com um certo grau de afinidade e por um período determinado –uma namorada sai por R$ 40, por sete dias, por exemplo, mas existem outras opções de relacionamento. O internauta escolhe um perfil de namorada e define, por meio de mensagem restrita, os “posts e comentários que a namorada falsa escreverá no seu perfil”. Estevam explica que a iniciativa não envolve namoros virtuais, reais ou encontros pessoais --o relacionamento se restringe ao Facebook. Os perfis das meninas são falsos e “criados como um personagem”, sem ser “cópias de pessoas reais”, afirma Estevam. “Os perfis não estão em nosso site ou fan page e não temos nenhum vínculo ou ferramenta com Facebook”, conta o criador, que diz fazer tudo de acordo com os termos do Facebook. Sobre exemplos de perfis de namoradas, o fundador do site diz que são todos sigilosos e não revela informações. Ele conta que a maioria das meninas que podem ser incluídas como namoradas são bonitas. O site já está no ar há 15 dias e Estevam afirma que a maior demanda, no momento, vem do público masculino. “Em breve, vamos oferecer perfis de namorados falsos para o público feminino”, promete.

Sérgio