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quarta-feira, setembro 07, 2016

Deu para o Trump?


Incrível... Mesmo no Texas, eminentemente Republicano, o jornal prestigiado The Dallas Morning News está recomendando o voto na Hillary Clinton. É a primeira vez, desde a Segunda Guerra Mundial que eles sugerem voto em um candidato. Fantástico... Confiram AQUI...

Sérgio

segunda-feira, abril 23, 2012

Coca-Cola mata?


Vejam só: achei péssima a manchete do portal Globo.com: "Excesso de Coca-Cola pode ter causado morte de neozelandesa". Depois, se lia que ela bebia de 8 na 10 litros do refrigerante e mais 30 cigarros ao dia. Jura que, com hábitos assim, dá para culpar somente a Coca-Cola? Se você tomar essa quantidade de água ao dia pode ser perigoso, sem contar o cigarro. Colocar a manchete na primeira página culpando  o refrigerante é jornalismo de mal-gosto e tendencioso. Não combina com um site deste porte. Lamentável... Matéria do G1:

Médicos suspeitam que o excesso de Coca-Cola possa ter levado uma mulher à morte na Nova Zelândia. Natasha Harris, que bebia entre oito e dez litros por dia do refrigerante, segundo seu parceiro, morreu em fevereiro, em consequência de um ataque cardíaco. Segundo a agência de notícias Fairfax, o patologista Dan Mornin afirmou em inquérito que ela provavelmente sofreu de hipocalemia, ou falta de potássio. O problema teria sido causado pela má nutrição e pelo consumo excessivo da Coca, e um dos sintomas é o funcionamento anormal do coração. O médico afirmou ainda que a cafeína incluída no refrigerante pode ter contribuído com a morte. Chris Hodgkinson, que vivia com Natasha, a descreveu como “viciada em Coca”. Ele afirmou também que a mulher fumava 30 cigarros por dia e vinha tendo problemas de pressão e sentindo falta de energia nos meses que antecederam a morte. Outros médicos ouvidos pela AP, que não participaram do inquérito, concordaram que o consumo excessivo do refrigerante pode até levar à morte em casos específicos. Eles apontaram, inclusive, que o abuso de qualquer líquido em um clima frio pode afetar o equilíbrio do corpo. A Coca-Cola Oceania divulgou uma nota afirmando que seus produtos são seguros para consumo. "Concordamos com a informação do médico legista de que a ingestão demasiadamente excessiva de qualquer produto alimentício, inclusive a água, em um curto período de tempo com consumo inadequado de nutrientes essenciais, e a ausência de intervenção médica apropriada quando necessário podem causar sintomas muito graves”.

Sérgio

terça-feira, abril 17, 2012

Prêmio Pulitzer


Este é um prêmio muito cobiçado, tradicional e célebre no mundo do jornalismo. Eis o resultado de 2012 em matéria do G1:

A lista de vencedores do Prêmio Pulitzer foi anunciada neste segunda-feira (16) em Nova York. Entre os vencedores, a categoria de notícia urgente ("breaking news") foi levada pelo jornal "The Tuscaloosa News", do Alabama, com a cobertura do tornado de 27 de abril de 2011 que destruiu grande parte da cidade. Em 2011, a comissão não entregou nenhum prêmio nessa categoria. Em seu anúncio do prêmio, a diretoria do Pulitzer citou o Tuscaloosa News pelo "uso das mídias sociais além da reportagem tradicional para fornecer atualizações em tempo real, ajudar a localizar pessoas desaparecidas e produzir reportagens aprofundadas mesmo após uma queda de energia que levou o jornal a ser impresso numa outra gráfica a 50 milhas de distâncias". O "Philadelphia Inquirer" venceu na cobiçada categoria de serviço público, e um jornal da Pensilvânia, o "Patriot-News", ficou com o prêmio de reportagem local por sua cobertura do escândalo de abuso sexual na Universidade Penn State. O prêmio ao "Philadelphia Inquirer" foi descrito pela direção do Pulitzer como "a exploração da violência difundida pelas escolas da cidade", superando os concorrentes "The New York Times e Miami Herald".

Não houve entrega de prêmio na categoria ficção. Essa foi a primeira vez desde 1977 que a diretoria do Pulizter decidiu não entregar um prêmio para a categoria. Já o prêmio de melhor fotografia de notícia urgente foi para Massoud Hossaini, da agência France Presse, com uma imagem chocante de uma menina gritando em desespero após um atentado que tirou a vidade de familiares dela em Cabul, no Afeganistão (Nota do blog: clique AQUI para ver, mas saiba que a imagem é forte). O jornal "The New York Times" ficou com duas premiações, uma por texto explanatório escrito por David Kocieniewski sobre impostos para a saúde e outra por reportagem internacional, com Jeffrey Gettleman e seus "vívidos relatos, geralmente envolvendo perigo pessoal, de fome e conflito no leste da África". A Associated Press foi reconhecida por uma série investigativa detalhando o acompanhamento de minorias e muçulmanos suspeitos após os atentados do 11 de Setembro pela polícia de Nova York. Administrado pela Universidade de Columbia, o Pulitzer é entregue em uma série de categorias do jornalismo, literatura, drama e poesia. Cada vencedor recebe US$ 10 mil de prêmio. A lista completa com os vencedores está disponível na página do prêmio.

Sérgio