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terça-feira, setembro 27, 2016

Paulo Laux


O livro "90 ANOS DE AVIAÇÃO COMERCIAL BRASILEIRA" do jornalista e especialista em aviação Paulo Laux narra em detalhes a história percorrida por 128 empresas aéreas nacionais que operaram, ou seguem operando, comercialmente no Brasil desde os idos da década de 20, quando o então ministro da Viação e Obras Públicas, dr. Victor Konder, aprovou o início das atividades regulares do transporte aéreo no País, até os dias atuais.

Uma após outra, todas as empresas aéreas tiveram suas trajetórias de vida descritas; os processos de incorporações, fusões e as lamentáveis falências comerciais, são descritos à luz dos fatos à época em que ocorreram. 

“Uma história ilustrada de Sucessos, Sonhos e Paixões” - como o autor Paulo Laux se refere à sua obra inédita no mercado editorial brasileiro -, vem contida em 244 páginas fartamente ilustradas com o desfile de aproximadamente 400 imagens de aeronaves utilizadas ao longo de nove décadas pelas companhias aéreas, além da descrição das frotas utilizadas, peças de publicidade veiculadas à época e outros documentos.

O livro pode ser adquirido por R$ 139,00 + porte (verificar), através de sites de vendas especializados; pessoalmente em Florianópolis (SC); ou enviado pelo autor através de pedidos feitos por e-mail.

Maiores informações de como comprar podem ser obtidas através do endereço   paulolaux27@gmail.com ou através dos telefones (48) 3334-5029 e (48) 9925-1567.

Sérgio

domingo, setembro 25, 2016

The One That Got Away


Boooom dia para todos! Vou aproveitar o fim de semana para descansar e assistir um filme de 1957 sobre um piloto de caça lendário da Luftwaffe na Batalha da Inglaterra, chamado Franz Von Werra, conhecido como "The Oner That Got Away" ou, aquele que fugiu. Lembro de ter lido esta história num antigo livro da Seleções lá nos Anos 80. Confesso que rever num filme foi ainda mais interessante, apesar da narrativa do livro ser mais rica em detalhes, obviamente. Mas, o interessante é que é uma história real. Vejam o trailer. Ele mostra que a vida pode tão ou mais fascinante que a ficção!

Sérgio

sábado, setembro 24, 2016

Voo 1907 - 10 Anos


Hoje é um dia triste. fazem 10 anos de uma das maiores tragédias do Brasil. Há dez anos, quando um novíssimo jato executivo Legacy decolou de sua fábrica no interior de SP e horas depois se chocou no céu da Amazônia com um Boeing 737-800 da Gol, a segurança do sistema aéreo brasileiro foi colocada imediatamente em dúvida, além de ter deixado 154 mortos. Logo após a tragédia, soube-se que os radares não eram capazes de cobrir todo o território nacional e que os rádios não alcançavam os pilotos em determinadas áreas do país, naqueles vácuos chamados de "buracos negros" da aviação... Foram várias as razões da tragédia e algumas delas estão presentes ainda em nosso espaço aéreo. Saibam mais no especial da Folha de São Paulo.

Sérgio

quarta-feira, julho 20, 2016

Precisamos estudar a História!


Vejam como idéias tipo "nós contra eles" e "ele é radical, mas é só retórica", além de manipulações de nacionalismo exacerbado nos levaram ao maior conflito que esse Mundo já viu. Nem esquerda, nem direita. Nem um governo frouxo demais, nem autoritário demais. Como diria aquele personagem, quem poderá nos ajudar? 

Sérgio

sábado, julho 09, 2016

9 de Julho



Hoje é feriado em São Paulo. Mas, é só isso que precisamos saber sobre hoje? Hoje é um dia importante para os Paulistas: data que é motivo de orgulho para os paulistas marca o início do levante armado do estado contra o Governo de Getúlio Vargas em 1932. São Paulo sempre foi a vanguarda da Liberdade no Brasil. Que assim seja! O texto abaixo é do site História Viva:

No dia 09 de julho, São Paulo comemora a Revolução Constitucionalista de 1932. A data, transformada em feriado civil em 1997, marcou o início de um dos principais episódios da história do estado. Sua importância está evidente em toda a cidade: duas avenidas carregam nomes que remetem à revolta (9 de julho e 23 de maio) e monumentos como o Obelisco do Ibirapuera prestam homenagens ao mártires da chamada “Guerra Paulista.”

A Revolução foi um levante armado da população de São Paulo que, entre os meses de julho e outubro de 1932, combateu as tropas do governo federal. A reivindicação central do movimento era a destituição do governo provisório de Getúlio Vargas, que dois anos antes assumira o poder no país, fechando o Congresso Nacional e abolindo a Constituição. O levante é chamado de “constitucionalista” porque São Paulo pedia a promulgação de uma nova constituição federal.

A empreitada militar paulista foi mal sucedida: as tropas do estado perderam a guerra, sufocadas pela superioridade numérica e técnica do exército brasileiro. Mas sua luta não foi completamente em vão: dois anos depois, em 1934, o governo central promulgava uma nova constituição, mostrando que a revolta conseguira, ainda que tardiamente, atingir seu principal objetivo declarado.

Mas o impacto da Revolução de 32 não se restringiu apenas ao campo da política: o levante foi também um dos principais marcos da formação da identidade paulista. Apoiada na ideia de que o estado é o “carro chefe” da nação, as elites locais aproveitaram o sentimento de união gerado pela revolta para reforçar seu discurso sobre o suposto “espírito” do povo de São Paulo. Dessa forma, elementos que vinham sendo construídos havia anos – como as ideias de pioneirismo e nobreza paulista – foram reforçados pelo poder ideológico da Revolução.

Desde seus primórdios, essa “paulistanidade” esteve impregnada pelo discurso racista. O levante de 32 serviu para reforçar essas ideias, elevando certas populações à categoria de “povo paulista” – como os imigrantes italianos, até então discriminados – e rebaixando outros grupos, como os afrodescendentes e os migrantes do Norte e Nordeste do país. Os historiadores Marco Cabral dos Santos e André Mota, no livro São Paulo 1932 – memória, mito e identidade recentemente lançado pela Alameda Editorial, deram especial ênfase ao papel da medicina na construção desse discurso: além de políticos e intelectuais do período, foram médicos e biólogos que tentaram justificar pela ciência a inferioridade racial de negros e nordestinos.

Atualmente, a Revolução Constitucionalista de 1932 continua sendo um tema controverso da historiografia nacional. Há um enorme número de livros e artigos que discutem o assunto, e a memória da “Guerra Paulista” continua em disputa pelos mais diversos grupos.

Sérgio

sexta-feira, julho 01, 2016

F-14 US NAVY x F-4 USAF


Interessante história do dia em que um F-14 Tomcat da US NAVY abateu um F-4 Phantom II da USAF. Veio do site We Are The Mighty, matéria de Logan Nye:

There are a couple things that everyone going into a military exercise absolutely has to get right. First, get good training and look for ways to improve both personal and unit performance. Second, and perhaps more importantly, don't really shoot anyone.

Guess which thing Navy Lt. (j.g.) Timothy Dorsey, an F-14 pilot, messed up while shadowing an Air Force RF-4C Phantom over the Mediterranean on Sep. 22, 1987?

Dorsey and his radar intercept officer, Lt. Cmdr. Edmund Holland, were taking part in an exercise testing the defenses of the Navy carrier USS Saratoga against enemy attacks. The Air Force had provided a jet and aircrew, Capt. Michael Ross and 1st Lt. Randy Sprouse, to act as the opposing force.

Ross took off from Aviano Air Base, Italy, and began searching for the carrier. The unarmed jet would need to get within visual distance of the Saratoga and read off its hull number to count a "kill" against it in the exercise.

The exercise orders called for Dorsey and another F-14 to be unarmed as well, but both Navy jets were actually carrying live missiles. The Navy pilots would have to simulate an attack on the opposing force jet to win.

The Air Force crew faced trouble early on when its equipment for hunting the Navy carrier and its fleet electronically malfunctioned. Ross and Sprouse began conducting a visual search instead. The Navy jets got lucky early when the combat controllers sent them after a radio contact that turned out to be the RF-4C refueling from an Illinois Air National Guard KC-135 tanker.

Dorsey's flight joined up on the tanker and picked up fuel. Ross and Sprouse flew away first and returned to searching for the carrier. Dorsey and Holland, obviously believing that they had spotted their quarry, pursued the Phantom.

The Air Force jet found the carrier, but also knew that a Navy jet was on its tail. Sprouse, the backseater on the Phantom, alerted Ross to the Navy presence.

"There's a Navy F-14 sitting on our left wing at about 8 o'clock," Sprouse said.

"Okay, he's a good guy," Ross said.

Meanwhile, Dorsey was tracking the Air Force jet's progress toward the carrier. When the RF-4C got to about 15 miles from the Saratoga, Ross initiated a diving turn at the carrier, simulating the start of an attack run. Dorsey called out the threat to Holland and they alerted the Saratoga.

So far, everything is good. The Air Force is simulating an attack on the carrier, the Navy is simulating the protocol for attacking a threat to the carrier.

The Saratoga responded, "Red and free on your contact." And that was where everything got messy. Dorsey, relatively new to the Saratoga and with only a couple hundred hours of flight time under his belt, was under the impression that "red and free" was a command to fire that was only used in real-world, "Shoot that guy right now!" situations.

Still, he hesitated and asked for guidance.

"Jesus, do they want me to shoot this guy?" he asked.

The phrase, "red and free," was commonly used around the Saratoga in exercises. Holland, thinking that Dorsey still understood that everything was taking place within the limits of the exercise, not an actual fight, responded with, "Yes. Shoot!"

Dorsey armed one sidewinder and attempted to fire, but the missile failed. So, he fired another and this one slammed into the back of the recently-fueled Air Force jet.

Holland later said of that moment, "I heard a 'whish' sound from the right side of the aircraft, and I looked out and I said, 'What was that?' I saw the front end of an F-4 and the back end was in flames. I said, 'You shot him down!' and I was absolutely amazed."

It was Holland's shock and sudden questions that alerted Dorsey to the fact that he had done something very wrong.

Ross and Sprouse, meanwhile, we're going through their own sudden crisis. They mistakenly believed that they had collided with the F-14 that was tailing them. The RF-4C was shaking violently and parts of it were on fire.

Ross gave the order to eject.

"I'm gone," Sprouse said as he pulled the ejection handle. Both airmen got clear of the dying jet and Holland radioed for an at-sea rescue.

"Mayday! Mayday! Got a kill on a Fox 4!"

For obvious reasons, Navy commanders immediately started asking what had happened. Ross and Sprouse were fished out of the water and questioned by Navy lawyers. They both gave full statements before the commander of the Saratoga, Navy Capt. David Frost, told them what really happened and apologized. (Probably something like, "oh, by the way, we shot you down. Sorry. Okay, who's up for some great Navy chow?")

Sprouse and Ross received medical attention, Navy uniforms, and a swag bag. They were given the best dinner on the ship and good spots to sleep until they could be sent back to the Air Force.

Dorsey was grounded but allowed to stay in the Navy. He made it to the rank of captain in the reserves as an intelligence officer and then an inspector general. In 2012, he was recommended for promotion to admiral. When Congress heard about his 1987 incident, they declined to vote on his promotion, effectively rejecting it.

Many suspect that Dorsey wouldn't have been allowed to stay in the Navy if it weren't for the fact that his father was James Dorsey, a prominent figure in the Naval aviation community. In 1987, Dorsey was the captain of the USS America, a supercarrier.

Ross's injuries from the shootdown appeared slight when he was rescued from the ocean, but grew steadily worse as he aged. He received 32 surgeries and became fully disabled.

Sérgio

segunda-feira, março 28, 2016

Cacos da História


Eu já morei em casa que tinha isso. Mas não sabia a história. Conheci através do site CaraguaWeb. A história foi pesquisada pelo Engenheiro Manoel Botelho:

Muita gente já reparou nas casas paulistas das décadas de 40 e 50 e os tradicionais pisos de caquinho, predominantemente vermelho, tinham os cacos amarelos e pretos também. A casa dos meus avós era assim. Aparentemente não. Mas no Brasil já aconteceu isto, talvez pela primeira vez na história da humanidade. Vamos contar esse mistério. Foi na década de 40 / 50 do século passado. Voltemos a esse tempo. A cidade de São Paulo era servida por duas indústrias cerâmicas principais. Um dos produtos dessas cerâmicas era um tipo de lajota cerâmica quadrada (algo como 20x20cm) composta por quatro quadrados iguais. Essas lajotas eram produzidas nas cores vermelha (a mais comum e mais barata), amarela e preta. Era usada para piso de residências de classe média ou comércio.

Nessa época os chamados lotes operários na Grande São Paulo eram de 10x30m ou no mínimo 8 x 25m, ou seja, eram lotes com área para jardim e quintal, jardins e quintais revestidos até então com cimentado, com sua monótona cor cinza. Mas os operários não tinham dinheiro para comprar lajotas cerâmicas que eles mesmo produziam e com isso cimentar era a regra. Certo dia, um dos empregados de uma das cerâmicas e que estava terminando sua casa não tinha dinheiro para comprar o cimento para cimentar todo o seu terreno e lembrou do refugo da fábrica, caminhões e caminhões por dia que levavam esse refugo para ser enterrado num terreno abandonado perto da fábrica. O empregado pediu que ele pudesse recolher parte do refugo e usar na pavimentação do terreno de sua nova casa. Claro que a cerâmica topou na hora e ainda deu o transporte de graça pois com o uso do refugo deixava de gastar dinheiro com a disposição.

Agora a história começa a mudar por uma coisa linda que se chama arte. A maior parte do refugo recebida pelo empregado era de cacos cerâmicos vermelhos mas havia cacos amarelos e pretos também. O operário ao assentar os cacos cerâmicos fez inserir aqui e ali cacos pretos e amarelos quebrando a monotonia do vermelho contínuo. É, a entrada da casa do simples operário ficou bonitinha e gerou comentários dos vizinhos também trabalhadores da fábrica. Ai o assunto pegou fogo e todos começaram a pedir caquinhos o que a cerâmica adorou pois parte, pequena é verdade, do seu refugo começou a ter uso e sua disposição ser menos onerosa.

A classe média adotou a solução do caquinho cerâmico vermelho com inclusões pretas e amarelas. Como a procura começou a crescer a diretoria comercial de uma das cerâmicas descobriu ali uma fonte de renda e passou a vender, a preços módicos é claro pois refugo é refugo, os cacos cerâmicos. O preço do metro quadrado do caquinho cerâmico era da ordem de 30% do caco integro (caco de boa família).

Até aqui esta historieta é racional e lógica pois refugo é refugo e material principal é material principal. Mas não contaram isso para os paulistanos e a onda do caquinho cerâmico cresceu e cresceu e cresceu e , acreditem quem quiser, começou a faltar caquinho cerâmico que começou a ser tão valioso como a peça integra e impoluta. Ah o mercado com suas leis ilógicas mas implacáveis.

E é claro que os caquinhos subiram de preço ou seja o metro quadrado do refugo era mais caro que o metro quadrado da peça inteira… A desculpa para o irracional (!) era o custo industrial da operação de quebra, embora ninguém tenha descontado desse custo a perda industrial que gerara o problema ou melhor que gerara a febre do caquinho cerâmico.

De um produto economicamente negativo passou a um produto sem valor comercial a um produto com algum valor comercial até ao refugo valer mais que o produto original de boa família…

A história termina nos anos sessenta com o surgimento dos prédios em condomínio e a classe média que usava esse caquinho foi para esses prédios e a classe mais simples ou passou a ter lotes menores (4 x15m) ou foram morar em favelas.

São histórias da vida que precisam ser contadas para no mínimo se dizer: - A arte cria o belo, e o marketing tenta explicar o mistério da peça quebrada valer mais que a peça inteira…

Sérgio

quarta-feira, março 16, 2016

Tango Bravo Alpha - É Hoje!


Pessoal, é hoje e eu vou. Quem gosta não pode faltar. Seis da tarde na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi de São Paulo.

Sérgio

quarta-feira, março 02, 2016

Tango Bravo Alpha


Pessoal, vem aí o lançamento de um livro muito especial, contando a história da Transbrasil, escrito pelo meu amigo Gianfranco Betting. A obra terá 288 páginas e mais de 600 de imagens, entre fotos, mapas, gráficos e ilustrações, a maioria delas inéditas. Serão mostradas todas as aeronaves operadas, em todas as suas coloridas pinturas, culminando um trabalho de décadas de arqueologia iconográfica. Uma saga de superações e desafios, agora resgatada, que não pode faltar na biblioteca de quem se interessa sobre aviação brasileira. Saibam mais AQUI. O lançamento do livro ocorre no dia 16 de março, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, em São Paulo. O preço do livro é de R$ 150,00. Estarei lá!

Sérgio

sexta-feira, abril 24, 2015

USS Independence


Olha que interessante: Porta-aviões naufragado da Segunda Guerra Mundial é achado na costa da Califórnia. Veio do UOL:

Uma agência oceânica dos Estados Unidos descobriu os destroços afundados de um porta-aviões da Segunda Guerra Mundial, o USS Independence, perto do litoral norte da Califórnia, e disse que a embarcação está supreendentemente bem preservada, provavelmente com um avião ainda em seus hangares. O Independence, que operou nas regiões central e oeste do oceano Pacífico entre novembro de 1943 e agosto de 1945, chegou a sobreviver aos testes atômicos do atol de Bikini, antes de ser afundado em janeiro de 1951. A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA (NOAA, na sigla em inglês) encontrou o casco intacto do porta-aviões em meio a uma missão de dois anos para mapear cerca de 300 naufrágios nas águas próximas à cidade de San Francisco. "Após 64 anos no leito marinho, o Independence descansa no fundo como se estivesse prestes a lançar seus aviões", disse o cientista-chefe da missão da NOAA que encontrou o Independence e diretor do Gabinete Nacional de Santuários Marinhos, James Delgado, em comunicado publicado no site da instituição.

"O navio lutou uma longa e dura guerra no Pacífico, e depois da guerra foi submetido a duas explosões atômicas que atravessaram o navio", disse Delgado. "O porta-aviões é uma lembrança da potência industrial e habilidade da 'grande geração', que enviou não somente esse navio, mas muitos de seus entes queridos para a guerra." O porta-aviões foi encontrado a 790 metros de profundidade por um robô submarino chamado Echo Ranger, fornecido à NOAA pela Boeing. De acordo com a NOAA, as imagens feitas pelo Echo Ranger mostram que o Independence está praticamente intacto, repousando de pé e tombando ligeiramente para estibordo, com buracos abertos em seu convés de voo. A agência disse que as fotos também revelam o que parecia ser um avião no hangar da embarcação. Após prestar seus serviços na guerra, o Independence foi uma das 90 embarcações usadas como uma espécie de frota alvo nos testes com bombas atômicas realizados no atol de Bikini, nas Ilhas Marshall. O porta-aviões retornou aos EUA danificado pelos impactos, o calor e a radiação das explosões e foi usado para estudos de descontaminação feitos pela Marinha, antes de ser afundado em 1951. Delgado disse não haver planos para se entrar no navio naufragado.

Sérgio

domingo, março 29, 2015

Pan Am Airways Story


Outro vídeo sobre uma lenda da Aviação que se foi: a Pan Am!

Sérgio

Eastern Airlines



Para quem gosta de aviação, um documentário antigo sobre a luta para salvar a Eastern Airlines, uma das mais tradicionais linhas aéreas americanas, que quebrou nos Anos 80. Vale a pena assistir estes dois vídeos!

Sérgio

sábado, fevereiro 14, 2015

We Are The World


Para quem viveu a música dos Anos 80, um vídeo imperdível: gravação do projeto We Are The World, mostrando Michael Jackson, Huey Lewis, Cindy Lauper e Kim Carnes gravando, os badulaques da Cindy atrapalhando (com o barulho), a direção do Lionel Richie e sentados, atrás, Kenny Loogins, Steve Perry (Journey) e Daryl Hall. Fantástico ver estes talentos reunidos (por uma boa causa, ainda melhor). Era 28 de janeiro de 1985. Saibam mais AQUI. Divirtam-se!  

Sérgio

domingo, novembro 30, 2014

The Fog of War


O ótimo documentário The Fog of War – Sob a Névoa da Guerra é uma longa conversa com Robert McNamara, ex-secretário de Defesa dos Estados Unidos, que expõe seu ponto de vista sobre a história americana no século 20. O filme analisa, com o suporte de material de arquivo, recriações e registros da Casa Branca, como as decisões foram tomadas, o porquê delas e as lições que nos deixaram. O vídeo está inteiro disponível para você acima, bom programa para este Domingo!

Sérgio

segunda-feira, novembro 24, 2014

sábado, junho 14, 2014

Rainha do Rádio


Da morte da Cantora Marlene (com C maiúsculo mesmo!) ninguém fala... Triste. Não era minha praia, mas teve um valor importante no Rádio e na música brasileira. Realmente, não temos identidade, passado ou reverenciamos história. Fica difícil falar em futuro sem passado.

Sérgio


sexta-feira, junho 06, 2014

70 Anos do Dia-D


70 Anos atrás, no dia de hoje, milhares de homens deram suas vidas para começar a batalha final na libertação do mundo do Domínio Nazista, invadindo a Europa, no que ficou conhecido como "O Mais Longo dos Dias". Eles não são heróis para as novas gerações, que idolatram participantes de BBB, uma pena...

Porém, não serão esquecidos, jamais. Há, cada dia, menos deles vivos. Mas, seu legado, acompanhará a humanidade. Meus respeitos aos ainda vivos e aos que tombaram, naquele dia e depois, neste dia de celebrar os 70 Anos do Dia-D!

Sérgio

quinta-feira, junho 05, 2014

Boeing 707


Vejam que lindo... Vídeo promocional do Boeing 707 em 1959! Nesse fim de semana, trarei vários destes vídeos, espero que gostem.

Sérgio

terça-feira, março 04, 2014

Brasil Anos 80


Fala sério... Muitos nem lembram de como era viver com a inflação brasileira dos anos 70/80. Eu vivi e já fui "milionário", pois cheguei a ganhar vários milhões por mês, numa época em que valiam nada no Brasil, rsrsrs Recordar é preciso! Vai uma Coca-Cola aí? Menos 20 mil, sem casco!

Sérgio

terça-feira, janeiro 21, 2014

Catalogando a coleção...


Apenas um teste... Estou pensando em fazer um destes para meus aviões no Hangar de Plástico, em diferentes formatos para as várias eras e tipos de aeronaves. O que acham? Para ver em tamanho completo, clique com o botão direito e peça para abrir em uma nova guia.

Sérgio