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quinta-feira, maio 05, 2016

Comidas que só existem aqui!


Você sonha em conhecer Roma, jantar em um restaurante charmoso e típico, na ruazinha de paralelepípedos. Cenário bucólico e bem italiano. Imagina também um belo prato de espaguete à bolonhesa chegando à mesa; ou talvez seria melhor pedir a mesma massa com almôndegas? Pois bem, parte do seu desejo não vai poder ser atendido - porque tais receitas não existem na Itália. Apesar de associadas à imagem do País da Bota, são derivações que surgiram pelo mundo, quase sempre via Estados Unidos, e se difundiram por aí. Esse tipo de coisa não acontece só com o país europeu - a globalização da comida rende 'mitos' gastronômicos globais. Ao mesmo tempo em que há uma série de coisas do universo alimentar que leva o nome de uma cidade ou país, isso nem sempre quer dizer que seja autêntica de lá. É o caso da torta holandesa, que não tem relação alguma com a Holanda; e do pão francês, que não existe na França. Clique AQUI e confira a reportagem do UOL.

Sérgio

PS: Acrescento à esta lista o Filet à Cubana, que adoro no Brasil e não existe lá ou em outro lugar que não o Brasil!

sábado, abril 23, 2016

Intolerância Sexual


Em pleno Século XXI é inaceitável... Revoltados com pena de morte, comissários gays não querem voar para o Irã. E ainda falam que o Islã é amor. Nada contra a religião em si, mas os fundamentalistas são incentivados por alguns Estados a manter posturas medievais. Até quando? Veio do UOL:

Neste domingo (17), a companhia aérea Air France começa a operar três voos semanais entre Paris e o aeroporto que serve a cidade de Teerã, no Irã.  A rota, porém, já é objeto de polêmicas. Uma petição está exigindo que a Air France não obrigue qualquer de seus comissários de bordo homossexuais a trabalhar nos voos para o Irã, uma nação onde gays são presos e até condenados à morte.  "Não queremos ir a um país onde poderíamos ser perseguidos e condenados só por sermos quem somos", escreve o autor do documento, um comissário que se identifica como Laurent M. 

No começo de abril, um grupo de comissárias de bordo da Air France já havia pedido para não trabalhar na rota para o Irã, pois, ao sair da aeronave em território iraniano, elas seriam obrigadas a cobrir o cabelo com véu e a seguir outras imposições de vestimentas existentes no país dos aiatolás. A empresa aceitou a demanda. Em relação aos funcionários homossexuais, porém, o desfecho pode ser diferente. Em um comunicado publicado pela CNN, a Air France afirma que já voa para cerca de 20 países "que têm legislação restritiva em relação à homossexualidade", como Arábia Saudita e Egito, e que não pretende acatar a petição relacionada aos comissários gays. "Nós nunca tivemos nenhum problema nesses países", diz a companhia. "E a Air France toma todas as precauções para que seus funcionários trabalhem nas melhores condições de segurança possíveis". 

A empresa não realiza voos para o Irã desde 2008, ano em que o país dos aiatolás sofreu sanções econômicas por causa de seu programa de enriquecimento de urânio. A retomada da operação vem no embalo do acordo nuclear, firmado em 2015, que tem melhorado as relações diplomáticas do Irã com as potências ocidentais.    O UOL Viagem esteve recentemente no Irã e fez uma reportagem sobre como é viajar pelo país, onde o número de turistas estrangeiros aumentou 163% entre 2004 e 2014. Para ler o relato, clique AQUI.

Sérgio

sexta-feira, maio 22, 2015

Cuidado pelo Mundo!


Vejam que complicado: turista pega 3 meses de cadeia após tocar ombro de uma policial de Dubai. É isso que dá não conhecer os costumes de para onde se vai. No mundo, o contato pessoal não é tolerado como no Brasil. Veio do G1:

Um turista de 49 anos pegou três meses de cadeia após tocar no ombro de uma policial em Dubai, nos Emirados Árabes, para pedir informações. O turista do Cazaquistão acabou condenado por abuso sexual. Ele negou as acusações e disse que só deu um tapinha no ombro da policial, pois queria lhe pedir informações sobre como chegar em um shopping. Apesar de alegar inocência, ele foi condenado e multado por um tribunal de Dubai. Além de três meses de prisão, o juiz Mohammad Jamal multou o réu em R$ 1.635. Após a decisão da Justiça, o homem deverá ser deportado. Ele tem um prazo de 15 dias para recorrer da sentença.

Sérgio