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sábado, outubro 10, 2015

Jim Diamond


Uma perda! A voz deste cara marcou diversos momentos dos Anos 80... A música acima, I Wont Let You Down (o clipe tem qualidade ruim, mas é por ser original) é uma das melhores da década, mostra quem era o vocalista Jim Diamond, no começo de sua carreira, ainda com o PHD. Vi no UOL:

O cantor e compositor escocês Jim Diamond morreu aos 64 anos em sua casa em Londres, neste sábado (10). O músico chegou ao topo das paradas do Reino Unido e foi sucesso nas rádios brasileiras nos anos 1980 com as canções "I Won't Let You Down" e "I Should Have Known Better". Esta última fez parte da trilha sonora da novela "A Gata Comeu" (1985). De acordo com a BBC, a família do músico afirmou que estava "profundamente chocada" com a morte súbita de Diamond. "Ele era um homem de família dedicado, que amava sua esposa e seus filhos Chrissy Sarah e Lawrence, e a música que ele continuava a fazer. Ele vai fazer muito falta a todos que o conheciam e amavam sua música, sua voz e estilo únicos". Não há informações sobre a causa da morte. Nascido em Glasgow, Jim Diamond chegou a ser conhecido como "Ray Charles da Escócia" no início da carreira. Charles, ao lado de Otis Redding, era uma de suas grandes influências. Mais tarde, ao se mudar para Londres, foi contratado pelo empresário Clive Davis da gravadora Arista, que descobriu talentos como Air Supply, Dionne Warwick e Whitney Houston. Com a banda Ph. D, vendeu milhões de cópias do single "I Won't Let You Down" em 1982. Dois anos depois, se lançou em uma bem-sucedida carreira solo. 

Sérgio

domingo, junho 21, 2015

Balas Juquinha


Triste: Bala Juquinha tem produção suspensa e se despede depois de 64 anos. Primeira bala mastigável do Brasil, com receita de origem portuguesa, a tradicional Juquinha parou de ser produzida. Fábrica foi vendida, mas não se sabe se produção ainda será mantida. Veio do jornal O Dia.

Uma amarga notícia pegou de surpresa o mundo das guloseimas: a Juquinha, a mais famosa bala brasileira, exportada para pelo menos 60 países, parou de ser fabricada. A gostosa goma, que tinha o rosto de um menino lourinho como marca, reinou absoluta no mercado por seis décadas. As portas da empresa, em Santo André (SP), foram fechadas há pouco mais de um mês. No Rio, um dos principais estados consumidores do confeito, atacadistas já não têm mais estoques e nas vitrines, elas desapareceram. O motivo do encerramento da produção da primeira bala mastigável do país seria a falta de interesse dos filhos do criador, o italiano Giulio Luigi Sofio, de 77 anos, que mora em Santo André (SP) e não quer comentar sobre o negócio, adquirido por ele do português Carlos Maia, em 1982.

Segundo alguns dos últimos 18 funcionários demitidos mês passado, porém, a maior parte do maquinário da empresa — que chegou a ter mais de 200 empregados, produzir 600 toneladas de balas por mês e ter uma receita superior a R$ 15 milhões mensais, na Avenida dos Estados, em Santo André — já foi retirada. Um empresário carioca, que não seria do ramo alimentício, teria comprado a original e ultrassecreta fórmula da bala Juquinha de tutti-frutti, guardada a sete chaves. “O empresário do Rio veio de helicóptero a Santo André, cheio de seguranças, no final de maio. Em pouco mais de dez minutos, levou, num cofre, a fórmula”, garante um ex-empregado. A mistura clássica do mimo, foi desenvolvida por cozinheiras de Carlos Maia, que começaram a escala de produção em tachos de cobre. Maia batizou a guloseima em homenagem a Juca, um amigo português.

Na Central do Brasil, os principais distribuidores da bala Juquinha lamentaram o fim da produção. “Vendíamos 200 fardos, cada um com 20 pacotes de 700 gramas, por mês. Hoje (sexta), temos menos de 50 pacotes nas prateleiras”, diz o gerente da Cia do Doce, Paulo dos Santos. “É uma pena. Herdei essa loja (Esplendor, na Lapa) dos meus pais, há 34 anos. A Juquinha era a bala que mais saía”, lamentou. O aposentado José Alves, de 78 anos, diz que a bala Juquinha vai deixar saudades. “Quem não se lembra da famosa frase?: ‘quer enganar, dê bala Juquinha’. Ou seja, era a forma mais simples e divertida de se acalmar uma criança. Até hoje eu usava esse argumento com meu neto Olavo, de 4 anos”, diz. Agora, só resta a José e aos fãs da Juquinha, uma açucarada torcida pela possível volta da fabricação da bala. Um doce mistério. 
Fórmula secreta 

A Balas Juquinha Indústria e Comércio Ltda foi fundada em 1945 com uma outra razão social: Salvador Pescuma Russo & Cia Ltda. No início, dedicava-se apenas à fabricação de refresco em pó efervescente. Cinco anos depois, a empresa começou a fabricar balas mastigáveis. Pouco depois, a ‘docíssima e mole’ Juquinha virou febre no País, conquistando rapidamente o mercado. O sucesso da tão falada bala foi ampliada ainda mais com Giulio Sofio na direção do empreendimento, comprado através de um simples anúncio num jornal, colocado por Carlos Maia, que, em 1979, atolado em dívidas, acabou vendendo para o italiano, a receita mágica, que deu origem a outros sabores como uva, abacaxi e coco. Atualmente, até os ex-funcinários foram orientados a não dar entrevistas sobre a delícia. Um antigo funcionário conta que, quem ousava bisbilhotar e tentar descobrir a composição da fórmula, era demitido. “Muitos ‘espiões’ foram descobertos e mandados embora ao longo dos 30 anos. O segredo sempre foi o principal pilar de sobrevivência da empresa”, diz X., 56 anos, desempregado desde abril. “Nem sei se sei fazer outra coisa. Só bala”, lamenta, preocupado com o futuro.

O auge das vendas ocorreu em meados da década de 90, quando, durante o então Plano Real, as balas Juquinha viraram troco nos supermercados, bares e restaurantes. “Naquela ocasião faturei três vezes mais que agora”, disse Giulio, em entrevista a uma revista de ecnonomia em 2005. Desde então, o faturamento da fábrica caiu para R$ 8 milhões, passando sua produção de 600 toneladas por mês para menos de 100 toneladas. E veio registrando queda através dos anos, assim como o número de empregados. Em abril deste ano, conforme testemunhas, somente 18 pessoas operavam a linha de produção, que tinha modernos maquinários. Metade das balas era destinada ao mercado externo. Segundo especialistas, a queda é atribuída, especialmente, a dois fatores: a falta de interesse dos descendentes de Giulio para tocar os negócios no ramo, e a competitividade no mercado. “A clandestinidade no setor atualmente alcança mais da metade da produção de balas, pirulitos e doces. Como competir com produtos até 40% mais baratos, embora tenham qualidade duvidosa? Os fabricantes informais não pagam impostos e por isso assumem cada vez mais a liderança de vendas”, justifica o economista Jaiber Assumpção.

Outras guloseimas esquecidas

Os mistérios que envolvem a transação da venda da marca Juquinha, parecem coisas de cinema. E é como num filme romântico e nostálgico que muita gente se lembra de outras balas e doces que fizeram parte de suas infâncias e que hoje não existem mais. Alguns produtos, como o Cliclete Ping-Pong da década de 70, foram até reeditados, mas nunca alcançaram o sucesso dos originais. “Só de lembrar dos papéis de algumas balas, me vêm na lembrança coisas boas.Às vezes sinto até o cheiro das balas”, diz o estudante de administração, Rafael Alves, 44 anos, ao se referir à bala Soft. “Era uma delícia, mas perigosa. Quando engasgava, só socos nas costas resolviam”, lembra Rafael, às gargalhadas. Quem não lambia os lábios por outras delícias, que sempre contrariavam a boa nutrição por causa do açúcar, mas que, no fundo, pouco importava aos jovens? É o caso do Pirulito Zorro. “Não me contentava só com um”, lembra a comerciante Judite Ferreira, 56 anos. O eletricista Jordão Meireles, 47, enumera as “besteirinhas”, como seus pais classificavam os produtos, alguns com “gosto de remédio”. “Era viciado nas Balas Boneco, Banda, drops Dulcora e Sugus, por exemplo. Indispensáveis na minha lancheira escolar. Era atraído pelos comerciais na TV. Muitos em preto e branco”, recorda-se, mencionando os cigarros de chocolate da Pan, em que um menino simulava fumar.

Sérgio

quarta-feira, junho 10, 2015

Pátria Educadora?


Senhoras e senhores, esse País é uma vergonha! Veio do blog Meio Bit do jornal Diário do Nordeste e aconteceu alguns dias atrás:

Que o Brasil não gosta de ciência não é novidade, vide a proporção cientistas/videntes nos programas vespertinos. Nossos museus vivem caindo aos pedaços, pessoas batem palmas pra escolas que trocam evolução por criacionismo no currículo e se um sujeito quer ser levado a sério, melhor ignorar a apropriação cultural, colocar um turbante e se passar por paranormal.

Aqui cientistas precisam correr sacolinha, pois nem o governo nem as empresas se coçam para conseguir R$ 50 mil para um planetário inflável. A promessa de verba do Congresso pro telescópio do ESO no Chile só saiu depois de anos de atraso e pressão pública, mesmo assim só acredito quando entrar na cota, dado nosso histórico de vexames, como a participação na Estação Espacial.

Mesmo quando não há grana de ninguém daqui envolvida a capacidade brasileira para atrapalhar e sabotar ciência está presente. Vide o caso do Projeto Alexa, onde a NASA doou equipamentos mas a Receita Federal não quis saber e cobrou impostos. Sim, ciência aqui paga imposto, tá pensando o quê? Quer isenção monte uma igreja, não um laboratório.

Agora o Brasil fez de novo. Veja:


Quer se deprimir? Clique AQUI e leia a matéria.

Basicamente o Clube de Astronomia Louis Cruls é um pequeno e humilde grupo de pessoas que ama o Cosmos e, dentro de suas limitações faz divulgação científica entre interessados, escolas, etc. Eles resolveram participar de uma maratona de astronomia solar dia 21 de junho, envolvendo gente do mundo todo.

A Maratona está sendo organizada pela Charlie Bates, uma ONG americana. Ela doou 2.600 óculos de observação solar para o CALC. Nada chique, um equipamento baratíssimo, feito de papel-cartão e filtros de plástico:


BIIIIIG MISTAKE! Os óculos, que provavelmente com o frete custaram US$ 364,00 foram considerados uma afronta. COMO o Brasil ousa interessar crianças e jovens em algo assim, ciência? Se erguerem a cabeça para o alto podem parar de pastar, e isso é um perigo.

A Receita Federal cumpriu seu papel de manter o status quo e apreendeu os óculos. As explicações do Clube não foram suficientes, apesar de terem toda a documentação da doação. Para aprenderem a não desafiar a mediocridade reinante, foram cobrados não só impostos como uma multa de R$ 1.300,00.

Agora para retirar os óculos de papel no valor de R$ 1.150,00 o CALC terá que pagar R$ 2.700,00. Até amanhã, do contrário a transportadora será obrigada pela Receita Federal a recolher a encomenda e mandar de volta para os EUA.

É complicado sair do atoleiro quando as próprias instituições jogam contra. Que incentivo essas crianças terão, quando o simples ato de se interessar por ciência é punido com multa?

Nosso destino é pastar.

P.S.: uma dica pro CALC e todo mundo que queira receber doações de materiais sem chamar atenção das autoridades anti-ciência: mande vir dentro de bíblias. Ninguém vai questionar, ninguém vai cobrar impostos, exigir licenças e carimbos muito menos se preocupar em abrir.

Sérgio

sábado, fevereiro 22, 2014

Papai ou Mamãe?


Triste... Um monte de bandido por aí, vivinhos da silva. Deus sabe o que faz, mas é duro aceitar.

Uma criança que ganhou fama nas redes sociais com um vídeo publicado no Youtube, em 2012, morreu na última terça-feira de uma gripe comum. Maddie Tippett, de Newcastle, na Austrália, virou uma sensação na web com o vídeo “Who’s your favourite?”, que teve mais de 9 milhões de visualições ao redor do mundo, em que dizia preferir a mãe ao pai. As informações são do jornal britânico Daily Mail. A menina morreu na noite de terça após apresentar sintomas normais de gripe. Os pais levaram Maddie ao hospital depois de perceber que ela estava piorando, e os médicos disseram que o vírus estava deixando seu coração vulnerável. “Parte de mim acredita que a Maddie veio mudar o mundo, e eu fico triste que ela não tenha tido a chance. Mas aí eu penso que, daqui a dez anos, alguém vai estar em meio a um dia ruim de trabalho, vai sentar e clicar no vídeo e isso vai animá-lo. Isso será o seu legado”, disse a mãe, Kerryn Tippet, ao jornal Daily Telegraph. Desde que aconteceu a tragédia, a família tem recebido apoio de fãs do vídeo nas redes sociais. “Gostaria que vocês pudessem sentir o amor e os abraços que estou mandando... Vocês tinham um anjo em casa” e “Pobre Maddie, eu adorava ver seu vídeo, sempre me fazia sorrir. Descanse em paz”, diziam alguns dos comentários.

Sérgio

quinta-feira, janeiro 30, 2014

A vida é assim mesmo...


Essa é uma história legal que ficou triste... Veio do G1:

O jovem de 22 anos que morreu em um acidente de avião em Cachoeira do Sul, no Rio Grande do Sul, havia pedido a namorada em casamento durante um voo  na mesma aeronave e na mesma região, segundo a escola de avião em que ele trabalhava. O acidente foi nesta quarta-feira (29) e o noivado foi há pouco mais de um mês. Dois dias antes do acidente, ele postou na internet o vídeo que registrou o pedido. Arthur Demétrio era natural de Tubarão, no Sul de Santa Catarina, e trabalhava como instrutor de voo na cidade gaúcha. O avião estava sendo usado para uma aula e o aluno, Darlan Kabata dos Santos, de 31 anos, também morreu no acidente. As duas vítimas faziam o trajeto de volta de Santa Cruz do Sul a Cachoeira do Sul. As causas ainda serão investigadas pela Polícia Civil. Arthur e a namorada, Thays, que também é de Tubarão, namoravam havia três anos. O pedido de casamento foi no dia 14 de dezembro e o vídeo postado na internet por ele. Nas imagens, eles aparecem sorridentes. Durante o percurso, amigos e familiares do casal aparecem segurando duas faixas, uma delas com o nome de Thays e a outra com o pedido: 'Casa comigo?'. No avião, a jovem parece surpresa e em seguida Arthur lhe mostra as alianças. O corpo de Arthur deve chegar na madrugada desta quinta-feira (30) a Tubarão. 

Sérgio

terça-feira, agosto 13, 2013

Adelfi Rui Moreira Lima!


Semana triste para a FAB e o Brasil. Ontem, dois Fumaceiros se foram. Hoje, 13 de agosto, perdemos um dos maiores nomes da Aviação Brasileira: Brigadeiro Coronel Rui Moreira Lima, veterano de 94 missōes na Itália na Segunda Guerra Mundial. O mito eu conheci quando era um garoto, lendo seu livro "Senta a Pua". Tive o privilégio de conhecer o homem em 2007 no Rio de Janeiro, em um dos almoços da Aviação de Caça. Lembro de como ele se emocionou ao ver seu avião novamente, pois levei um P-47 montado como o D4 no fim da Guerra e tenho emoldurado no Brasil um quadro com sua dedicatória carinhosa que ganhei em retorno. 

Adelfi! Que tenha bons voos, Brigadeiro. Deixará exemplos e saudade! 

Sérgio

quarta-feira, dezembro 19, 2012

Riscos de transplantes


Essa eu não havia visto antes... Triste matéria do G1:

Uma britânica de 27 anos morreu de câncer após receber o pulmão de um fumante em um transplante.
Jennifer Wederell, que sofria de fibrose cística, morreu em casa, no condado de Essex, no sudeste da Grã-Bretanha, 16 meses após a operação. Seu pai, Colin Grannell, diz acreditar que a filha não teria concordado com o transplante se soubesse que o doador, um homem de meia-idade, era um fumante compulsivo. O hospital que realizou a operação se desculpou por não oferecer uma opção a Jennifer. Jennifer foi diagnosticada com fibrose cística aos 2 anos, e com 20 e poucos anos passou a usar um tubo de oxigênio 24 horas por dia. Ela estava havia 18 meses na lista de espera por um transplante de pulmão quando, em abril de 2011, foi avisada de que um doador havia sido encontrado. Grannell disse que a família esperou aquele momento por anos e pensava que o transplante ajudaria a filha a derrotar a doença. Mas em fevereiro deste ano, um tumor maligno foi encontrado em seu pulmão.

'Riscos maiores'

'O choque imediatamente se transformou em raiva, porque quando os riscos foram explicados na hora anterior ao transplante, em nenhum momento foi mencionado que seria usado o pulmão de um fumante', disse Grannell. 'Ela estava morrendo uma morte que deveria ser de outra pessoa', afirma. Grannell criou um grupo no Facebook, chamado Jennifer's Choice (A escolha de Jennifer) para estimular não-fumantes a se registrarem como doadores de órgãos. A administração do hospital onde o transplante foi realizado afirmou em um comunicado que 'é muito raro que os pacientes especifiquem que não querem receber pulmões saudáveis de fumantes'. 'Os riscos são muito maiores se o paciente recusa um pulmão de um doador fumante e decide esperar por outro órgão que seja compatível e também de um não-fumante', diz o comunicado. O hospital afirmou, porém, que reconhece que Jennifer deveria ter tido a opção de escolher. 'Pedimos desculpas sinceras pelo descuido', afirma. 'Infelizmente, o número de pulmões disponíveis para transplante cairia 40% se houvesse uma política de recusar aqueles que vêm de fumantes. As listas de espera aumentariam e muito mais pacientes morreriam sem um transplante', diz.

Sérgio

terça-feira, setembro 11, 2012

sábado, setembro 01, 2012

Isso é muito triste...


É uma das histórias mais tristes de todos os tempos... Na minha opinião. Uma criança de 13 anos foi morta pelas mãos da mãe e sua amante (mulher), ambas boxeadoras. O pai adotivo também está envolvido e tudo parece girar em torno de uma quantidade de droga que a menina teria perdido ao ser forçada a traficar para o grupo. Um absurdo... No fim das contas aconteceu. A morte aconteceu em 14 de junho e, alguns dias depois, descobriu-se estes dois bilhetes. Em um deles, acima, a garota declara seu amor pela mãe, a mesma que a mataria. Que me desculpem os que são contra o aborto, mas era preferível que este espírito sofredor não tivesse nascido a ter vivido e morrido neste imenso abandono por parte da própria mãe. É inacreditável... Demorei para escrever sobre este assunto pois isso me abala. Triste! A matéria é do G1:  

A menina de 13 anos morta a socos por uma boxeadora, namorada da própria mãe, deixou duas mensagens em um caderno escolar poucos dias antes de morrer em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Uma das cartas seria entregue para Ana Luiza Ferreira, mãe da vítima, e a outra para Elizabeth Fernandes dos Santos, suspeita de ser a assassina. Segundo o delegado responsável pelo caso, as cartas foram anexadas ao processo e provam que a garota não tinha um bom relacionamento com a família. Ana Beatriz de Souza foi morta no último dia 14 de junho, dentro da própria casa, no Jardim Anhanguera. Além da mãe, que já está presa, Elizabeth e José Bento de Souza, ex-marido de Ana Luiza, também são suspeitos de participar do crime e estão foragidos. O corpo da menina foi encontrado na Rodovia Anchieta com várias fraturas e ferimentos pelo corpo, além de sinais de esganadura. A jovem escreveu dois bilhetes em cadernos escolares, que foram encontrados na mochila deixada ao lado do corpo da menina. Em uma das cartas, que seria entregue para a mãe, Ana Beatriz de Souza afirma, entre outras coisas, que se sente uma intrusa na família. Já na outra, que seria entregue para Elizabeth, a criança afirma gostar muito da namorada da mãe. Para o delegado responsável pelo caso, Luiz Evandro Medeiros, as cartas serão fundamentais para o desfecho da história. "Os bilhetes vão mostrar para o juíz e para o promotor que a garota estava tentando se reconciliar com a mãe e com a futura assassina. Mandei juntar os documentos ao processo, porque fica claro que a garota estava pedindo desculpas por algum desentendimento", explica. Segundo o delegado, quatro investigadores foram até o bairro Jardim Real, em Praia Grande, para apurar a denúncia anônima de que o pai adotivo de Ana Beatriz esteve no local. A polícia confirmou que o suspeito de participação no crime esteve no bairro até a última terça-feira (7), mas depois disso desapareceu. Para Luiz Evandro, as denúncias são positivas para o andamento do caso. “Isso é altamente positivo e estamos verificando todas as denúncias”. O delegado disse ainda que conta com a ajuda de outras delegacias para a solução do caso.

Leia os bilhetes na íntegra

“Mãe, não sou uma boa filha, mas não estou fazendo essa carta para que você chore ou fique com pena, só quero que saiba que eu te amo muito. Mesmo não acreditando. Sou sua filha, mas às vezes sinto como se fosse uma intrusa nessa família. Mesmo assim te amo e gosto muito de você, da Beth e do Luiz. Desculpa por ser assim tão desobediente, é meu jeito”.

“Beth, sei que tenho te tratado muito mal, mas quero que saiba que não é porque não gosto de você, mas sinto que às vezes sou intrusa. Fico muito sozinha e estressada. Mas eu gosto muito de você e sei que sente saudade das suas filhas”.


Sérgio

PS: Os animais que mataram esta criança estão soltos até hoje... E podem procriar e colocar mais crianças para sofrer neste mundo. Quando se cria seres neste tipo de sujeira, o que se esperar destes seres humanos, senão mais pessoas sem valor, sem amor, sem piedade, sem religião, sem futuro?

domingo, agosto 05, 2012

Hiroshima: 67 Anos


Triste... Em Hiroshima, no Parque Memorial da Paz, crianças prestaram homenagem às vítimas da bomba atômica na manhã de hoje... Há exatos 67 anos, em 6 de agosto de 1945, durante a Segunda Guerra Mundial, foi lançada sobre a cidade a primeira Bomba Atômica da história...

Sérgio

quarta-feira, abril 18, 2012

Gulherme Karan


Pessoal, muito triste esta notícia. Ótimo humorista. Que Deus esteja com você sempre!!! Acima vídeo dele no TV Pirata. Saudades... Matéria G1:

O ator Guilherme Karan, famoso por personagens cômicos e longe da TV desde 2005, quando participou na novela "América", vive isolado em sua casa no Rio há meses, segundo reportagem publicada nesta quarta-feira pelo jornal Extra (leia a reportagem). Em entrevista ao jornal, o pai do ator, Alfredo, diz que Guilherme sofre de uma doença neurológica degenerativa rara, a síndrome de Machado-Joseph. "Ele herdou da mãe. Perdi um filho com a mesma doença. Guilherme fica na cadeira de rodas o tempo todo. Tem horas que ele está lúcido e tem horas que não", disse Alfredo ao Extra. A enfermidade é desconhecida pela maioria dos brasileiros. Sua principal característica é a perda dos movimentos até o ponto do portador precisar de uma cadeira de rodas para se locomover, disse ao G1 a neurologista Eliana Meire Melhado, membro da Academia Brasileira de Neurologia. "É uma doença [...] que vem dos portugueses. Por ser genética, dá para saber antes de nascer. Se houver mais casos na família, é indicado o aconselhamento genético", explica a neurologista.

Sérgio

domingo, fevereiro 12, 2012

Withney Houston


É simplesmente muito triste ver uma pessoa com tanto talento e dinheiro, se perder tão feio na vida, como a Whitney Houston. Acompanhei toda a carreira dela e, ao mesmo tempo que a admiração pelo seu talento cresceu em mim, também o foi a pena de ver o quanto ela parecia infeliz, se afundando nas drogas, até acabar com sua carreira, que hoje em dia é um nada perto do que foi. Isso mostra que dinheiro, por si só, não traz felicidade. Que realização profissional, por si só, não traz felicidade. Sem uma vida pessoal e afetiva forte, estruturada, não se vive bem, mas se sobrevive. R.I.P. Whitney... Que pena!!! Matéria do G1:

A cantora Whitney Houston morreu neste sábado (11) aos 48 anos. A causa da morte ainda não foi divulgada, apenas se sabe que ela foi encontrada morta por um integrante de seu staff em uma banheira de uma suíte no quarto andar no Beverly Hilton, hotel de Los Angeles. A artista estava hospedada no local para se apresentar em uma premiação deste sábado em homenagem a Clive Davis, empresário que a descobriu quando tinha apenas 11 anos de idade. A morte da cantora acontece no dia anterior à premiação do Grammy deste ano. Logo após o anúncio, artistas homenagearam a cantora nas redes sociais. A artista chegou a ser ressuscitada pelos paramédicos e foi declarada morta às 21h55 (horário de Brasília), sendo retirada do hotel às 6h de Brasília deste domingo (12). Ela foi vista publicamente pela última vez na quinta (9), em uma casa noturna de Hollywood ao lado do namorado, o cantor e produtor Ray-J. Nas imagens, ela aparecia com as pernas machucadas. Houston deixa uma filha, Bobbi Kristina, de 18 anos.

O tenente da polícia Mark Rosen disse em pronunciamento que "não havia sinais evidentes de intenção criminal" no local da morte. O hotel continua funcionando normalmente, apesar do ocorrido.

Em uma festa de gala de prévia do Grammy realizada algumas horas após à morte da cantora, o produtor Clive Davis disse à plateia: "Não tenho que esconder minha emoção na frente de uma sala com tantos amigos queridos. Estou pessoalmente devastado pela perda de algúem que foi tão importante para mim por tantos anos."

Trajetória

Houston fez muito sucesso nos anos 1980 e 90 e se tornou uma das artistas de maior vendagem da história. Dentre seus maiores hits estão "How will I know", "It's not right but's ok", "Saving all my love for you", "My love is your love", "I wanna dance with somebody" e "I will always love you", trilha do filme "O guarda-costas", o álbum mais vendido de uma artista feminina na história. Por conta da turnê mundial da trilha deste longa, Whitney se apresentou no Brasil em janeiro de 1994, em um show solo no estádio do Morumbi e outro no festival Hollywood Rock, no Rio. Ela vendeu 200 milhões de álbuns em sua carreira e chegou 30 vezes ao topo das paradas da Billboard, além de ter ganho seis Grammys e 22 American Music Awards. Ela lançou sete discos de estúdio e tinha um previsto para este ano. Também estava previsto para agosto o filme musical "Sparkle", remake do trabalho de 1976 inspirado na história do grupo feminino The Supremes. Seu último filme foi a comédia “Um Anjo em minha vida”, de 1996. Ela também estava cotada para ser jurada do programa musical "The X factor",  de Simon Cowell.

Nas duas últimas décadas, a artista teve diversas passagens por clínicas de reabilitação para tratar seu vício de álcool e de drogas. Em 2009, ela precisou interromper sua turnê europeia devido a problemas de saúde. A artista foi número um em vendas nos EUA com seu último álbum, "I look to you" (2009), o primeiro lançado por ela em sete anos, um período no qual sua imagem foi prejudicada por seu uso de substâncias químicas e as constantes polêmicas com seu ex-marido, o cantor Bobby Brown, com quem se casou em 1992 e se separou em 2007. Há três anos ela deu uma entrevista à apresentadora Oprah Winfrey e afirmou que sua mãe a salvou, obrigando-a a frequentar um programa de tratamento para viciados. Em 2006, a cantora também admitiu enfrentar problemas financeiros. Por conta de uma dívida de US$ 1 milhão, na época ela colocou em leilão sua casa, avaliada em US$ 6 milhões.

Carreira premiada

Whitney Elizabeth Houston nasceu em Newark, em 9 de agosto de 1963. Além de se destacar como cantora de r&b e soul, ela também atuou no cinema e fez carreira como modelo. Mas foi na música que a artista ganhou fama e bateu recordes - ela venceu 415 prêmios ao longo da vida. Houston era prima de Dionne Warwick e tinha Aretha Franklin como madrinha. Aos 11 anos, quando começou a atuar ao lado de sua mãe Cissy em casas noturnas na cidade de Nova York, ela foi descoberta por Clive Davis, empresário da Arista Records.

Seu álbum de estreia, "Whitney", foi lançado em 1985 e se tornou o álbum de estreia mais vendido por uma artista feminina, com 25 milhões de cópias ao redor do mundo graças aos sucessos "Saving all my love for you" e "How will I know". Nos cinemas, seu primeiro papel  foi no filme "O Guarda-costas" (1992), em que dividia cena com Kevin Costner e cantava na trilha sonora. É do longa a música "I will always love you", seu maior sucesso e cover de Dolly Parton. Com seu estilo inspirado no canto gospel, a cantora inspirou uma geração de cantoras, de Mariah Carey a Christina Aguilera. Porém, no auge do sucesso, ela se tornou notícia por suas polêmicas fora do palco, o que incluia comportamentos estranhos em público. Por diversas vezes ela confessou ser viciada em cocaína, maconha e medicamentos controlados. Segundo a cantora, com o passar dos anos isso a fez perder seu timbre de voz, que não alcançava mais as altas notas de outrora.

O jornal "The New York Times" descreveu Whitney Houston como "uma das melhores vozes gospel de sua geração". Segundo a publicação, "ela evitava os maneirismos típicos do gênero e usava frases evangélicas com moderação. Em vez de projetar vulnerabilidade e compaixão, comunicava força e auto-confiança, criando baladas pop majestosas".

Sérgio

PS: A música acima, seu maior sucesso, tem uma das letras mais tristes de todos os tempos. E combina com a despedida dela...