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quarta-feira, julho 31, 2013

Hits do Verão 2013 EUA


Os hits do verão americano tocam na Nova... Aliás, foram lançados por ela no Brasil! Acima, o vídeo na versão "apimentada" de Blurred LInes. Matéria G1:

O verão nos Estados Unidos só acaba em setembro, mas sites e revistas já correram para formular suas listas com as candidatas a sucessos desta estação. Nas últimas semanas, o jornal "USA Today", a revista "Billboard", o blog Popdust e o site do aplicativo Shazam tentaram acertar quais serão as já tradicionais "summer songs". A mais citada é "Blurred Lines", de Robin Thicke. Foram, basicamente, quatro os motivos que fizeram a música começar a ser comentada: o cantor/produtor Pharell Williams; e três modelos de topless. Bastante requisitado, Pharell sempre aparece no topo das listas de melhor produtor dos últimos anos e já trabalhou com Justin Timberlake, Gwen Stefani, Mariah Carey, Jay Z e Snoop Dogg. Assim como Thicke, cantor americano de R&B, há nomes ainda pouco íntimos das rádios e paradas brasileiras, como a cantora e atriz Ariana Grande, vista nas séries da Nickelodeon "Victorious" (2010) e "iCarly" (2011). Outra ex-estrela adolescente listada (já famosa no Brasil) é Miley Cyrus, que tenta a sorte com "We can't stop". A temporada parece ser boa para duplas de estilos que vão do dance (Icona Pop e Daft Punk) ao country (Florida Georgia Line); passando por rap (Macklemore & Ryan Lewis). Se na safra passada o representante do indie rock era o trio Fun, desta vez o gênero é defendido pelos rapazes do Imagine Dragons. Em 2012, quem levou o título de canção do verão foi "Call me maybe", de Carly Rae Jepsen. O hit da cantora canadense despontou por aqui meses após estourar na América do Norte. Neste ano, artistas pouco conhecidos no Brasil dominam as listas. Veja as canções mais citadas entre as candidatas a sucesso do verão americano clicando AQUI.

Sérgio

quinta-feira, dezembro 22, 2011

Início do Verão 2012



Pessoal,

Tá quente? Vai piorar... Bom Verão para todos, mas se cuidem, as situações de risco do Verão serão muitas. Matéria do G1:

O verão começou oficialmente às 3h30 (horário de Brasília) desta quinta-feira (22) no Hemisfério Sul. De acordo com a previsão do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (Cptec/Inpe), os próximos meses devem ser de calor e chuva acima da média. As temperaturas já começaram a passar dos 30°C em diversos estados brasileiros, principalmente no Norte e Nordeste. Mas o forte calor que sentimos nessa época do ano não é culpa apenas das altas temperaturas. A chamada "sensação térmica" leva em consideração também o vento e, principalmente, a umidade relativa do ar. No verão, a umidade aumenta -- com ela, o desconforto. “Quando está quente e úmido, você tem dificuldade em trocar calor [com o ar], isso aumenta o desconforto”, explica Fábio Gonçalves, professor de biometereologia na Universidade de São Paulo (USP).

Sensação térmica

O cálculo dessa "sensação" varia de acordo com a localização do ponto estudado no planeta. Nas zonas tropicais, a umidade é mais relevante que os ventos, e nas zonas temperadas acontece o contrário. Segundo os critérios usados por ele, o Rio Grande do Sul é o único estado brasileiro localizado na zona temperada.
Se a umidade incomoda de um lado, também alivia de outro. Quando ela sobe a ponto de provocar chuvas, a sensação térmica baixa. “A chuva refresca porque a temperatura cai, não pela umidade”, esclarece Gonçalves. O céu nublado, assim como qualquer outra sombra, reduz a incidência de raios solares, e a temperatura cai por isso. Segundo o professor, o conceito de sensação térmica lida com o conforto que sentimos com as condições meteorológicas. A maioria das pessoas se sente mais confortável com temperaturas entre 20ºC e 25ºC, e umidade relativa do ar entre 40% e 70%. Há inclusive estudos que mostram que, fora dessa faixa, os trabalhadores rendem menos.

Ambientes fechados

Normalmente, o ar condicionado traz a sensação de conforto porque cria essas condições, mas há um porém. “A diferença com a parte externa não pode ser maior que 7ºC, senão gera desconforto”, ele diz. A redução brusca na temperatura pode provocar problemas respiratórios como resfriados. Além disso, o aparelho concentra agentes como fungos e bactérias, que podem espalhar doenças. Já o vento aumenta a troca de temperatura entre o corpo e o ambiente, e por isso o ventilador é refrescante. Se a única arma contra o calor for o vento que entra pela janela, prefira os quartos menores. Quanto menor o quarto, mais rápida é a troca de calor dele com o ambiente externo. Pisos, paredes e teto de madeira também favorecem a troca e mantêm a casa mais fresca.

Sérgio