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domingo, junho 14, 2015

Boeing 787 Dreamliner


Vejam que lindo e quão potente é o Boeing 787 Dreamliner. Hoje em dia, meu avião predileto. Decolagem espetacular, treino para a apresentação em Le Bourget 2015.

Sérgio

sábado, abril 18, 2015

R2-D2 Dreamliner


Well, ele já era bonito nas fotos... Agora vejam o vídeo do Boeing 787-9 Dreamliner da All Nippon Airways (ANA) com a pintura do R2-D2 da Saga Star Wars!

Sérgio

quarta-feira, janeiro 30, 2013

Dreamliner unsafe?


A coisa está ficando feia para a Boeing... Matéria Flight Global:

The lithium ion batteries installed on the Boeing 787 are inherently unsafe, says Elon Musk, founder of SpaceX and owner of electric car maker Tesla. "Unfortunately, the pack architecture supplied to Boeing is inherently unsafe," writes Musk in an email to Flightglobal. "Large cells without enough space between them to isolate against the cell-to-cell thermal domino effect means it is simply a matter of time before there are more incidents of this nature," he adds. Both Boeing and Tesla use batteries fueled by lithium cobalt oxide, which is among the most energy-dense and flammable chemistries of lithium-ion batteries on the market. While Boeing elected to use a battery with a grouping of eight large cells, Tesla's batteries contain thousands of smaller cells that are independently separated to prevent fire in a single cell from harming the surrounding ones.

"Moreover, when thermal runaway occurs with a big cell, a proportionately larger amount of energy is released and it is very difficult to prevent that energy from then heating up the neighboring cells and causing a domino effect that results in the entire pack catching fire," says Musk. An aerospace-capable version of Tesla's battery has been developed for use in SpaceX's Falcon 9 space launch vehicle. SpaceX, also owned by Musk, competes with Boeing/Lockheed Martin joint venture United Launch Alliance for customers. Boeing has thus far declined offers of assistance from Tesla and SpaceX, says Musk. "They [Boeing] believe they have this under control, although I think there is a fundamental safety issue with the architecture of a pack with large cells," writes Musk in an email. "It is much harder to maintain an even temperature in a large cell, as the distance from the center of the cell to the edge is much greater, which increases the risk of thermal runaway." Musk's assessments of battery cells were confirmed by Donald Sadoway, a professor of electrical engineering at the Massachusetts Institute of Technology. "I would have used the same words," says Sadoway. "I would have used the same words. I'm glad someone with such a big reputation put it on the line." "He's engineered [Tesla's battery] to prevent the domino effect, while Boeing evidently doesn't have that engineering," adds Sadoway.

As a fleet-wide grounding enters its third week, the battery failures on 787s flown by Japan Airlines and All Nippon Airways eariler this month remain under investigation by the US National Transportation Safety Board. Japanese inspectors have cleared the maker of the battery, GS Yuasa, of any defects before the unit leaves the factory. But both Japanese and US investigators continue to examine and test the batteries to understand why they failed after they were integrated into the 787 electrical system and operated on commercial flights.

The NTSB, for example, has began a detailed examination of an undamaged 787 battery at a US Navy laboratory, hoping to "uncover signs of any degradation in expected performance". Investigators are trying to find the answer to a problem that eluded Boeing and the FAA in the certification phase, even though the manufacturer and the regulator were well aware of the risks posed by lithium-ion batteries. Mike Sinnett, Boeing's 787 chief project engineer, explained the careful design philosophy employed for the 787's battery system, the first to serve as a starter for an auxiliary power unit and emergency power back-up in a commercial aircraft. "I design a cell to not fail and then assume it will and the ask the next 'what-if' questions," Sinnett said. "And then I design the batteries that if there is a failure of one cell it won't propagate to another. And then I assume that I am wrong and that it will propagate to antoher and then I design the enclosure and the redundancy of the equipment to assume that all the cells are involved and the airplane needs to be able to play through that." 

Sérgio

quinta-feira, janeiro 17, 2013

Dreamliners no solo


Antes que falem, é natural alguns problemas em uma aeronave que tem tantas tecnologias novas. O Boeing 787 Dreamliner é revolucionário. Em certos aspectos é como comparar uma Mercedes 1958 com uma 2013. Só que o salto se dá, neste caso, de uma vez. A questão de freios, parabrisas e vazamentos hidráulicos é besteira, coisa do dia-a-dia. O que tem dado problema e motivou a suspensão foram as ocorrências com seis conjuntos de geradores/baterias usados para gerar toda a energia da aeronave sem depender de ar dos motores. E isso é altamente volátil e complicado. Mas, possui resultados e efeitos excelentes: motores mais confortáveis, silenciosos, voos melhores, menores riscos de falhas elétricas por panes nos motores e por aí vai. O risco é esse: deixar a tecnologia no chamado "estado da arte". A Boeing paga um preço por essa evolução. Para mim o X da questão é algum ajuste feito recentemente nas baterias e sistemas. A ANA já opera o modelo há mais de um ano e teve problemas graves no sistema agora, em conjunto com as demais (JAL e UNITED), Isso é significativo. Tem mais por trás, mas não falarão tão cedo... Matéria G1:

A LAN Chile anunciou na noite de quarta-feira (16) que suspendeu temporariamente a operação dos três Boeing 787 que possui, seguindo a recomendação da Agência Federal de Aviação dos Estados Unidos e as decisões da Índia e do Japão. "A LAN informa que, de acordo com a recomendação da Federal Aviation Administration dos Estados Unidos (FAA) e em coordenação com a Direção Geral de Aeronáutica Civil do Chile (DGAC), suspenderá temporariamente a operação de seus três aviões Boeing 787 até que a autoridade defina as ações exigidas para esta frota", disse a companhia em um comunicado. "Aqueles voos realizados pela frota Boeing 787 serão operados por outros aviões da companhia, com o objetivo de mitigar o impacto que esta situação possa ocasionar aos passageiros e clientes de carga durante a alta temporada", acrescentou a empresa.

Anteriormente, a LAN, que se fundiu com a brasileira TAM, havia dito que mantinha em operação os três aviões Boeing 787, embora nas últimas semanas o modelo tenha reportado incidentes em outras companhias aéreas, que, por fim, decidiram manter estas aeronaves em terra. No comunicado, a empresa afirmou que seus três aviões deste modelo, o primeiro dos quais chegou em agosto de 2012, mantinham revisões constantes. Na quarta-feira, as autoridades aéreas indianas imobilizaram os Boeings 787 da Air Indiada em Boston após a decisão das autoridades americanas de deixar em terra os seis aviões deste tipo registrados nos Estados Unidos. "Como resultado do incidente com um Boeing 787 durante um voo nesta quarta-feira no Japão, a FAA emite uma determinação de emergência para resolver um potencial risco de incêndio em uma das baterias do 787 e solicita aos operadores que suspendam temporariamente as operações", disseram os reguladores da FAA em um comunicado.

A United Airlines, a maior companhia aérea do mundo e a única nos Estados Unidos que conta com Boeing 787, com seis aeronaves em serviço, afirmou que vai obedecer imediatamente às ordens da FAA e acomodará seus clientes em outros voos. No entanto, o presidente da Boeing, Jim McNerney, afirmou na quarta-feira estar confiante na segurança do 787 Dreamliner de seu grupo. Desde 7 de janeiro, as companhias aéreas japonesas ANA e JAL - as primeiras a utilizar o Boeing 787 - registraram sete incidentes. Entre os problemas apresentados, figura, sobretudo, uma dificuldade com os freios, uma janela da cabine defeituosa em pleno voo e um vazamento de óleo nas aeronaves da ANA, assim como dois vazamentos constatados em um avião da JAL e um princípio de incêndio devido a uma bateria em um Dreamliner da mesma companhia pouco depois do pouso. Os aviões Boeing 787 da LAN operavam nas rotas entre Buenos Aires e Santiago, Santiago e Lima e Santiago e Los Angeles. A LAN previa adquirir 32 aviões Boeing 787 nos próximos 10 anos em um investimento de US$ 4,9 bilhões, um dos mais importantes realizados pela companhia, diante de sua recente fusão e do aumento progressivo do tráfego aéreo no Chile.

Revisão

O 787, que tem um preço de tabela de US$ 207 milhões, representa um salto na forma como os aviões são planejados e produzidos, mas o projeto teve várias mudanças e anos de atraso. Alguns sugerem que a pressa da Boeing para compensar este atraso resultou nos recentes problemas, o que a fabricante nega vigorosamente. Na Ásia, somente as companhias japonesas e a Air Índia têm Dreamliners em operação, mas outras companhias estão entre as que encomendaram 850 unidades do novo avião. A australiana Qantas Airways disse que o pedido de 15 Dreamliners está mantido, com a subsidiária Jetstar devendo receber sua primeira unidade no segundo semestre do ano. Os problemas do Dreamliner ecoam incidentes registrados pela rival Airbus, que um ano atrás sobreviveu a uma crise de confiança pública depois do surgimento de rachaduras nas asas do superjumbo A380, o maior avião de passageiros do mundo. Os problemas testaram o relacionamento da fabricante com as companhias aéreas, mas nenhuma encomenda foi cancelada.

Sérgio

quinta-feira, dezembro 06, 2012

Finalmente... Dreamliner!


Ontem realizei um sonho... Depois posto outras fotos, mas a experiência de voar o novíssimo Boeing 787 Dreamliner foi sensacional. O avião é muito mais confortável e silencioso do que eu esperava. A foto foi tirada na chegada no Denver International Airport. Adorei o avião!

Sérgio

quarta-feira, dezembro 05, 2012

Boeing 787 Dreamliner


Hoje é dia de voar o Boeing 787 Dreamliner. Quando esta postagem (programada) estiver sendo vista, estarei voando entre Houston e Chicago. Depois conto como foi, mas espero muito deste voo.

Sérgio

domingo, novembro 18, 2012

Poster Dreamliner SR


Oba... Foi preparado na Inglaterra e já está a caminho dos Estados Unidos o poster comemorativo ao meu Primeiro Voo no Boeing 787 Dreamliner. Será inesquecível de todas as formas possíveis. Foi criado pela empresa Airliners Illustrated. Achei demais!!!

Sérgio

sexta-feira, novembro 16, 2012

Poster Dreamliner


Olha que legal... O pessoa da Airliner Illustrated está fazendo posteres personalizados para quem vai voar 787 Dreamliner, 747-8 Intercontinental ou A380. Vejam o do Dreamliner acima. Já encomendei o meu para levar em 05.12.2012 e ter assinado pela tripulação da United no voo entre Houston e Chicago. Uma oportunidade única!

Sérgio

sábado, novembro 19, 2011

Trabalhinho do weekend


Pessoal,

Estou trabalhando nesse avião... O Boeing 787 Dreamliner da ANA em sua pintura comemorativa do primeiro voo comercial, realizado em 26.10.2011 entre Tokyo e Hong Kong. Em breve, trago as fotos finais. Já está pintado e agora vamos aos detalhes.

Sérgio