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domingo, outubro 30, 2016

Sunset em São Paulo


Foto tirada ontem em um voo da Gol, chegando em São Paulo, no Boeing 737-800, PR-GYA, voo 1681 cruzando o Rio e a Marginal Pinheiros, para pouso no aeroporto de Congonhas, 19h16.

Sérgio

terça-feira, setembro 27, 2016

Paulo Laux


O livro "90 ANOS DE AVIAÇÃO COMERCIAL BRASILEIRA" do jornalista e especialista em aviação Paulo Laux narra em detalhes a história percorrida por 128 empresas aéreas nacionais que operaram, ou seguem operando, comercialmente no Brasil desde os idos da década de 20, quando o então ministro da Viação e Obras Públicas, dr. Victor Konder, aprovou o início das atividades regulares do transporte aéreo no País, até os dias atuais.

Uma após outra, todas as empresas aéreas tiveram suas trajetórias de vida descritas; os processos de incorporações, fusões e as lamentáveis falências comerciais, são descritos à luz dos fatos à época em que ocorreram. 

“Uma história ilustrada de Sucessos, Sonhos e Paixões” - como o autor Paulo Laux se refere à sua obra inédita no mercado editorial brasileiro -, vem contida em 244 páginas fartamente ilustradas com o desfile de aproximadamente 400 imagens de aeronaves utilizadas ao longo de nove décadas pelas companhias aéreas, além da descrição das frotas utilizadas, peças de publicidade veiculadas à época e outros documentos.

O livro pode ser adquirido por R$ 139,00 + porte (verificar), através de sites de vendas especializados; pessoalmente em Florianópolis (SC); ou enviado pelo autor através de pedidos feitos por e-mail.

Maiores informações de como comprar podem ser obtidas através do endereço   paulolaux27@gmail.com ou através dos telefones (48) 3334-5029 e (48) 9925-1567.

Sérgio

domingo, setembro 25, 2016

The One That Got Away


Boooom dia para todos! Vou aproveitar o fim de semana para descansar e assistir um filme de 1957 sobre um piloto de caça lendário da Luftwaffe na Batalha da Inglaterra, chamado Franz Von Werra, conhecido como "The Oner That Got Away" ou, aquele que fugiu. Lembro de ter lido esta história num antigo livro da Seleções lá nos Anos 80. Confesso que rever num filme foi ainda mais interessante, apesar da narrativa do livro ser mais rica em detalhes, obviamente. Mas, o interessante é que é uma história real. Vejam o trailer. Ele mostra que a vida pode tão ou mais fascinante que a ficção!

Sérgio

sábado, setembro 24, 2016

Voo 1907 - 10 Anos


Hoje é um dia triste. fazem 10 anos de uma das maiores tragédias do Brasil. Há dez anos, quando um novíssimo jato executivo Legacy decolou de sua fábrica no interior de SP e horas depois se chocou no céu da Amazônia com um Boeing 737-800 da Gol, a segurança do sistema aéreo brasileiro foi colocada imediatamente em dúvida, além de ter deixado 154 mortos. Logo após a tragédia, soube-se que os radares não eram capazes de cobrir todo o território nacional e que os rádios não alcançavam os pilotos em determinadas áreas do país, naqueles vácuos chamados de "buracos negros" da aviação... Foram várias as razões da tragédia e algumas delas estão presentes ainda em nosso espaço aéreo. Saibam mais no especial da Folha de São Paulo.

Sérgio

terça-feira, setembro 13, 2016

Papelmodelismo




Hobby é uma coisa legal. Eu faço aviões de plástico, o chamado Plastimodelismo. Há gente que os faz de papel, o chamado Papelmodelismo. Vejam só o nível que eles chegam. Sensacional... Vejam mais neste LINK do site Skyline Paper Models.

Sérgio

quarta-feira, agosto 10, 2016

Estamos protegidos?


Já são 15 anos do 11 de Setembro. Infelizmente, temo que estamos ainda mais vulneráveis, não pela falta de controle, mas pelo aumento das ameaças. Excelente reportagem da The Atlantic. Leia a matéria na íntegra AQUI.

Sérgio

sexta-feira, julho 01, 2016

F-14 US NAVY x F-4 USAF


Interessante história do dia em que um F-14 Tomcat da US NAVY abateu um F-4 Phantom II da USAF. Veio do site We Are The Mighty, matéria de Logan Nye:

There are a couple things that everyone going into a military exercise absolutely has to get right. First, get good training and look for ways to improve both personal and unit performance. Second, and perhaps more importantly, don't really shoot anyone.

Guess which thing Navy Lt. (j.g.) Timothy Dorsey, an F-14 pilot, messed up while shadowing an Air Force RF-4C Phantom over the Mediterranean on Sep. 22, 1987?

Dorsey and his radar intercept officer, Lt. Cmdr. Edmund Holland, were taking part in an exercise testing the defenses of the Navy carrier USS Saratoga against enemy attacks. The Air Force had provided a jet and aircrew, Capt. Michael Ross and 1st Lt. Randy Sprouse, to act as the opposing force.

Ross took off from Aviano Air Base, Italy, and began searching for the carrier. The unarmed jet would need to get within visual distance of the Saratoga and read off its hull number to count a "kill" against it in the exercise.

The exercise orders called for Dorsey and another F-14 to be unarmed as well, but both Navy jets were actually carrying live missiles. The Navy pilots would have to simulate an attack on the opposing force jet to win.

The Air Force crew faced trouble early on when its equipment for hunting the Navy carrier and its fleet electronically malfunctioned. Ross and Sprouse began conducting a visual search instead. The Navy jets got lucky early when the combat controllers sent them after a radio contact that turned out to be the RF-4C refueling from an Illinois Air National Guard KC-135 tanker.

Dorsey's flight joined up on the tanker and picked up fuel. Ross and Sprouse flew away first and returned to searching for the carrier. Dorsey and Holland, obviously believing that they had spotted their quarry, pursued the Phantom.

The Air Force jet found the carrier, but also knew that a Navy jet was on its tail. Sprouse, the backseater on the Phantom, alerted Ross to the Navy presence.

"There's a Navy F-14 sitting on our left wing at about 8 o'clock," Sprouse said.

"Okay, he's a good guy," Ross said.

Meanwhile, Dorsey was tracking the Air Force jet's progress toward the carrier. When the RF-4C got to about 15 miles from the Saratoga, Ross initiated a diving turn at the carrier, simulating the start of an attack run. Dorsey called out the threat to Holland and they alerted the Saratoga.

So far, everything is good. The Air Force is simulating an attack on the carrier, the Navy is simulating the protocol for attacking a threat to the carrier.

The Saratoga responded, "Red and free on your contact." And that was where everything got messy. Dorsey, relatively new to the Saratoga and with only a couple hundred hours of flight time under his belt, was under the impression that "red and free" was a command to fire that was only used in real-world, "Shoot that guy right now!" situations.

Still, he hesitated and asked for guidance.

"Jesus, do they want me to shoot this guy?" he asked.

The phrase, "red and free," was commonly used around the Saratoga in exercises. Holland, thinking that Dorsey still understood that everything was taking place within the limits of the exercise, not an actual fight, responded with, "Yes. Shoot!"

Dorsey armed one sidewinder and attempted to fire, but the missile failed. So, he fired another and this one slammed into the back of the recently-fueled Air Force jet.

Holland later said of that moment, "I heard a 'whish' sound from the right side of the aircraft, and I looked out and I said, 'What was that?' I saw the front end of an F-4 and the back end was in flames. I said, 'You shot him down!' and I was absolutely amazed."

It was Holland's shock and sudden questions that alerted Dorsey to the fact that he had done something very wrong.

Ross and Sprouse, meanwhile, we're going through their own sudden crisis. They mistakenly believed that they had collided with the F-14 that was tailing them. The RF-4C was shaking violently and parts of it were on fire.

Ross gave the order to eject.

"I'm gone," Sprouse said as he pulled the ejection handle. Both airmen got clear of the dying jet and Holland radioed for an at-sea rescue.

"Mayday! Mayday! Got a kill on a Fox 4!"

For obvious reasons, Navy commanders immediately started asking what had happened. Ross and Sprouse were fished out of the water and questioned by Navy lawyers. They both gave full statements before the commander of the Saratoga, Navy Capt. David Frost, told them what really happened and apologized. (Probably something like, "oh, by the way, we shot you down. Sorry. Okay, who's up for some great Navy chow?")

Sprouse and Ross received medical attention, Navy uniforms, and a swag bag. They were given the best dinner on the ship and good spots to sleep until they could be sent back to the Air Force.

Dorsey was grounded but allowed to stay in the Navy. He made it to the rank of captain in the reserves as an intelligence officer and then an inspector general. In 2012, he was recommended for promotion to admiral. When Congress heard about his 1987 incident, they declined to vote on his promotion, effectively rejecting it.

Many suspect that Dorsey wouldn't have been allowed to stay in the Navy if it weren't for the fact that his father was James Dorsey, a prominent figure in the Naval aviation community. In 1987, Dorsey was the captain of the USS America, a supercarrier.

Ross's injuries from the shootdown appeared slight when he was rescued from the ocean, but grew steadily worse as he aged. He received 32 surgeries and became fully disabled.

Sérgio

segunda-feira, junho 20, 2016

Emirates Airlines x Pilotos


Piloto denuncia que as tripulações da Emirates Airlines trabalham extremamente cansadas. Será verdade isso? Já ouvi de mais de uma fonte, mas até hoje não se comprovou isso. Saibam mais AQUI.

Sérgio

segunda-feira, abril 25, 2016

Drones x Aviação Comercial


O risco dos Drones é um problema para a aviação... Em Londres, um A320 da British Airways colidiu com o que parecia um na semana passada. Veio do UOL. Leia mais AQUI no Daily Mail.

Um Airbus que se aproximava do aeroporto de Heathrow, em Londres, se chocou com o que parecia ser um drone pouco antes do pouso, segundo informações da Polícia Metropolitana da capital britânica. O voo da British Airways vindo de Genebra se aproximava do aeroporto londrino por volta das 12h50 (horário local, 8h50 horário de Brasília) com 132 passageiros e cinco tripulantes. Depois do pouso o piloto relatou que um objeto, que acredita-se ser um drone, tinha atingido a frente do Airbus A320. A delegacia de polícia especializada em aviação baseada em Heathrow deu início a uma investigação sobre incidente, mas não foram feitas prisões até a noite deste domingo. "Nossa aeronave pousou em segurança, foi totalmente examinada por nossos engenheiros e liberada para ser usada no próximo voo", informou um porta-voz da British Airways.

A companhia também informou que dará à polícia "toda assistência" à investigação. No começo de 2016 a Associação Internacional de Transporte Aéreo fez um alerta de que drones operados pelo público em geral são uma "ameaça crescente e real" à aviação civil. Tony Tyler, diretor-geral da associação, pediu regulamentação ao uso de drones antes que um acidente mais grave ocorra. Em janeiro a organização UK Air Proximity Board, que investiga incidentes nos quais aviões foram quase atingidos por objetos, afirmou que ocorreram diversos episódios graves do tipo em aeroportos da Grã-Bretanha no ano passado.

Sérgio

sábado, abril 23, 2016

Intolerância Sexual


Em pleno Século XXI é inaceitável... Revoltados com pena de morte, comissários gays não querem voar para o Irã. E ainda falam que o Islã é amor. Nada contra a religião em si, mas os fundamentalistas são incentivados por alguns Estados a manter posturas medievais. Até quando? Veio do UOL:

Neste domingo (17), a companhia aérea Air France começa a operar três voos semanais entre Paris e o aeroporto que serve a cidade de Teerã, no Irã.  A rota, porém, já é objeto de polêmicas. Uma petição está exigindo que a Air France não obrigue qualquer de seus comissários de bordo homossexuais a trabalhar nos voos para o Irã, uma nação onde gays são presos e até condenados à morte.  "Não queremos ir a um país onde poderíamos ser perseguidos e condenados só por sermos quem somos", escreve o autor do documento, um comissário que se identifica como Laurent M. 

No começo de abril, um grupo de comissárias de bordo da Air France já havia pedido para não trabalhar na rota para o Irã, pois, ao sair da aeronave em território iraniano, elas seriam obrigadas a cobrir o cabelo com véu e a seguir outras imposições de vestimentas existentes no país dos aiatolás. A empresa aceitou a demanda. Em relação aos funcionários homossexuais, porém, o desfecho pode ser diferente. Em um comunicado publicado pela CNN, a Air France afirma que já voa para cerca de 20 países "que têm legislação restritiva em relação à homossexualidade", como Arábia Saudita e Egito, e que não pretende acatar a petição relacionada aos comissários gays. "Nós nunca tivemos nenhum problema nesses países", diz a companhia. "E a Air France toma todas as precauções para que seus funcionários trabalhem nas melhores condições de segurança possíveis". 

A empresa não realiza voos para o Irã desde 2008, ano em que o país dos aiatolás sofreu sanções econômicas por causa de seu programa de enriquecimento de urânio. A retomada da operação vem no embalo do acordo nuclear, firmado em 2015, que tem melhorado as relações diplomáticas do Irã com as potências ocidentais.    O UOL Viagem esteve recentemente no Irã e fez uma reportagem sobre como é viajar pelo país, onde o número de turistas estrangeiros aumentou 163% entre 2004 e 2014. Para ler o relato, clique AQUI.

Sérgio

quarta-feira, abril 20, 2016

Sonic Boom


Novo avião supersônico promete ser mais rápido do que o Concorde. Com desenho assinado por ex-projetista do Boeing 787, Sonic Boom levará 40 passageiros e já chamou a atenção de Sir Richard Branson, do Grupo Virgin. Veio da revista Aeromagazine:

A norte-americana Boom Aerospace inciou os estudos para um novo SST (Supersonic Transport). A empresa, com sede no Colorado, é uma das novatas que acreditam no potencial do transporte supersônico de passageiros. A nova aeronave comercial poderá transportar até 40 passageiros a uma velocidade de 2.333 km/h (155 km/h mais rápido do que o antigo Concorde). Por trás do ambicioso programa estão Blake Scholl e Michael Reid, este último ex-projetista do programa 787 Dreamliner, da Boeing. O Grupo Virgin de Sir Richard Branson demonstrou grande interesse no projeto, tanto como futuro cliente como desenvolvedor. Branson fez opção para dez SST enquanto a sua empresa, a Spaceship Company, fornecerá serviços de engenharia, design e produção, ensaios de voo e operações,

As primeiras estimativas apontam para viagens de 3,5 horas entre Nova York a Londres, com custo em torno do US$ 5.000 por passageiro, semelhante a uma tarifa de classe executiva atual. O Boom SST será produzido em materiais compostos, especialmente fribra de carbono, devendo ser mais silencioso do que as aeronaves supersônicas até hoje produzidas, além de 30% mais eficiente que o Concorde. Sua altitude de cruzeiro será de 60.000 pés. A cabine de passageiros com capacidade para 40 passageiros será similar à adotada no Concorde, com uma fileira de quatro assentos, na configuração 2+2.

A Boom espera que o primeiro protótipo comece a voar no final de 2017, a partir do Aeroporto Centennial em Denver. Os ensaios supersônicos terão lugar próximo à lendária Base Aérea Edwards, na California. Analistas consideram o cronograma ambicioso demais para um projeto tão complexo e que sequer possui um protótipo concluído. 

Sérgio

sábado, abril 16, 2016

O F-15 que voou sem uma asa


Esta é a incrível história de um F-15 Eagle da Força Aérea de Israel que pousou com apenas uma asa. A aeronave era o F-15D Eagle #957 batizado como ‘Markia Shchakim’ e o fato se deu em 1983. Veja mais AQUI.

Sérgio

terça-feira, abril 12, 2016

Congonhas 80 Anos


Hoje é aniversário de Congonhas: 80 anos. Em outros tempos, o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, foi palco de grandes bailes de Carnaval, virou “point'' paulistano com sua cafeteria 24 horas e local de diversão nos finais de semana, quando a população se reunia para ver os pousos e decolagens. Havia uma área onde as pessoas simplesmente se sentavam para ver os aviões saindo e chegando. Congonhas completa 80 anos de operações nesta terça-feira (12.04.2016). Considerado um dos mais movimentados do Brasil, com aproximadamente 52.800 pessoas embarcando e desembarcando por lá diariamente, o aeroporto registra cerca de 585 pousos e decolagens para mais de 30 destinos diretos. Inaugurado em 1936, Congonhas já teve momentos de glória. Desde 1957, já era o terceiro aeroporto do mundo em volume de carga aérea. Mas também já amargou com a ociosidade por um longo período, após os voos internacionais serem direcionados para outros aeroportos. Veja mais sobre este aeroporto nesta matéria da Folha de São Paulo.

Sérgio

quarta-feira, março 16, 2016

Tango Bravo Alpha - É Hoje!


Pessoal, é hoje e eu vou. Quem gosta não pode faltar. Seis da tarde na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi de São Paulo.

Sérgio

quarta-feira, março 02, 2016

Tango Bravo Alpha


Pessoal, vem aí o lançamento de um livro muito especial, contando a história da Transbrasil, escrito pelo meu amigo Gianfranco Betting. A obra terá 288 páginas e mais de 600 de imagens, entre fotos, mapas, gráficos e ilustrações, a maioria delas inéditas. Serão mostradas todas as aeronaves operadas, em todas as suas coloridas pinturas, culminando um trabalho de décadas de arqueologia iconográfica. Uma saga de superações e desafios, agora resgatada, que não pode faltar na biblioteca de quem se interessa sobre aviação brasileira. Saibam mais AQUI. O lançamento do livro ocorre no dia 16 de março, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, em São Paulo. O preço do livro é de R$ 150,00. Estarei lá!

Sérgio