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terça-feira, fevereiro 10, 2015

Chuvinha...


Vejam o estado em que ficou o radome de um Airbus da TAM passar por chuva de granizo. Apesar da imagem ser forte, não houve risco sério para a aeronave. Veio do G1:

O avião da TAM que precisou retornar ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, depois de passar por uma tempestade de granizo teve o radar meteorológico danificado momentos antes. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (9) pela companhia aérea. Os passageiros do voo JJ3307, que seguia do Rio para Natal, com escala em Fortaleza, passaram por um grande susto neste domingo (8). Logo depois de decolar do Aeroporto Tom Jobim, o avião teve que voltar e fazer um pouso de urgência. O avião decolou pouco depois das 17h. Em nota, a TAM informou que a aeronave foi atingida por um raio momentos depois da decolagem, o que danificou o radar meteorológico. Foi adotado procedimento para retornar ao aeroporto. “No trajeto, passou por uma área de turbulência e granizo que não foi detectada pelo radar danificado”, esclareceu a companhia aérea. Fotos publicadas na internet mostram que o nariz da aeronave ficou bastante amassado. Apesar do susto, segundo a concessionária que administra o aeroporto, todos os passageiros desembarcaram em segurança e seguiram viagem em outros voos. Segundo a TAM, o pouso foi realizado no aeroporto do Galeão às 18h01, com total segurança para os passageiros e tripulantes. A companhia destacou que está em curso uma investigação para apurar o ocorrido e que presta todos os esclarecimentos necessários para as autoridades.

Sérgio

terça-feira, janeiro 20, 2015

Tá calor aí?


Agora é oficial: está quente mesmo! O mapa exibe a média da temperatura global de 2014. As partes em azul representam clima mais frio do que o normal, enquanto em vermelho, clima mais quente do que o normal. O levantamento foi feito pela Agência Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, com base em dados da Organização Meteorológica Mundial. Matéria do UOL:

O ano de 2014 foi o mais quente do planeta desde o início dos registros em 1880, revelou nesta sexta-feira um esperado relatório divulgado pela Agência Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos. Dezembro também marcou uma temperatura média na superfície da Terra e dos oceanos sem precedentes nos últimos 134 anos para este período do ano, acrescentou a NOAA. Para o ano, a temperatura média se situa entre 0,69 °C acima do média do século 20, superando as marcas prévias de 2005 e 2010, de 0,04 °C. O relatório da agência disse que o recorde de aquecimento se propagou pelo mundo. Entre as regiões do mundo onde foram registrados recordes de calor estão a Rússia, o oeste do Alasca, o ocidente dos Estados Unidos, algumas zonas da América do Sul, parte do litoral australiana, norte da África e quase toda a Europa. A agência disse ainda que as medições realizadas pela Nasa de forma independente chegam às mesmas conclusões.

Recorde no mar e na terra

Quando são analisadas separadamente as superfícies da terra e dos oceanos, ambos registros também marcam recordes. Globalmente, a temperatura média da superfície dos mares foi a maior da história, 0,57 °C acima da média do século 20, enquanto a da superfície da terra ultrapassou em 1 °C esta mesma média. Com relação à neve, a NOAA constatou que neve média anual no hemisfério norte foi de 64,62 milhões de quilômetros quadrados, "perto da média dos registros históricos". A primeira metade de 2014 registrou menos neve do que o normal, mas o segundo semestre registrou mais do que a média. O gelo polar e oceânico seguem derretendo no Árctico, privando os ursos polares de seus habitats e provocando mudanças climáticas que afetam regiões muito distantes em todo o mundo. A média mundial de gelo no oceano Ártico foi de 28.460.000 km², a menor área nos 36 anos em que os cientistas têm feito registros. No outro pólo, na Antártida, o gelo marinho caiu pelo segundo ano consecutivo, aos níveis mais baixos já registrados: 33.870.000 km², segundo a NOAA. Dezembro também teve temperaturas recordes. As temperaturas médias combinadas nas superfícies terrestres e marítimas foram maiores do que qualquer outra na história. A temperatura média do mês foi 0,77 ºC acima da média mundial. "Este foi o dezembro mais quente no período de 1880 a 2014", disse a NOAA.

Seca em São Paulo

No início de dezembro, a OMM (Organização Meteorológica Mundial), uma das agências da ONU, havia antecipado que 2014 seria o ano mais quente já registrado no mundo. Na ocasião, a agência citou a seca em São Paulo como exemplo dos problemas que as grandes cidades poderiam começar a sofrer diante das mudanças climáticas. A OMM afirmou que o Brasil foi um dos países que mais sofreu com a onda de calor.No Sul do País, as temperaturas bateram recordes para o mês de outubro. Argentina, Paraguai e Bolívia também tiveram marcas inéditas, assim como a África do Sul e a Austrália. A seca também foi registrada na China, na Austrália e no Canadá e, em Estados americanos, como Califórnia, Nevada e Texas, a quantidade de chuva foi inferior a 40% da média registrada entre 1961 e 1990. A confirmação de que 2014 foi o mais quente desde 1891 também foi feita pela JMA (Agência Meteorológica Japonesa (JMA) e pelo Met Office (Agência Meteorológica do Reino Unido). A entidade japonesa ainda destacou que os 10 anos mais quentes da história foram registrados de 1998 em diante.

Sérgio

terça-feira, fevereiro 11, 2014

EUA abaixo de Zero!


O Brasil ferve... Enquanto isso, nos EUA vem mais frio por aí! Vejam AQUI no site do Weather Channel. Freezing e mais problemas chegando. Se tem voo chegando ou partindo de New York e Atlanta, cuidado.

Sérgio

segunda-feira, junho 25, 2012

Tempestade Debby


A coisa tá feia na Flórida! Veio do G1:


A tempestade tropical Debby se dirigia lentamente para a costa da Flórida na noite de domingo (24), causando ventos e ondas que levaram à paralisação de cerca de um quarto da produção de gás e petróleo em alto mar no Golfo do México, e tornados que mataram ao menos uma pessoa. Debby é a primeira tempestade tropical a entrar no Golfo do México em 2012. Às 21h de Brasília, a tempestade estava quase estacionária, cerca de 185 quilômetros a sul-sudoeste de Apalachicola, na Flórida, com ventos inferiores a 100 quilômetros por hora, segundo o Centro Nacional de Furacões (CNF) dos EUA. Empresas como e Royal Dutch Shell retiraram seu pessoal de plataformas petrolíferas em alto mar, e os prejuízos podem aumentar nos próximos dias, devido à previsão de que a tempestade Debby entre em algumas das áreas mais produtivas do Golfo do México, de onde saem 20% da produção norte-americana de petróleo e 6% da produção de gás. Meteorologistas disseram que o sistema não deve chegar a furacão, e que pode atingir a costa noroeste da Flórida na quinta-feira (28), perto da localidade de Panama City. Antes, eles previam uma trajetória para oeste, rumo à Louisiana, como um furacão fraco. O governador da Louisiana, Bobby Jindal, chegou a declarar estado de emergência. No domingo, a tempestade já provocou tornados que mataram uma mulher, feriu gravemente uma criança e destruiu casas na região central da Flórida, segundo autoridades. No Alabama, um banhista desapareceu na praia Orange, segundo a Guarda Costeira. Várias praias do Alabama foram fechadas devido às ondas fortes.


Sérgio

domingo, março 20, 2011

E vem aí o Outono


Pessoal,

A nova estação começa daqui algumas horas. O que esperar dela? Vejam matéria do G1:

Mesmo com a chegada do outono, o fenômeno La Niña continua influenciando o clima no extremo norte do país e na Região Sul, segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Cptec/Inpe). A estação começa às 20h21 deste domingo (20) e segue até 21 de junho. “O La Niña irá atuar de forma mais fraca nos próximos meses, mas ainda influencia o tempo nessas duas áreas. No extremo norte do país, que abrange o norte das regiões Norte e Nordeste, a chuva estará acima da normal climatológica. Já no sul do país, do interior do Rio Grande do Sul ao sul do Paraná, a previsão é de chuva um pouco abaixo da média”, afirma ao G1 a meteorologista Ester Regina Ito, do Grupo de Previsão Climática do Cptec/Inpe. O La Ninã, caracterizado pelo resfriamento das águas no Pacífico Equatorial, já atuou no Brasil durante o verão, influenciando as mesmas áreas.

Entre abril, maio e junho, outras duas áreas também devem ter chuva acima da média, mas causada por sistemas meteorológicos. “São esperadas chuvas acima do normal para a estação no litoral da Região Sul e no litoral leste do Nordeste, que vai do litoral da Bahia até o Rio Grande do Norte”, diz Ester. Nas demais áreas do país, predomina a condição de chuva dentro da normal climatológica, com chances de irregularidade espacial e temporal. As temperaturas também estarão dentro da média esperada em grande parte do país, com exceção da Região Sul e do sul de São Paulo, que terão temperaturas mais baixas. "Como é esperado no outono, que tem como característica a predominância de temperaturas amenas, há possibilidade de maior frequência de massas polares e ondas de  ar frio. Por isso, teremos quedas acentuadas e repentinas de temperatura", afirma Regina.

Sérgio