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terça-feira, novembro 10, 2015

Que close...


Essa deu medo... O mergulhador e pesquisador Joel Ibarra registrou uma imagem impressionante de um tubarão branco devorando uma carcaça na costa da Ilha de Guadalupe, no Caribe. Segundo Ibarra, o grande tubarão branco estava se alimentando de um elefante-marinho. O mergulhador usou uma câmera GoPro para registrar a imagem.

Sérgio

terça-feira, julho 24, 2012

Roteiro do Medo em SP


Quer uma opção para este fim de férias? Que tal dar uma de Scooby-Doo? Você já ouviu falar do Roteiro do Medo em São Paulo? Vejam só que interessante esta dica da Olivia. Valeu, Babe! Matéria Época São Paulo:

O edifício Joelma, no centro de São Paulo, foi palco de duas tragédias. Na década de 1940, um professor matou a mãe e as duas irmãs e enterrou os corpos em um poço. Quando a polícia descobriu os cadáveres, ele se suicidou. Em 1974, o mesmo edifício foi parar na primeira página dos jornais e dos noticiários do rádio e TV devido a um incêndio que deixou quase 200 mortos e centenas de feridos. O local passou por reformas, mas até hoje tem fama de mal-assombrado. Mas não é o único em São Paulo, que tem histórias de casas sinistras, onde espíritos atormentados fazem ruídos estranhos durante a noite. Uma casa que disputa o título de “mais mal-assombrada” da cidade fica na Rua Maior Diogo, 353. A residência serviu de prisão para Sebastiana de Melo Freire, mais conhecida como Yayá, herdeira de uma das famílias mais ricas do interior paulista. Ela perdeu os pais em 1900. Cinco anos depois, o irmão mais velho cometeu suicídio – deixando-a sozinha e perturbada. Diagnosticada como insana, Yayá gritava dia e noite e logo os vizinhos só se referiam ao endereço como “casa da louca”. Ela morreu em 1961 e desde então, os vizinhos dizem que um vulto de mulher pode ser visto caminhando pelo jardim à noite.


Castelinho da Rua Apa: Outro lugar considerado mal-assombrado em São Paulo é o Castelinho da Rua Apa. Em 12 de maio de 1937, os irmãos Álvaro e Armando Reis e a mãe, Maria Cândida, foram encontrados mortos no local. Relatos da polícia indicam que houve uma briga por causa dos negócios da família. Álvaro teria matado o irmão e a mãe, antes de se suicidar. O crime foi tão noticiado, que o lugar foi abandonado. Anos mais tarde, os moradores de rua que invadiram o espaço passaram a contar histórias de ruídos estranhos e vozes no meio da noite. Hoje, o Clube das Mães do Brasil tem sua sede ali.


Capela dos Aflitos: No terreno onde a capela foi construída eram enterrados criminosos, escravos doentes e indigentes. Os moradores da região dizem ouvir ruídos estranhos e alguns teriam avistado fantasmas nos depósitos. Ainda no bairro da Liberdade seria possível avistar o espírito do soldado Francisco José das Chagas, o Chaguinha. Depois de duas tentativas frustradas, ele foi enforcado na terceira vez e enterrado no cemitério local. Alguns moradores já disseram “sentir” espíritos.



Edifício Joelma: Na década de 40, o professor Paulo Camargo matou a mãe e suas duas irmãs. A partir daí, o local teria sido amaldiçoado, o que teria levado ao incêndio que praticamente destruiu o edifício Joelma no dia 1º de fevereiro de 1974. Na tentativa de fugir do fogo, 13 pessoas morreram dentro do elevador. Como não foram identificadas, surgiu o “mistério das 13 almas”.




Edifício Martinelli: Em 1947, um menino foi estrangulado e jogado no poço do elevador por um assassino chamado Meia Noite. Ele foi preso e confessou o crime. Nos anos 1960, a menina Márcia Tereza foi morta em um dos apartamentos. Como os moradores despejavam o lixo diretamente no poço do elevador, havia um odor forte no local que era associado ao cheiro da própria morte. Existe também uma lenda de que uma mulher loira e sem rosto caminha pelo do prédio durante a noite. Também há relatos de portas de armários que batem sem uma explicação lógica.




Palácio da Justiça: Os seguranças afirmam que já ouviram gritos e barulhos de correntes vindos do porão do palácio. Outros dizem que os injustiçados gritam e choram, esperando pelo dia em que serão inocentados pela justiça. Além desse roteiro, a cidade também conta com cemitérios famosos, na região da Consolação, que merecem ser descobertos. Para os cemitério existem passeios organizados pela própria prefeitura, para quem quer descobrir não apenas as histórias, mas os artistas que criaram lápides e estátuas hoje famosas.

Sérgio

terça-feira, dezembro 14, 2010

Cyber War: Ela existe!!!


Pessoal,

O tema não é discutido muito no Brasil ou mesmo na maioria dos países. Onde pessoas lutam contra uma violência real, como no nosso caso, onde os bandidos tomam conta do País, fica difícil apontar os riscos de uma guerra eletrônica. Mas, ela existe, já é travada, as "armas" estão em amplo desenvolvimento e os resultados serão imprevisíveis. Estou no fim (e, de novo, dependente da tecnologia, pois leio a versão eletrônica adquirida no iBook da Apple pelo iPad) do recém lançado livro Cyber War de Richard Clark (clique AQUI e veja o livro na Amazon ou AQUI e veja uma entrevista dele na MSNBC) e chega a ser assustador o potencial de danos para a sociedade como um todo.

Ao contrário das guerras anteriores, esta, por capilaridade, atingirá todos nós. Hoje, de bancos a energia elétrica, da própria Internet à localização de materiais perigosos, de planos de emergência e todos os meios de transações bancárias, tudo é dependente da web. Imaginem por um instante, que a web seja "bloqueada" por tempo indeterminado. Imaginem dois, três, dez dias sem banco... Não haveria como sacar dinheiro, pois a agência do banco não tem como se conectar ao computador central. Alguém se lembra do caos da era Collor, sem dinheiro vivo em si? E essa seria apenas a primeira onda de "ataques". Cortar a eletricidade seria a segunda...

Autoridades norte-americanas tem demonstrado cada vez mais preocupação sobre supostas invasões russas e chinesas na rede de eletricidade, que depende da Internet para funcionar. Pequim, que tem relacionamento difícil com os Estados Unidos por conta de vendas de armas para Taiwan, "mirou contra a infraestrutura dos EUA com bombas lógicas", disse o ex membro do Conselho Nacional de Segurança dos Estados Unidos, Richard Clark, no livro "Cyber War", que mencionei acima. A acusação, obviamente, é negada pela China.

Ontem, Altieres Rohr, editor de Tecnologia do G1 publicou um artigo sobre o tema, no qual fala da "guerra do Wikileaks", na qual ataques de represália por anônimos no mundo tem causado problemas e prejuízos para algumas empresas. A principal característica do meio eletrônico é sua ampla disseminação e dispersão. Eu, aqui no Brasil, posso "atuar" em qualquer lugar que queira, contra quem queira. Na semana passada não mostrei aqui no blog um anônimo postando uma foto da Rihanna no Twitter da cantora dela e recebendo uma resposta? A interação com terceiros, famosos ou não, é um trunfo que nunca tivemos antes na história da humanidade.

Nesse caso, Altieres tem razão: "É preciso admitir: é realmente impressionante que a internet funcione tão bem. É fácil gerar problemas na rede; esse é o recado do Anonymous (grupo que atua na "defesa" do Wikileaks - nota minha). Mesmo um grupo de usuário sem conhecimentos avançados consegue causar danos em partes da rede, desde que corretamente instruído. A verdadeira “ciberguerra” é contra o caos da internet. Departamentos de guerra cibernética, como o cibercomando norte-americano (USCYBERCOM), estão centralizando o controle das redes do governo. É fácil de entender o motivo: a falta de controle e monitoramento cria vulnerabilidades e oportunidades de ataques silenciosos aos invasores. Eles podem até realizar esse controle nas redes do governo, mas a internet é muito vasta."

Se você se interessou pelo assunto, leia mais AQUI, AQUI e AQUI. Pena que a maior parte das pessoas somente vai ler ou saber do assunto quando se tornar "vítima" desse novo formato de guerra e dominação. Não é uma questão de se, mas apenas de quando. 

Sérgio

sábado, dezembro 04, 2010

Rick Rescorla


Pessoal,

Sabem quem é Rick Rescorla? Cyril Richard Rescorla era inglês e nasceu em 1939. O que ele fez de importante? Salvou milhares de pessoas no dia 11 de setembro de 2001. A história é assim: no ano de 1993, dia 26 de fevereiro, ao meio-dia, uma violenta explosão de um carro-bomba no segundo nível de garagens do World Trade Center (W.T.C) sacudiu o prédio, matou cinco pessoas e abriu cratera de 60 m de diâmetro por 10 de profundidade. Entre densas nuvens de fumaça e poeira, houve um caos.. Foram necessárias seis horas para evacuar as 50 mil pessoas nos edifícios que compunham o complexo.

Após rápida investigação, o FBI prendeu os palestinos Nidal Ayyad (engenheiro químico) e Mohammad Salameh. O segundo alugou um micro-ônibus e o transformou em uma bomba. Em seu ódio, os fundamentalistas de Osama Bin Laden denunciavam a aliança de príncipes sauditas corruptos com o império de Wall Street que, segundo a Al Qaeda, mantinham elevado padrão de vida à custa de roubar petróleo dos árabes.  Infelizmente, os números da economia em 1993 davam razão a Bin Laden: um galão (3,8 1itros) de gasolina, na bomba, em Nova York, custava um dólar. O salário-mínimo novaiorquino era de US$ 5,50 por hora. Logo, uma hora de salário-mínimo comprava 21 litros de gasolina. Um escândalo!

Porém, onde entra Rick Rescorla? Ele era chefe da segurança da corretora Morgan Stalnley, no W.T.C. Apenas nos escritórios da empresa trabalhavam 2.800 funcionários. Em 11 de setembro de 2001 só morreram seis, graças à ele. No total, 2.794 funcionários da Morgan Stanley que se salvaram na catástrofe devem a vida a Rick Rescorla, conforme a revista The Economist, de 23 de setembro de 2006 confirmou.  Desde 26 de fevereiro de 1993, Rescorla já sugeria que empresa onde trabalhava se mudasse para um complexo térreo, cercado de jardins como um “campus”, no vizinho estado de Nova Jersey. Para ele, o W.T.C. era uma ratoeira que, mais cedo ou mais tarde, terroristas iriam tentar explodir!

Na empresa, ninguém dava a mínima para o chefe da segurança, até que houve o primeiro atentado. Isso finalmente despertou a alta direção do Morgan Stanley, que se deu conta que Rick Rescorla era um profissional competente. Deram-lhe carta-branca. Rick organizou exercícios mensais, obrigatórios, de abandono do prédio. Durante anos ele foi odiado pelos 2.800 funcionários. Todos tinham que participar dos treinamentos mensais, desde o presidente até o mais humilde faxineiro. Rick era profético: no próximo atentado, esses calhordas irão usar aviões!!!

Isso não é mentira ou teoria da conspiração. Vejam parte do documentário dele acima, leiam na Wikipedia ou vejam uma das dezenas de páginas na web sobre o assunto. Não é incrível? Em tempo: dos 6 mortos mencionados entre os funcionários do Morgan Stanley, um deles foi o próprio Rick, que durante o abandono do prédio corria de um lado para o outro, de cima para baixo para garantir que todos saíssem, ao contrário do que dizia a administração do W.T.C. Na última vez em que foi visto ele estava subindo... e não saiu quando o prédio desabou.

Sérgio

PS: Isso é herói. Jogador de volei que ganha título, atleta, não pode ser chamado de herói como faz a Globo... Mas, não dá Ibope, dá?

domingo, outubro 17, 2010

Pacific Sun


Pessoal,

Para quem tem medo de barcos, não recomendo o vídeo acima. Para quem não tem, se quiser continuar sem ter, melhor não olhar... rsrsrs Para quem se aventurar, a história é a seguinte: no dia 01 de agosto de 2010, o navio Pacific Sun encontrou uma forte tempestade no mar, a aproximadamente 400 milhas ao norte da Nova Zelândia. As ondas tinham 8 metros de altura e o vento soprava a 90 Km/h na superfície do mar agitado. O resultado é este do vídeo. Os 1.732 passageiros passaram por maus momentos. Felizmente, apenas 42 pessoas se machucaram.

Sérgio