domingo, junho 03, 2012

Coitada da baleia...


Tá difícil o tânsito, até no mar... Deu no G1:

Uma baleia morreu após ser atingida pelo navio cargueiro "Mont Ventoux", que fez a rota entre Tunísia e França. O animal foi encontrado morto, enganchado no bulbo da proa do navio, após a chegada da embarcação no porto de Marselha, na França.

Sérgio


sábado, junho 02, 2012

Guns N' Roses


Isso é muito tosco... Matéria New Musical Express via G1:

Os fãs que estiveram no show que o Guns N’ Roses fez nesta quinta-feira (31) em Londres foram proibidos de usar camisetas com imagens de Slash, que foi guitarrista durante fase de maior popularidade do grupo americano, do qual se desligou em 1996. A informação está numa reportagem publicada nesta sexta (dia 1º) no site do semanário britânico “New Musical Express”. O texto cita como exemplo o caso de James Revell, 18, que teria sido obrigado a retirar a peça de roupa para permanecer na O2 Arena, local da apresentação.

O “NME” afirma que uma fonte confirmou o veto com um membro da equipe da casa, ainda durante o show. “Recebemos a ordem da gerência para não permitir ninguém dentro da O2 Arena que estiver usando uma camiseta de Slash, e estamos pedindo a qualquer um que estiver que remova. Se eles se recusarem, serão mandados para fora”, teria dito o responsável. Considerado um dos principais guitarristas do rock das últimas décadas, Slash entrou para o Guns N’ Roses em 1985 e participou da gravação de discos como “Appetite for Destruction” (1987) e “Use your Illusion I” e “Use your Illusion II” (ambos de 1991). Após sua saída, ficou notório o desentendimento com Axl Rose, vocalista do conjunto. De acordo com o “NME”, sua fonte percebeu o veto ao ver que James Revell estava sem camiseta sob a jaqueta. “Acredito que me pediram para fazer isso [retirar a peça] porque Axl Rose tem algum problema com Slash”, diz o jovem na reportagem.

Sérgio

Conhece o Stuxnet?


Novas guerras já estão sendo travadas e você nem sabe... Aliás, cedo ou tarde, poderá ser vítima e nem saber. Matéria G1:

Uma reportagem do "The New York Times" descreve com detalhes uma operação secreta dos Estados Unidos chamada "Jogos Olímpicos". A operação envolvia a criação de um código de computador capaz de atrasar o programa nuclear iraniano. A praga digital, quando descoberta por especialistas, recebeu o nome de Stuxnet e foi considerada a primeira "ciberarma" de uma guerra cibernética, por realizar uma tarefa antes só possível com bombas. O New York Times já havia responsabilizado os Estados Unidos e Israel pelo Stuxnet, mas o número de fontes e detalhes ainda era escasso.

O programa "Jogos Olímpicos" foi iniciado pelo ex-presidente norte-americano George W. Bush depois que analistas militares concluíram ser ele a melhor opção, embora arriscada, para lidar com a ameaça nuclear iraniana. Segundo o jornal, depois de ter acusado incorretamente o Iraque de possuir armas de destruição em massa, Bush não tinha credibilidade para começar uma guerra com o Irã, que afirmava que o fim de suas operações nucleares era apenas a produção de energia. Durante a administração Bush, a operação teve um sucesso modesto. Quando Barack Obama assumiu o governo, ele acelerou o programa e, mesmo depois que o Stuxnet foi exposto em 2010, o presidente norte-americano ordenou que as operações continuassem. De acordo com a reportagem, o presidente estava ciente de que o programa entrava em um novo território e, por isso, temia repercussões diplomáticos caso o plano fosse conhecido. Temia-se, inclusive, que terroristas veriam seus ataques justificados diante das ciberoperações secretas dos Estados Unidos. Os militares também entendiam que os EUA é o país mais dependente em sistemas eletrônicos, e, portanto, o mais vulnerável a ataques desse tipo.

Até hoje, os Estados Unidos não admitem publicamente o uso de qualquer "ciberarmas". Um general aposentado de Israel, porém, já havia exaltado o 'sucesso' do Stuxnet. Nenhum oficial dos Estados Unidos confirmou qualquer envolvimento na criação do vírus de espionagem "Flame", que também atacou principalmente o Irã. Mas, sem assumir a autoria do ataque, um ministro de Israel já defendeu o uso da praga contra o Irã. Depois do Irã, Israel é o segundo país com mais contaminações do "Flame".

Criação do vírus e envolvimento de Israel

Devido às dificuldades de uma ação militar, a CIA, agência de inteligência dos Estados Unidos, tentava sabotar o programa nuclear iraniano alterando componentes de peças, como fontes de energia, para que explodissem. Mas o sucesso dessas tentativas foi limitado, e outra ação era necessária. Bush autorizou o programa secreto "Jogos Olímpicos". De acordo com o New York Times, os Estados Unidos envolveram Israel na criação do Stuxnet para aproveitar os conhecimentos técnicos de uma unidade das forças armadas do país e, também, para que Israel não se sentisse inerte diante do Irã. Os EUA queriam impedir que Israel tomasse medidas militares convencionais contra o país.

Para criar o Stuxnet, era necessário antes criar um código que iria coletar informações sobre as instalações iranianas. Esse código foi chamado de "Beacon". O jornal não dá nome ao ataque, mas é possível que ele tenha sido o vírus Duqu que, segundo a fabricante de antivírus Symantec, capturava as informações que seriam úteis aos Stuxnet e tinha diversas semelhanças em sua programação. Depois que os dados foram coletados, os programadores criaram o segundo vírus, chamado internamente de "bug". O "bug" foi testado em centrífugas semelhantes às do Irã, que os Estados Unidos obtiveram da Líbia em 2003.

Com seu sucesso comprovado pelos restos das centrífugas americanas que explodiram, o Stuxnet foi então levado ao Irã. Como a usina de enriquecimento de urânio em Natanz não tinha conexão com a internet, o método escolhido foi um pen drive. "Sempre tem um idiota que não pensa muito sobre o pen drive que tem na mão", afirmou um oficial norte-americano ao "New York Times".

O ataque confundiu os iranianos, porque fazia rápidas modificações na rotação das centrífugas para que as partes delas apresentassem problemas. Enquanto isso, o vírus enviava sinais aos computadores de que tudo estava bem. O objetivo era fazer com que os iranianos pensassem que eram burros ou incompetentes – o que deu certo: funcionários das usinas chegaram a ser demitidos pelas falhas. Com o ataque descoberto em 2010, Barack Obama autorizou que a operação continuasse – e seu sucesso então foi maior do que o anterior. No final, 1 mil das 5 mil centrífugas de enriquecimento de urânio em Natanz teriam sido destruídas.

Perda de controle

O Stuxnet teria sido descoberto porque os Estados Unidos e Israel perderam o controle da praga. O código não teria sido capaz de detectar a mudança de ambiente quando um engenheiro que tinha o computador infectado conectou seu sistema à internet. Não se sabe quem introduziu o erro no código. "Deve ter sido Israel. Eles foram longe demais", teria dito o vice-presidente norte-americano Joe Biden.

Sérgio

Minha mãe é brava...


Cuidado com o Facebook. Só digo isso... Veio do TechTudo:

Após tomar conhecimento de um comentário feito por um garoto de 14 anos no Facebook sobre sua filha, Debbie Piscitella, de 46 anos, não pensou muito antes de agir. O menino havia escrito que a jovem era "tão feia que o jovem não teria coragem nem mesmo de estuprá-la". Para o azar do menino, durante um passeio no shopping, a garota o reconheceu e mostrou para a mãe, que o enforcou deixando em seu pescoço as marcas da agressão. Após o ocorrido, o jovem procurou a polícia e denunciou Piscitella. Um policial chamou a mãe do menino, que só quis prestar queixa após ver as marcas do pescoço do filho. Debbie foi presa sob acusação de abuso infantil e logo depois foi liberada após pagar U$ 5 mil - cerca de R$ 10 mil - de fiança. Em seu Facebook, ela escreveu: “Eu não deveria ter feito isso, mas nenhum de vocês é capaz de entender o tormento que ele fez minha filha passar”, afirmou.

Durante o depoimento, a mãe agressora justificou seu ato e conseguiu comover até o delegado da cidade de St. Petersburg, onde o caso aconteceu. Segundo a mulher, os comentários feitos pelo menino não foram nada delicados, deixando sua filha em estado de tristeza profunda. Ela completou dizendo que a menina é linda, tanto por dentro quanto por fora. “O delegado e os policiais me apoiaram, dizendo que se fosse com a filha deles, fariam muito mais do que enforcar esse garoto” desabafou Debbie. A mãe do jovem, Keysha Tipton, por coincidência, é professora e já ministrou aulas sobre gestão de raiva na paternidade. De acordo com ela, o ato de Debbie é imperdoável, afinal "ela é uma mulher adulta e não pode sair resolvendo todos seus problemas brigando, principalmente por algo tão bobo". Mesmo assim, ela admite que o filho deverá pedir desculpas pelo comentário.

Sérgio

Sexo na 1ª noite...


Hoje é dia de balada... Leia a matéria abixo e reveja sua "estratégia", rsrsrs Matéria do blog Sexpedia da  Revista Época. Eu, particularmente, acho ridículo generalizar. Nunca pensei nada demais de quem transa na primeira vez que sai ou encontra alguém pois, só isso, não é motivo para preconceito. A pessoa tem diversas atitudes que, juntas, falam quem ela é. O fato de rolar na primeira vez, em geral, mostra muuuita química, rsrsrs 

Daí você transou com o cara no primeiro encontro. Não interessa o motivo. Se a lua estava cheia e seu copo de caipirinha, vazio. Se o papo era bom e a pegada também. Se bancou a “bem-resolvida” e jurou nunca mais ver o fulano. Se leu algum livro de Marçal Aquino e acreditou que “o amor é sexualmente transmissível”. Nem importa se o sexo foi incrível ou perda de tempo (e de fluidos). O dia seguinte, querida, vai se resumir à espera desgraçada por um feedback: um email, uma mensagem, uma ligação. Ainda que seja apenas para afagar seu ego.

Para aplacar essa angústia das mulheres e entender o que passa na cabeça dos homens (nas duas cabeças, a de cima e a de baixo), o site de relacionamentos Par Perfeito lançou em maio uma pesquisa entre seus usuários. Cerca de 35 mil pessoas responderam questões como “Se o sexo foi ruim, você daria uma segunda chance?”. Olha só que curioso: 90% deles tentaria de novo, contra 71% delas. Ou seja, os homens são mais generosos que as mulheres neste sentido. Tudo bem se você não acertou logo o sexo oral dos sonhos. Eles superam uma estreia meia-boca na cama. Mas…

… o bofe não vai discar o número do seu celular se tiver faltado química entre vocês dois (72% deram essa justificativa à pesquisa). Sim, para o cérebro masculino, “sexo” e “química” também podem ser coisas diferentes. Não adianta o moço te achar um furacão na cama, mas uma chata no restaurante. O desempenho entre lençóis foi tímido, mas rolou sintonia no ANTES e no DEPOIS? A probabilidade de você ouvir o “TRIIIMMM” é maior, mas seus problemas ainda não acabaram.

Isso porque 12% alegou não ligar no dia seguinte por “não querer compromisso” e 8% só quiseram “testar o poder de sedução”. Os outros 8% somem com a explicação de que “ela aceitou sexo no primeiro encontro” (oi, bem-vindo ao século XXI?). Bati palmas sozinha aqui na redação quando li que mais da metade dos participantes não avalia a mulher por esse critério [transar à primeira vista]. Para 55%, essa decisão é natural para ambos os sexos. Os demais escolheram as seguintes alternativas: “Significa que ela se interessou por mim” (19%); “Interessante, pois é autoconfiante” (13%); “Atirada demais para um relacionamento” (13%).

Sérgio

Abraham Lincoln x Zombies


O pessoal está ficando cada dia mais nonsense... Vejam o filme que acabou de sair nos Estados Unidos: Abraham Lincoln Vs. Zombies. Isso mesmo. Abaixo a "sinopse". Dá para crer? O mundo vai acabar mesmo!!! Cliquem AQUI e vejam o trailer no Youtube.

Abraham Lincoln tem outra batalha em Gettysburg: uma ameaça de seu passado voltou, ameaçando rasgar a nação já fraturada em pedaços. Ele deve viajar atrás das linhas inimigas para enfrentar um inimigo muito mais temível do que o exército confederado: os mortos-vivos.

Sérgio

sexta-feira, junho 01, 2012

Segurança online


A tendência é de controle da Internet. E a ONU está na frente deste processo, mais uma vez:

Um encontro da Organização das Nações Unidas (ONU) que será realizado em dezembro, em Dubai, vai discutir a possibilidade da instituição ter mais controle sobre a internet, de acordo com o Mashable. Atualmente, a internet é regulada por diversas organizações públicas e privadas que exercem papéis separados para manter a rede funcionando. A ONU quer mudar isso. Ela acredita que um órgão centralizado pode ser mais eficiente. Os defensores da ONU dizem que atualmente a internet está muito vinculada aos Estados Unidos, país de origem de órgãos como a Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (ICANN), que controla os endereços da web. Colocar a ONU como reguladora da web democratizaria o controle da rede, na visão desses defensores. Os atuais órgãos que regulam a internet devem pressionar o governo dos Estados Unidos para se posicionar contra a proposta. Eles acreditam que dar mais poder para a ONU pode favorecer países com forte censura, como a China, e que a mudança pode ter consequências desastrosas para a liberdade de expressão online.

Sérgio

Peixe cobra


O mundo está virado mesmo... Veio do G1:

O morador Bruce Causier encontrou um peixe cabeça-de-cobra em uma lagoa em um parque de Burnaby, no Canadá. Originário da Ásia, a espécie é considerada um perigo para o ecossistema local, já que pode devorar qualquer coisa, incluindo pequenos animais, por causa de seus dentes afiados, segundo a emissora "CTV". De acordo com especialistas, o peixe, que é conhecido com "fishzilla", consegue sobreviver dias em terra e se locomover em pequenas distâncias. Causier disse que já notou uma queda na população de animais selvagens no parque. "Há menos patos na lagoa agora. Normalmente, havia um monte de patinhos, mas há apenas cinco agora", disse ele. "Eu acho que essa espécie de peixe está comendo os patinhos". Os funcionários do parque fecharam a lagoa na semana passada para minimizar o risco ambiental. Para especialistas, o peixe cabeça-de-cobra representa uma série ameaça para a população de salmão local se chegar ao rio.

Sérgio

Erraram o logotipo da ONU


Que feio... E foi na BBC!!! Matéria G1:

A rede de TV BBC, ao colocar no ar uma reportagem sobre o Conselho de Segurança das Organização das Nações Unidas (ONU), se confundiu usou o logotipo de uma outra organização, a United Nations Space Command (UNSC), ou Comando Espacial das Nações Unidas, em tradução, organização fictícia da série de games "Halo". Nos jogos da franquia do console Xbox, da Microsoft, a UNSC é a agência responsável por proteger a Terra das forças hostis que vêm de outro planeta. A BBC pediou desculpas pelo erro. "Nos esforçamos para garantir a que as imagens que usamos são as corretas, mas erros acontecem ocasionalmente", disse a emissora ao site "Eurogamer". "Infelizmente, o logotipo foi usado de forma incorreta durante um boletim de notícias e pedimos desculpas aos nossos espectadores". Após o erro, a BBC corrigiu a imagem nos boletins seguintes, mas o vídeo com a gafe está na web (clique AQUI para assistir). O Conselho de Segurança da ONU não possui logotipo próprio. A confusão pode ter ocorrido porque uma busca na internet por "UNSC" (United Nations Security Council), que seria a sigla em inglês para o conselho, mostra a imagem usada para a organização fictícia.

Sérgio

Windows 8


Quer experimentar o Windows 8? Esta é sua chance...

A Microsoft anunciou nesta quinta-feira (31) o início da disponibilização das versões prévias do Windows 8 em 14 idiomas, incluindo o português falado no Brasil. “O novo sistema está em seus estágios finais de desenvolvimento e no caminho da disponibilidade geral”, explica a companhia. Segundo a gigante do software, a nova prévia inclui melhorias como novos aplicativos do Bing (ferramenta de buscas da empresa); ajustes nos programas relacionados a e-mails, fotos e pessoas; aumento das opções de personalização da tela de início e refinamentos nas maneiras com as quais as pessoas encontram e baixam aplicativos na loja do Windows. A prévia está disponível para download no site da Microsoft (clique AQUI). Além da chegada da prévia, a Microsoft anunciou que a partir de 2 de junho lançará o programa de atualização do Windows para 131 mercados, incluindo os Estados Unidos e o Canadá. Com o programa, a Microsoft tenta garantir que as pessoas que querem ter o Windows 8 consigam baixar o software quando houver o lançamento oficial. A empresa afirma que compradores que adquirirem novos PCs com Windows 7 podem comprar uma atualização para o Windows 8 Pro por um preço estimado de US$ 14,99.

Sérgio