sábado, dezembro 07, 2013

R.I.P. Paul Walker


Sem palavras... Este vídeo foi postado no YouTube oficial da série de filmes “Velozes e Furiosos” como um tributo a Paul Walker. Perfeito, música bem escolhida, belas cenas, grande homenagem.  Confira!

Sérgio

Parabéns Peru!

 

Para quem não gosta ou não conhece, a culinária Peruana é muito boa. Em especial o Ceviche! O melhor que já comi é no Ceviche 105 de Miami. A matéria abaixo é do caderno Viagem do Estadão:

Pelo segundo ano consecutivo, o Peru abocanhou o World Travel Awards (o Oscar do turismo mundial) na categoria Melhor Destino de Gastronomia do Mundo. Os outros nominados foram Itália, França, Espanha, Tailândia, Índia, Japão, Malásia, México, Austrália, China e Estados Unidos. A premiação, que ocorre há duas décadas e reconhece os melhores nos diversos setores da indústria turística, teve lugar este ano em Doha, no Catar.  

Sérgio

Pearl Harbor


Hoje completam-se 72 anos do ataque japonês à Pearl Harbor. Uma homenagem aos que tombaram neste dia e na Guerra que se seguiu! R.I.P.

Sérgio

sexta-feira, dezembro 06, 2013

T-27 Tucano 30 Anos


Ficou lindo... Utilizado na formação dos cadetes da Academia da Força Aérea (AFA), a aeronave T-27 Tucano está celebrando 30 anos de operações na FAB. Para comemorar essa marca, uma das aeronaves da AFA recebeu uma pintura especial que foi apresentada ao público pela primeira vez na cerimônia de formatura dos aspirantes-a-oficial, realizada hoje na sede da AFA, em Pirassununga (SP).

Vou fazer um destes!

Sérgio


Winter Wonderland


O Natal vem aí... Kim Wilde acaba de lançar um disco de Natal e uma das músicas tem a participação de Rick Astley. Achei sensacional, vai para a Nova!

Sérgio

PS: Mostrei a música para a Olivia no iTunes e falei: "Rick Astley", todo animado. E ela: ele é velhinho, não? Putz... Me senti com 100 anos, rsrsrs 

São Paulo, Anos 60


Muito linda esta imagem... A degradação da região de Campos Elíseos e Luz, que geraria no final da década de 90 o famigerado apelido de “Cracolândia“, começou muito tempo atrás, na década de 60, com a polêmica construção da rodoviária, ou como era conhecida oficialmente, Terminal Rodoviário da Luz. Lembro desta rodoviária, estive lá com meu pai algumas vezes. Vejam mais no belíssimo site São Paulo Antiga.

Sérgio

Que triste...


Fala sério... Essa foi uma morte estúpida: mulher não puxa freio de mão e morre atropelada pelo próprio veículo em Santa Catarina. Deu no G1:

Uma mulher morreu atropelada ao ser atingida pelo próprio carro na noite de quinta-feira (5) em Biguaçu, município localizado na Grande Florianópolis. De acordo com a Polícia Civil, a dona de casa Cleusa Gonçalves da Maia, de 32 anos, deixou o veículo no ponto-morto, não puxou o freio de mão e o acabou sendo atingida pelo automóvel acidentalmente. O atropelamento ocorreu nas dependências de um estacionamento do condomínio onde a vítima morava, na rua Doutor Homero de Miranda Gomes, no Centro de Biguaçu. Ainda segundo a polícia, a fatalidade ocorreu por volta das 22h30, e a vítima morreu no local do acidente. De acordo com a Polícia Militar, Cleusa saiu do seu veículo e não puxou o freio de mão. O Cross Fox andou e a mulher tentou impedir que ele colidisse contra uma parede, e acabou sendo prensada pelo veículo, sendo atropelada na sequência. O Samu foi acionado para tentar socorrer a mulher, mas quando chegou ao local Cleusa já estava morta. O Instituto Médico Legal também esteve no local para fazer o recolhimento do corpo e reconhecimento da vítima, que era natural de Balneário Camboriú.

A notícia saiu um pouco diferente na imprensa do Sul. Matéria do Tudo Sobre Floripa:

A administradora de empresas Cleusa Gonçalves da Maia, de 32 anos, morreu ao ser atropelada pelo próprio automóvel, na noite de quinta-feira (5), em Biguaçu. O acidente ocorreu nas dependências do estacionamento do prédio onde a vítima morava sozinha, no bairro Fundos. De acordo com a Polícia Civil, Cleusa estacionou o carro numa vaga situada num aclive. Ela estava sozinha, desceu do automóvel e seguiu caminhando em direção à porta de acesso ao prédio, quando foi surpreendida pelo carro, que a colheu pelas costas. Moradores retiraram Cleusa de baixo do veículo e tentaram reanima-la, sem sucesso. O Samu foi acionado para tentar socorrer a vítima, mas quando chegou ao local Cleusa já estava morta, com lesões na cabeça e nos braços. Cleusa era formada em gestão Empresarial pela faculdade Estácio de Sá, era natural de Balneário Camboriu, e trabalhava na empresa Liderança Serviços.

Sérgio

quinta-feira, dezembro 05, 2013

Lobão no Roda Viva


Tem muita gente que não gostou da entrevista do Lobão ao Roda Viva. Eu, por outro lado, achei sensacional: ele é franco, sincero e não liga para o que dizem dele, logo, se expressa. Concordo com 90% do que ele disse. Tem tempo? Assista, dura 90 minutos que valem mais que um jogo de futebol!

Sérgio

quarta-feira, dezembro 04, 2013

Isso é Brasil!


Essa é de lascar... Com 8 nomes e 1 sobrenome, dona de casa do ES tenta mudar registro. Dona de casa tem 31 anos e tenta eliminar 6 dos 8 nomes. Matéria G1:

Uma dona de casa de 31 anos, moradora de Planalto Serrano, na Serra, Grande Vitória, passa por problemas desde criança devido ao seu registro inusitado, com oito nomes e um sobrenome. Talita Zoraide Kiyoko Domenica Monaliza Ericleia Anastacia Josefina Galdino conta que sempre foi alvo de brincadeiras e piadas. Ela busca, junto à Defensoria Pública do município, eliminar seis, dos oito nomes que constam em seus documentos. De acordo com Talita, no momento do registro, seu pai quis fazer uma homenagem a uma tia, às avós e a uma prima, além de incluir nomes que ele gostava. "Minha mãe não teve escolha. Meu pai chegou com a certidão no hospital e nem perguntou para ela se queria esse nome ou não", contou. A dona de casa ainda disse que só conseguiu escrever o nome aos nove anos de idade e ficava dentro do quarto, decorando para não errar. "Enfrentei muitos problemas por causa do meu nome e por isso quero mudar e fica apenas com Talita Zoraide. Isso vai melhorar minha vida e também a vida dos meus filhos", disse. Entre os problemas enfrentados, Talita lembra de quando foi abrir um crediário em uma loja e o caixa chamou o segurança para que a acompanhasse até o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ). "Pediram todos os meus documentos e acharam que eram falsos", declarou.

Troca de nomes

De acordo com o defensor público Hélio Antunes, o primeiro passo para realizar a troca de nome é procurar a Defensoria Pública do município. "Dependendo da cidade, o processo pode durar entre seis meses e um ano. É possível mudar o nome, acrescentar um apelido ou suprimir um nome que gera algum tipo de constrangimento", afirmou. Ainda segundo Antunes, a pessoa precisa comprovar que sofre algum tipo de constrangimento com o nome. "A alteração pode ser feita para tirar o nome do ex-marido, corrigir erros de grafia e principalmente para evitar constragimentos, mas é preciso ter atenção. É uma decisão muito séria", disse Hélio. O processo não gera nenhum custo para a pessoa.

Sérgio

terça-feira, dezembro 03, 2013

Isso é arte?


Juro que as pessoas me impressionam com as coisas que fazem. Essa por exemplo, ganha o prêmio... Se isso for considerado arte (e pelo jeito é), acredito que serei eternamente ignorante acerca do sentido da arte! Ela diz que as pessoas passam por ela na galeria de arte onde elá está fazendo esta "performance" e dizem: "você é tão corajosa". Inacreditável! Veio do G1:

Uma australiana está causando polêmica ao realizar uma performance em uma galeria de arte na qual ela tricota uma peça a partir de uma bola de lã inserida em sua vagina. Casey Jenkins, que se define como uma “artesanativista”, realiza na cidade de Darwing o “Casting Off My Womb” ("tricotando" meu útero, em tradução livre), no qual diariamente insere o novelo em suas partes íntimas e, ao puxar um fio, tricota uma espécie de cachecol. De acordo com a artista, o objetivo da exposição é fazer com que as partes íntimas das mulheres pareçam “menos chocantes ou assustadoras”. Em entrevista ao jornal “Metro”, Jenkins revelou que a performance tem duração de 28 dias, e que “não faria sentido interromper durante o ciclo menstrual”. Em adição, Casey completa dizendo que o tricô fica muito mais difícil nessa época, já que a lã fica molhada. “É um pouco desconfortável às vezes, outras é prazeroso”, descreveu a australiana.

Sérgio