quinta-feira, outubro 15, 2015

Algo Grandioso Acontece...


Vejam que legal... Achei isso no blog de Gustavo Tanaka. Vale a pena ler e ver que faz sentido.

Ainda não nos demos conta de algo extraordinário que está acontecendo. Há alguns meses, me descolei da sociedade, me libertei das amarras e medos que me prendiam ao sistema. E desde então, passei a ver o mundo sob uma diferente perspectiva. A perspectiva de que tudo está se transformando e a maioria de nós sequer se deu conta disso. Por que o mundo está se transformando? Nesse post vou listar os motivos que me levam a acreditar nisso.

1- Ninguém aguenta mais o modelo de emprego

Cada um está chegando no seu limite. Pessoas que trabalham em grandes corporações não aguentam mais seus empregos. A falta de propósito começa bater à porta de cada um como um grito de desespero do peito. As pessoas querem sair. Querem largar tudo. Veja quantas pessoas tentando empreender, quantas pessoas tirando períodos sabáticos, quantas pessoas estão em depressão no trabalho, quantas pessoas em burnout.

2- O modelo do empreendedorismo também está mudando

Há alguns anos, com a explosão das startups, milhares de empreendedores correram para suas garagens para criar suas ideias bilionárias. A glória dos empreendedores era conseguir um investidor. Grana do investidor na mão era praticamente a taça da copa do mundo. Mas o que acontece quando você recebe um aporte de investidor? Você volta a ser um funcionário. Você tem pessoas que não estão alinhadas com seu sonho, que não estão nem aí para seu propósito e tudo passa a girar em função do dinheiro. O retorno financeiro passa a ser o principal driver. Muita gente está sofrendo com isso. Excelentes startups começaram a patinar porque o modelo de buscar dinheiro nunca tem fim. É preciso uma nova forma de empreender. E tem muita gente boa já fazendo isso.

3- O surgimento da colaboração

Muita gente já se ligou que não faz sentido ir sozinho. Muita gente já acordou para essa loucura que é a mentalidade do “cada um por si”. Pare e pense friamente. Não é um absurdo, nós que somos 7 bilhões de pessoas vivendo no mesmo planeta, nos separarmos tanto? Que sentido faz, você e as milhares (ou milhões) de pessoas que vivem na mesma cidade virarem as costas umas para as outras? Cada vez que começo e pensar nisso, fico até desanimado. Mas felizmente as coisas estão mudando. Todos os movimentos de economia colaborativa estão apontando nessa direção. A direção da colaboração, do compartilhamento, da ajuda, de dar as mãos, da união. E isso é lindo de se ver. Até emociona.

4- Estamos começando finalmente a entender o que é a internet

A internet é uma coisa incrivelmente espetacular e somente agora, depois de tantos anos, estamos conseguindo entender o seu poder. Com a internet, o mundo se abre, as barreiras caem, a separação acaba, a união começa, a colaboração explode, a ajuda surge. Alguns povos fizeram revoluções com a internet, como a Primavera Árabe. Aqui no Brasil estamos começando a usar melhor essa ferramenta magnífica. A internet está derrubando o controle de massa. Não tem mais televisão, não tem mais uns poucos jornais dando as notícias que querem que a gente leia. Cada um vai atrás daquilo que quer. Cada um se une com quem quiser. Cada um explora o que quiser explorar. Com a internet, o pequeno passa a ter voz. O anônimo passa a ser conhecido. O mundo se une. E o sistema pode quebrar

5- A queda do consumismo desenfreado

Por muitos anos fomos manipulados, estimulados a consumir como loucos. A comprar tudo que era lançado, a ter o carro mais novo, o primeiro iphone, as melhores marcas, muita roupa, muito sapato, muito muito, muito tudo. Mas as pessoas já começaram a sacar que isso tudo não faz sentido. Movimentos como o lowsumerism, slow life, slow food, começam a aparecer pra mostrar que nos organizamos da forma mais absurda possível. Cada vez menos gente usando carro, cada vez menos pessoas comprando muito, cada vez mais gente trocando roupas, doando, comprando usado, dividindo bens, compartilhando carros, apartamentos, escritórios. A gente não precisa de nada disso que falaram que a gente precisava. E essa consciência quebra qualquer empresa que vive do consumo desenfreado.

6- Alimentação saudável e orgânica

A gente era tão louco que aceitou comer qualquer lixo. Era só ter um sabor gostoso na língua que beleza. A gente era tão desconectado, que os caras começaram a colocar veneno na nossa comida e a gente não falou nada. Mas aí um pessoal começou a acordar e começaram a dar força pro movimento de alimentação saudável, de consumo de orgânicos. E isso vai ganhar força. Mas o que que isso tem a ver com economia e trabalho? Tem tudo a ver! A produção de alimentos é a base da nossa sociedade. A indústria alimentícia é uma das principais do mundo. Se a consciência muda, se nossa alimentação muda, a forma de consumo muda, e as grandes corporações precisam acompanhar essas mudanças. O pequeno produtor está voltando a ter força. As pessoas começando a plantar sua própria comida também. E isso muda toda a economia.

7- Despertar da espiritualidade

Quantos amigos você tem hoje que fazem yoga? E meditação? Quantas pessoas faziam isso 10 anos atrás? A espiritualidade por muitos anos era coisa do pessoal do esoterismo. Era coisa de gente esquisita do misticismo. Mas felizmente isso está mudando. Chegamos no limite da nossa racionalidade. Pudemos perceber que só com a mente racional não conseguimos entender tudo que se passa aqui. Tem mais coisa acontecendo e eu sei que você quer entender. Você quer entender como essas coisas que acontecem aqui funcionam. Como a vida opera, o que rola depois da morte, o que é essa parada de energia que tanto falam, que que é física quântica, como é que os pensamentos podem se materializar e criar nossa realidade, o que são as coincidências e sincronicidades, por que quem medita é mais tranquilo, como é possível curar com as mãos, e essas terapias alternativas que a medicina não aprova, mas funcionam? Empresas promovendo meditação aos funcionários. Escolas ensinando meditação para crianças.

8- Movimentos de desescolarização

Quem criou esse modelo de ensino? Quem escolheu as matérias que você precisa estudar? Quem escolheu os temas que são estudados nas aulas de história? Por que não nos ensinaram sobre outras civilizações antigas? Por que uma criança deve aprender a obedecer regras? Por que ela deve assistir a tudo em silêncio? Por que ela deve vestir uniforme? Prestar uma prova para provar que você aprendeu? Criamos um modelo que forma seguidores do sistema. Que prepara pessoas para serem seres humanos ordinários e medianos. Mas felizmente também, tem muita gente trabalhando para mudar isso. Movimentos de desescolarização, hackschooling, homeschooling.

Talvez você nunca tenha pensado nisso e esteja em choque com o que estou colocando aqui. Mas tudo isso está acontecendo. Silenciosamente, as pessoas estão acordando, se dando conta da loucura que é viver nessa sociedade. Olhe para todos esses movimentos e tente pensar que tudo está normal. Eu acho que não está. Há algo de muito extraordinário acontecendo no mundo.

Sérgio

quarta-feira, outubro 14, 2015

Ventobras!


#vergonhalheia! A nova empresa brasileira que a presidanta fundou na ONU! Não sabe o quê é isso? Então assista o vídeo abaixo!


Sérgio

terça-feira, outubro 13, 2015

China é China...


Se você ficou parado na volta do feriadão e acha o trânsito das grandes cidades brasileiras ruim é porquê não conhece a China. Veja isso e você nunca mais vai reclamar. Esse engarrafamento gigante começou próximo a Hong Kong, quando milhões de turistas retornavam para casa pela estrada que interliga Beijing-Hong Kong-Macau, após uma semana de feriados chamada Semana de Ouro. As imagens aéreas feitas por drones mostram que o engarrafamento, causado por novo pedágio fez com que alguns motoristas ficassem engarrafados por até 5 dias. Mais de 400 policiais foram convocados para manter os ânimos (Chineses) sob controle. Já tinha ouvido falar disso, mas ver é a primeira vez!

Sérgio

segunda-feira, outubro 12, 2015

As Nuvens e eu...


Estou trabalhando e ouvindo músicas para colocar na programação da Nova Webradio​. Dessa vez, vou aumentar o Playlist de (boas) músicas brasileiras. Me peguei ouvindo essa, que há tempos não tocava, que é maravilhosa.

A letra, reproduzida abaixo, expressa mais ou menos o que penso ao fazer a Nova. O Flávio Venturini é um dos maiores compositores que o Brasil já teve. Ele cria músicas. Eu, que sempre fui um Radialista, mesmo anos depois de deixar a profissão, apenas toco. Assim, quando ele diz "as minhas canções inacabadas, vão ficar como folhas no vento", sei que um dia será a vez da Nova, quando eu me for, que ficará inacabada, repetindo os playlists de uma semana que não acabará para mim...

Mas, ainda assim, acredito que a gente precisa fazer algo para o Mundo, não apenas para si. É gratificante olhar as estatísticas e ver dezenas de pessoas no Mundo, do Brasil, América do Norte, Europa, Ásia, Oriente Médio, Oceania, ouvindo as mesmas músicas que eu estou ouvindo em São Paulo, agora. Ao mesmo tempo, na mesma energia. Mesmo sozinho, sempre acompanhado!

Poder mover esta energia pelo Mundo, é uma alegria imensa! Vale a pena! Como diz o Flávio: "Tudo que faz o amor valer, faço virar canção". Só posso tocar estas canções, mas o farei até o meu último dia!

Flávio Venturini
Nuvens

Nuvens
Vão as nuvens
As imagens que eu guardei pra mim
Nuvens claras, sentimentos
Transparentes ondas de emoção

Ondas
Som das ondas
Carruagens pelo mar sem fim
São viagens, são momentos
Que passaram e que não passarão

As minhas canções inacabadas
Vão ficar como folhas no vento
Cruzes na beira da estrada
Quando cessar em mim a energia,
o movimento

Mais do que cruzes, pousada
Mais do que abrigo, alimento
De uma aventura desenfreada
Da minha breve estrada
São os melhores momentos

Viajante, não lhes peça nada
Além de esperança e alento
São folhas, são cadernos, são palavras
São indecifráveis madrugadas
Deixe-as seguir no vento.

Fontes
São teus olhos
Diamante que eu sonhei pra mim
Mas são nuvens
Vão no vento diferentes
Os nomes da paixão

Nomes de pessoas
De lugares nas esquinas dos amores
vãos
Vão ciganos
Nuvens claras
Que passaram e que não passarão

Tudo que faz o amor valer
Faço virar canção
Se você nem quiser me ver
Faço você cantar

Sérgio

Selfie Mortal


Conheça algumas formas absurdas de se morrer ao fazer uma selfie...  Ultimamente o número de fatalidades de pessoas tirando selfies em situações perigosas causa preocupações em alguns países. Conheça algumas dessas situações. Veio do G1:

Existem muitas formas de morrer, mas, até algum tempo atrás, não seria possível imaginar que tirar "selfies" poderia ser uma delas. Tirar uma foto de si mesmo subindo no trilho de um trem, ou encostado à borda de um edifício monumental ou ainda se equilibrando no parapeito de uma ponte, pode ter consequências graves. Nos últimos meses, as notícias sobre pessoas que morreram nessas circunstâncias – tirando selfies – têm se repetido com certa frequência.

O site Mashable contabilizou ao menos 12 mortes de pessoas que estavam tirando selfies nos últimos meses. A última foi registrada há alguns dias: segundo informações do jornal britânico Mirror, o adolescente russo Andrey Retrovsky caiu de um edifício enquanto se fotografava no ponto mais alto de sua estrutura. Na Rússia, inclusive, a preocupação com essa questão levou o governo a criar uma campanha informativa para alertar a população sobre os perigos desse tipo de selfies. "Nem um milhão de 'likes' nas redes sociais valem tanto quanto a sua vida e seu bem-estar", disse o Ministério do Interior russo depois de o país ter registrado várias mortes por causa das selfies. Na campanha lançada pelo governo russo, foram distribuídos uma série de sinais de trânsito com desenhos de proibição em que apareciam pessoas fazendo selfies em situações perigosas, como em frente a um tigre, ou diante de um penhasco, ou em cima do telhado, se equilibrando em uma ponte, etc. Veja abaixo uma lista com cinco situações de perigo em que as selfies tiveram consequências fatais.

1) Cair do Taj Mahal

No fim de setembro, um turista japonês morreu depois de cair das escadas da entrada do famoso monumento Taj Mahal, na Índia, enquanto tirava uma foto de si mesmo. O turista, que estava acompanhado de outras três pessoas, não foi o único a cair. Um dos seus companheiros também tropeçou e quebrou uma perna. Nesse mesmo lugar, aconteceram algumas mortes nos últimos anos de pessoas que caíram enquanto turistas tiravam selfies.

2) Fazer selfie com pistola

Por incrível que pareça, também há registros de pessoas que morreram ao fazer selfies com armas ou pistolas. Foi o caso de Deleon Alonso Smith, um jovem de 19 anos do Texas, nos Estados Unidos, que morreu em agosto por um tiro na garganta disparada pela arma com a qual se fotografava. Não foi o único caso: uma funcionária de um escritório em Moscou, de 21 anos, levou um tiro na cabeça em maio quando tentava tirar uma foto de si mesma. Mas ela teve sorte. Não morreu, porque a arma não era letal e pertencia a um segurança que disparava balas de borracha. Ainda assim, precisou ser hospitalizada em estado crítico, segundo informações da agência de notícias russa RIA Novosti.

3) Cair da ponte ou de um edifício

Tirar selfies nos pontos mais altos de edifícios gigantes têm sido uma das "modas" mais perigosas dos últimos tempos. Fotos assim têm se multiplicado nas redes sociais, com selfies sendo registradas de lugares perigosos, como em pontes e arranha-céus. Além do caso já mencionado do jovem Retrovsky, pode-se citar o caso da universitária de 21 anos, também russa, que caiu de uma ponte próxima ao Centro Internacional de Negócios de Moscou, quando tentava tirar uma selfie com seu celular.

4) Ser eletrocutado em trilho de trem

Outra pessoa que acabou pagando caro por seu vício em selfies foi Anna Ursu, romena de 18 anos, que tentava tirar uma selfie perfeita e acabou morrendo de maneira inesperada no último mês de maio. Em uma estação de trem de Iasi, na Romênia, a jovem decidiu que uma foto em um trilho de trem seria uma excelente ideia. Quando ela subiu, porém, seu corpo ficou em chamas, e uma amiga que a acompanhava foi derrubada pela força da descarga elétrica, conforme publicou o jornal Daily Mail.

5) Ser derrubado por um touro

Tirar fotos diante de animais perigosos é outro hábito comum aos apaixonados por selfies, mas que também deve ser evitado. O espanhol David González López, de 32 anos, levou uma chifrada enquanto fazia um selfie em uma das típicas festas espanholas com corridas de touros. Ele estava na rua a certa distância do touro, tentando enquadrá-lo na selfie, quando acabou derrubado pelo animal, que avançou para cima dele.

Sérgio

domingo, outubro 11, 2015

Beliches Voadores



Que tal voar assim? Airbus apresenta projeto para colocar passageiros em cima dos outros. Veio do G1:

A construtora francesa Airbus apresentou um pedido de registro de patente nos Estados Unidos de um projeto para colocar as pessoas sentadas em duas fileiras horizontais, uns sobre os outros, em determinados espaços nos aviões. A ideia seria uma alternativa para aumentar o número de assentos disponíveis nas aeronaves e seria mais adaptável à classe executiva. A proposta foi apresentada ao Escritório de Patentes e Marcas dos EUA (USPTO) no dia 1º de outubro e cria um mezanino superior. Através da assessoria de imprensa, a Airbus confirmou que registrou o pedido de patente nos Estados Unidos e "que registra cerca de 600 patentes a cada ano com o objetivo de proteger a sua propriedade intelectual. Isso não necessariamente significa que todas as patentes serão adotadas em suas aeronaves". No pedido de patente, a empresa argumentou que, do ponto de vista econômico, serve para otimizar o espaço disponível. Não haveria redução no conforto para os passageiros, alega. Os desenhos disponíveis no pedido de patente comprovariam que os assentos disponíveis nas áreas superior e inferior poderão reclinar.

Sérgio

sábado, outubro 10, 2015

Jim Diamond


Uma perda! A voz deste cara marcou diversos momentos dos Anos 80... A música acima, I Wont Let You Down (o clipe tem qualidade ruim, mas é por ser original) é uma das melhores da década, mostra quem era o vocalista Jim Diamond, no começo de sua carreira, ainda com o PHD. Vi no UOL:

O cantor e compositor escocês Jim Diamond morreu aos 64 anos em sua casa em Londres, neste sábado (10). O músico chegou ao topo das paradas do Reino Unido e foi sucesso nas rádios brasileiras nos anos 1980 com as canções "I Won't Let You Down" e "I Should Have Known Better". Esta última fez parte da trilha sonora da novela "A Gata Comeu" (1985). De acordo com a BBC, a família do músico afirmou que estava "profundamente chocada" com a morte súbita de Diamond. "Ele era um homem de família dedicado, que amava sua esposa e seus filhos Chrissy Sarah e Lawrence, e a música que ele continuava a fazer. Ele vai fazer muito falta a todos que o conheciam e amavam sua música, sua voz e estilo únicos". Não há informações sobre a causa da morte. Nascido em Glasgow, Jim Diamond chegou a ser conhecido como "Ray Charles da Escócia" no início da carreira. Charles, ao lado de Otis Redding, era uma de suas grandes influências. Mais tarde, ao se mudar para Londres, foi contratado pelo empresário Clive Davis da gravadora Arista, que descobriu talentos como Air Supply, Dionne Warwick e Whitney Houston. Com a banda Ph. D, vendeu milhões de cópias do single "I Won't Let You Down" em 1982. Dois anos depois, se lançou em uma bem-sucedida carreira solo. 

Sérgio

Que feio, hein...


Alaska Airlines extraviou malas do próprio CEO nos EUA. Episódio foi relatado pelo próprio executivo da empresa. Bagagem de Bradley Tilden foi extraviada e recuperada do dia seguinte. Veio do G1:

O CEO da Alaska Airlines, Bradley Tilden, passou por uma saia justa durante uma convenção da companhia aéra na semana passada, em Washington, nos Estados Unidos, Ele admitiu no palco que teve a sua mala extraviada durante o voo para o evento. A bagagem foi entregue para ele no dia seguinte. Segundo reportagem do jornal "Los Angeles Times", o executivo revelou também que a aérea já tinha extraviado sua mala durante um voo 25 anos atrás. "A imprensa está aqui e espero que vocês não escrevam isso e publiquem", disse Tilden com um sorriso, segundo o "Los Angeles Times". A reportagem destaca que a empresa foi a primeira grande aérea do país a oferecer uma espécie de garantia em caso de atrasos ou extravios. Se o passageiro não receber a bagagem num prazo de 20 minutos, a Alaska se compromete a dar um crédito de US$ 25 dólares para voos futuros ou pontos para o programa de milhagens.

Sérgio

sexta-feira, outubro 09, 2015

Correndo na China


A China não é Brasil: Chinês é preso após postar vídeo nas redes sociais onde dirige a 237 km/h. Vi no G1:

Um motociclista chinês que circulou a 237 km/h em uma das principais vias de tráfego de Pequim e publicou sua "façanha" nas redes sociais deste país foi detido pela polícia acusado de conduta temerária, informou a agência oficial "Xinhua". O detido, de sobrenome Pang e de 30 anos, mostrou em um vídeo no portal YouKu (o equivalente chinês a YouTube) como percorria uma via da capital chinesa, de 37,5 quilômetros, em apenas 13 minutos e 43 segundos, alcançando uma velocidade de 237 km/h em alguns trechos. As imagens gravadas por ele mesmo mostram como circula por uma via que, em princípio é proibida a veículos de duas rodas, e como vai ultrapassando os diferentes automóveis que encontra no caminho. O vídeo tornou Pang famoso, com mais de 220 mil visitas, mas também alertou a polícia, que ordenou a detenção do motociclista, que hoje passou à disposição dos corpos de segurança de Pequim. Pang contou após sua detenção que sua corrida foi gravada no começo da manhã do dia 22 de agosto. O apaixonado por velocidade circulava com velocidade três vezes mais que o máximo permitido, embora Pang tenha garantido que em vezes anteriores ainda tinha circulado mais rápido por ela, e que seu "recorde" na mesma pista são 11 minutos.

Sérgio

quinta-feira, outubro 08, 2015

O Modelo Errado


Maravilhoso artigo da Miriam Leitão em 30.09.2015 publicado no Globo:

O Brasil vive uma crise profunda, desnecessária e evitável. Não deveria estar agora em pleno retrocesso, vivendo com medo da inflação de dois dígitos, da disparada do dólar, do desemprego que chegou em agosto a 8,6% e corre o risco de continuar subindo. O pântano em que estamos foi provocado por barbeiragem do governo. Não é um modelo que se esgotou, é uma proposta errada que cobra seu preço.

O governo atacou o edifício que o Brasil construiu por anos de ajustes e reordenações monetárias e fiscais. O país perdeu parte do terreno conquistado e desperdiçou o excelente — e finito — momento de alta das commodities. Tudo jogava a favor do PT quando ele assumiu: a herança recebida da estabilização da moeda e o salto nos preços dos produtos que o Brasil exporta. O governo perdeu esse patrimônio por incompetência.

A presidente Dilma diz hoje que o modelo instalado após a crise internacional de 2008, para evitar que o Brasil fosse atingido, esgotou-se. Isso não corresponde aos fatos. Em 2005, ela fulminou a proposta de permanecer ajustando os gastos públicos para chegar ao déficit nominal zero. Disse à equipe que fez a proposta que era preciso “combinar com os russos” e que aquela ideia era “rudimentar”.

Portanto, a opção pelo gasto descontrolado, sem buscar a âncora fiscal, foi tomada por Dilma Rousseff no governo de Lula da Silva, quando ela se instalou na Casa Civil. Esse modelo Dilma-Lula faz 10 anos. Foi ele que quebrou o Brasil, fez o país perder o grau de investimento e provoca hoje uma disparada do dólar.

O que aconteceu no Brasil nos últimos 13 anos tem que ser entendido em duas fases. Na primeira, o PT se cercou de bons economistas e seguiu a lógica da política econômica que recebeu. Não o fez por crença, mas por medo do descontrole que se prenunciava nos tremores com que o mercado recebia a notícia da vitória de um candidato que dizia que mudaria tudo quando assumisse. Ele não mudou inicialmente, e o Brasil avançou.

A partir de 2005, o governo começou a mudar paulatinamente a política econômica. Mesmo assim, os efeitos positivos de 10 anos de ajuste nas contas públicas e austeridade monetária levaram o país a atingir o grau de investimento. O governo petista foi ajudado enormemente pela China, com a forte demanda por commodities. Nesse boom, o Banco Central fez a opção certa de acumular reservas. Apesar do custo de carregamento dessas reservas, foi importante tê-las em vários momentos, como agora.

Mas, naquele momento de prosperidade, em que o Brasil estava atraindo investimento, era hora de dar um salto. O “modelo”, como Dilma define agora, foi o de aumentar os gastos, elevar a dívida, criar barreiras ilegais ao comércio externo, transferir R$ 500 bilhões para que o BNDES pudesse presentear os empresários com dinheiro público. A cartilha é esta mesmo. O PT acredita nisso, tanto que agora economistas do partido defendem a volta do que vigorou até a última eleição. Mesmo depois de quebrarem o país, não se dão conta do que fizeram. Culpam o magro e hesitante ajuste fiscal, que está sendo tentado pelos problemas que o Brasil vive; confundem o antibiótico com a infecção que sua política provocou.

O ambiente está tenso no Brasil. As empresas e as famílias temem os desdobramentos da conjuntura. A cada dia surgem novos dados ruins, como o déficit primário de agosto e o desemprego, que saíram ontem. A presidente está focada em como se manter no cargo, da mesma forma que na campanha sua preocupação era ganhar e não em como governar.

Dilma continua criando ficções para explicar seu péssimo desempenho. Diz que teve que fazer correções de preço, e não admite que foi ela, para seu proveito eleitoral, que manteve, com medidas artificiais, a tarifa de energia. Logo depois de fechadas as urnas, o país passou a viver um tarifaço. Diz que o modelo adotado para fugir da crise externa se esgotou e por isso está fazendo um ajuste para depois crescer. O país sabe que não foi isso. Ela adotou a política na qual ela e seu partido acreditam, quebrou o país, mas escondeu o resultado com truques eleitoreiros. A presidente não sabe ainda como corrigir o estrago que suas decisões provocaram. Quis tanto o poder e a reeleição e não tem rumo a dar ao seu governo. O Brasil não merecia estar passando por esta crise.

Sérgio