terça-feira, julho 21, 2015

A Gaivota e a GoPro


Divertido: uma gaivota ousada e um tanto insolente roubou a câmera GoPro de um turista alemão que visita as ilhas Cíes, na costa Norte da Espanha. Martin Lozano que teria aproximado a câmera do animal para fazer algumas fotos se surpreendeu com a reação sorrateira da gaivota. Bastou alguns segundos para que ela se aproximasse da GoPro e a levasse para um pequeno tour aéreo. Tudo foi registrado. Em prantos, o alemão saiu correndo atrás do animal, que voltou ao solo poucos metros depois. O mais impressionante, no entanto, foi a reação final da ave, que se despediu da câmera com uma pose para selfie. Sorte que Martin conseguiu recuperar a GoPro, caso contrário não seria possível compartilhar o  vídeo feito pela abusada gaivota. 

Sergio

segunda-feira, julho 20, 2015

Austrália x Brasil


Dá até vergonha de ler o texto para o qual coloco um link ao fim deste post. Muita gente diz que a Austrália é o Brasil que deu certo. Fazem geralmente esta referência pelo fato da Austrália e o Brasil terem climas parecidos em algumas partes do país e muitas belezas naturais. Contudo, ao comparar os dois países sempre fica a idéia que a Austrália foi um país que deu certo e o Brasil não e esta constatação é correta, afinal, como costumam dizer os brasileiros que aqui chegam, “as coisas na Austrália funcionam”. De fato, a Austrália é conhecida mundialmente como “The Lucky Country”(O país sortudo) e todos os anos milhões de pessoas de todo mundo fazem planos para imigrar para o país e viver por lá para sempre. Mas por que a Austrália aparentemente evoluiu tanto enquanto o Brasil ficou para trás?

Well, visite este LINK e saiba as razões. E, como eu, chore, pois são TODAS verdadeiras!

Sérgio

domingo, julho 19, 2015

Chipotle 2


Ah, esqueci de falar: outro dia o Presidente dos Estados Unidos, Barak Obama deu uma escapulida no meio de um deslocamento, sem avisar os seguranças e deixando loucos os guarda-costas, pois teve fome ao ver um Chipotle quando estava parado num semáforo em Washington. Não deu outra: correu para pedir um Burrito e irritou a nação quando mostraram esta foto (veja matéria da revista New York): ele colocando o braço dentro do vidro para mostrar algo, o que é considerado falta de educação e higiene. Enfim... Até o homem mais poderoso do mundo gosta do burrito do Chipotle! 

Sérgio

PS: Eu prefiro o Bow, que é um prato que você pode montar com arroz, feijão (duas opções, Pinto ou Black) e várias opções de carne. Eu peço com Steak e sempre Sour Cream e Queijo. Fica demais!

Chipotle 1


Sempre gostei da cadeia de restaurantes Chipotle nos Estados Unidos: comida boa, rápida e a um preço justo! Agora, lendo a história de como foi fundado, gosto mais ainda. Veio da revista Exame:

O americano Steve Ells tinha um diploma de história da arte, mas seu sonho era comandar uma cozinha estrelada. Depois da universidade, ele se formou chef na melhor escola de gastronomia dos Estados Unidos, o Culinary Institute of America, e conseguiu emprego no Stars, um restaurante famoso de São Francisco no começo dos anos 90. O salário não era suficiente para pagar a conta dos melhores restaurantes, e Ells costumava comer nas barracas do bairro Mission, reduto dos imigrantes mexicanos na época. Foi em uma dessas refeições que suas ambições na cozinha mudaram radicalmente: Ells teve a ideia de criar o Chipotle, cadeia de comida mexicana que é um dos maiores sucessos da história da indústria de restaurantes dos Estados Unidos.

A primeira loja do Chipotle, inaugurada em Denver em 1993, é considerada um marco de uma nova era das refeições rápidas: comida fresca e preparada na hora, por preços razoáveis. Na última década, a rede manteve uma média de crescimento acima de 25% ao ano — a maior taxa desse segmento, segundo um relatório do banco Wells Fargo. O Chipotle é hoje considerado o símbolo de fast-food para uma nova geração. Suas 1 783 lojas faturaram 4,1 bilhões de dólares em 2014. Em relação aos 27,4 bilhões de receitas do McDonald’s, dono de 36 000 lojas em mais de 100 países, os números podem não parecer tão grandes, mas o Chipotle cresceu 28% entre 2013 e 2014, enquanto o McDonald’s encolheu 2%. Suas ações vêm dando um banho nas outras empresas do setor de fast-food. A cadeia fundada por Steve Ells representa uma mudança crucial na preferência dos consumidores, cada vez mais interessados em saber o que estão comendo.

Nenhum ingrediente usado no Chipotle é congelado, e as lojas nem sequer têm freezer. Toneladas de tomates e cebolas são cortadas à mão diariamente. Os fornecedores são locais, na medida do possível (no inverno da Costa Leste americana, as verduras vêm da Califórnia, por exemplo). As carnes são de animais criados em condições humanitárias e livres de antibióticos e hormônios. Em abril, o Chipotle anunciou que baniu qualquer ingrediente geneticamente modificado. O carro-chefe do Chipotle é o burrito. A melhor maneira de descrever um burrito é uma refeição completa enrolada numa tortilha de trigo. O recheio leva arroz, feijão, carne (de vaca, porco ou frango), alface e complementos como creme azedo e guacamole. Além dos burritos, há tacos e saladas, e só: o Chipotle não vende sobremesas nem café.

Em Nova York, um burrito e um refrigerante no Chipotle custam cerca de 11 dólares, mais ou menos 50% mais do que um Big Mac com batata frita e Coca-Cola. O serviço não é tão rápido quanto o de um fast-food de hambúrgueres, mas não costuma levar mais do que 10 minutos, incluindo a espera na fila. Na cabeça de muitos consumidores — e também dos investidores, dada a performance das empresas na bolsa —, o Chipotle é o anti-McDonald’s. Mas nem sempre foi assim. Em 1998, a rede estava crescendo e precisava de capital. “Mandamos nosso plano de negócios para 13 investidores de risco e para bancos especializados em restaurantes. Fomos rejeitados pelos 13”, disse recentemente Bob Ells, pai de Steve e responsável pelo capital inicial do Chipotle. A grande ironia veio a seguir: um dos investidores-anjo da empresa, recém-contratado pelo McDo­nald’s, fez o meio de campo e o Chipotle recebeu 50 milhões de dólares do gigante dos hambúrgueres. As 13 lojas viraram 500, e Steve Ells diz que aprendeu muito sobre logística e contato com fornecedores — para o bem e para o mal. Ele descreveu uma granja que fornecia frangos para o McDonald’s como “a coisa mais nojenta que viu na vida”.

Ells não aceitou várias das sugestões dos sócios, como servir café e sobremesas ou oferecer o serviço de drive thru nas lojas. Oito anos depois do investimento, o McDonald’s vendeu sua participação — e ganhou um de seus concorrentes mais formidáveis. Depois de abrir o capital em janeiro de 2006, o Chipotle acelerou a expansão nos Estados Unidos e foi um dos primeiros exemplos de um novo tipo de restaurante de refeições rápidas, chamado de fast casual — um fast-food mais charmoso. É um segmento que cresce 10% ao ano nos Estados Unidos — enquanto o fast-food tradicional avança apenas 2%. O cliente entra na fila, escolhe os ingredientes, paga no caixa e leva a comida para a mesa. Mas o mobiliário é de metal e madeira, não de plástico ou fórmica. “O ambiente não parece tão corporativo quanto o das cadeias tradicionais de fast-food”, diz Sophie Carroll, da empresa de pesquisas de varejo Planet Retail.

O Chipotle faz pouco marketing tradicional e não usa a TV para anunciar promoções de preços, uma prática comum das grandes redes americanas. O que a empresa faz, e pesadamente, é comunicar sua missão de servir “comida com integridade”. No começo deste ano, anunciou que um terço de seus restaurantes pararia temporariamente de servir carne de porco. O motivo? Um de seus fornecedores não havia cumprido os padrões de “criação responsável” dos animais. O que poderia ser uma notícia negativa — a falta de um produto — virou uma questão acompanhada de perto nas redes sociais e noticiada nos jornais The New York Times e The Wall Street Journal. Quando os burritos de carnitas voltaram ao cardápio, a internet respirou aliviada.

O sucesso do Chipotle nos últimos anos tem sido tão grande que inúmeras cadeias hoje se apresentam como “o Chipotle da comida tailandesa” ou “o Chipotle do churrasco”. Empresas tradicionais do setor de fast-food estão revendo suas práticas para reconquistar os consumidores interessados em consumo consciente. Numa entrevista recente, Ells chamou esse esforço de “piada”. “Você conhece esses caras, certo? Eles não conseguem mudar. A cultura está muito enraizada. E isso é bom para o Chipotle.”

Sérgio

sábado, julho 18, 2015

Será verdade?


Era um monstro... E tem a cara da Austrália. E naquela época não tinha Photoshop. Essa veio do G1:

Uma foto que mostra o maior crocodilo já capturado na história fez sucesso nas redes sociais ao ser compartilhada no Imgur. Um macho de 8,6 metros foi morto pela polonesa Krystina Pawloski no rio Norman, no estado de Queensland, na Austrália, em 1957. Apesar dos relatos oficiais da época, muitas pessoas ainda hoje não acreditam que o réptil tivesse tal tamanho. "Com certeza, é apenas photoshop", escreveu um usuário. "Vocês têm certeza que é real?, escreveu outro. Segundo o jornal "The Australian", Krys, uma imigrante polonesa de 30 anos, matou o maior crocodilo conhecido da Austrália com um único tiro, nas margens do rio Norman, na cidade de Normanton. Anos depois, a cidade de Normanton colocou uma escultura para relembrar do crocodilo monstruoso que havia sido abatido em 1957. Em 1998, Krys, que morava com seu marido, Ron, perto de Mareeba, em Queensland, disse que se sentia arrependida de tirado a vida do enorme crocodilo. "Eu sinto muito. Ele era um animal fabuloso", afirmou Krys, que morreu em março de 2004.

Sérgio

sexta-feira, julho 17, 2015

MH17 - Um ano!


Hoje faz um ano da queda do voo MH17 da Malaysia Airlines no leste da Ucrânia, que acabou com a vida de 298 pessoas, entre elas 38 australianos. Não foi um acidente... Foi um ato deliberado que muito preocupa e que resta impune. Evidências levantadas pelos Estados Unidos apontam que o avião tenha sido abatido por um sistema de míssil terra-ar na região, que é controlada por separatistas pró-Rússia que estão em confronto com o governo de Kiev.

Outro que resta sem resposta é o MH370, já há muito tempo. 

São dois casos que marcam pela incerteza que deixam nos que viajam e nos que tem amigos e parentes no ar todos os dias. Pensar que podemos nos transformar em estatísticas a qualquer momento e que o mundo não estará nem aí para isso é algo triste e desanimador. 

Que haja paz para os corações dos que choram os mortos de ambos casos com a Malaysia Airlines. Espero que casos como estes não se repitam e que um dia possamos responsabilizar quem derrubou o MH17 e, quem sabe, conhecer o destino e punir os responsáveis pelo MH370 que, certamente, não foi um acidente, mas outro crime contra passageiros indefesos de um voo internacional!  

Sérgio